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Casal Nitro – 1º encontro


autor: Publicitario45
publicado em: 12/09/17
categoria: hetero
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Desde 2016 eu troco mensagens com Carlos e Helena, eles entraram em contato comigo aqui pelo Climax, mas confesso que a abordagem inicial não foi das melhores. Helena sabia muita coisa a meu respeito e me fazia uma série de perguntas que ela já sabia a resposta. O tempo passou e eu sempre me esquivei de um encontro, exatamente por conta deste incomodo. Com o passar do tempo ela resolveu abrir o jogo comigo, me falou seu nome e de cara eu soube de quem se tratava. Helena (nome fictício), é amiga de Laura, uma professora casada que eu me envolvi alguns anos atrás até seu marido descobrir tudo.

Depois de tudo esclarecidos começamos a encurtar a forma de contato, depois das mensagens via site passamos para o Skype e em seguida Whatsapp. Foi pelo Skype que eu vi como Helena era realmente bonita, uma mulher de 41 anos, pele clara, cabelos ruivos (ela já foi loira), olhos verdes, uma boca grande e bem desenhada, corpo em dia devido a muita malhação e dona de um par de pernas capaz de matar de inveja muita novinha por ai.

Helena é inteligente, sagaz, sabe o que quer, como quer e quando quer, tem raciocínio rápido, é observadora e extremamente sexy quando quer ser. Educadora, sabe lidar com as palavras, pesca as coisas com facilidade e sempre nas nossas conversas via Skype ou Whatsapp, ela sempre deixava claro as suas intenções. Ela e o marido, o Ricardo, tinha um relacionamento aberto, cada um poderia fazer o que quisesse da vida desde que o outro soubesse e que cada um tomasse seus devidos cuidados.

Depois de algumas semanas conversando com Helena, Carlos apareceu no Skype, inicialmente eu me assustei com essa ideia dele querer me surpreender mas depois vi que se tratava de um cara gente boa, liberal, mas que queria cuidar da esposa. Ponto pra ele.

Conversamos durante um bom tempo, Ricardo me contou que eles tinham este relacionamento para evitar a rotina, mas que Helena nunca tinha saído sozinha com ninguém.

Eles já tinham transado com um outro casal que não mora mais no estado e um negão, já que a sua esposa tem tara por homens dotados. Por outro lado, Ricardo já havia saído com outras pessoas e Helena sabia de todas elas.

- A minha esposa é louca pra te dar. Não entendo essa tara dela.

- Deve ser por causa dos contos, eles mexem com a imaginação feminina.

- Só as femininas não, tem umas ai que você comeu que eu adoraria comer.

- Quem sabe...

- Depende mais da Helena. Ela não gosta muito de meninas, pra rolar tem que ser algo que realmente mexa com ela.

A nossa conversa foi por ai, depois descobrimos mais amigos em comum além de Laura que não mora mais aqui no Espirito Santo. No meio da nossa conversa, Ricardo foi surpreendido por Helena que não gostou muito da ideia dele ter ligado seu computador, mas depois que ela nos viu conversando amigavelmente, acabou relevando e de quebra os dois começaram a me provocar na frente do computador.

Ricardo pediu para ela se levantar, Helena tinha acabado de chegar da academia e estava suada. Usava um macaquinho branco, colado ao corpo bem trabalhado na academia. O clima entre os dois começou a esquentar quando Ricardo mandou ela virar deixando a sua bunda inteira na tela.

Depois de exibir a sua esposa pra mim, Ricardo lhe deu um tapa na bunda que chegou a estalar e Helena replicou imediatamente.

- Já que bateu, tira a minha roupa e beija no local do tapa.

O clima esquentou, Ricardo despiu lentamente a sua esposa que me encarava com cara de vadia no Skype, enquanto sua roupa ia descendo pelo corpo suado, Ricardo já mamava seus seios com vontade, Helena se mantinha de olhos fechados e gemia baixinho a cada mordida que o marido lhe dava nos bicos dos seios.

Em poucos minutos Helena estava nua, corpo belíssimo sendo devorado na minha frente já fazia meu pau latejar de tesão. Meu pau chegava a doer com a cena que se passava na tela do meu computador.

Helena sentou-se numa mesinha ao lado, abriu as pernas e Ricardo caiu de boca, chupou sua boceta até levar Helena ao orgasmo que depois que se recompôs, caiu de boca na pica do marido lhe fazendo gozar na sua boca. A safadeza on line terminou com Helena com a boca ainda melada de porra beijando a boca do marido enquanto eu gozava solitariamente do lado de cá.

Depois nos despedimentos e no dia seguinte acordei com uma mensagem de Helena que continha uma foto da sua boceta toda melada de porra, inchada e avermelhada.

- Bom dia! Ontem depois que desligamos Ricardo me comeu de tudo quando é jeito e eu gozei
várias vezes pensando e você.

- Ah é... se eu contribui para esta série de orgasmos, você me deve uma.

- Te pago quantas vezes você quiser. Mas você não quer. Me responde uma coisa?

- Pode perguntar Helena.

- Você se chateou comigo quando eu falei da Laura né? Me achou evasiva?

- Foi! Achei sim. Mas isso já passou, então relaxa.

- Só relaxo se você me fizer uma massagem.

- Seu marido vai deixar?

- Ele já deixou, mas o nosso primeiro encontro, ele vai junto. Topa?

- Topo! Quando?

- Amanhã a noite. Vejo com ele o local e te aviso. Ok?

- Ok!

Como de costume acordei com meu telefone vibrando, tinha um caminhão de mensagens e uma delas era de Helena.

- Bom dia safado!

- Bom dia putinha!

- Serei sua putinha hoje a noite, quer?

- Onde?

- Você escolhe.

- Escolhe você.

- Podemos nos encontrar no motel Status, lá tem uma mansão enorme, com duas camas de casal bem grande. O que acha?

- Fechado. Te encontro lá.

- Ok. Vou me depilar todinha pra vocês dois.

Meu pau já tinha dado sinal de vida, Helena tinha a capacidade de excitar mesmo com uma simples mensagem e eu só pensava naquela boca linda devorando meu pau.

O tempo custou a passar, parecia que o horário marcado não ia chegar nunca, acho que todo mundo estava ansioso, nem eu, nem Helena e nem Ricardo falávamos nada no grupo de Whatsapp que criamos, o silêncio me incomodava de certa forma e só me restava esperar.

No horário marcado eu parei na porta do motel, a recepcionista do motel passou o número da suíte 509 e o motorista do Uber seguiu pra lá.

- Cara, tem uma mulher te esperando na Mansão?

- Não, tem uma mulher e o marido dela?

- Rapaz, é sério?

- Sim, um casal liberal.

- Ô inveja. Boa sorte amigo.

Desci do Uber e entrei na garagem, em uma das vagas tinha uma Mercedes parada. Abaixei a porta da garagem e entrei na suíte. Lá estava o casal, Helena e Ricardo, sentados à beira da piscina, tomando vinho e ouvindo música. Para dar uma quebrada naquele clima ruim por conta da minha desconfiança, levei pra Helena um vaso contendo uma orquídea e para Ricardo uma garrafa de vinho premiada.

Helena estava impressionantemente linda. Sua pele clara contrastava com o vestido preto, longo com uma enorme fenda na lateral, seu decote não era exagerado era sexy na medida exata, sua boca, seus olhos, cabelo, cheiro tudo perfeito. No pé esquerdo havia uma tornozeleira de prata com uma pimentinha pendurada e os saltos a deixavam no tamanha exato.

Foi ela quem se aproximou primeiro e recebeu as flores, me abraçou e me deu dois beijos no rosto sendo que o último quase tocou meus lábios.

- O grande dia chegou – disse ela abrindo um sorriso devastador.

- Prazer, Ricardo – ele veio logo em seguida pegando a garrafa de vinho que trouxe para lhe presentear.

- Viu amor, ninguém que nós saímos foi tão gentil assim – disse ele.

- E cheiroso né, Ricardo?

Sentamos na mesa a beira da piscina e começamos a conversar, todos estavam nervosos, eu mais ainda. Helena me ofereceu uma taça de vinho e sentou-se ao meu lado. Sem nada dizer me beijou na frente do marido, sem pressa, um beijo suave e molhado.

- Pronto. Agora sim, matei a minha curiosidade.

- E qual era a sua curiosidade?

- Se você beija bem ou somente escreve bem.

- Voce ainda não viu nada.

- Mostre a ela - replicou o marido.

Peguei Helena pela nuca e a beijei com volúpia, fomos nos levantando das cadeiras e ela encostou na mesa de mármore, senti suas pernas abrindo e meu corpo foi se adentrando ali.

Ricardo observava a tudo enquanto apreciava seu vinho, parecia que ele estava de frente para sua tevê assistindo seu filme preferido.

Helena por sua vez mostrava as garras, se livrou do meu blazer, desabotoou calmamente a minha camisa enquanto a minha boca explorava seu pescoço, nuca, orelha e boca.

Nossa respiração já havia saído do controle, Ricardo massageava seu pau, olhava com cara de lobo sedento pra gente. Helena colocou um dos pés sobre a cadeira, sentou-se na beirada da mesa e minhas mãos começaram a explorar seu corpo por debaixo do vestido que escondia uma minúscula calcinha que já estava ensopada. Helena gemeu quando sentiu a ponta do meu dedo tocar seu sexo, seu beijo ficou mais intenso e eu avancei colocando a sua calcinha de lado.

Nossa, que boceta quente, parecia febril, molhada que chegava a escorrer pelas coxas. Fiquei brincando com o grelo enquanto nossas bocas não desgrudavam, as unhas dela desciam e subiam pelas minhas costas deixando um rastro de tesão e dor.

- Vira de costas pra mim.

Helena obedeceu. Abri lentamente o zíper do seu vestido até a cintura, soltei as alcinhas e deixei seu corpo coberto apenas pela calcinha preta, rendada e minúscula e o par de salto alto.

Um tapa na bunda e Helena gemeu mais alto, Ricardo sorriu e pediu que eu desse outro.

- Bate de novo. Bate mais forte.

Minha mão estalou e Helena gemeu de novo, se apoiou na mesa, abriu as as pernas e ordenou.

- Chupa a sua cachorrinha na frente do marido dela, chupa.

Me ajoelhei atrás de Helena, me aproximei da sua boceta e respirei fundo, não encostei nela, apenas deixei ela sentir meu hálito quente.

Deslizei minha boca até a ponta dos seus pés, Helena e Ricardo começaram a se beijar enquanto eu lambia cada centímetro daquele par de pernas.

Voltei pra perto da calcinha e a coloquei de lado novamente, Helena se abriu mais e eu comecei a passar a ponta língua no seu grelo, ela arfu, tentou falar alguma coisa mas o beijo de Ricardo abafou suas palavras.

Me levantei e comecei a beijar suas costas, sua pele eriçava a cada toque, Helena estava a mercê de dois machos loucos para possui-la de todas as formas.

Num movimento brusco rasguei sua calcinha, ela riu e deu outra ordem.

- Ela está molhada. Porque você não cupa esse mel todo que está ai?

Na mesma hora enfiei a calcinha na boca, suguei todo seu mel e em seguida coloquei ela dentro do bolso da minha calça.

- É meu presente.

- Seu presente sou eu.

Helena sentou-se novamente na beirada da mesa e eu cai de boca, desta vez sem rodeios, chupei com força cada pedacinho do seu sexo, meti um dedo e comecei a fode-la com força, ela gemia mais alto, pedia para ser tratada como putinha, rebolou na minha cara até ter o seu primeiro gozo.

Ricardo se livrou de toda a sua roupa e Helena começou a punhetar sua pica, os dois voltaram a se beijar enquanto eu continuava chupando Helena, queria que ela gozasse na minha boca de novo, ela gozou, eu continuei, seu gosto era bom, sua boceta estava lisinha, seu cheiro era delicioso.

- Hoje vocês vão acabar comigo.... quero tudo.

Sentei no sofá e Helena se ajoelhou na minha frente, ficou de quatro no chão como uma cachorra adestrada. Ricardo parou atrás dela e começou a chupa-la, passava a língua na boceta, ia pro cuzinho e ela pedia para ser fodida pelo marido.

- Não, primeiro o convidado, depois eu.

- Pega uma camisinha amor...

Ricardo entregou a camisinha a Helena e encapamos a minha rola. Confesso que não gosto mas.... depois que cobrimos meu pau, Helena se levantou e veio em minha direção, sentou lentamente no meu pau e foi engolindo ele centímetro por centímetro.

Nossa síncrona era perfeita, ela cavalgava com maestria enquanto chupava a rola do marido.

Ricardo segurava Helena pelos cabelos, controlava os movimentos, dava uns tapas na cara da esposa e depois mandava ela me beijar. A gente se beijava até ele puxa-la pelos cabelos e enfiar o pau na boca dela de novo.

- Amor, eu quero que ele me foda de quatro.

Ricardo deitou-se na cama e Helena caiu de boca na rola do marido. Sua bunda perfeita ficou a minha disposição. Me encaixei atrás e comecei a foder com força e Helena pedia mais, gemia, xingava, recebia tapas na cara do marido e gozava.

- Fode, fode safado.

Helena gemia, Ricardo já dava sinais de que ia gozar e encher a boca da esposa de porra e mais umas chupadas e ele gozou como um cavalo. Tinha tanta porra que Helena não conseguia sorver e de onde eu estava vi o leite escorrer pelo canto da boca.

- Meu beija corno

Helena mandou e Ricardo beijou a boca da mulher que ainda tinha rastro de porra dos lados.

- Vou tomar um banho. Divirtam-se! – disse Ricardo.

- Agora eu serei só sua.

Helena me empurrou e sentou novamente no meu pau, subia, descia, acelerava as reboladas, gozou quantas vezes conseguiu e quando eu disse que ia gozar, ela arrancou a camisinha e caiu de boca no meu pau, me chupou com tanta pressão que eu não resisti e gozei dentro da sua boca. Assim que ela terminou de beber a última gota de porra, Helena repetiu o gesto e me beijou na boca.

Permanecemos deitados na cama enquanto Ricardo terminava se servir duas taças de vinho. Helena estava deitada no meu peito e quando ele se aproximou ela pediu que ele deitasse atrás dela, de conchinha.

Ricardo já chegou de pau duro, nos entregou as taças e deitou-se atrás da esposa nua.

Começaram a beijar na boca, as mãos dele deslizavam pelo corpo todo de Helena que aos poucos foi se abrindo para que o marido a penetrasse por trás.

- Quer meu cuzinho amor?

- Quero safada!!

- Amor, ele me comeu gostoso.

- Quer mais?

- Unhum.... aiiiiii tá doendo.

Esse gritinho manhoso de dor era sinal de que Ricardo já estava metendo a rola no rabo da esposa que rebolava lentamente tentando ajudar o pau entrar. Coloquei a taça do lado da cama e me virei ficando de frente para Helena, começamos a nos beijar e ela com uma das mãos pegou meu pau e começou a esfregar na sua boceta.

Assim que ele endureceu, ela passou a passar a cabeça bem na porta da sua boceta, parecia que ela ia coloca-lo pra dentro, mas recuava, me deixando doido de tesão.

Por trás, Ricardo ia aumentando a velocidade das estocadas, Helena se divertia com o pau do marido enterrado no cuzinho e com meu pau que ela insistia em esfregar na sua xana.

- Amor, quero uma DP.

- Sobe nele.

Sem pensar duas vezes Helena trepou no meu pau, sem camisinha, e deu três reboladas e gozou me fazendo gozar junto. Ricardo acelerou ainda mais as estocadas e gozou em seguida.

Passamos o resto da noite entre vinhos, queijos, conversa boa e uita sacanagem. Helena se mostrou uma pessoa maravilhosa e Ricardo um cara be agradável.

Pela manhã um novo encontro marcado, num lugar inusitado, mas isso eu falo depois.





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