"Os mais excitantes contos eróticos"

 

Meu amigo corno


autor: santinho90
publicado em: 09/09/17
categoria: hetero
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Pedro é meu amigo de infância. Ele sempre foi muito quieto e se casou com sua primeira namorada. Aliás, antes do encontro narrado aqui, nunca havia entendido como ele, quieto, tonto e sem atitude, havia se casado com uma mulher tão linda. Sua esposa, Danielle, é loira, magra, olhos claros, boca carnuda, sorriso lindo, coxas grossas, bunda grande e seios médios. Mais ou menos 1,74 m de altura e uns 59 kg. Ela é muito gostosa!

Danielle é de São Paulo e nós somos da Bahia. Logo depois do casamento, Pedro se mudou pra lá. Após alguns anos, vieram passar um mês aqui. Pedro é um de meus melhores amigos e a última coisa que passava na minha cabeça era pegar sua mulher. Eles ficaram na casa dos pais de Pedro, que não tinha ninguém morando. Meu amigo veio em casa logo quando chegou; conversamos, lembramos os tempos de criança e ele me chamou pra ir na casa deles mais tarde. Nunca havia falado com sua mulher e não sabia quase nada sobre ela. A conheci naquela noite, em todos os sentidos.

Quando cheguei, eles estavam abraçados assistindo filme e Pedro me recebeu a caráter, enquanto ela me olhou diferente. Vestia-se com camisa de manga curta e calça. Começamos a conversar e logo ela foi se trocar: voltou com um baby-doll, dizendo que estava quase indo dormir, mas ainda não era nem oito horas da noite. Confesso que não desconfiei de nada, apesar daquele baby-doll ser super-excitante. Ela abraçava Pedro e sempre cruzava suas pernas, olhando pra mim. Ali comecei a desconfiar, mas me passava pela cabeça que pudesse ser armado pra testar minha amizade. Por outro lado, Pedro nunca demonstrou muita inteligência e acho que ele não faria algo do tipo.

Logo Danielle sugeriu pipoca e refrigerante pra assistirmos o filme e pediu que Pedro fosse à cozinha preparar a pipoca. Eu estava no sofá que ficava de frente para a TV e à minha frente ficava um pequeno móvel onde estava o controle remoto. Não havia necessidade alguma de mudar algo na imagem ou volume, mas ela precisava me provar que me queria e veio à minha frente, se agachou ficando praticamente de 4 pra mim e percebi que estava sem calcinha. Ela realmente queria me dar e eu pela primeira vez não conseguia controlar meu tesão, mas Pedro estava na cozinha e a qualquer momento poderia voltar. Me mantive "normal", mas ela queria mesmo provocar e me perguntou como fazia pra mudar de DVD pra TV, caso quisesse e propositadamente deixou o controle cair em meu colo.

--Ai, desculpa!

Deixei que ela pegasse porque sabia que era isso que ela queria, e antes de pegar o controle, ela pegou em outra coisa e apertou; me mantive sem tomar atitude, apesar de meu pau estar latejando e só respondi que não sabia mudar de função. Ela se sentou no outro sofá, deixando suas coxas todas à mostra e pra me provocar ainda mais passava suas mãos sobre elas. Eu não conseguia mais disfarçar: devorava seu corpo com meus olhos, enquanto tentava agasalhar meu pau sob a cueca, quando me assustei com seu grito:

--Moooo!

--Oi mooo! - Respondeu Pedro, lá de dentro.

--Tem refrigerante aí?

--Deve ter. Deixa eu ver... vish não tem! Vamos ter que comer pipoca sem refri.

--Ah não! Se não tiver refri, nem quero pipoca. Pode ir comprar!

Naquele momento, percebi seu nível de safadeza: tudo aquilo foi calculado e percebi também que Pedro, além de inocente, era submisso a sua esposa. Antes dele sair, me ofereci pra ir com ele pra que não desconfiasse de nada, mas ele foi enfático ao dizer que não precisava. Danielle lembrou de não gostava de pipoca quente (na verdade ela gosta mesmo é de piroca quente), deixando claro que não precisava de pressa. Ali percebi porque Pedro havia se casado com ela. Tudo que eu queria era que Pedro saísse logo. Foi saindo e ela correu para a porta para trancá-la. Fui atrás e antes que ela se virasse de volta, eu já estava colado atrás dela. Meu pau duro encostava no rego da sua bunda macia enquanto eu apertava seus peitos, mordia e passava minha língua em sua orelha:

--Agora somos só nós dois!

--Me come, gostoso, disse ela já em êxtase.

Queria fazer várias coisas com ela mas o tempo era curto e o mais importante naquele momento era meter naquela bucetinha. Pedi a ela que ficasse de 4, com as mãos no braço do sofá, abaixei minha bermuda, bati meu cacete umas vezes naquela bunda branquinha e ela quase implorava pra ser comida. Penetrei minha pica devagarzinho naquela xana que estava meladinha e ela pedia pra eu empurrar tudo com força. Atendi seu desejo e ela começou a gemer alto. Temi que os vizinhos pudessem ouvir e puxei-a pelos cabelos trazendo-a até a mim:

--Geme baixo, cachorra!

--Então me faz gozar, vai! Tô com muito tesão! Quero gozar na tua vara!

Encostei-a na parede, pus minha mão em sua boca e comecei a meter com vontade, até as bolas. Minhas virilhas batiam com força na bunda dela, fazendo um barulho alto. Ela delirava. Chupava meus dedos e gemia. Sua cara entregava que ela estava louca de tesão. Sua xoxota estava completamente lambuzada e ela afirmava que estava quase gozando. Meu cacete estava feito pedra e quando ela gozou, deu outro alto gemido e eu não aguentei: soltei meus jatos de porra dentro dela bem gostoso. Estávamos saciados. Logo nos recompomos e ela destrancou a porta. Dei uns tapas na bunda dela e ela disse que sou muito gostoso e queria leite condensado na pipoca dela. Não demorou pra Pedro chegar com nosso refri.

Até que enfim íamos comer pipoca. Eu estava no sofá menor. Danielle pegou um pequeno lençol e se sentou comigo e Pedro no tapete no chão. Nos servimos, cada um com seu copo de refrigerante e sua vasilha de pipoca. Quando Pedro se distraiu Danielle começou a me masturbar. Aquela mãozinha macia no meu cacete; ela fazia carinho na cabecinha, lambuzando sua mão e colocando na sua pipoca. Eu olhava pra ela e ela mordia os lábios pegando na minha pica e apertando; acariciava minhas bolas e a abraçava com sua mão. O lençol ficava no meu colo pra que Pedro não visse sua esposa gostosa batendo uma punheta gostosa pra mim. Aquela situação de risco me excitava demais; as reações de Danielle enquanto me masturbava então... avisei baixinho a ela que ia gozar; ela, muito safada, colocou sua pipoca à frente da minha pica e recebeu todo o leite condensado que ela desejava ali. Fiquei louco com aquilo: gozei dentro de sua vasilha de pipoca e ela se deliciar naquilo. Sua fisionomia me vendo gozar entregava sua tara e Danielle comeu toda aquela pipoca misturada com minha porra.

Depois que o filme acabou, vim pra casa. Foi a primeira e última vez que trepamos mas continuo comendo Danielle na punheta quase sempre.





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