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A PIZZARIA - Parte 24


autor: carlão1978
publicado em: 10/09/17
categoria: traição
leituras: 645
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A PIZZARIA
PARTE 24

ATENÇÃO: ESSA É A PARTE 24. ANTES DE CONTINUAR, LEIA O PRIMEIRO CAPÍTULO. OBRIGADO.

Votos e comentários sinalizam para o autor que alguns leitores querem a continuação.
E, em retribuição às gentilezas, segue mais um capítulo:

A PIZZARIA
PARTE 24

Acordei às 02:48hrs da manhã com o som da campainha.

Espiei a rua pela janela e vi o Leleco em pé, próximo ao portão. Rose permaneceu no carro, enquanto aguardava alguém lhes abrir as portas da nossa casa.

Vesti minhas bermudas, uma camiseta amarrotada, calcei chinelos, e fui atendê-los.

Talvez sentindo se envergonhada por vir do motel, Rose entrou cabisbaixa, sem me fitar diretamente nos olhos. Entretanto, percebi alguma dificuldade em seu andar. Assim que adentraram, ela foi ao banheiro, deixando-me a sós com Leleco.
Daí ele me perguntou:

—Como estão as coisas por aí Edu?

Apontando lhe a porta do meu quarto e da Denise, lhe respondi:

—Está tudo certo. Os três estão dormindo ali.

Ele continuou:

—Infelizmente vou ter que acordar os dois para irmos embora, porque a Silvana vai deixar o serviço as 06:00hrs da manhã.

—E empregada você sabe como é né Edu? Se passar dez minutos da hora de ir embora, faz cara feia.

Insistindo para que ficassem, lhe falei:

—Mas ainda são 03:00hrs, porque você não espera para acordá-los às 05:00hrs?

—Daí vocês vão. Completei.

—Obrigado, Edu. Mas prefiro ir pra casa agora, porque daí eu durmo direto, e num sono só.
E arrematou:

—Estou muito cansado, Edu.
E apontando para a porta do banheiro onde a Rose estava, foi dando com a língua nos dentes:

—A menina aí mete muito viu Edu.

—Quase acabou comigo!

Fiquei curioso e fui perguntando:

—Humm.

—Ela deve ter bucetinha gostosa né?
Ele respondeu e foi falando:

—Sim. É pequena e bem apertadinha, sabe.

—Na primeira vez até gozei fora, porque meu cacete não entrava, acredita?

—Nossa! E como você fez? Perguntei.

—Esporrei na barriguinha dela, e depois a safada ainda enxugou meu cacete com a boca.

—Mas depois na segunda vez, eu forcei mais e entrou “rasgando ela”.

—Ela até gritou, mas daí não teve jeito, porque já estava tudo dentro.

—Nossa! Exclamei.

—E é bonita a bucetinha dela? Perguntei.

—É sim. Respondeu-me e continuou:

—É rosadinha e depilada.

—Mas ela deixa “um bigodinho” loiro bem acima do grelinho.

—Hum...Ela tem grelinho grande também? Perguntei.

—Não, não. É normal.

—Mas os pelinhos loiros em cima me deram muito tesão.

E seguiu falando:

—Teve uma hora que ela veio por cima de mim, e daí eu gozei espiando a bundinha dela pelo espelho do teto. Fiquei com mais tesão ainda.

—E ela tem um detalhe. Falou.

—Qual detalhe? Perguntei.

—Ela só goza por cima da gente, cavalgando no cacete.

—Sabe como é?

—Sei sim, claro. É bom que dá pra chupar os peitos enquanto ela cavalga. Argumentei.

—E os gemidos dela enquanto está metendo, me deixaram doido. Ela tem voz deliciosa, e muito sensual.

—Depois que acostumou com o cacete dentro, ela ficou pedindo para meter cada vez mais forte.

—Ela é muito linda e gostosa. Completou.

Ao ouvir esses relatos, fui ficando com tesão, e com curiosidade de saber mais coisas da loirinha. Porém, infelizmente, Rose saiu do banheiro. Daí Leleco a acompanhou até o quarto em que iria dormir, e se despediram.

Logo Leleco saiu, e talvez cansada por ter levado cacete grande na buceta, Rose deu lhe um rápido beijo, e voltou a se trancar no cômodo.

Em seguida, ele veio até mim e perguntou-me se poderíamos entrar no meu quarto para que ele pudesse chamar a Giovana e o Caio para irem embora.
Eu respondi:

—Claro. Vamos chamá-los.

Quando entramos, para nossa surpresa, vimos a Giovana dormindo pelada no canto da cama, parcialmente coberta por um lençol, enquanto Denise e Caio, agora acordados, transavam ao seu lado.

Sem se importarem com a nossa repentina presença, Caio fodia Denise na posição papai e mamãe, enquanto eu e o Lelis, incrédulos, assistíamos aos dois.

Eu estava novamente com tesão, desde a hora em que o Lelis estivera me falando da Rose. Não resistindo ao que assistia, livrei-me das roupas depressa, e subi na cama deles. Fiquei entre os dois e a Giovana, que dormia de ladinho no canto do colchão, e com a bunda virada para o centro da cama.

Então, entrei embaixo do seu lençol, e a abracei por trás, encostando lhe meu cacete duro entre as suas nádegas. Talvez percebendo minha aproximação, por instinto, ela facilitou curvando o seu corpo, em posição conchinha, e assim, tentei penetrá-la.
Porém, quando consegui encaixar a cabeça do meu pau na porta, e no momento em que ele já estava entrando na bucetinha, Giovana despertou.
Parecendo assustada, ouvimos ela dizer:

—Nossa! O que é isso?

—O que está acontecendo?

Livrando-se momentaneamente de mim, Giovana virou-se para o centro da cama, e viu o Caio por cima da Denise fodendo lhe a buceta, enquanto Leleco se sentara num dos aparadores próximo à cama e os assistia, sem nada dizer.

Percebendo a presença do marido, Giovana, agora desperta, deitou-se de costas, e ficou com as pernas abertas, como se me convidasse para transarmos igual ao Caio e a minha mulher.
Nem foi necessário ela dizer algo, pois, vendo-a toda aberta, subi em seu corpo e também a penetrei na posição papai e mamãe.
Experiente, e agora bem acordada, Giovana começou a rebolar embaixo de mim, mandando-me comê-la gostoso.
Com meu pau dentro, ela seguiu falando:

—Ai Edu, safado.

—Você não me dá sossego!

—Até agora eu não consegui dormir direito.

—Vocês parecem que nunca pegaram mulher!

—Mas agora que você recomeçou, termine filho da puta!

—Isso... me fode safado!

—Aiii. que pica gostosa você tem caralho!

—Mete vai!

Enquanto isso, ao nosso lado e doida de tesão Denise gemia dizendo:

—Aii. Cacá gostoso.

—Me fode!

—Põe bem gostoso na minha bucetinha amor.

—Ela é sua Cacá!

—Que delicia de pinto você tem amor!

—É assim mesmo que eu gosto.

—Mete gostoso amor!

Enquanto fodíamos os quatro, lado a lado, e as duas gemiam cada vez mais, impávido, Leleco somente nos espiava.

Ficamos um longo tempo assim, no vai e vem com as duas. Quando ouvi sinais de que o Caio estaria gozando na bucetinha da Denise, acabei terminando na gruta da Giovana.

Em seguida, saímos de cima delas, e continuamos os quatro deitados, enquanto nosso leite escorria pelas bucetas, sem nos preocuparmos em molhar o lençol.

Passado algum tempo, Leleco dirigindo-se carinhosamente à Giovana lhe falou:

—Agora vamos embora amorzinho. Já são quase quatro horas e daqui a pouco a Silvana terá que ir.

Ao nosso lado, Denise ainda continuava abraçada com o Caio, até que Giovana pediu-lhe uma toalha, dizendo que iria tomar um banho rápido, para despertar.
Ao ouvi-la, Caio fez o mesmo pedido, também decidindo se pelo banho.

Atentamente espiada pelo Leleco, ainda com a bucetinha espumando, Denise saiu nua da cama, e foi até o nosso guarda roupas buscar toalhas para os dois.

Em seguida, Giovana e Caio, entraram juntos no banheiro. Enquanto os aguardava, Leleco continuava sentado no aparador, e aproveitava para continuar espiando a minha esposa peladinha na cama.
Assim que Caio e Giovana voltaram do banho, vestiram-se, e juntamente com o Leleco, despediram-se de nós.
Levei-os até o portão, e já passava das 04:15 hrs quando os três se foram.

Quando voltei, fui conversar com a minha mulher sobre a Rose. Então fui logo lhe dizendo:

— Denise, eu notei que a Rose caminhava com dificuldade igual à primeira vez que você transou com o Magno amor.

—Mas o pinto do Ma é enorme Edu. Você sabe.

—Sei sim. Mas é sobre isso mesmo que eu quero lhe dizer. Falei.

—Dizer-me o que Edu?

—Que a Rose deve estar com o mesmo problema que você esteve aquela vez amor.

—Como assim? Perguntou-me.

—A Giovana me contou que o pau do Leleco também é grandão.

— Mede 23 cm e é bem grosso. Respondi-lhe.

—Nossa! Coitada da Rose! Exclamou.
E continuou:

—Mas o que a gente pode fazer por ela Edu?

—Lembra dos medicamentos que a médica cubana lhe receitou aquela vez? Reperguntei.

—Lembro sim, claro. O que sobrou deles estão numa das gavetas da nossa cômoda. Respondeu-me.

—Pois é. Os remédios são para dores musculares. Mas se ela os tomar agora, com certeza, não sofrerá mais tarde o que você sofreu. Falei.

—Tadinha Edu. Mas como eu vou falar um assunto tão íntimo com ela?

—Eu tenho vergonha! Concluiu.

—Você não precisa se referir a si. Diga lhe que a sua sobrinha também passou por isso; que a sua amiga cubana receitou esses medicamentos, e que deu tudo certo com ela.

—Você se refere à Ticiane amor?

—Sim. Ela mesma. Já falamos dela aquela vez né? Fale de novo. Respondi.

Depois, com semblante estranho, talvez desconfiando de algum interesse da minha parte por estas colocações, Denise foi perguntando e comentando:

—Mas porque você está tão preocupado com a vagina da Rose, Edu?

—E vou lhe avisando uma coisa desde já, Edu:

—Nem pense em mexer com a Rose! Ela será a sogra do nosso filho!

—Pense bem na loucura que isso pode terminar Edu, se alguém nos descobre.

—Você é doido?

Daí eu falei:

—Calma, calma amor! Eu só estou querendo ajudar.

E completei:

—Afinal de contas foi na nossa casa que a Rose entrou pra “putaria” né amor?

—Alto lá! Na nossa casa jamais, Edu.

—Ela começou tudo isso na pizzaria.

—Aqui não! Enfatizou.

Daí, voltando ao assunto anterior, ela me expos a situação, e foi dizendo:

—Além do mais Edu, a Rose ficará curiosa para descobrir como é que eu sei que o Lelis tem pinto grande.

—E eu não quero que ela pense que eu também dei para o Lelis, pois vou ficar com vergonha.

—E na verdade Edu, você mesmo sabe que eu nunca vi o pinto do Lelis.

—Nem duro e nem mole!

—Daqui a pouco ela vai pensar que eu sou uma piranha depravada né Edu?
Daí eu a consolei:

—Você está certa, amor. Nem eu quero que a Rose pense mal de você.

—Mas basta apenas você dizer a verdade a ela. Falei.

—Qual verdade amor? Perguntou-me.

—Diga lhe que foi a própria Giovana que revelou isso a mim – e não a você - que o marido dela tem um pau enorme e grosso, de 23 cm.

—Você não precisa mentir a esse respeito, entende?

—Sim. E o que mais eu digo a ela? Perguntou-me.

—Conte a verdade de novo. Fale que eu a vi caminhando com dificuldade quando entrou na nossa casa. E a fim de evitar os mesmos transtornos da Ticiane, você lhe aconselha o uso preventivo do relaxante muscular e da pomada anestésica na bucetin... opss... na vagina.

Sem mais questionamentos, finalmente, Denise pegou os remédios na gaveta da cômoda, foi até a cozinha e voltou com uma garrafinha de água.

Depois, foi bater à porta do quarto em que Rose se hospedara.

Continua no próximo conto...








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