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História de Doquinha - 1


autor: NandodeRose
publicado em: 08/09/17
categoria: incesto
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A História de Doquinha – 1

Doquinha ficou órfã aos dois anos de idade e foi entregue judicialmente aos cuidados da avó materna. Segundo os familiares, a perversão sexual do pai e sua atração incontrolável por mulheres foram responsáveis pela depressão aguda e pela morte da mãe. O outro irmão, Neco, dois anos mais velho, ficou com a avó paterna e somente depois de três anos voltaram a conviver, quando ele começou a passar férias junto à família da mãe. Doquinha apaixonou-se por Neco no primeiro contato. Como a casa da avó era pequena, dormiam na mesma cama, sempre de mãos dadas, e passavam o dia juntos, companheiros inseparáveis em todas as brincadeiras com a criançada. Só se separavam na hora do banho e foi num desses momentos que Neco, ao entrar no banheiro, encontrou a irmã nua, aguardando a chegada da tia. Passada a surpresa, Doquinha, mostrando a precocidade de sua sexualidade aos cinco anos, sentou na borda da banheira e abriu as pernas, querendo que o irmão a visse por inteiro. Neco, na inocência dos sete anos, ficou maravilhado ao ver aquele corte perfeito no meio das pernas dela e resolveu baixar o calção e mostrar o tico. Para os dois, era a primeira visão do sexo oposto. A exibição de ambos durou até a chegada da tia. À noite, mostrando sua precocidade, Doquinha puxou o lençol para cima dos dois para ficarem escondidos, tirou as calcinhas, segurou a mão de Neco e levou-a para a sua perereca. Aí foi a vez de Neco tirar a calça do pijama e, simultaneamente, passarem a se tocar, sentindo nos dedos o órgão sexual do outro. A sensação deles foi muito estranha. Instintivamente, enquanto o irmão acarinhava a vagina para sentir seu formato e profundidade, a irmã segurava o peru, sentindo que quanto mais mexia mais ele endurecia. Sem entender e com medo do que estava acontecendo, os irmãos resolveram dormir.

Nas noites que se seguiram, eles foram aprofundando os conhecimentos sobre seus corpos até o momento em que descobriram que o “pinto” podia penetrar na “perereca”, produzindo cócegas e risos. Nas férias seguintes, eles continuaram a fazer o que consideravam uma “brincadeirinha” entre irmãos. Passando a ter consciência do que estava fazendo, Neco tentou convencer Doquinha a parar com aquilo, mas a cada ano ela parecia cada vez mais endiabrada e experiente, querendo se entregar para ele. Nas férias em que ela completou dez anos, já apresentando um corpo bem definido, prenunciando uma bela moça, Neco decidiu que não poderia continuar dormindo com a irmã na mesma cama, indo para o hotel da outra tia. Na última noite em que ficaram juntos, o irmão contou a sua decisão. Ela, que era bastante emotiva, chorou muito e afirmou que um dia eles dormiriam juntos para terminarem de fazer “aquilo” de que tanto haviam gostado.

Passados cinco anos, Doquinha tinha se tornado uma mocinha linda, pele muito branca, corpo perfeito, seios médios com mamilos rosas, coxas grossas e lisas, bunda bem definida, parecendo bem mais velha do que seus quinze anos. A sua sexualidade precoce chamava a atenção e o olho grande dos jovens. Ela gostava de ser admirada, mas, apesar da atração que sentia pelos meninos e dos hormônios que começavam a agitar seu corpo, por alguma razão desconhecida permanecia nela a vontade de que Neco fosse o primeiro homem da sua vida. Vieram as férias e Doquinha foi esperar o irmão na rodoviária. Ele ficou admirado com a mudança física acontecida em tão pouco tempo com a irmã e fez um elogio no seu ouvido. Ela retribuiu, dizendo que naquele verão ela cumpriria a promessa que lhe fizera cinco anos antes. Neco sentiu um rubor na face, sem saber o que responder. Sob o ponto de vista moral, sabia que não deveria fazer sexo com a irmã, mas ao mesmo tempo sentia uma inexplicável atração por ela. Para evitar a aproximação física, resolveu ficar no hotel da tia, mas passavam os dias juntos como na infância. Numa determinada manhã, Doquinha foi cedo ao hotel para dizer a Neco que a tia havia viajado para uma cidade vizinha para acompanhar a cirurgia de uma prima. Assim, eles poderiam ficar sozinhos em casa. O olhar que eles trocaram deixava claro que os dois estavam pensando sobre a mesma coisa. Chegara o dia. Não havia como fugir. Os dois queriam.

Em poucos minutos estavam em casa. Fecharam portas, janelas e luzes para que ninguém desconfiasse da presença deles. Doquinha pediu para eles repetirem o que tinha havido no banheiro quando eram pequenos. Ela tirou a roupa devagar, para que Neco observasse seu belo corpo. Depois sentou-se na borda da banheira e abriu as pernas. A forma da xota continuava a mesma que o irmão vira anos atrás. Uma fenda muito bem-feita. A diferença era a existência dos pelos pubianos negros contrastando com a pele branca. Como no passado, Neco tirou as calças. Doquinha ficou surpresa com o tico do irmão. Crescera muito em cumprimento e largura. Ela sentiu um calafrio. Mais do que nunca, queria aquilo dentro dela. Passada a surpresa, os irmãos se abraçaram carinhosamente e foi excitante para os dois sentirem a pele colada, os seios dela pressionando o peito do irmão e o pau dele no meio das coxas dela. Ficaram assim por um bom tempo até que só restava um caminho. Irem para a cama. Deitaram e ela fez um único pedido: que não se beijassem. Parecia que a não existência de beijos preservaria os aspectos morais daquela relação proibida, liberando-os para usufruírem de todas as sensações permitidas pelo sexo. Esquecendo do mundo, dos preconceitos e da ditadura do certo, Neco começou a beijar o rosto, cuidando para não tocar nos lábios, e depois a nuca da irmã. Doquinha suspirava fundo, enquanto sentia a língua quente e úmida do irmão passeando, agora, pelos seios. Ora um, ora outro. Compassadamente, mamando e lambendo, deixando a irmã de pele arrepiada e de peitos entumecidos. Depois ela sentiu a língua lamber seu umbigo, fazendo cócegas gostosas. A respiração morna do irmão mostrava que a sua boca se aproximava da área vaginal. Quando a língua tocou no clitóris em suaves lambidas, Doquinha arrepiou o corpo inteiro. Nunca imaginara que aquele simples contato poderia produzir tão desconhecido prazer. Instintivamente, abriu mais os joelhos, dando total acesso às suas partes mais íntimas. Neco desceu mais a boca e sua língua penetrou na vagina até encontrar o tecido do hímen. Um cheiro desconhecido e gostoso invadiu suas narinas, aumentando ainda mais seu tesão. Doquinha sentiu no cérebro uma descarga fulminante de prazer. Estava gozando pela primeira vez. Querendo retribuir o deleite que sentia, pediu que o irmão deitasse para que ela assumisse as ações. Começou colocando a língua dentro do ouvido dele, soprando de leve, sentindo o corpo do mano arrepiar. Depois, ela lambeu o rosto dele com uma passagem provocadora e rápida pelos lábios, ocasião em que Neco perguntou se poderia beijá-la, recebendo resposta negativa. Para compensar, ela desceu os carinhos para o pescoço, peito e barriga, terminando, como era inevitável, com a boca muito próxima do pênis. Com toda naturalidade, Doquinha abriu os lábios, encaixou a cabeça do pau e começou a chupar, sincronizando as mamadas com uma suave punheta. Aprendera a fazer isso com dois primos que lhe assediavam sexualmente e que conseguiam transar com ela. Como um deles estava sempre a fim de comê-la pela frente, aquela forma de sexo oral era a única maneira de levá-lo a gozar logo e, assim, preservar o seu cabaço para o irmão.

Neco entrou em delírio, pedindo que ela girasse o corpo para que ele também pudesse chupá-la. O silêncio do quarto só era quebrado pelo barulho das bocas e das línguas em movimento. Ele estava espantado. Como sua irmã, aos quinze anos, morando numa pequena cidade do interior, sabia fazer tudo aquilo? Não era momento de tirar dúvidas. Doquinha chupava e masturbava o pau dele com tanta vontade que certamente não quereria conversar. Até que os dois concluíram que chegara a hora dos “finalmente”. Esquecendo que eram irmãos e danando-se para o resto do mundo, Doquinha deitou de frente, abriu bem as pernas e levantou os joelhos, esperando que o irmão a penetrasse e realizasse o que esperava desde pequena. Neco deitou em cima dela, colocou o pau na entrada da buceta e foi empurrando com força. A irmã gemia baixinho, incentivando o mano a dar uma estocada para tirar o seu cabaço. Foi mais fácil do que imaginavam. Até a pequena dor que sentiu foi motivo de prazer para Doquinha. Mas Neco começou a sentir aquela sensação gostosa de que a ejaculação estava para começar. Lembrou-se, no entanto, que não poderia gozar dentro da irmã, pois correria o risco de engravidá-la. Num esforço supremo, tirou o pau de dentro e, vendo que ela abria os lábios com a nítida intenção de receber a gozada, ele sentou sobre os seios dela, masturbou-se rápido, aproximando o cacete do rosto, e descarregou os jatos de porra direto na boca da mana. Doquinha não só engoliu o esperma como chupou o pau do irmão até sair a última gota. Como era a primeira vez que ele gozava com uma mulher chupando, o prazer que sentiu pareceu se multiplicar infinitamente. Mais uma vez, Neco espantou-se com a forma natural como a irmã se comportara, parecendo ser, apesar da pouca idade, especialista naquilo. Exaustos com o esforço físico e ainda embalados pelas emoções sentidas, os dois deitaram e ficaram calados. Nenhuma palavra poderia substituir os sentimentos. Enquanto Neco procurava descansar, Dorinha foi buscar água e fazer um cafezinho para voltarem à calma. Ele perguntou, então, se ela estava acostumada a fazer sexo. Ela riu e disse que costumava “brincar” com dois primos que haviam lhe ensinado o básico e o resto ela deduzira. A única coisa que nunca deixou eles fazerem foi comê-la pela frente, o que estava reservado para o irmão e acabara de se realizar. Mesmo assim, brincou ela, quase entrara na mentira do “é só a cabecinha”, deixando que um dos primos, o mais sem-vergonha dos dois, tentasse desvirginá-la. Realmente, algumas vezes, quando sentia uma grande vontade de dar, ela deixava a cabecinha entrar, mas se afastava logo ao perceber que o primo queria enfiar mais. Achava até que, com isso, ele tinha conseguido “empurrar” o cabaço mais para dentro ou rompido algumas fibras do hímen. Talvez isso explicasse o pouco esforço que o irmão fizera e a pequena dor que sentira quando o cacete entrou todo dentro dela. Com segundas intenções na cabeça, Neco quis saber se ela já havia dado a bunda. Doquinha sorriu maliciosamente, dizendo que essa era a grande “arma” que usara para satisfazer os primos e manter-se virgem para ele. A conversa apimentada foi fazendo com que o pau do irmão voltasse a crescer e que a irmã lançasse olhares gulosos sobre ele. Uma nova transa era inevitável. Os rostos se aproximaram durante um abraço e as bocas estavam encostadas, permitindo sentir o calor e o cheiro do hálito do outro. Neco, esquecendo de qualquer problema de ordem moral, queria aquele beijo. Doquinha afastou um pouco a boca para evitar o que ela também queria. Mas, não resistiu. Os lábios se procuraram como se fossem ímãs. As bocas se abriram e se ofereceram para as línguas alucinadas. Foram momentos de intenso prazer, como se estivessem comendo o fruto proibido. Para finalizar a trepada, Doquinha postou-se de quatro, oferecendo a bunda para o irmão. Neco aproximou o pau do cu e foi enfiando devagarinho. Apesar de ser comido pelos primos, o buraco ainda era bem apertado, dando um prazer intenso em cada penetração do cacete. Mais rápido do que imaginava e sem problemas para gozar dentro, Neco acelerou os movimentos até expelir vários jatos de esperma, enquanto Doquinha gemia durante um orgasmo especial ao sentir seu cu inundado de porra. Voltando ao normal e sem nenhum arrependimento do que haviam feito, os irmãos decidiram que tinha sido a primeira e a última vez que fizeram sexo, ficando na lembrança, para sempre, os momentos especiais que viveram.

O capítulo 2 conta mais histórias apimentadas de Doquinha.













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