"Os mais excitantes contos eróticos"

 

Amante da crente


autor: santinho90
publicado em: 04/09/17
categoria: hetero
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Sou personal trainer, tenho 27 anos, moro no interior da Bahia, sozinho; loiro, olhos verdes, corpo bem definido. Sou amante de uma crente. Isso mesmo, uma crente!

O casal se mudou pra casa do lado da minha há alguns meses e eles são bem reservados. Ela se chama Isabel: loirinha também, magrinha, linda e o marido dela é negro. Até hoje não tenho intimidade com o marido dela (nem quero rsrs). No início, nem reparava muito nela, afinal usa saias longas e blusas que quase nunca mostra os braços. Sempre os via sair de mãos dadas e com suas bíblias. Ela mal falava comigo até seu gás acabar e ela precisar de minha ajuda pra trocar o botijão, já que seu marido trabalha e o gás acabara no início da manhã logo após ele ter saído. Eu ainda estava dormindo quando ela me chamou em casa. Como sempre acordo de pau duro, fui atender a porta assim achando que ela não ia notar mas ao perceber o volume em meu short, que era fino, não conseguia disfarçar.

Só lavei o rosto e fui trocar o botijão pra ela e percebi que continuava me olhando diferente mas temia por ela ser crente. O botijão ficava bem no canto da cozinha, num lugar apertado e ela ficara encostada na parede após eu lhe entregar a chave do registro. Nossos corpos estavam bem colados, um de frente pro outro. Parei em frente a ela e nos olhamos fixamente. Sua respiração estava ofegante. Lentamente aproximei meus lábios do dela mas ela colocou sua mão na frente da minha boca, dizendo que não podíamos fazer aquilo pois era pecado. Encostei meu pau latejante no meio de suas pernas, ela suspirou, tirei aquela mão macia dos meus lábios e sussurrei no seu ouvido, dizendo que pecado era ficar na vontade. A agarrei loucamente e ela se entregou. Seu beijo era de quem esperava há muito tempo por aquilo.

Levei minhas mãos a seus seios, que já estavam durinhos e ela novamente tentou resistir, colocando suas mãos sobre as minhas mas comecei a morder seu pescoço e ela apertou minhas mãos sobre aqueles peitos médios. Tirei meu cacete pra fora e enfiei meus dedos por baixo de sua blusa e por baixo do sutiã e ela sussurrou como se fosse a primeira vez que alguém lhe tocasse ali. Fui tirar sua blusa e ela foi enfática ao dizer pra eu parar que ela não podia. Peguei então sua mão e levei até minha pica, que já tava como pedra. Ela fechou seus olhos, a envolveu em sua mão e mordeu seus lábios. Ela só tirou aquela mão pequena e macia pra levantar seus braços quando tirei sua blusa e depois seu sutiã. Caí de boca naqueles peitinhos durinhos enquanto ela envolveu minha cabeça com seu braço esquerdo e sua mão direita massageava minha vara, que latejava de tesão. Isabel gemia baixinho, fazia carinhos no meu cabelo e a apertava contra seu colo enquanto eu chupava seus seios, mordia e beijava aqueles biquinhos. Logo percebi um gemido mais alto: ela havia gozado.

Levantei então sua longa saia e quando minhas mãos chegaram na altura dos joelhos, ela tentou resistir de novo, dizendo que eu tinha que parar. De novo em vão. Enfiei meu cacete por debaixo de sua saia ela. Só sua calcinha melada o separava da sua vagina. Mordi sua orelha, enfiei minha língua em seu ouvido e pedi a ela que dissesse que não queria, já que ela estava toda gozada já. Com minha mão esquerda segurei com força sua nuca e ela pareceu gostar de estar submissa, sob meu controle. Minha mão direita, claro, subiu por suas coxas deslizando. Ali entendi o motivo daquele gemido quando eu chupava seus peitos: seu orgasmo fora fenomenal, a ponto de escorrer pelas coxas. Sinceramente não acreditava que alguma mulher pudesse gozar daquela forma mas quando minha mão chegou em sua bucetinha foi que senti de verdade: a calcinha dela tava muito molhada. Enfiei meus dedos dentro dela e quando os passei por aquela xaninha parecia que eu tava enfiando minha mão num copo de água. Meti o dedo indicador dentro dela e pela primeira vez ouvi um "ai delícia" da sua boca. Passei então a masturbá-la e ela a mim. Eu estava muito excitado mas ela estava demais. Quando senti ela apertando minha pica e gemendo mais intensamente, imaginei que gozaria outra vez. Acertei. Senti aquela gozada na minha mão.

Coloquei-a sobre uma mesa de madeira que não tinha nada em cima depois de despi-la completamente. Agora ela estava ali, toda nua pra mim. Comecei a lamber a parte interna das suas coxas até chegar na sua xoxota. Enfiava minha língua lá dentro e lambia seu clitóris e ela se contorcia de tesão, apertando minha cabeça contra ela. Queria muito senti-la gozando na minha boca mas não aguentava mais: precisava meter naquela bucetinha rosinha. Quando me levantei, ela imaginou que eu ia penetrá-la e olhou pra mim com cara de remorso.

--O que a gente tá fazendo não é certo!

Pus minha mão em sua boca e dei a primeira estocada. Ela gemeu no meu ouvido e apertou suas unhas contra minhas costas com força. Para provocá-la ainda mais, perguntei se ela queria parar e ameacei tirar minha vara de dentro mas ela puxou, implorando pra eu não tirar: o pecado estava consumado! Voltei a enfiar bem devagarzinho pra ela sentir cada centímetro do meu pau sendo engolido pela sua xaninha. Fui acelerando os movimentos e na primeira estocada com força ela gozou outra vez: a terceira, mas nesta sem tanta intensidade. Tinha enfiando até as bolas. Tirei de dentro, pois já estava quase gozando e não queria ainda.

Dei uma parada e voltei a acariciar seus seios, depois sua vagina, seios novamente e perguntei se ela já havia feito sexo anal, e ela disse que não. Perguntei se queria e me surpreendi quando ela respondeu que ela queria tudo que eu quisesse porque ela era minha, toda minha; ela olhou pro meu pau duro e fez menção de pegar mas eu sabia que aquela mãozinha me faria gozar logo. Então, resolvi chupar sua vagina de novo mas ela gemia muito gostoso e eu já estava muito excitado. Para esfriar um pouco, resolvi dar um tempo deslizando minha língua por todo o seu corpo branquinho. Primeiro, dei-lhe um beijo romântico, depois desci pelo seu pescoço, seios, abdome, coxas, braços, até costas e nádegas; mordi suas orelhas e terminei em seus peitos novamente e quando ela apertou minha cabeça contra ela e gemeu alto, senti que havia gozado outra vez.

Pedi que ficasse de 4 e ela obedeceu, apesar de admitir que estava com vergonha mas antes dela terminar de falar, enfiei meu pau naquela vagina rosinha; segurei-a pelos seus longos cabelos e comecei a meter com força. Ela gemia muito e não demorou muito pra eu gozar. Quando senti que ia ejacular, tirei meu pau e coloquei na entrada do cuzinho dela. Gozei ali. Bela lubrificada! E ainda aguentei dar umas estocadas naquele cuzinho apertado.

Dali fomos pro banho. Adoro sexo no chuveiro. Começamos a nos beijar e logo eu estava excitado outra vez. Pedi a Isabel que chupasse e ela ficou sem jeito, dizendo que não sabia. Eu disse que era como chupar um pirulito. Ela se ajoelhou e caiu de boca. E que boca gostosa! Ela segurava e mamava e eu fazia o movimento como se tivesse metendo na boca dela. Quando senti que ia gozar, desliguei o chuveiro porque queria ver nitidamente ela engolindo meu esperma. Ela engoliu tudinho e depois passei meu pau melado naquele rostinho lindo. Saímos do banho, nos vestimos e conversamos um pouco. Ela me confessou que me desejava há algum tempo e que sentia inveja das mulheres que via entrando em minha casa, principalmente quando ouvia os gemidos de algumas delas e que sempre transava com seu marido pensando em mim. Confirmou que ele só fazia o básico, papai-mamãe, mas logo gozava. Ela nunca havia gozado e disse que não imaginava que um dia sentiria tanto desejo.

Depois disso, vim pra casa, já que seu marido logo chegaria. Eles continuam morando aqui e nós continuamos ficando. Sempre quando ele sai e eu tô em casa, vou pra lá. Já tiveram seu primeiro filho, que é branquinho e tem olhos verdes. Desconfiamos que seja meu, já que sempre faço questão de gozar dentro, mas acho que mais ninguém desconfia. Hoje em dia, quando a vejo passar com sua bíblia na mão e aquela saia longa, sei que por debaixo daquela roupa composta tem uma mulher muito gostosa... e safada.







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