"Os mais excitantes contos eróticos"

 

Comi a Mulher do Delegado de P


autor: oconvencido
publicado em: 22/09/15
categoria: hetero
leituras: 4353
ver notas


Por ter o mesmo nome de meu pai, todos me chamam de Junior, tenho 1,79 m e 45 anos. Peso 90 kgs e sou razoavelmente dotado, com 18 cm de pênis de um diâmetro razoável.

Tenho cabelo louro escuro e pele clara com algumas sardas. Voltei de Fortaleza para Manaus em 1996, passei a visitar as empresas do Polo Industrial de Manaus, procurando desenvolver novos clientes e fortalecer os antigos, nisso passei a lidar com uma quantidade incrível de mulheres de todos os tamanhos, cores, formatos e gostos como na musica do Martinho da Vila.

Durante algum tempo evitei “Comer a carne, onde se ganha o pão”, sempre evitei ficar com funcionários de empresas que fossem clientes ou fornecedores e ou funcionários meus. Nunca busquei vender usando o sexo, tolo e cheio de escrúpulos, mas é assim que eu sou.

Conheci Fernanda numa empresa que fabrica chicotes elétricos para a indústria eletroeletrônica, na verdade nem lidava com ela e sim com a Graça que era a compradora. Ela era secretária da diretória e ficava numa sala próxima da recepção e da mesa café, muito expansiva foi logo se chegando ao loirão, sempre alegre e muito esfuziante.

Vários conhecidos trabalhavam nesta empresa, há sempre muita mobilidade de pessoas com experiência e habilidade na área técnica, compras, controladoria. Não demorou muito e a turma me convidou par sair e tomar umas e outras, qual é a primeira pessoa que encontro? Fernanda, já com algumas bebidas na cachola e mais alegre do que o habitual.

Cumprimento o povo, tomo alguns drinques e danço com Fernanda, Graça e outras mulheres. Logo Fernanda requisita mais atenção para si, olho mais detidamente para seu corpo e analiso friamente. Tem 1,70 m, morena clara com os cabelos negros com luzes, seios médio-grande, bumbum tamanho G e coxas grossas, não tinha um corpo escultural, mas bem agradável como pessoa e como mulher.

Ela me liga durante a semana, saímos, bebemos e acabei indo parar no seu apartamento, os beijos começam e a excitação toma conta, ai acontece o imprevisto: ela me fala que tem um filho de 5 anos e ele está no quarto ao lado e que não poderíamos continuar, pois ela é muito escandalosa e iria acordar o infante. Ptuz, eu volto pra casa com “com o pau no ombro”.

Outro dia marcamos de consumar o ato de fato e de direito no sábado seguinte, pego ela em seu apartamento e seguimos direito para o motel Le Baron, tomamos umas cervejas que ajudam a diminuir a ansiedade e nervosismo. Os beijos esquentam e logo as mãos passeiam e os corpos desnudos surgem, como que por passe de magica.

- Porra Junior, se soubesse que você era esse tesão de homem teria te chamado para sair antes, viu? Que delicia, e esse pau? Gostoso, grande, grosso, rosadinho e cheiroso, aliás, você é ”.

- Obrigado, são seus olhos! Adoro ter carne para encher a mão, cair de boca, dar umas tapas, vamos brincar muito hoje, bem gostoso, que tal pra você?

- Vem meu brancão, vem comer tua fêmea, vem...

Começo a chupar sua orelha descendo pela nunca, abraços seus seios por trás, mordo seu pescoço e desço com a língua pela coluna vertebral até chegar à bunda que abro com as mãos. Ela fica de quatro pra mim, com a buceta exposta que já exalavam um odor forte e agradável de excitação feminil. Uso os dedos, mãos, boca e dentes pra provocar e excitar mais ainda Fernanda que já grita, berra e urra de prazer, quase histérica.

- Me chupa, meu gostosão, me fode gostoso, quero gozar muito nesse pauzão.

- É pra já, sua tarada, seu desejo é uma ordem.

Começo a pincelar sua buceta com minha vara rija e intumescida que pulsa a cada movimento meu, como se tivesse vida própria. Esfrego no clitóris, bato no clitóris com o cacete duro, pincelo os lábios e introduzo só uns centímetros, suficiente para fazê-la implorar pelo cacete todo dentro de si.

Enfio todo em um único movimento arrancado urros de prazer da gata que já começa a rebolar e pedir por mais força nos tapas e nas bombadas. Retiro o cacete até a glande ficar exposta e enfio novamente em repetidos movimentos cujo final é uma estocada intensa e profunda, arrancado sorrisos, gemidos, gritos e impropérios de Fernanda com sua boca de lábios grossos.

Após muitas bombadas em longos 15 minutos de tapas e mordidas seguidas de bombadas vigorosas, eu resolvo enrolar seus cabelos em minha mão facilitando a condução e deixando a outra mão livre para bolinar os seios, dar tapas e explorar o cuzinho dela.

Seu gozo explode em instantes melando nossos corpos e eu cedo o controle gozando quase simultâneo, um viscoso, denso e esbranquiçado líquido escorre de sua vagina, misto de nossos sucos que se misturam melecando tudo e colando meus pentelhos em seu rego a cada nova bombada.

- Vamos tomar um banho? Deixei a banheira enchendo com água morna.

- Hummm, só se me carregar no colo.

- Então vem gostosa que eu te carrego.
Ela senta em meu colo de costas para mim, fica rebolando em meu cacete enquanto bolino seus seios e mordo seu pescoço. Minhas mãos passeiam pelo seu corpo, encontram seu sexo e adentram naquela gruta úmida e quente, com abundante lubrificação denunciando sua excitação. Inverto a posição posicionando-a sobre meu cacete, sentada de frente para mim.

Chupo seus seios com vigor, mordo com suavidade os bicos e aperto suas coxas e nádegas enquanto ela cavalga meu cacete, a água facilita seu deslocamento e logo o ritmo se ajusta num gostoso “staccato”, trocamos beijos de língua, mordidas e outros carinhos intensos por quase 20 minutos, até que ela anuncia gozo intenso e extraordinário em forma de um grito rouco.

Após vários beijos excitados e apaixonados, faço-a sentar na pia de mármore do banheiro num abraço aproxima seu sexo do meu e nossos corpos se interlaçam e interpenetram permitindo um sexo gostoso, cálido e com movimentos suaves. Suas pernas arreganhadas permitem que seu sexo fique exposto ao meu púbis que se projeta vigoroso “per si”.

Após uns minutos voltamos pro quarto, onde faço Fernanda ficar deitada de ladinho na beira da cama, dobro um travesseiro ao meio e coloco abaixo do quadril elevando sua buceta em relação ao chão permitindo que a penetre de pé, começo a penetração de forma suave e firme, retirando e enfiando novamente em movimentos longos.

Fernanda fica completamente entregue aos meus comandos, o quarto exalava cheiro de gozo, suor e sexo. Depois de algumas tapas ela já se derretia toda dengosa, excitadíssima, gemia, gritava e xingava de forma manhosa. Meu cacete atinge o fundo de sua vagina, meto com força aliviando no fim para não machuca-la.

- Hummmm, meu gostosão, brancão, fodão, goza na minha buceta, vem, goza comigo vem que eu vou gozar gostosooo.

- Eu vou sim, gozar bem gostoso, mas não agora, só daqui a pouco.

- Ahh, não faz assim, isso, assim eu gozo seu FPD, safadooo, goza comigooo...

Fernanda foi esmaecendo em um gozo intenso, gostoso e prazeroso, fico excitado de ver o quanto a satisfaço sexualmente, começo a bolinar o “anel de couro” esfregando seu gozo e enfiando o dedo anular, roço a rosquinha marrom, cutuco, enfio um dedo e giro-o dentro de seu cuzinho, retiro e o dedo e recomeço até que dois dedos entram com alguma facilidade.

- Está pensando que assim é? Pode parar que ainda não está bagunçado não, meu cu é território proibido.

- Ah é? Dou-lhe uma tapa na bunda e agarro seus quadris e sigo enfiando lentamente, de forma contínua o cacete até sentir que o escroto lhe bate à vulva, Fernanda solta um grito sonoro e languido, excitada ela me bate, xinga, rebola como se a querer tirar meu cacete de dentro dela, outros tapas e um forte puxão de cabelo e já começa a rebolar no cacete, conformada com a foda que se fez inevitável.

- Seu escroto, isso não se faz! Você me rasgou todaaa, mas tá gostoso, não para, me fode, isso, mais, vem, me come gostoso...

- Ah, mas eu vou sim, vou comer gostoso e gozar nesse cuzão.
Metemos por mais uns 5 minutos até que ambos explodem em um gozo simultâneo, forte, intenso e extenuante, caímos deitados na cama e aos poucos meu cacete se torna flácido e é expulso de seu ânus.

Trocamos beijos cálidos e languidos enquanto recuperamos o folego e descobrimos mais coisa em comum além da safadeza e alegria. Participamos de uma mesma congregação religiosa, só que em dias diferentes e ela andava meio afastada por causa do trabalho.

Aos pouco ela me fala mais da sua vida e diz que tem um relacionamento problemático cheio de idas e vindas com um cara chamado Roberto, que nem desconfio quem seja. Um belo dia acontece de encontra-la no local de culto e ela me apresenta o Cláudio Roberto, não só eu o conhecia como presidia a nossa instituição e ainda por cima era delegado de polícia.

Puta que os pariu, gelei e fiquei pensando se ele desconfiava de algo, o que faria se descobrisse? Aos poucos fui me afastando da figura extrovertida e um pouco doidivanas que era a Fernanda. Sou um pouco inconsequente, atirado, ousado, mas com intenso amor a vida. Não procuro mulheres casadas, enroladas e quando acontece até tento pular fora e nesse caso era urgente que eu fizesse isso.

Fernanda sempre que me encontra tira graça com a minha cara, graças a Deus casou com outro cara e mora em outro estado e poucas vezes vêm ao Amazonas, sou amigo até hoje de Cláudio e sempre vou as festa, churrascos e confraternizações em sua casa, às vezes me descubro rindo quando fito o anfitrião, o corninho bigodudo e relembro dos fatos, o que seria de mim se ele descobrisse?




ver comentários

Aviso:

Todos os comentários aqui exibidos são de inteira responsabilidade do comentarista. O site Clímax Contos Eróticos deixa claro nas suas normas que manifestações de pedofilia, racismo ou de qualquer outro teor ilícito serão banidas, assim como seus autores. Publicações ou comentários ofensivos aos demais membros poderão ser removidos.

Faça um comentário:



Sua nota para este texto:

Quero receber email sobre novos comentários.