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A SURUBA DAS VIRGENS e JOGO DA


autor: orama
publicado em: 25/09/15
categoria: virgindade
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Na “SURUBA DAS VIRGENS” cinco virgens foram levadas aos prazeres extremos: sussurros, gemidos, gritos, palavrões, frases eróticas, prazeres arrasadores e tratamento de choque para não esquecer jamais.
Quem me conhece do livro “O Amor sem Mistérios”, sabe que eu sempre tive amiguinhas e amiguinhos a quem eu ensino tudo o que aprendo. E tudo é tudo mesmo: Todos, meninas e meninos, têm uma refinada cultura intelectual e sexual como explicada naquele livro e, sexualmente, aprendem tudo desde uma simples lambida ao gozo extremo do tratamento de choque com tesões grandões, e buscam par entre nós mesmos, porque todos são pares relativamente perfeitos para todos. É só uma questão de “meu tipo preferido”: Engraçou e o pau ficou na medida certa, todo lá dentro sem desconforto, é só casar de fato, para toda a vida, num “tratamento de choque de gozo” e uma fartada de erotismo e prazeres. Todos aprendem no livro a fazer o Tratamento de choque com os Tesões grandões, além de treinar a bocetinha ou o pau para serem empolgantes. Todos, meninas e meninos, são capazes de deslumbrar de gozo o seu parceiro. Cada menino aprende o que fazer com a fêmea para arrebatá-la de gozo e cada fêmea sabe como arrasar o menino de tanto gozar.
Constituímos um clã onde todos são educados com base no livro de papai e também amigos e candidatos a um casamento de fato. Basta escolher o parceiro que mais agradar e trocar olhares ternos com ele. Se for correspondido e os sexos se encaixarem completamente sem desconforto, é só a menina dizer: “quero-te chocante” e os Tesões Grandões fazem a maravilhosa festa de casamento que nunca deu errado. Para o tratamento de choque o pau não pode exceder a bocetinha para não feri-la e, junto com os Tesões Grandões, é o máximo de gozo arrebatador que uma mulher pode atingir.
Nas festas, não eram raros os olhares se cruzando cheios de ternura, que, para nós é crucial, mediam os genitais um no outro e, se combinavam, o grito: “fica chocante e mete os Tesões Grandões em mim”! Depois de a menina arrasar-se de gozo extremo na pica dos seus sonhos, estavam casados de fato e fascinados pelos novos brinquedos que manipulavam com ternura, carinho e gozo arrebatador. Depois de dois anos de experiência matrimonial, se o propósito continuava firme, casavam no civil e no religioso. Ainda não ocorreu nenhum caso de arrependimento.
Mas já estava tudo mais do que testado. Conheciam ternuras, intelectos, fascinações um do outro e o teste infalível: genitais compatíveis e o tratamento de choque com Tesões Grandões. Os tesões Grandões selavam o casamento para toda a vida e o tratamento de choque sacramentava-o.
O nosso grupo cresceu e tornou-se uma espécie de irmandade casadoira em que a amizade e a ternura era a tônica. Havia cinco meninas e cinco meninos querendo chegar ao “casamento de fato”. Eu adorava aqueles meninos e aquelas meninas que eram filhos do meu saber e o Fá, o meu homem, também simpatizava com eles. Admirava a ternura, a inteligência e a cultura aprendida de mim e do livro de papai já publicado.
Na verdade eu sou a mestra e minha irmãzinha segue os meus passos na educação completa dos meninos e meninas que recorrem à nossa amizade. Eles próprios passam a divulgar o saber. Formamos um pequeno mundo de paz e amor, onde a amizade irrestrita é a base de tudo. Por enquanto minha irmãzinha está com a classe infantil e passará para a classe dos jovens quando enjoar das bonecas e desejar brinquedos instigantes. Então ela aprenderá teoria sexual e terá sua suruba arrasadora para escolher o seu par e se casar de fato.
Boa parte dos nossos folguedos é brincar de ensinar e aprender. Somos como irmãos sem laços de sangue. Quando se aproximam da puberdade passam a receber educação sexual, tornando-se mestres em amor, paixão e sexo. Nossa amizade e os casamentos são laços de ternura em que a paixão explode, levando o amor aos extremos da ternura e do gozo arrebatador. Todos, meninos e meninas são afeiçoados ao amor e pares perfeitos para quem quiser um casamento de fato e para toda a vida.
Algumas amiguinhas relutam em casar-se porque amam todos eles brincando de tudo, menos penetração na bocetinha que é a conclusão do casamento de fato. Se os genitais não combinam (a penetração é só para medir se o pau cabe na bocetinha) a menina logo tenta outro para consumar o casamento o mais rápido possível.
Com alguns de pinto mais fino, brincam de argolinha e, com o truque da força para defecar, divertem-se às baldas e fazem verdadeiras farras para foder os bandidos do petrolão, especialmente nas surubas de casamento de fato.
Consideramos “casamento de fato” quando a união é de coração para coração, independente de papel passado e cerimônias. Casamento de fato é casamento para toda a vida porque os parceiros têm ternura, inteligência, cultura e sexualidade compatíveis e se amam e se atraem de fato.
Nossa amizade é uma eterna brincadeira em que aprendemos tudo brincando e por que não casar brincando? Eu e Fá tivemos a ideia maravilhosa de fazer uma festa única no gênero para casá-los. Jamais houve outra igual. Escolhemos uma praia dessas maravilhosas e muito reservadas, accessíveis por uma longa trilha ou por mar, pouquíssimo frequentadas. Ao tomarmos a trilha, ampla e agradável inclusive para nudistas, não avistamos ninguém e tivemos a ideia de fazer um programa de índio: ficamos todos pelados na maior farra. Quando calcinhas e cuecas foram para as mochilas, eu disse aos meninos:
― Respeitem as meninas que serão suas esposas em instantes e, então, vocês poderão fazer com elas tudo o que aprenderam, para arrasá-las de gozo, mas podemos brincar para afeiçoar nossos corpos e nossos sexos e escolher o que mais nos fascinar. As meninas são virgens e devem sair daqui casadas de fato, sem cabacinho. A caminhada até a praia será o namoro íntimo, a prática sexual, em que tudo será permitido, exceto penetração na bocetinha, e vocês conhecerão intimamente uns aos outros para escolher com segurança o parceiro dos seus sonhos, seguindo algumas regras, e servirá para que vocês escolham o parceiro prévio para os testes de compatibilidade sexual. Façam tudo o que os mestres fizerem. De início todos estão livres para sorrir para o seu preferido ou preferidos. Valem sorrisos meiguinhos e encabulados ou ternos. Ao chegarmos à praia, cada menina deve estar segura do menino que quer para o teste do pau perfeito. Vamos às brincadeiras:

Derreti-me num sorriso meigo para o Fá e uma fartada de sorrisos se cruzaram. O Fá deu-me um tapinha na bundinha e todas as meninas levaram um tapinha. Eu provoquei: Quem rebolar leva um tapinha mais forte. Todas rebolaram e deu a maior algazarra com tapas estalando em bundinhas rebolantes.
Tornei a provocar:
─ As meninas dão um tapinha na bundinha do menino preferido. Não queremos machões complexados. Toques femininos são sempre prazerosos para os meninos e vice-versa.
Dei um tapinha na bundinha do Fá. Ele rebolou e levou uma tapona. E foi a maior algazarra, com todo mundo levando taponas.
O Fá deslizou um dedo pelo meu reguinho provocando frissons que me fizeram rebolar. Todas as meninas levaram toques no reguinho e rebolaram. O Fá agarrou-me um seio e sugou-o. Os frissons aumentaram na maior chupação...
Encoxou-me, mordendo-me o pescoço... segurou-me pelos cabelos da nuca e deu-me um beijo arrasador... repetiu o beijo pondo-me os dedos e lambeu-os. Pelos frissons descomunais que eu sentia eu podia avaliar o tesão das meninas: estavam todas cachorronas de desejos.
Liberei-os para brincar de pega-pega, respeitando as penetrações na bocetinha, mas podiam passar a mão, dar tapinhas na bundinha, escorregar picas abaixo para escapar... O importante era não se deixar agarrar. Cada menina agarrada levava beijos, apertadas, sugadas, taponas, encoxadas brutas, enquanto manipulavam o grelinho e explodiam em gozo. Foi um corre-corre com todos querendo pegar todas. E todas foram agarradas e manipuladas por todos os meninos num vibrar de desejos avassaladores. Se o menino era meio devagar nas encoxadas, a menina logo reclamava: “é só isso que você sabe fazer com a fêmea? Eu sou uma mulher, não a cachorrinha de madame”! Quando as encoxadas atingiam a força bruta, a menina sorria feliz: “Isso! Meu macho gostoso”!
Todas as meninas eram bonitas e altamente desejáveis, acabando no desfrute de todos os meninos que queriam sentir a gostosura de tocar cada uma e apreciar as diferenças ao apertar bundas e tetas. Fá facilitou. Encoxou-me, levou as mãos lá em baixo e subiu pelas pernas, coxas, virilhas, vulva, clitóris, púbis, barriguinha, mamas, colo, queixo, boca ... foi lá dentro... caralho, quanto tesão... Foi uma festa interminável de amor com paixões a pleno tesão. Um gorjear de meninas cachorronas de desejo e ansiosas por ver, pegar, manipular, punhetear, lamber e chupar as mais diversas porras para a sua escolha e esfregando nelas a bundinha para vê-las crescer e penetrar-lhe a bundinha, com os peitos apertados por mãos ávidas. Isso gerava gemidos, gritos, palavrões, agitando a trilha ao máximo.
Algumas trocavam de parceiro e levavam o esfrega-esfrega aos limites. Gulosas, queriam experimentar as ternuras e as durezas de todos e os desafiavam rebolando nas picas duras. E todas eram de todos, exceto as bocetinhas. E assim a caminhada rumo à praia seguia na maior algazarra e farra erótica em que todos amavam todas. Aqui e acolá, alguma com a bundinha em transe caía de cata-cavaco gritando: “fode o Vacareza”, mas esquivando a bundinha para não ser fisgada pela vara e quando a vara fisgava numa enterrada bruta, ela ficava toda euforia:
– Ai que caralho gostoso! Tira e dá outra fisgada... lá no fundo. E empinava a bunda para entrar tudo. Dá outra enterrada apertando minhas tetas. Fode o maldito! Porra nele, bem bruta.
A trilha era linda e prazerosa com linda vegetação que era um afago à nudez e o importante era perder a inibição, a vergonha, os tabus e os preconceitos, portanto se fôssemos surpreendidos, e daí? Estávamos num dia de índio. Com tanta brincadeira e todos querendo comer todas, retardamos a caminhada e fomos alcançados por dois casais jovens e joviais que se apressaram a por as roupas nas mochilas e, de tetas e picas ao leu, aderiram alegremente às nossas brincadeiras. Aprenderam as transas arrasadoras e a empolgarem o sexo e tornaram-se os maiores entusiastas de novas surubas, fascinados com o tratamento de choque, com os tesões grandões e outras brincadeiras profundamente eróticas. Eram lindos e bagunceiros como queríamos, mas respeitadores das normas, cientes de que era uma suruba de casamento.
A suruba de toques, beijos, chupadas, agarradas, encoxadas, desafios: “ah se eu te pego” e pegadas crescia e bagunçava a trilha. Quando chegamos à praia as meninas estavam todas com a cachorra e manipuladas por todos os meninos em esfrega-esfrega, lambidas, chupadas, taponas na bundinha, beijos tesudos, encoxadas brutas, tetas intumescidas de tesão e até fisgadas na bundinha com apertadas nas tetas: “essa é a argolinha do chefão. Deixa eu arrombá-la com enterradas brutas”. Enterradas brutas no chefão era o que mais deslumbrava as meninas porque odiavam ladrões, eram livres e elas frequentemente brincavam com o jogo da argolinha tendo o cuzinho afeiçoado ao jogo. Embora já tivessem tido orgasmos, estavam desesperadas para transar na bocetinha virgem. E com tantas picas perfeitas para escolher a dos sonhos...
Estabelecemos as regras: Todos continuam nus para brincar de pega-pega. Os meninos pegam as meninas que têm de esquivar-se dos meninos com esfregadas e tapinhas e gritinhos e deslizadas com a bundinha por paus endurecidos e desafiando: “tu não me pegas”. Não se esqueçam de que quanto mais duro, melhor. Salvo penetração, vale tudo, inclusive sorrir meiguinha para o seu preferido, abrindo-lhe a bocetinha: “Quero-te para o teste”, ou recusar o que não quiser. E se, derrubada na areia, ela sorrir e abrir as pernas e tu a quiseres enterra lá tudo o que couber. Se experimentada, ela se empolgar: pau nela para arrasá-la de gozo e sacramentar o casamento de fato. Se com tudo dentro ela gritar: “Choca-me com Tesões Grandões, ela é toda tua para a arrasares de gozo e coroares a sua vida de felicidade, o verdadeiro objetivo da suruba das virgens”.
Das meninas penetradas, três gritaram eufóricas: Vem chocante com os Tesões Grandões e me arrasa essa porra de cabaço! Arromba-me com os Tesões, aiii, caralho! Vem chocante, muito chocante e me crava os Tesões Grandões, aaaiiiii, dói, mas é delícia, adeus, cabaço! Gritos, gemidos, frases eróticas e palavrões para saudar o gozo bruto invadiram os ares, denunciando as quebras de cabaços... pelos Tesões Grandões com tratamento de choque.
As duas meninas que refugaram os paus, trocaram de meninos e, aí sim, foram as que mais gritaram palavrões, engrossando o coro erótico, felizes da vida. Era uma farra de sussurros, gemidos, gritos, frases eróticas, palavrões que saudavam o gozo extremo arrepiante de prazer. As picas enterravam e elas pediam mais, muito mais, arrasadas de tanto gozo. A areia estava cheia de meninas cobertas por seus garanhões comendo-as à bruta como elas queriam: “vem com tudo, arrasa minha bocetinha de alegria, vem bruto, muito bruto”. As picas estavam com tudo dentro dando o tratamento de choque a meninas ávidas de prazer que rebolavam, apertavam, mordiam, afagavam e beijavam seus machos amados. Meninas e meninos tinham aprendido no livro e treinado seus sexos para serem empolgantes e os gritos de gozo empolgavam os ares. Todas perderam o cabacinho, mas já tinham o “cabacinho novo”, treinamento na bocetinha para apertar o pau a cada enterrada, levando os meninos à loucura: “ai, tesão da minha vida, dá-me outra chave de boceta. Como tua menina morde gostoso. Ai, que loucura”! E assim foi: a cada estocada, uma “mordida” e um grito de prazer.
Todos já estavam devidamente entrosados no casamento de fato, capazes de dar o gozo que quisessem. Eu e Fá deixamos que se fodessem e fomos foder-nos que ninguém é de ferro, no que fomos seguidos pelos casais. Fá estava cachorrão e eu com a cachorra, malucos para nos comermos. Fizemos a TVC (transa de vagina e clitóris) para empolgar a boceta e o clitóris e a TCC (transa de cu e clitóris para afeiçoar a argolinha para o jogo). Fá a queria bem arrombada.
Fiz a pirueta caindo com as coxas nos seus ombros e a boca naquela delícia de pica e nos chupamos na maior gula: suguei tanto aqueles colhões, fiz punheta com a boca, chupando o cabeção e indo fundo até a garganta num vai-e-vem alucinante. Quando demos conta, estavam todos de pirueta no maior boquete, com todas as meninas de cabeça para baixo numa chupação desenfreada e levando taponas na bunda com gemidos e gritos de boca cheia, inclusive os dois casais que não cessavam de imitar-nos. Fá me levava à loucura chupando e lambendo toda a minha vulva, bocetinha e “ponto G”, com festa no grelinho numa siririca de arrepiar, fazendo-me gritar de tesão e de gozo. Os ares foram tomados por uma verdadeira sinfonia ensurdecedora de sons eróticos, gritos, palavrões e taponas. As meninas retorciam-se aos gritos de prazer, chupadas pelos meninos que emitiam sons eróticos com as chupadas das meninas.
Aí, o Fá jogou-me numa árvore e me fez de lagartixa metendo-me a porra bruta e, com ela, me jogando para cima, e todo mundo passou a brincar de lagartixa com as meninas gritando a cada estocada que lhes tirava o chão, arrasadas de gozo. Encontrei um grande tronco, pedi ao Fá para sentar-se, sentei na porra, abracei-o de colherinha e cavalguei a porra na maior empolgação. Apertei-o ao peito e dava-lhe uma esfregada de tetas a cada galope na porra bruta. Selei a cavalgada fantástica com o beijo do tesão. E que tesão! Minha bocetinha verteu em bica na porra do Fá num orgasmo arrebatador. Sorri-lhe:
– Eu quero mais dessa porra!
Untei-o com óleo aromático e massagem de bunda, espanhola e fricção de bundinha na porra dura. Apontei a bocetinha para ela e dancei o tcham, comendo-a até os bagos e fiz a dança do ventre na pica dura. O fá gritou, retorcendo-se todo:
– Caralho! Se continuarmos tu me matas de tesão e gozo. Tu és gozo além do suportável.
Os meus amiguinhos como bons aprendizes repetiam tudo à risca sem refugar nenhum exercício erótico, no que eram secundados pelos casais.
Então eu gritei:
– Meninos, vamos ao jogo da argolinha. Foi um griteiro de meninas correndo a posicionarem-se de quatro, exibindo belas argolinhas doidas para serem fisgadas. Os casais aderiram, claro! E éramos oito garotas expondo belas argolinhas a oito porras que se endureciam mais e mais.
Eu lhes disse:
─ Não se esqueçam: “por mais desejo que tenham devem evitar a fisgada. Perder o jogo é mais gostoso do que entregar. As porradas tirando sarro sem entrar são a maior delícia. Quando a vara fisgar, faça força para cagar que a vara entra fundo e prazerosa”.
E foi aquele alegre chilrear de meninas num maravilhoso canto de amor. E Napoleão, Júlio César, os Bandidos do Petrolãol Todos tiveram a sua derrota nas espadas dos meninos, com grandes enterradas alegremente comemoradas: “Boa, Zezinho”! “Grande, Toninho”! “Aaaiii, dá outra, amor. Enterra tudo com fé”! “Aaaiii, maaaiiisss, meu macho gostoso: arromba o chefão que não sabe de nada”! “Mete fundo no maldito”! “Isso, fode com o Vacareza”...
Muito bem instruídas, elas faziam força para defecar, agitavam a bunda e tomavam tudo. Pediam repeteco e aquelas tiradas de sarro pareciam lascar as bundinhas, com gritos de “se fodeu, Napoleão”! “Tomou fundo, Rei Salomão”! “Danou-se, Vacareza”! “Aí, fodeu-se, Chefão! “Levou a mandioca, chefona!”, “Mete a mandioca no chefão”!
Picas duras tocavam sem parar as argolinhas com força, mas as meninas rebolavam e as varas só tiravam sarro das bundinhas, até que bem duras fisgavam a argolinha para gozo das meninas e desespero dos bandidos. Xingamento de bandidos sucediam gritos de gozo das meninas.
Eu escolhi o Rei Salomão. O maldito teve trezentas esposas, fora concubinas e escravas e castrou um batalhão de homens para ter eunucos suficientes para controlar o mulherio doido para foder, além de cento e oitenta mil escravos só para a construção do templo. Tinha de ser fodido em grande estilo e nós o arrombamos com enterradas épicas. O fá lançava a vara no meu cu e eu desviava, fazendo-a tirar sarro do meu cu. Foi tanta tentativa de enterrar a vara na argolinha com força bruta que numa derrapada ela entrou gloriosa, dura de ferro. Gemi de prazer e a vara me comia e enterrava bruta. Recuava até a entradinha do cuzinho e pimba, dava uma enterrada épica. Fodemos tanto o maldito Rei Salomão, com enterradas de arrasar! E quando ele cuidava que chegava ao fim, eu pedia ao Fá: “aquela com toda a força, da portinha até esborrachar as bolas no meu cu. Ah, está divertido e gostoso: manda mais”. Quando terminamos, meu cu ardia de tanto foder.

Quando a suruba inesquecível chegou ao fim e nós retornamos, já escurecia e estávamos todos esfalfados de gozo. As meninas trocavam beijos e sorrisos abraçadas aos seus esposos de fato. Mais dois anos e seriam todos casamentos de direito.
Os dois casais também estavam felizes esfalfados de tanto gozar com seus novos genitais empolgantes. Ficaram amigos desejando novas surubas: “Nunca gozamos tanto e tão maravilhosamente e nos sentimos casados de fato para toda a vida com nossos sexos empolgantes, muito mais casados do que com aquelas cerimônias oficiais. Não é mais um papel a prender-nos, mas genitais empolgantes.”. O sucesso foi tão grande que pretendemos fazer os novos casamentos em grandes surubas.


Fim




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