"Os mais excitantes contos eróticos"

 

Ai, Luisinha, como és tão mazinha!-13


autor: Rosário
publicado em: 09/09/17
categoria: bdsm
leituras: 460
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(Continuação)
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— Há dias, chegou uma encomenda da Alemanha para ela, e fui eu que a recebi. A origem intrigou-me, mas quando lha entreguei, sem fazer comentários nem perguntas, apercebi-me de que ela corava. Nessa mesma noite, já passava da 1h da manhã, quando ouvi um zumbido. Era apenas mais um, no meio dos muitos das cigarras do quintal, mas este era um pouco diferente e vinha do quarto dela, pelo que percebi que se tratava de um vibrador. Portanto, tinha sido isso que o correio lhe trouxera, e a nossa amiga Clarisse estava a utilizá-lo, claro. Eu faço exactamente o mesmo, e com bastante frequência... mas sem vibrador! — E riu-se.
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Luisinha fez uma pausa e esperou que eu comentasse o que me havia acabado de contar; mas eu nada disse pois, à parte a curiosidade de o aparelho ter vindo da Alemanha, o facto de Clarisse usar um vibrador para se "descontrair" não tinha nada de especial. Mas ainda havia mais qualquer coisa para contar:
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— Se a encomenda trouxesse apenas o vibrador, não teria aquele tamanho nem aquele peso. Portanto, tinha vindo mais qualquer coisa. Eu fervia de curiosidade, como compreendes, e fiz uma coisa que não se deve fazer — mas fiz: levantei-me da cama e fui, pé-ante-pé, até à porta do quarto dela...
— Não me digas que espreitaste pela fechadura! — Perguntei, mas sem precisar da resposta!
— Sim, confesso que fiz isso... E o que vi deixou-me perplexa! A nossa amiga estava deitada, toda nua e de barriga para cima. Tinha-se algemado a si mesma à cama, mas apenas pelo pulso esquerdo, pois precisava da mão direita para depois se soltar...
— E para usar o vibrador — Completei, rindo com ela.
— Sim, claro. A certa altura, cansada e satisfeita, apagou a luz e eu vim-me embora. Ah, e pareceu-me que ela não tirou as algemas.
— Dormiu com elas postas?! — Perguntei, já sem saber o que dizer.
— Parece que sim. E nas noites seguintes tudo se repetiu! Nunca pensou que àquela hora se ouve tudo de uns quartos para os outros, e eu também não lhe disse nada.
— Fizeste bem. E depois?
— Depois, foi o mais divertido! Um dia, a chave das algemas caiu ao chão, e de manhã ela não lhe conseguiu chegar...
— Chamou-te, e tiveste de a ir socorrer...
— Claro. Foi uma delicia de cena! Fiz-me muito surpreendida quando abri a porta do quarto, até porque ela chorava de vergonha, como imaginas! Nessa altura, já eu sabia perfeitamente que ela era uma submissa, embora não o confessasse, nem nunca falássemos disso. Talvez por esse motivo apeteceu-me fazê-la sofrer um pouquinho... e não a soltei logo. Comecei a andar pelo quarto, de um lado para o outro, invectivando-a e fazendo-lhe perguntas. Depois, quando me fartei, perguntei-lhe se não achava que merecia ser castigada. Sabes o que ela me respondeu?!
— Imagino que disse que sim... — Aventei.
— Pois, mas eu já estava excitada... e fi-la dobrar a língua, obrigando-a a tratar-me por "Minha Senhora"!
— E ela obedeceu?
— Obedeceu, pois!, e muito mais do que eu queria! Sem que eu dissesse nada, começou a gemer "Senhora, não me bata!". Sabes que, nestas situações, o “Não” quer dizer “Sim”... E reparei que ela não tirava os olhos do meu cinto. Esses olhares, para quem sabe um mínimo dessas coisas, são fáceis de descodificar... Por isso, desafivelei-o lentamente. Ela ficou louca de prazer. Encolheu-se toda, mas expondo bem as nádegas, que virou para mim...
— E tu fizeste-lhe a vontade, já percebi! — Comentei, mas já com uma tremura na voz!
— Sim, mas nessa altura já não era só a vontade dela que contava, era também a minha! Perdi a cabeça e o controlo de mim mesma, e nem sei já quantas lhe dei. Acabei por ter um orgasmo, quase sem saber como! Por fim, soltei-a e voltei a pôr o cinto. Mas quando eu esperava que ela fosse tomar banho e arranjar-se, lançou-se-me aos pés, sempre toda nua, beijando-me a mão com que a punira... e agradecendo, como mandam as boas regras!
— Ai, Luisinha querida... Que conversa a nossa, a estas horas da noite! — Desabafei, suspirando.
— Tirei-te o sono, foi? — Perguntou ela, rindo.
— Com certeza que tiraste!
— Então, se estás excitado, sabes como te podes acalmar. Se queres saber, eu tenho estado aqui a fazer isso mesmo... e sem vibrador!
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E, com uma das suas habituais gargalhadas, desligou o telefone!
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(Continua)




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