"Os mais excitantes contos eróticos"

 

Jogo Perigoso


autor: publicitario45
publicado em: 17/09/15
categoria: hetero
leituras: 3852
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Conheço a Carla desde os meus 17 anos. Estudamos juntos, sempre saímos para beber mas entre a gente nunca rolou nada. A amizade sempre foi pura, na essência. Carla casou, eu também e a vida meio que nos afastou até o ano passado, quando nos encontramos num casamento de um amigo em comum.

Carla estava acompanhada do marido, Sérgio, um descendente de japonês com cara de nerd. Gente boa demais. Aproveitamos a mesma mesa e começamos a colocar o papo em dia, afinal de contas já tinha se passado alguns anos desde a última bebedeira. Quando respondi que estava separado há três anos, Carla sorriu e brincou dizendo que nenhuma mulher me aguentaria por mais de 12 meses.

Carla é uma morena linda e com o passar dos anos ficou ainda melhor. Filhas de pai italiano e mãe descendente também de japonês fez com o resultado fosse perfeito. Aqueles olhos puxados na pele morena com aquele cabelo cumprido mas cacheados naturalmente fazia com que qualquer homem entortasse o pescoço para olhar a sua beleza com um pouco mais de atenção. Ela é alta, adora pedalar na praia, aprecia bons vinhos, boa música, adora devorar livros, ou seja, Sérgio tirou a sorte grande ao casar com a minha amiga. Já o meu novo amigo é totalmente sedentário. O lance dele é tecnologia, é programador numa grande empresa, come livros sobre o assunto e viciados em séries de TV. Não bebe, não fuma, não malha, odeia futebol, resumindo, deve ser chato viver ao lado dele.

Carla É uma feminista convicta. Resolveu não ter filhos porque acha que para uma mulher se sentir realizada não precisa ser mãe. Acha que os homens, em geral, não conseguem satisfazer as mulheres e que os meus contos são fantasia pura. Segundo ela a maioria é invenção da minha mente criativa. O que Carla não contava é que uma das pessoas que eu me envolvi e relatei aqui iria aparecer na festa. Para seu desespero convidei a minha amiga a nos acompanhar na mesa e entre uma piadinha e outra sugeri que elas conversassem a respeito das nossas trepadas casuais.

A festa foi boa, eu e me minha amiga saímos mais cedo e eu marquei um chopp com Carla, para relembrarmos os velhos tempos. No dia e hora marcada, nos encontramos num bar que fica na Curva da Jurema, com uma vista maravilhosa pro mar. Carla estava linda, de vestido branco e cabelos presos. As piadinhas sobre os contos e as alfinetadas feministas continuavam e começou a me encher o saco.

Num determinado momento, meu telefone tocou era Suellen, a casadinha que deu a tarde toda pra mim. Carla riu com ar de deboche e disse que ela deveria ser muito mal comida pelo marido para ficar atrás de mim.

Resolvi então dar um chute na barraca e virar o jogo chato que Carla queria brincar:
Eu: e seu marido, é bom de cama? Para você falar que alguém é bem ou mal comida você deve ter vivido as duas situações, qual é a sua?

Ela: ele me come mais ou menos. Como te disse na festa, nenhum homem se preocupa com o prazer feminino. Eles querem meter e gozar e o resto que se dane.

Eu: você sempre foi mal comida. Digo isso porque conheço todos os seus ex namorados. Como ninguém nunca te deu uma surra de pica você carrega esta frustração que chama de feminismo.

Ela: nada disso. Já gozei muito na vida (Falou com cara de estressada mexendo nos cabelos)

Eu: então porque você esta nervosa, mexendo o tempo todo nos cabelos? Isso é TOC?

Ela: aonde você quer chegar com esta conversa? Tá querendo me comer também?

Eu: não. Quero te fazer gozar, mas sem te comer.

Ela: impossível. Você não resistiria.

Foi ai que a coisa ferveu e eu resolvi desafiar aquela mulher tão dona de si e dos seus argumentos.

Eu: Carla, vamos para um motel? Vou te fazer gozar a tarde toda, mas não meto em você. Deixo esta tarefa pro seu Samurai (Falei rindo).

Ela: você não consegue. Vai querer me comer.

Eu: vamos? Só será permitido amassos, sexo oral meu em você e beijo na boca. Fora isso esta tudo proibido. (Já chamei o garçom e paguei a conta).

Peguei Carla pelas mãos e fui levando até o carro. Sem falar nada entramos e fomos em direção a um motel na Serra. Carla estava séria, muda e com cara de poucos amigos.

Entramos na suíte e coloquei uma música, abri um prosseco e quando cheguei perto dela ela se afastou, pegou a bolsa e disse que queria ir embora. Achava que aquilo não era certo e foi caminhando em direção da garagem. Como percebi que o clima pesou, entrei no carro, paguei a diária e fomos embora.

Ao deixar Carla em casa, ela saiu muda e bateu a porta do carro com violência. Diante de tal situação, me restou ir pra casa, trocar de roupa e caminhar na praia.

Voltei uma hora depois e quando olhei no celular haviam 20 mensagens da Carla, explicando a situação, pedindo desculpas e perguntando se poderia passar no meu apartamento para conversarmos. Eu respondi que não e que se ela quisesse aceitar meu desafio, somente se aceitasse ela poderia ir lá, do contrário não havia motivos para discutirmos o assunto. Após alguns minutos, Carla me mandou uma mensagem dizendo: Aceito, chego em vinte minutos.

Preparei todo o cenário. Diminui a luz do meu quarto, acendi um incenso de canela, óleo de amêndoas da Natura, velas e um CD da Lana Del Rey para ditar o ritmo.

A campainha tocou e ao abrir era Carla. Estava com a respiração ofegante, parecia nervosa ou cansada. Ela entrou e foi direto no bar e se serviu de uma dose de uísque. Se sentou, observou todo o ambiente e veio em minha direção. Quando ela começou a falar, lhe puxei pela cintura e interrompi sua fala com um longo beijo. O copo que estava em suas mãos foi ao chão juntamente com a bolsa. Fomos caminhando com passos sincronizados até o meu quarto. Deixei a porta aberta para que o som continuasse embalando aquele amasso gostoso que estava rolando. Carla não resistia a nenhum movimento meu e se mostrava disposta em ir até o final. Soltei seu vestido pelas alças e logo seu corpo estava quase, coberto apenas por uma calcinha branca que se destacava em contraste à sua pele.

Dos beijos na sua boca, desci pelo pescoço, passei rapidamente entre os seios e cheguei na sua virilha. Retirei a calcinha com a sua rápida ajuda levantando as pernas alternadamente. Pedi a Carla que entrasse no banheiro, tomasse um banho quente e voltasse. Enquanto isso tirei a minha roupa ficando apenas com um Box preta.

Carla veio ainda com o corpo molhado e eu a conduzi até a minha cama. Peguei o óleo e derramei uma grande quantidade nas suas costas. O contato do óleo com a sua pele ainda quente do banho lhe rendeu um suspiro. O óleo se espalhou pelas costas e entre a sua bundinha deixando escorrer um pouco do liquido entre a sua xaninha. Carla se mexia na cama antes mesmo de sentir o toque das minhas mãos.

Comecei massageando seu pescoço, desci lentamente pelas com intuito de faze-la relaxar. Senti seus ombros ficando mais soltos e continuei a minha massagem. Desci pelas costas, passei com leves toques usando apenas a ponta dos dedos e segui em direção as suas coxas. Carla abriu levemente as pernas e o óleo escorreu ainda mais próximo da sua xana. Massageei as pernas, desci pela panturrilha chegando aos pés. Esfreguei cada um dos dedinhos e depois fiz questão de lamber um por um. Carla já estava rendida, não tinha mais forças, o meu objetivo agora era acabar com aquele argumento feminista.

Subi as mãos massageando a parte interna das suas pernas. Carla abriu ainda mais as pernas e levantou levemente a bunda pronta para receber meu toque em seu sexo. Passei direto e fui até as costas novamente. Derramei mais óleo nas suas costas e agora diretamente entre a sua bundinha. A respiração ficava mais descompassada, o cheiro de boceta molhada se misturava ao óleo e os incensos. A música tinha apenas a função de hipnotizar a minha amiga que já não tinha mais forças.

Veio o primeiro toque na boceta. Carla gemeu. Massageei seu grelo por um longo tempo. Minha mão ia ficando cada vez mais escorregadia graças ao óleo e ao se mel. A outra mão massageava a nuca da Carla que a esta altura já estava com as pernas totalmente abertas, já tinha virado uma vítima fácil da mistura mágica “música, velas, incenso, óleos e tesão”.

Passei para segunda parte da massagem. Pedi que ela se virasse e ficasse de frente pra mim. Massageei os seios, brinquei com os mamilos duros como pedra, desci pela sua barriga e dei um leve beijo no seu umbigo. Carla continuava se remexendo e abriu as suas pernas como se estivesse me convidando a come-la ali, sem cerimônia alguma. Resisti à tentação e desci massageando suas pernas até chegar aos pés novamente. Mais uma sessão de chupadas em cada um dos dedos lhe arrancando agora gemidos mais altos. Ela apenas pedia mais e se abria me oferecendo o seu sexo.

Ainda com a boca grudada nos seus dedos fui subindo pelas pernas, beije-lhe a virilha, e finalmente cai de boca no seu sexo. Apenas algumas lambidas, chupadas e mordida no grelo para que Carla gozasse em abundância na minha boca. Era visível o escorrer do seu gozo, seu cheiro se tesão impregnava no lençol da minha cama. Suas mãos já forçavam a minha cabeça contra seu sexo até que veio o segundo gozo, desta vez mais demorado, com mais sonoridade e palavras desconexas.

Após o quarto orgasmo, Carla pedia para ser fodida, queria gozar na minha pica e ser tratada como puta. Continuei chupando a boceta, lambendo o cuzinho, mandando nos seus seios até que ela deitou no canto da cama e pediu para eu esperar.

Ela: nossa, calma, espera, tô cansada.

Eu: contou os orgasmos?

Ela: não, mas gozei como nunca.

Eu: foram quatro. Agora vamos tomar um banho, já está ficando tarde e seu telefone já tem 3 chamadas perdidas do seu marido.

Ela: o que? Banho? É só isso então?

Eu: É! O combinado era te provar que homem sente prazer em ver uma mulher gozando. Pra mim já está bom, não preciso te comer para sentir tesão. Só o gosto da sua boceta na minha boca misturado com o óleo está ótimo.

Carla se vestiu rapidamente, não tomou banho e saiu em disparada me acusando de ser apenas um jogador e que é por isso que eu não tinha uma esposa. Bateu a porta e saiu deixando seu celular vibrando no sofá da sala. Era Sérgio. Deixei o telefone tocando e fui tomar banho.

Na manhã seguinte, sábado, com um sol espetacular, meu interfone tocou logo cedo. Era o porteiro dizendo que a Carla queria saber se o celular dela havia ficado lá. Ao responder que sim, ela disse que iria subir para buscar, pois ia passar o fim de semana com o marido nas montanhas. Ela entrou, e abraçou, pediu desculpas pela reação na noite passada e saiu com o celular em mãos.

Trinta segundos. Foi o que demorou para Carla bater no vamente na minha porta. Abri e ela foi entrando, jogou a bolsa no chão, me empurrou no sofá, tirou minha bermuda, minha cueca e caiu de boca no meu pau – cala a boca, agora é a minha vez – disse ela me olhando com cara de puta.

Carla estava de vestido curto, linda e cheirosa como sempre. Sua boca buscou meu pau com volúpia, ela chupou, mordeu, lambeu meu saco e deslizava suas unhas pela minha barriga. Levantou, tirou a calcinha e veio em direção a minha boca. Enquanto nos beijávamos Carla posicionou-se em cima de mim e já toda molhada deixou seu corpo descer. O pau entrou rasgando aquela boceta que na noite anterior havia gozado várias vezes na minha boca. Seus movimentos eram rápidos, apressados. Carla rebolava, gemia, dizia que aquilo na noite anterior tinha sido covardia e que ela iria gozar na minha pica.

Mais alguns movimentos e seu gozo veio. Me levantei a coloquei de quatro no mesmo sofá e puxei seus braços para trás. Entrei novamente naquela boceta e comecei a soca-la se dar direito a reação. Meti por alguns minutos e gozei fortemente dentro da sua boceta. Seu corpo arriou no sofá, ela ficou ali parada por alguns minutos. Se levantou apressadamente e me deu um longo beijo – volto outro dia.

Eu e Carla ainda continuamos amigos. Ela casada mas sempre transamos quando ela está com seus hormônios agitados. Hoje ela sabe que existe sim, homens que prezam pelos orgasmos femininos, sempre.

P.S: Estou adorando as mensagens in box que as meninas e os rapazes estão me mandando. Quem quiser manter contato comigo é só pedir o Whatsapp.




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