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DANADINHA NO BOTECO - O Negão


autor: Danadinha16
publicado em: 11/09/17
categoria: hetero
leituras: 1443
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Continuação de DANADINHA NO BOTECO...

Assim que o velho deixou o boteco. Terminei de bater uma siririca e gozar como nunca. Procurei compreender o que havia acontecido. Levantei e comecei a procurar um avental pra esconder as manchas de porra que tomavam conta de meu vestido, não demorou muito e eu já tinha outra companhia. O cara negro que havia sorrido pra mim não havia ido embora. Estava indo até a portinha onde meu tio guardava os materiais de limpeza, na esperança de encontrar ali um avental... quando percebi que ainda tinha alguém no bar. Ele estava no banheiro masculino com sua mão esquerda esfregando a rola grande e grossa que ele tinha. Ele se fingiu se assustar quando passei pela porta e o vi na ação.

- Err... desculpa! Eu não resisti aos gemidos de vocês...

Eu não conseguia olhar pra outro lugar se não pra aquela rola linda. Meu corpo se arrepiou e meu tesão cresceu. Eu estava morrendo de vontade de sentar numa pica, aquela chupada me deixou cheia de vontades...

- Não precisa pedir desculpas... - Disse ao empurrar a porta do banheiro e entrar vagarosamente.
Ele me encarou e sorriu novamente. Voltou a esfregar a mão na rola e com a outra pegou na minha mão e me puxou contra seu corpo. Minhas coxas sentiram aquela coisa enorme tocar sua pele e meu corpo todo respondeu com um pequeno frenesi em minha espinha. A mão dele foi subindo lentamente por meu braço até chegar em meu pescoço, subiu até minha nuca e puxou levemente meus cabelos.

- Meu nome é Joca! - Ele disse me encarando com aquele olhar safado, como quem diz " vou te comer todinha"

Em seguida ele inclinou seu corpo e me beijou. Seus lábios carnudos e ágeis encostaram nos meus... sua língua invadiu minha boca fazendo movimentos circulares no céu dela. Coloquei minha mão junto a dele e juntos o punheteamos. Ele foi crescendo e endurecendo de uma maneira que nunca havia visto.

O banheiro do bar tinha dois ambientes, um com a pia pequena e outro com o vaso. Estavamos na parte da pia. Quando tentamos mudar de posição minha bunda bateu na pia, foi então que eu me desvencilhei de suas caricias e o mandei sentar no vaso.

- Hmm! Gosto de mulher que acha que manda! Mas é isso mesmo... vem - disse ao sentar no vaso. - Senta no negão... vou te arrombar!

Ele sentou no vaso. E eu fiquei assistindo enquanto tirava meu vestido e minha calcinha. Fiquei fingindo uma dança e ele esfregando sua rola e quando vi que ele estava quase gozando fui até ele. Fiquei de costas pra ele, o negão beijou minha bunda e então deslizei rebolando sobre sua pica. AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAH QUE DELICIA! Lembro até hoje daquela dor misturada com prazer, sensações inexplicáveis. Ele rasgou um pouquinho da minha buceta, mas eu ignorei e comecei a cavalgar. Ele segurou minha cintura e me jogava pra cima e me puxava pra baixo, ficamos assim por um bom tempo até que eu comecei a gozar. E ele também!

- SUA BRANQUINHA SAFADA! GOZA COM O NEGÃO! GOZA! TÁ SENTINDO SAFADA! VAIIII ME FAZ GOZAR COMO AQUELE VELHO!

Ele gozou em seguida e eu demorei um pouco. Então ele enfiou até o fim. Eu pensei que iria morrer... minhas pernas perderam as forças e eu meu corpo também. Cai pra tras e ele apertou meu seios com força. Ficou socando até que eu gritei de prazer ao recuperar minhas forças, não sai daquele colo e voltamos a ação, sem ele tirar a rola de dentro de mim! Eu gozei mais duas vezes! E ele também... Estavamos socando quando derrepente ele enfiou com tudo no meu cuzinho. Eu urrei de dor e ele tapou minha boca com a sua mão enorme. Eu o mordi de tanta dor e prazer. O negão ficou revezando entre a buceta e o cu e então eu gozei mais uma vez e desmaiei.

Acordei vestida, deitada no chão do saguão do bar. Meu tio ao meu lado com uma garrafa de álcool e o negão de pé em frente pra mim, com a mão na cintura e um sorriso danado.



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