"Os mais excitantes contos eróticos"

 

Suellen -- Ela leu meus contos


autor: publicitario45
publicado em: 15/09/15
categoria: hetero
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Este é meu 52º conto que escrevo aqui e como já afirmei para algumas pessoas, 90% deles são relatos sobre a minha vida sexual. Para quem está lendo um conto meu pela primeira vez, sou publicitário, 45 anos, 1,75 de altura, 80 Kg. Moro atualmente no Espírito Santo e há mais de 3 anos estou separado.

Muita gente bacana entrou em contato comigo pelo canal de mensagem que o site nos oferece. Teve homem querendo saber se era verdade, mulher dizendo que ficava excitada e molhadinha com os contos mas dentre todas ela uma me chamou a atenção de forma diferente: a Suellen.

Suellen é casada, tem 30 anos, mora em Jardim da Penha, é funcionária pública e nunca conseguiu gozar com o marido dela que tem 49 anos. Ela me relatou que pela criação que ele teve, rígida, fruto de um pai machista e uma mãe submissa, orgasmo feminino, na cabeça dele, é desnecessário. Por isso nada de preliminares, carinhos, fantasias e fetiches. Ele simplesmente chega, abre as pernas dela, mete, goza, levanta, se limpa deita e dorme.
O azar dele é que Suellen cansou de achar que a culpa por não gozar nunca, é dela e resolveu me mandar algumas mensagens. Incialmente ela me disse que ficava sempre molhada com os meus contos e que por isso começou a se masturbar no banho e na cama quando o marido viajava a serviço.

Depois de algumas mensagens, começamos a nos falar pelo Skype até que um dia ela resolveu se mostrar. Suellen é linda, delicada, educada e um pouco tímida. Usa óculos de grau e isso mexe com a minha imaginação. É loira, olhos azuis, boca grande porem muito bem desenhada, um sorriso lindo, cabelos cacheados, mais ou menos a minha altura e um corpo em dia graças a natações noturnas que ela pratica três vezes por semana.

Ainda no começo a conversa era bem tranquila. Falávamos de tudo, menos sexo. Suellen não tem filhos mas sonha em ser mãe. Um dia resolvi apimentar a nossa conversa e perguntei se ela andava se masturbando muito. Ela ficou vermelha, baixou os olhos e balançou a cabeça dizendo que não. Depois me explicou que após o ato em si, ela se sentia envergonhada. Continuamos a conversa e fui botando pimenta nos assuntos e aos poucos Suellen foi se soltando.

Numa terça-feira, chuvosa, Suellen me convidou para almoçar com ela. O marido estava em São Paulo e resolvemos almoçar em Guarapari, onde nesta época do ano fica um pouco mais vazio. Busquei Suellen em casa e pegamos a Rodovia do Sol em direção ao nosso restaurante.

Suellen estava linda. Vestia um vestido vermelho que realçava ainda mais a sua pele branca e os olhos azuis. Usava uma sandália que tinha um salto médio e amarrava nas pernas. Seu perfume era divino e tomou conta do interior do carro.

Chegando no restaurante, Suellen pediu uma taça de vinho branco bem gelada e foi se soltando aos poucos enquanto almoçávamos. Após duas horas de boa conversa, vinho (apenas ela bebeu) e uma excelente comida, seguimos em direção do estacionamento para irmos embora. Foi ai, que a nossa tarde começou a tomar outro rumo:

Ela: quero te pedir uma coisa, posso?

Eu: claro, gostei tanto de você. O que você quer?

Ela: quero que você me faça gozar como nos seus contos. Eu preciso viver isso. Me leva pro motel agora.

Eu: entra no carro

Diante da ordem, pegamos a estrada e viemos para um motel que está localizado na rodovia Darly Santos. Lá tem uma mansão que eu gosto muito porque nela tem uma decoração oriental com direto a mensageiros do vento e tatame.

Chegamos na garagem e Suellen já mostrou as garras me agarrando antes mesmo de entrarmos na suíte. Seu beijo era doce, boca suave e com leve gosto de vinho branco que ela havia tomado horas antes. Minhas mãos começaram a deslizar pelo corpo por cima do tecido fino e sua boca já buscava minha orelha, pescoço e peito.

Entramos na suíte oriental e eu pedi uma garrafa de prosseco. Queria que a tarde de Suellen fosse inesquecível. Enquanto eu pedia a bebida, Suellen me olhava encostada numa bancada que funcionava como uma espécie de barzinho. Cheguei perto, virei-a de costas deixando apenas suas mãos apoiadas na bancada e suas pernas levemente abertas.

Comecei a beijar sua nuca, desci pelo decote que havia em suas costas. Soltei uma alça do vestido e mordi levemente seu ombro direito. Suellen soltou um leve gemido sempre acompanhado da sua respiração descompassada. Soltei a segunda alça e o vestido deslizou até os seus pés, me revelando um corpo alto, esguio, cintura fina, pernas grossas, bunda levemente arrebitada.

Resolvi começar a nossa viagem beijando cada pedaço daquele corpo. Beijeis as costas, desci pela cintura, mordi a bundinha alternando os lados chegando até aos seus pés.
Suellen se segurava para não deixar o corpo arriar com as sensações que provavelmente nunca havia sentido. Virei seu corpo de frente pra mim e comecei nova jornada desta vez de frente pra ela. Beijei sua boca, desci pelo pescoço, mordi seus mamilos. Nesta hora Suellen sentiu o que era uma preliminar me arranhou forte nas costas. Pediu desculpas e em seguida ordenou que eu continuasse. Mamei lentamente aqueles seios lindos, circulei minha língua em volta dos bicos rijos e desci em direção à sua barriga. Beijei, lambi, mordi e cheguei na sua virilha. Suellen entendeu bem e abriu ainda mais as pernas, colocando um dos pés em cima de um banquinho. Ajeitei sua calcinha pro lado e fiquei de frente daquela boceta linda. Não resisti. Cheirei seu sexo perfumado, em seguida acariciei com a ponta do dedo, depois beijei seu grelo para logo depois cair de boca.
Suellen se contorceu. Sua coluna se envergou e suas mãos me acariciavam os cabelos e puxando pra dentro do seu sexo. Chupei aquela boceta até Suellen soltar um grito mais alto. Era seu primeiro orgasmo. Junto com o prazer veio uma lágrima de emoção. Abracei-a carinhosamente e perguntei se estava tudo bem.

Ela acenou a cabeça e pediu mais. Deitei meu corpo na cama e pedi que ela sentasse na minha cara. Suellen sentou, se esfregou da forma que lhe dava mais prazer e gozou pela segunda vez deixando seu corpo cair sob o meu. Sua respiração estava ofegante, seu cabelo todo atrapalhado e eu ainda sequer tinha tirado minha calça jeans.

Então Suellen resolveu fazer tudo aquilo que nunca havia feito com o marido machista. Tirei os sapatos, as meias, ela abriu o zíper da minha calça e deixou a peça de roupa ir ao chão. Já mais relaxada com os dois orgasmos que havia tido, me olhou com cara de safada e se ajoelhou diante da minha pica. Minha box também foi retirada com delicadeza de uma mulher que não queria perder um detalhe sequer daquele momento.

Libertou meu pau e o segurou com as duas mãos. Primeiro um beijo na cabeça, depois uma lambida em toda sua extensão me levando ao delírio. Logo em seguida as primeiras chupadas. Suellen parecia querer tudo ao mesmo tempo agora. Chupava, me punhetava, mordia, lambia meu saco, beijava minhas pernas, apertava minha bunda e não parava de me olhar como se quisesse a minha aprovação.
Comecei a chama-la de putinha, de vadia e que a partir daquele dia ela ia sempre gozar na minha boca. Suellen se levantou e me beijou a boca novamente. Pegou as minhas mãos e caminhou até uma cadeira erótica. Se sentou, abriu bem as pernas que ficaram levantadas me dando acesso total ao seu grelo. Não resisti e cai de boca mais uma vez naquela boceta melada. Suellen não demorou e gozou mais uma vez. Agora seus gemidos vinham acompanhado de um sonoro “me fode”.

Pincelei meu pau na porta do grelo e entrei de uma vez só. Suellen gemeu, me chamou de safado e pediu para ser tratada como puta. As estocadas eram cada vez mais fortes, alguns tapas na sua bunda foram desferidos mas sem machuca-la. Suellen se libertava e me surpreendia. Minha pica entrava e saia rápido e seu mel escorria pingando no chão do quatro.

Pedi a ela que ficasse de quatro. Ela se posicionou na beira da cama, jogou os longos cabelos cacheados para trás e se abriu me dando liberdade de meter mais e mais naquela boceta, lisa, doce, melada e apertada.
Segurei-a pelos seus cabelos e retomei as estocadas. Minha puta casada e mal comida gozava mais uma vez e pedia mais e mais. Suas palavras já eram desconexas, o pudor já tinha sido mandado à merda e ela queria era gozar mais.

Acelerei meu ritmo, gozei forte dentro daquela boceta encharcada. Caímos na cama e ficamos abraçados por um longo tempo. Suellen disse que ainda tinha três horas antes da natação e passamos a tarde fodendo. Naquele dia, para quem nunca tinha gozado na vida ou até mesmo ido além de um enjoativo papai e mamãe, Suellen me deu de todas as formas. Bebeu porra, assistiu filme pornô, deu o cuzinho e disse que ia repetir esta farra sempre que o marido viajasse.

Próxima viagem está marcada para daqui duas semanas. Quem sabe a gente não repete a dose e eu compartilhe tudo isso com vocês?





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