"Os mais excitantes contos eróticos"

 

Amigo é para essas coisas


autor: publicitario45
publicado em: 29/09/15
categoria: hetero
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Sou amigo do Pedro há mais ou menos uns 25 anos. Nos conhecemos num curso de publicidade e propaganda que fizemos juntos. Eu continuei no ramo, ele virou professor de educação física. Pedro tem a mesma idade que eu, 45 anos e é casado, muito bem casado diga-se de passagem como Eliana, uma psicóloga de 43 anos, loira, olhos verdes, cabelos cacheados e um corpo muito bonito para quem já tem dois filhos.

Eu e Pedro pelo menos uma vez por mês saímos para tomar um chopp e numa dessas ele me confidenciou que estava saindo com uma colega de trabalho, novinha, 20 anos, estudante de educação física, toda saradinha e muito foguenta. Como ele se cuida e muito, o sexo entre eles era muito bom e intenso, já com a esposa a coisa estava cada vez mais fria e distante.

Entre um chopp e outro, Pedro me disse que Eliana chegou a sugerir que eles fossem a uma casa de Swing para ver se a coisa esquentava, mas Pedro se mostrou meio careta e recusou prontamente a ideia da esposa. Quando eu disse a ele que relatava meus encontros neste site, ele pediu o endereço e disse que ia ler ou mandaria a esposa dele ler para ver se a coisa esquentava entre eles, sem a necessidade da troca de casal.

No dia seguinte, Pedro me ligou perguntando se eu tinha saído com aquelas pessoas, se era verdade a transa com as mulheres casada e com a transex. Diante da minha afirmativa ele me convidou para outro chopp para que eu contasse os detalhes. Marcamos, nos encontramos no bar de sempre e eu contei tudo com detalhes para o meu grande amigo.

Eu e Pedro passamos a semana falando sobre isso, ele me disse que o sexo deu uma apimentada na casa dele porque Eliana também estava lendo os contos. Inicialmente eu fiquei meio sem graça, pois afinal de contas a ideia não era ter a esposa de um grande amigo sabendo das minhas farras, mas me surpreendi quando ele me disse que ela ficava toda melada com os fatos.

Antes de irmos embora, Pedro disse que iria fazer uma noite de vinhos na casa dele para estrear uma adega e me convidou. Ele disse que seriam poucos amigos e que eu não poderia recusar o convite que foi aceito logo de cara.
No sábado, me arrumei para a tal noite de vinhos. Coloquei uma calça jeans, uma camisa branca e um blazer pois o tempo estava frio. Algumas borrifadas de 212 Vip Man e fui para a casa do Pedro e Eliana.

Chegando lá tinha além dos anfitriões, mais dois casais que eu não conhecia e uma morena linda, que me apresentaram logo de cara. As garrafas iam descendo, o clima esquentava, as pessoas se soltava e no meio do nada Eliana disse em alto e bom tom que eu relatava minhas experiências sexuais num site de contos eróticos. O silencio tomou conta da sala, Pedro não achou graça na brincadeira e uma das esposas pediu em tom de brincadeira que eu contasse sobre este lado escritor meu.

Falei algumas coisas, dei uma desconversada e a conversa mudou de rumo. A esta altura eu já tinha engatado uma conversa com a morena, uma tal de Jessika e comecei achar que ia rolar algo de bom. Ledo engano, assim que o primeiro casal anunciou que estava de saída, Jessika se despediu de mim e foi embora aproveitando a carona. Mais uma garrafa de vinho e o outro casal também se despediu e eu sobrei na sala em companhia do Pedro. Assim que Eliana voltou da sala, me levantei para ir embora mas ela pediu que eu ficasse. Buscou mais uma garrafa de vinho e pediu desculpas pela brincadeira.

Só que com o pedido de desculpas veio uma avalanche de perguntas dela e dele também. Eu comecei a ficar nervoso com o rumo da conversa, pois Eliana já tinha saído do sofá que ela estava e ido pro meu lado. Colocou uma mão na minha perna e ficou me fazendo um monte de perguntas até que ela me indagou:

Ela: você teria coragem de me comer inteira na frente do seu amigo?

Eu: claro que não.

Ela: vai me dizer que mulher de amigo seu é homem?

Eu: Eliana, não é isso. É a questão da amizade mesmo. A gente nunca sabe o que vai
dar depois. Tem casais que levam bem essa coisa de relacionamento aberto outros terminam aquilo que já não está bom. E na boa, eu não quero ser o file da balança.

O diálogo foi alongando. Eliana é psicóloga, sabe das coisas e foi puxando assunto e provocando. Levantou e colocou uma música sensual, puxou Pedro para danças, se esfregou nele, se beijaram na minha frente. Pedro deslizou as mãos pelo corpo dela fazendo seu vestido levantar, deixando a mostra parte da bunda e um par de pernas grossas e bem torneadas. Eu, sentado bebendo resolvi assistir a cena e me encostei no sofá. Meu pau endurecia na medida que a minha imaginação fluía.

Eliana cochichou algo no ouvido do Pedro e ele perguntou se eu queria dançar com a esposa dele. Meio que sem graça me levantei mas o volume na calça já entregava que eu estava gostando da situação. Colei meu corpo no corpo dela e começamos uma dança bem sensual.

O mais incrível é que sempre que eu passava por ela na rua ou em outro lugar ela apenas acenava com as mãos. Nunca me deu muita conversa e naquele momento eu sentia suas pernas entrelaçando na minha, seus seios rijos e sua respiração ofegante. Seu perfume começava a me hipnotizar até que Pedro se levantou e disse que ia buscar mais vinho. Era a deixa que eu precisava para ver até onde eles realmente queriam ir.

Pedia Eliana que diminuísse a iluminação e ela deixou apenas duas luminárias acesas. O clima ficou mais intimista e voltamos a dançar. Suas mãos acariciavam meu pescoço me causando arrepios enquanto minhas mãos deslizavam por todo seu corpo. Pedro parou na porta, ficou quieto e fez sinal para eu continuar e ai eu entendi que eles queria mesmo apimentar a relação.

Beijei o pescoço de Eliana e ela me apertou contra seu corpo. Meu pau já latejava e ela percebeu, olhou sorriu e me beijou na boca. Um beijo lento, molhado e cheio de tesão. Beijo de mulher que quer algo diferente e dai em diante tudo aconteceu mais rápido.

Com uma das mãos comecei a subir o vestido preto de Eliana deixando quase seu corpo todo desnudo. Ela dançava, beijava, me acariciava e foi me ajudando a despir. Tirou meu blazer, depois a camisa. Me cheirou o peito e depois passou a língua lentamente.

Soltei as alças do seu vestido e como num passe de mágica sua pele branca estava apenas coberta com uma minúscula calcinha preta rendada. Abocanhei seus seios com mais vigor e ela gemeu. Suas unhas cravaram nas minhas costas avisando que cada toque naquele corpo causaria uma reação forte. Lambi os bicos, mordi seu pescoço levemente para não marca-la. Caminhamos atracados até o sofá maior e caímos um em cima do outro. Eliana abriu as pernas e com as mãos conduziu minha cabeça em direção a sua xana. A boceta estava impressionantemente melada. Escorria e eu fui sugando todo o mel da esposa do meu amigo. Seu corpo rebolava na minha boa e cada orgasmo os espasmos faziam seu corpo tremer como se fosse choque.

Eliana gozou algumas vezes na minha boca e começou a deixar seu lado puta aflorar. Me chamou de vagabundo, de cachorro e de comedor de mulher casada. Me levantei e desabotoei a calça deixando o jeans ir ao chão. Ela tirou minha box e ficou frente a frente com um pau diferente do marido que apenas nos olhava de longe. Antes que ela colocasse a boca e a puxei pelos cabelos e ordenei – cheira meu saco. Cheira a rola que vai te comer sem por a boca nem a mão - Eliana apenas obedecia mas não resistiu muito tempo e caiu de boca no meu pau. Pediu que eu sentasse no sofá e ajoelhada no tapete grosso começou a engolir os quase 20 centímetros de rola. Sua boca alternava com a língua por toda extensão. Chupou a cabeça, mordeu, lambeu meu saco e me olhando fixamente nos olhos se levantou e veio em direção a minha boca. Nossos corpos colaram de novo e começamos a nos beijar. O calor da sua xana perto do meu pau me causava uma sensação indescritível até que ela se posicionou e deixou meu pau invadir seu corpo lentamente. Seus movimentos eram lentos, parecia que ela queria sentir cada momento da penetração. Nossas bocas ainda continuavam grudadas e minhas mãos deslizavam pelo corpo. Senti sua boceta me dando pequenas mordias e comecei a estoca-la por baixo.

Eliana gozou mais uma vez e eu senti um liquido quente escorrer entre as minhas pernas, era o seu gozo.

Pedi que ela ficasse de quatro, ela chamou Pedro para mais perto. Pegou a taça da sua mão, tomou um gole e beijou o marido apaixonadamente. Eu fui entrando e ela aumentava seus gemidos e sussurros a cada estocada. Com uma das mãos abriu o zíper da calça do marido e deixou seu pau duro ganhar liberdade. Pedro é mais dotado que eu e ela caiu de boca com certa dificuldade em engolir a pica do marido. Chupou enquanto estava sendo penetrada por trás e Pedro extasiado com aquela cena não demorou a gozar na boca da esposa. A primeira gozada na boca dela em mais de 20 anos de casado. Eliana sugou quase tudo, parte escorreu e caiu em cima do sofá.

Não demorei muito e gozei também. Um gozo forte, com gemidos de ambas as partes. Eliana deitou de costas pra cima e Pedro ficou acariciando o cabelo da esposa. Aquele corpo de pele branca com a bunda pra cima, a porra escorrendo deixou Pedro em ponto de bala de novo. Agora era a vez dele meter gostoso na esposa. Ela ajoelhada no chão apenas abriu as pernas para que ele entrasse facilmente naquela racha melada e cheia da minha porra. Pedro socou forte e rapidamente gozou de novo.

Levantei, fui na cozinha, peguei um corpo de agua e me vesti. Eliana ainda sugeriu que eu dormisse lá mas achei melhor ir embora antes do dia raiar, afinal de contas eles têm filhos com quase vinte anos e seria estranho se eles me encontrassem lá.

Eu e Pedro continuamos amigos. O sexo deles está cada vez melhor e mais frequente. As vezes participo de algumas festinhas com eles, mas outro dia eu conto.





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