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Uma lutinha safada


autor: Thin
publicado em: 29/09/15
categoria: gays
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Como este é meu primeiro conto acho que convêm eu me apresentar: Me chamo Felipe e tenho 27 anos. Tenho a pele clara e cabelos castanhos cortados na máquina nº 2 e olhos castanhos claros. Meu tipo físico é magro pois meço 1.82m e peso 68> Não me considero "Gay" por duas razões: A primeira é que eu não gosto de rótulos e acredito que a sexualidade humana é demasiada plural para caber nesta convenção dicotômica entre héteros e homos e a segunda razão é o fato de eu também me sentir atraido por mulheres. Enfim, a história que vou contar a vocês aconteceu comigo há um ano atrás quando eu estava morando em uma cidade do interior da Paraíba. Eu levava uma vida tranquila naquela cidade tipicamente interiorana na qual o tempo parece passar mais lentamente. Não haviam muitas opções de lazer exceto ir às praças jogar conversa fora com os conhecidos ou ir aos bares da cidade, entretanto eu preferia estar em casa bebendo minha cerveja com alguns amigos que lá fiz e tocando meu violão. Creio que as pessoas da cidade não suspeitavam de minhas intenções sexuais para com alguns deles pois nunca deixei transparecer minhas intenções.
Bem, um certo sábado estava eu em casa descansando quando ouço alguém bater na porta. Levantei-me prontamente, vesti uma bermuda (eu sempre estava só de cueca dentro de casa pois o calor era quase insuportável) e fui ver quem era. Quem estava a chamar era o Paulo, um rapaz de 18 anos de idade, pele morena e que mede aproximadamente 1,75m.Ele não possui um corpo escumunal, deve pesar cerca de 70/kg mas possui um belo par de pernas e braços além uma bunda redondinha e durinha (fruto do trabalho que realiza ajudando seu pai na oficina mecânica da família). O Paulo tem a fama de ser pegador entre os nossos amigos pois sempre que tem uma festa na cidade ele nunca volta para casa sem ter ficado com no mínimo duas meninas.
Abri a porta e o convidei para entrar. Ele entrou foi perguntando;

Paulo - E aí Felipe, qual é a boa para hoje? Vamos tomar umas cervejas? Uma prima minha está para chegar hoje e a gente podia chama-la pra cá com umas amigas, o que você acha?

Eu - Opa, pode ser cara. Eu estava deitado descansando um pouco e pensando no que ia fazer mesmo.

O paulo trazia consigo uma mochila preta nas costas. Quando eu disse que estaa afim de beber ele foi logo abrindo a mochila e tirou de dentro dela quatro garrafinhas de matuta, uma cachaça artezanal fabricada na Paraíba. Fui buscar os copos e alguma coisa para comer enquanto ele instalava-se na sala. Quando voltei para a sala o Paulo estaa sem camisa, ato muito normal uma vez que estava na casa de um amigo e calor era muito. Dei uma sacada rápida naquele peitoral lisinho e viril, ele deve ter percebido o modo como eu olhei pois logo em seguida começou a alisar o peito enquanto falava comigo;

Paulo - Vamos jogar futebol Felipe? A gente pode brincar de copa cirrose, você conhece?

Respondi negativamente e ele me ensinou as regras da brincadeira. Topei e imaginei que aquilo poderia vir a ser interessante pois como jogo com frequência a probabilidade de eu ganhar e deixa-lo bebâdo seria grande. E vocês sabem o ditado popular sobre o cu dos bebâdos né?
Começamos a jogar e divertimo-nos muito. Cerca de uma hora e meia depois já tinhamos entornado as quatro garrafinhas, ele muito mais que eu pois das 8 partidas que jogamos ele perdeu 6. Ao final do último jogo o Paulo já estaa bem molinho, com as orelhas avermelhadas pela ação da cachaça e rindo à toa.

EU - Gahei mais uma Paulo, você é um pixote cara. Tem que aprender com o profissa aqui! - Falei para o provocar.

Imediatamente ele largou o joystick e deu um murro em meu braço, falando que eu é que era um viciado e que por mais que treinasse nunca jogaria como eu pois não tem esse vício. Revidei o murro no braço dele e, na brincadeira, ele partiu para cima de mim. Eu pedi que parasse e propus a seguinte situação...

Eu - Paulo, é o seguinte... você já perdeu no video game e agora quer apanhar na vida real? Se for pra te bater que pelo ao menos seja com regras. Quer lutar, bora lutar mas tem que ser no chão. Domination, quem conseguir dominar o outro ganha.

Ele topou, o que para mim foi como um prêmio por ter ganho no futebol virtual. Fastamos o sofá para o canto da parede assim bem como o centro que ficava entre o sofá e a televisão. Ajoalhamo-nos um em frente ao outro, demos às mãos como que em sinal de respeito e começamos a luta.
O Paulo, por ser mais forte que eu, logo no início da luta conseguiu dar uma chave em minha cintura com suas pernas. Já estavamos suados desde antes da lutinha começar mas com o calor de nossos corpos tão perto um do outro o suor jorrava ainda mais de nossos poros. Foi o fato de eu estar suado que fez com que eu conseguisse me esquivar daquela chave de pernas. Me recompus e parti para cima dele conseguindo coloca-lo e bruços e segurar em seus braços, de modo a evitar que ele me prendesse novamente. Este movimento fez com que nossos corpos fiquessem colados um ao outro, barriga com barriga, minhas pernas movendo-se tentanto imobilizar as pernas dele e minhas mãos seguras em seus braços. Enquanto minhas pernas moviam-se tentando prender as pernas do Paulo percebi que nossos paus estavam roçando um no outro. Eu estava com uma bermuda jeans e o Paulo com um short de tactel que terminava pouco antes de seu joelho. Dado o material do short dele eu conseguia sentir cada detalhe daquele pau mole encontando no meu naquela luta desenfreada em busca do dominação de meu amigo. Inevitavelmente meu pau começou a endurecer pois aquele situação era gostosa demais. Fiquei com medo da ração dele e soltei seus braços, saindo de cima dele e me deitando de com as costas para cima afim de evitar que ele visse minha excitação.

Paulo - Que é isso cara? Já cansou? Tá muito fraco…

Ele veio então para cima de mim e colocou os joelhos em minhas costas. Sinti um dor forte, dei um gemido e me virei para que ele parasse com o que estava fazendo. Ao me virar percebi que ele olhos para meu pau e viu que estava duro feito uma rocha, marcando em minha bermuda jeans. O Paulo disfaçou e chamou novamente para a luta;
- E então, vamos terminar a luta ou eu já ganhei?
Como ele tinha visto e nada tinha dito sobre meu pau duro fiquei mais uma vez de joelho e voltamos à luta. Desta vez foi ele que consegiu me deita com as costas no chão e prender minhas meus braços de modo que aquela posição em que encontravamos anteriormente tornou a acontecer mas desta vez de modo invertido com ele por cima de mim. Eu tentava de todo modo sair movendo minhas pernas mas as pernas dele imediam que eu o tirasse de sobre mim. Nossos paus estava novamente em contato; o meu duraço e o dele, para minha surpresa, também começava a endurecer. Em poucos segundos já sentia seu pau duro enconstado ao meu, roçando freneticamente naquele movimento involuntário gerado pela disputa. O safado parecia estar também gostando e eu ainda mais. Enquanto continuávamos naquele sarro comecei a olhar para baixo em direção às nossas bermudas. Era uma bela visão, nossos paus alí coladinhos e um pouco mais acima a barriga e o peitoral daquele jovem gostoso, todo suado e com os músculos saltados deivido o esforço para me imobilizar. Ficamos nessa por cerca de 3 minutos, até que eu senti algo mais quente no meu pau. Quando olhei para ele percebi que a bermuda do Paulo estava ficando molhada e seus braços e pernas começaram a tremer. Entedi na hora: meu amigos estava gozando no meu pau. Aproveitei aquele momento de “fraqueza” dele e consegui derruba-lo com pouco esforço. Deitei meu corpo sobre o dele a fazer força, olhei para seu olhos e perguntei se ele se rendia. Nossos paus contiuavam duros e ele quase sem conseguir respirar suspirou que se rendia.
Levantei-me, estiquei o braço para que ele se levantasse e agi com naturalidade como se nada tivesse ocorrido (apesar de estar com o pau latejando bem em frente a ele). Brincava com ele soltando piadinhas do tipo “Eu ganho de ti em qualquer jogo” para tentar descontrair mas apesar de meus esforços percebi que o Paulo estava envergonhado e cabisbaixo sem coragem de me encarar. Passaram-se apenas alguns minutos para ele invetar uma desculpa para ir para casa, pegar o capacete de sua moto sua carteira e mochila, vestir a camisa e sair quase correndo de minha casa. Despedimo-nos, arrumei novamente a sala e fui direto para o banheiro tomar banho e bater uma punheta lembrando daquela situação para aliviar todo o tesão que eu estava sentindo.
Dias depois voltei a encontrar com o Paulo na rua enquanto me dirigia ao trabalho. Parei e conversamos normalmente, creio que a vergonha que ele tinha sentido já havia passado. Continuamos amigos como sempre e infelizmente nunca mais voltou a acontecer de “brincarmos” de lutinha pois dois meses depois do ocorrido mudei-me por questões de trabalho.
Espero que tenham gostado desta história verídica que compartilhei com vocês. Deixem suas impressões nos comentários ou entrem em contato comigo através do email boneremmim@gmail.com
Abraços por trás galera!




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