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Comi a esposa do meu melhor am


autor: publicitario45
publicado em: 15/09/15
categoria: hetero
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Vocês lembram da noiva do meu melhor amigo, que veio passar o carnaval na minha casa e deu pra mim enquanto ele tomava banho? Então, eles se casaram mas infelizmente, na ocasião eu não pude ir a Belo Horizonte para a festa. Um ano depois, resolvi ir a BH para visita-los e conhecer o filho do casal. Gleice, a esposa dele, havia dado a luz a um belo menino e eu não tinha como deixar de ir ao batizado do filho do meu melhor amigo.

Cheguei em BH no voo das 18h e fui direto pro hotel. De lá liguei pro meu amigo para avisar que já estava na área. Foi ai que ele me convidou para um churrasco naquele dia, na casa dele:

Ele: amigo, que bom que você veio.

Eu: nem poderia deixar de vir, estou em dívida com você.

Ele: que nada. Vem pra cá, estamos preparando um churrasco.

Eu: amigo. Tô meio cansado para sair da Savassi e cortar a cidade toda. Além do mais ainda nem abri a mala. Vamos deixar para amanhã?

Ele: de jeito nenhum. Toma um banho ai, relaxa que eu vou mandar alguém te buscar.

Eu: ok. Quem vem?

Ele: meu cunhado. Aquele que foi na sua casa, gente boa demais.

Deixamos tudo combinado e eu servi uma dose de uísque, botei uma música e fui tomar um longo banho, afinal de contas eu estava em BH, minha terra natal e não tinha mais nenhum compromisso nos próximos dois dias.

Estava deitado na banheira dando aquela cochilada quando meu celular toca. Era o meu grande amigo dizendo que a minha carona ia demorar um pouco mas ela viria. Fiquei tranquilo, relaxando dentro da hidro e servi mais uma dose de uísque.

Quando deu 21h30, o interfone do quarto tocou e o porteiro disse que tinha uma pessoa querendo falar comigo e se eu autorizava a subida dela até o quarto. Como conheço bem o cunhado do meu amigo, autorizei a entrada dele enquanto terminava de me arrumar. A porta abriu e eu gritei de dentro do banheiro “Entra amigo, pega uma dose de uísque que eu já estou terminando”. Sai do quarto enrolado numa toalha e quase tive um troço quando cheguei ante sala do quarto de hotel:

Eu: você? Tá louca?

Ela: não gostou da surpresa? Não mereço um abraço?

Para a minha surpresa era Gleice quem ia me dar a carona. Gleice é baixinha, daquelas gostosinhas que dá para carregar no colo e comer em pé. Seu corpo estava ainda mais gostoso após a maternidade e seus seios ainda mais apetitosos. Ela usava um vestido branco, tomara que caia e de onde eu olhava parecia não ter nada por baixo.

Gleice se aproximou, me olhou fixamente e apenas sussurrou um “Senti saudades” e me
beijou. Foi inevitável resistir aquele beijo molhado e quente e eu resolvi chutar o balde, talvez por culpa do uísque, talvez por culpa daquele beijo bom. O fato é que eu deixei minha toalha cair e Gleice caiu de boca na minha pica.

Aquela boca quente sabe chupar uma rola. Ela suga, morde, lambe, chupa em movimentos rápidos depois desacelera e faz uns movimentos circulares e eu ia ao delírio com aquilo tudo. Se na nossa trepada na minha casa a coisa foi rápida porque meu amigo estava no banho, ali nada poderia nos impedir.

Levantei a esposa do meu melhor amigo e a coloquei sentada na mesa do quarto. Soltei o zíper do vestido deixando apenas a calcinha cobrindo uma pequena parte do seu corpo. Suguei aqueles mamilos com tanta vontade que um pouco de lite escorreu na minha boca.
Desci rapidamente pela sua barriga chegando na sua virilha. Deixei a minha língua percorrer aquele espaço perfumado enquanto Gleice soltava pequenos gemidos e sussurros. Suas mãos deslizavam pelas minhas costas me arranhando levemente, e isso me arrepiava cada vez mais.

Peguei a minha baixinha e fomos caminhando até a cama. Deitei seu corpo com as pernas levemente abertas e cai de boca no seu sexo. Boceta pequena, depilada, cheirosa já com aquele fio de mel escorrendo. Chupei até lhe arrancar o primeiro gozo e logo em seguida o segundo. Girei seu corpo deixando ela de quatro à beira da cama. Pincelei minha pica na portinha da gruta e meti, rápido, sem pedir permissão. O urro veio abafado pelo travesseiro e o som do meu saco indo de encontro ao corpo dela tomava conta do ambiente juntamente com o aroma de sexo proibido.

Gleice pedia mais, pediu para cavalgar e rebolou gostoso na minha vara. Mais um orgasmo e desta vez com mais intensidade pois seu grelo se esfregava na minha virilha. Pedi o cuzinho e quando uma mulher quer ser puta ela sabe conduzir as coisas. Gleice levantou o corpo, mas ainda cavalgando direcionou meu pau para porta do rabinho e deixou o corpo descer fazendo com que a minha vara fosse completamente sugada pelo anelzinho rosado. Agora ela quem ditava o ritmo, se mexia deliciosamente me levando a um gozo forte que inundou o seu cuzinho.

Descansamos por alguns minutos e fomos interrompidos pelo telefone dela tocando. Na tela a foto do meu amigo com o filho no colo. Ela atendeu e disse que eu demorava demais para me arrumar mas que já estávamos saindo. Tomamos um banho rápido mas ainda ganhei um delicioso boquete com direito a leitinho na boca.

O churrasco foi maravilhoso e no sábado de manhã, meu amigo pediu que a sua linda esposa me levasse de volta pro hotel. Sobre isso a gente conversa em outra oportunidade.

Obrigado a todos pelos comentários. Vocês são ótimos.




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