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Carol, minha vendedora de carr


autor: publicitario45
publicado em: 21/09/15
categoria: hetero
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Em 2013 comprei um carro da Citroen, sempre fui apaixonado pela marca e depois de algumas negociações fechamos o negócio. Na oportunidade fui atendido pela Carol, vendedora que me deu uma verdadeira aula sobre a marca. Carol é uma mulher que na época tinha 39 anos, casada, sem filhos por opção. Morena, mais alta que eu, cabelos longos, olhos negros e uma boca bonita e extremamente educada. Fala baixo e muito discreta. Dento do uniforme da empresa sua beleza fica um pouco ofuscada, mas aos olhos de um bom observador dá para ver que qualquer produção pode torna-la uma linda mulher.

Em 2014 vendi o Citroen e comprei um carro de outra marca. Nem sei o real motivo, mas mesmo recebendo semanalmente e-mail da empresa e convites para eventos acabei trocando.

Em janeiro de 2015, recebi uma ligação da Carol me convidando para um evento com clientes. Eles iriam apresentar os novos modelos da montadora francesa e eu poderia levar dois amigos. Como não tinha nada para fazer convidei Pedro e Roberto e fomos.

Chegando no evento fomos recebidos pela recepcionista, uma loirinha gostosa dentro de um vestido preto sensacional. Ela nos direcionou a uma mesa e por lá ficamos. Música boa, gente bonita, carros novos e muita bebida e nada da Carol aparecer. Já fazia mais de dois anos que eu não a encontrava até que ela surgiu na nossa mesa, toda linda, vestindo um vestido azul turquesa que ia até os joelhos. Ela tinha cortado o cabelo na altura dos ombros, feito umas mechas e estava divinamente maquiada.

Apresentei Pedro e Roberto e dei logo a má noticia, informando que tinha trocado o carro há dois meses no máximo. Carol fez uma carinha de dengo mas eu logo tratei de consola-la dizendo que Pedro e Roberto eram fãs da marca. Na brincadeira, disse a ela que se eles comprassem um carro, ela ficaria me devendo um almoço.

Terminamos a festa, nos despedimos da Carol e fomos embora. Na semana seguinte,
recebi uma foto no celular, era Carol mandando a foto do Pedro e Roberto, cada um com o seu C4 Lounge. Na mesma hora parabenizei e ela respondeu perguntando onde eu queria almoçar.

Peguei o telefone e liguei para parabeniza-la de novo e disse que a ideia do almoço era uma brincadeira, ela não precisava se incomodar. Mas como ela fez questão, marcamos de almoçar em Manguinhos no domingo seguinte. Manguinhos é um lugar bucólico, ruas de chão, gente muito boa mora por ali e sem falar na melhor moqueca do mundo. Foi exatamente lá que fomos almoçar.

No domingo, às 1hh, parei na porta do prédio da Carol. Ela desceu rapidamente e mais uma vez estava linda. Vestia uma blusinha de seda, um short branco, sandálias com salto não muito alto, óculos escuros e um chapéu. Linda como sempre, entrou no carro e me deu dois beijos no rosto. Rapidamente percebi que ela estava usando Angel, um perfume matador que faz sucesso entre as mulheres. Seguimos então para Manguinhos e fomos colocando o papo em dia.

Carol estava há um ano divorciada e desde então não tinha se envolvido com ninguém. Estava quase se tornando gerente da concessionária francesa e isso atrapalhou o casamento. Sem filhos, sua rotina era trabalhar, estudar e malhar. Não era atoa que ela tinha um corpo muito bonito, sem exageros, mas muito bonito.
Chegamos em Manguinhos uns 40 minutos depois e por causa da direção fiquei a base de água com gás e sucos. Carol pediu umas taças de vinho branco bem gelado. A tarde toda foi agradabilíssima e lá pelas 16h viemos embora. Acho que por causa das tacinhas de vinho, Carol já estava mais solta, ria mais, me tocava nos braços e pernas quase sempre. Riamos muito, ouvimos música no caminho e chegamos a cantar algumas.
Parei em frente ao prédio, ficamos mais uns minutos conversamos e na despedida um beijo. Meio que roubado da minha parte mas deliciosamente correspondido por ela. Na sua boca o gosto do vinho misturado com um gloss fazia a mistura perfeita. Carol se desculpou, disse que estava meio alta e saiu do carro. Bateu a porta, deus três passos em direção ao prédio e voltou. Entrou e me beijou de novo, desta vez com mais vontade e sem pressa.

Nos despedimos novamente e fui embora. Neste domingo, passamos a noite trocando mensagens no telefone. Ela disse que não sabia o motivo mas que ela tinha adorado a tarde em especial os beijos dentro do carro.
A semana se passou com várias trocas de mensagens de manhã, de tarde e a noite. Na quinta-feira eu não aguentei e chamei ela no Whatsapp:

Eu: Carol...

Ela: oi 

Eu: pode falar um minuto?

Ela: com você sim.

Eu: vamos para Pedra Azul na sexta a tarde? Voltamos no domingo após o almoço.

Ela: é um convite tentador.

Eu: é Sério... desde domingo o gosto da sua boca não sai da minha. Vamos?

Ela: me pega na concessionaria na sexta, às 14h.

Pronto. Estava resolvido a primeira parte. Agora o resto era comigo.
Na quinta-feira fui cuidar dos preparativos, afinal de contas eu queria surpreender e muito a Carol. Passei no supermercado e comprei algumas garrafas de vinho, velas aromatizantes, queijos, antepastos, pão árabe entre outras coisas. Como eu havia reservado um chalé, o hotel nos autorizava a levar comidas e bebidas.

Passei numa farmácia e comprei óleos e fui para casa arrumar a minha mala. A sexta-feira chegou e eu acordei empolgado. Tomei um banho, coloquei uma roupa, desmarquei alguns compromissos que eu teria naquela tarde e fui para agencia. Quando deu 13h30 sai e fui buscar Carol na loja de carros.

Quando ela veio, sai e ajudei a colocar as malas no carro e saímos. Antes, peguei um pen drive com uma pasta chamada Musicas da Carol e coloquei para tocar. No almoço em Manguinhos, ela me disse as bandas e as suas músicas preferidas, daí resolvi fazer um set list para a viagem que duraria mais ou menos 1h30 por causa do transito. Para agradecer, Carol meu deu um novo beijo e seguimos a viagem.

No trajeto Carol colocou a sua mão em cima da minha perna e em seguida seguimos a viagem de mãos dadas. Carro automático oferece estas vantagens. Rapidamente chegamos no hotel, passamos pela recepção e seguimos de carro até o chalé bem afastado. A casa era grande, tinha uma sala com lareira e um sofá generoso. Cozinha estilo americana e uma TV enorme. Enquanto eu colocava o vinho para resfriar, Carol foi desfazendo as malas e levando tudo para o quarto no andar de cima.

Minutos depois ela desceu e eu servi um vinho, brindamos e nos beijamos mais uma vez. Ficamos na varanda sentados, conversando sobre o que um tinha achado do outro quando nos conhecemos em 2013. Apesar do interesse mutuo, Carol era casada e não me deu nenhuma abertura para uma aproximação. Das cadeiras para a rede na varanda foi um pulo e os beijos voltaram à cena com mais intensidade. Nossas mãos já não se continham, os toques eram sutis mas tinham endereço certo. A noite caiu, com ela o frio e fomos jantar no restaurante do hotel.

Jantamos, dançamos ao som da música ao vivo e o clima de romance estava no ar. Carola é do tipo de mulher que seduz com os olhos. Ela dança te olhando, fala te olhando e o charme dela exala através dos olhos e do sorriso. O clima esquentou entre e agente e resolvemos ir embora pro nosso chalé. Chegando lá, ela subiu para colocar uma roupa mais confortável e eu fui acender a lareira e as velas. Servi mais um vinho, coloquei suas músicas preferidas para tocar e e ouvi passos descendo as escadas. Quando me virei, o delírio tomou conta de mim.

Carol estava nua. Cabelos soltos apenas de salto alto que a deixava muito mais alta que eu. Ela caminhou lentamente em minha direção, pegou uma taça, bebeu um gole do vinho tinto, me beijou e em seguida entornou o resto nos seus seios. Aquele liquido vermelho encorpado escorreu descendo pela sua barriga e passando pela virilha e pernas.

Meus olhos não se mexiam. Minha respiração descompassou e por alguns minutos eu perdi o raciocínio. Voltei ao normal quando ouvi Carol deitada no sofá me chamando – vem.... vem aqui tomar este vinho – apenas caminhei em sua direção, entornei o resto da minha taça exatamente em cima da sua xana. Cai de boca, suguei cada gota daquele Malbec que a esta altura já tinha outro sabor. Estava deliciosa aquela mistura de vinho e mel. Sugeui a sua xana dando uma atenção especial ao grelinho, mordi, chupei, abri mais as pernas e lambri toda extensão daquela buceta bem cuidada. Carol apenas gemia e sussurrava que estava há um ano sem sexo. Seu corpo se moveu e veio o primeiro gozo. Ela pediu para ser possuída mas recusei. Eu queria sentir mais e mais o gosto do seu corpo na minha boca. Fui até os seios e mamei cada um deles, beijei os mamilos, mordi levemente e voltei a mama-los com força.

Carol apenas se contorcia e me arranhava levemente as costas. Retornei à boceta e mais um banho de lingue regado a orgasmos. Carol já não tinha mais defesa, ela apenas pedia para ser penetrada.

Virei seu corpo e a coloquei de quatro com as mãos apoiadas na parede de madeira. A sala estava quente e um fio de suro deslizou pelas costas da minha vendedora predileta. Lambi suas costas que ostentava uma enorme tatuagem colorida de um dragão chinês. Desci pelas costas e passei a ponta da língua no meio da sua bunda lhe arrancando mais um gemido.

- mete! Foi a ordem da noite.

Pincelei meu pau na entrada e deslizei para dentro do seu sexo quente, apertado e melado. Carol apenas envergou a coluna e jogou os cabelos para trás. Com uma das mãos na sua anca e a outra no cabelo comecei a estoca-la com um pouco mais de vigor. Carol pedia mais força, mais ritmo, estava sentido seu corpo reagir com sensações únicas de prazer. Veio o terceiro gozo e sua boceta apertou meu pau. Os espasmos do seu corpo fizeram com que eu diminuísse o ritmo e contemplasse aquele momento.

Sai de dentro dela e sentei ao lado. Carol parecia emocionada, realizadas e me olhou com carinha de choro. Mas foi o tempo do raciocínio voltar ao normal para ela mostrar as garras. Se ajoelhou na minha frente, pegou meu pau melado com o seu gozo e o abocanhou de uma só vez me arrancando um gemido de tesão. Sua boca atrevida me engolia inteiro enquanto suas mãos alisavam meu saco me arrepiando cada vez mais. Minutos depois Carol veio em direção a minha boca, se posicionou em cima do meu pau e me engoliu novamente. Sua cavalgada era lenta, porém sedutora. Seu curso de pompoar me causava sensações únicas. Ela prendia meu pau dentro dela da forma que queria e eu nunca havia sentido aquilo antes. Os ritmos se alternavam entre o lento e o mais rápido. Veio eu gozo e eu lhe segurei forte na bunda e pedi que ela se movimentasse cada vez mais rápido. Gozamos juntos e seu corpo cair sobre o meu. Nossos corações disparados e a nossa respiração descompassada era o sinal de que a trepada tinha sido inesquecível.

Eu e Carol passamos um final de semana regado a vinho, sexo, massagens, massas e uma cumplicidade assustadora.

Beijos e uma excelente semana a todos. Em 2016 meu carro será um Citroen.




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