"Os mais excitantes contos eróticos"

 


autor: publicitario45
publicado em: 30/09/15
categoria: hetero
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Na cidade onde e moro alguns políticos mantêm associações médicas, sem fins lucrativos que funcionam como ambulatório para a população carente. Lá eles encontram várias especialidades médicas e recebem encaminhamento para fazerem exames clínicos com um preço mais em conta.

Na última eleição para vereador e prefeito, fui procurado por um destes políticos que queriam nos contratar para fazer a sua campanha já que ele era candidato a prefeito. A associação dele era famosa pela quantidade de mulheres bonitas que trabalhavam lá, inclusive rendendo alguns comentários maldosos em relação ao candidato.

A primeira reunião foi tranquila, apenas com o candidato. Tratamos basicamente de valores, já na segunda reunião, ele me apresentou a equipe dele que é formada basicamente por pessoas despreparadas que querem uma vaga em algum órgão após as eleições. Dentre eles se destaca Hélia, a secretária do candidato, braço direito e amiga. Uma mulher séria, uma das poucas competentes na equipe e que comandava aquilo tudo com braço de ferro e exatamente por isso, não tinha muitos amigos dentro da associação.

Nosso candidato logo deixou claro que na ausência dele, quem mandava era ela. Começamos as reuniões semanais e Hélia pouco falava. Sempre vestida de uniforme o que disfarçava bem o corpão que ela mantinha graças as corridas de rua. Com ela eu conversava pouco mas uma aliança de ouro grossa deixava claro que se tratava de uma mulher casada.

Nossas reuniões eram cansativas, iam até de madrugada e quase sempre ficava por último eu, o candidato e Hélia que sempre ia para casa de carona com o futuro prefeito. O comentário geral era que o candidato e a secretária se pegavam há anos, mas disfarçavam bem em nome da imagem de bom homem.

Numa quarta-feira, eu fiz a reunião apenas com Helia e mais dois jornalistas. Após traçarmos as metas da semana nos despedimos e todos saíram juntos. Quando vi que Helia estava caminhando para um ponto de ônibus, lhe ofereci uma carona, mas ela disse que morava do outro lado da cidade e que provavelmente não seria caminho da minha casa. Disse que não me importava e diante do frio e chuva fina ela entrou no carro. Não demoramos 30 minutos e eu já estava dentro do estacionamento do condomínio dela. Helia começou a fazer várias perguntas, querendo saber se eu tinha filhos, tempo de profissão, quantos clientes na área de política, se eu era casado, se tinha namorada etc.

Após responder todas as perguntas pacientemente, ela disse que já estava tarde e que ia subir, mas antes disse que me achava muito inteligente mas misterioso ao mesmo tempo e que as mulheres gostavam disso. Me deu um beijo no rosto e saiu do carro.
Na manhã seguinte, Helia me mandou uma mensagem na qualse lia “Bom dia homem misterioso e cheiroso. Não irei na associação hoje, se precisar falar comigo, me ligue. Um beijo”. A semana passou e nossos contatos foram basicamente através de mensagens e as mensagens foram ficando cada vez mais informais, piadinhas de ambos os lados e muita frase de duplo sentido começou a rolar.

Chegamos na semana seguinte e mais uma reunião estava marcada. Desta vez o nosso candidato estava presente mas precisou se ausentar mais cedo e neste dia Helia estava diferente. Ela havia trocado aquela calça jeans e a camisa da associação por uma calça leg preta, salto alto, uma blusa rosa e os cabelos soltos. Uma leve maquiagem mostrava o quanto ela era bonita. O corpo, sensacional, coxas grossas e bem torneadas, bunda média mas dura, seios médios e empinados, uma boca bem desenhada, cabelos e olhos negros compunham o conjunto. Terminamos a reunião e mais uma vez eu ofereci uma carona que foi prontamente aceita. No caminho foi a minha vez de fazer todas as perguntas e Helia respondeu uma por uma. Chegando no estacionamento do condomínio, continuamos a nossa conversa:

Ela: mais alguma pergunta senhor misterioso?

Eu: eu não sou misterioso, respondi tudo que você perguntou na semana passada.

Ela: é, tem razão, mas ficou faltando duas perguntas.

Eu: pois faça.

Ela: que perfume você usa?

Eu: 212 vip man, qual a segunda?

Ela: você beija tão bem quanto apresenta suas campanhas?

Antes que eu respondesse Helia segurou meu rosto com as duas mãos e me beijou. Depois deu outro beijo e saiu do carro, pois seu marido estava mandando mensagens.
Helia saiu do carro e eu fiquei ali parado por cerca de cinco minutos querendo entender o que havia acontecido. Depois, fui embora e voltamos a nos bombardear com novas mensagens, mas desta vez, elas tinham um interesse mais definido: sexo.

Nas semanas seguintes eu e Helia ficamos cada vez mais próximos e todos os dias eu a levava em casa. Mas teve um dia que foi particularmente inesquecível. Helia confessou que seu marido que era doze anos mais velho que ela estava traindo e por isso não a procurava mais na cama. O tom de voz dela era de revolta mas ao mesmo tempo transparecia uma vontade louca de transar. Ficamos umas duas horas e meia conversando no carro que ela sugeriu uma volta pela cidade. A noite estava fria, chovia e mesmo assim saímos sem direção definida.

Quando pegamos a Rodovia do Sol, que liga a Guarapari, Helia ligou o rádio e deitou sua cabeça no meu ombro continuei dirigindo sem rumo até que ela foi direta:

Ela: entra nesse motel. Quero ser sua agora.

Sem pensar duas vezes entrei e escolhemos uma suíte. Seguimos até a garagem mas os amassos começaram ainda dentro do carro. Helia estava linda. Já fazia alguns dias que ela vinha se arrumando para o trabalho. Usava uma saia preta com meias calça fumês, salto e uma blusa de seda branca sem sutiã que mostrava os bicos dos seios rijos. Sua boca me consumia, me buscava meio que afoita. Parecia sedenta, querendo viver tudo naquele momento. Suas mãos percorriam meu corpo por cima do terno até que eu a interrompi e saímos do carro.

Voltamos a nos beijar em frente ao carro. Helia me empurrou para que meu corpo ficasse encostado no capo do carro, abriu o zíper da minha calça, tirou meu pau e sem cerimonias caiu de boca me fazendo ir ao delírio com o calor da sua boca. Ela me chupou, fez movimentos com a mão como se estivesse me masturbando, mordeu a cabeça lambeu de cima até embaixo me levando rapidamente ao primeiro gozo que ela fez questão de sugar e engolir até a última gota.

Entramos e acabamos de nos despir. A silhueta do seu corpo com aquela pouca iluminação era uma bela visão. Me aproximei e começamos a nos beijar, sua boca ainda tinha o gosto do meu gozo. Boca quente, úmida, parecia sair um vapor de dentro dela. Virei seu corpo e a apoiei na parede apenas com as mãos. Tirei sua blusa de seda e depois desabotoei a saia deixando apenas de calcinha branca com rendas e pequenas pedras brilhantes. Sua meia calça era modelo ¾ e com o salto alto era uma linda visão.

Desci com a minha linda pelas suas costas lhe causando arrepios e gemidos, passei pela bunda e ajoelhado no chão fui até a ponta dos seus dedos. Na medida que eu a tocava ela se soltava e mostrava toda sua fome por sexo, afinal de contas já havia alguns meses que o seu marido não a procurava na cama.

Ficamos frente a frente e voltamos a nos beijar. Meus dedos penetraram na sua fenda melada e suas unhas cravaram nas minhas costas. Tornei a me ajoelhar e cai de boca naquela boceta lisa e perfumada. Chupei, mordi o grelinho, enfiei um, dois, três dedos na sua grutinha até que o melado desceu após o primeiro orgasmo.

Fomos para cama mais eu ainda queria chupa-la mais, queria mais aquele gosto na minha boca. Abri suas pernas e cai de boca novamente levando minha parceira a envergar a coluna. Seu corpo se movia como se ela buscasse acelerar o gozo, suas mãos forçavam a minha cara em direção a sua xana e novamente outro orgasmo.

A respiração de Helia estava ofegante e por uns minutos ficamos olhando pro teto até que ela veio e sentou na minha rola deixando-a deslizar facilmente para dentro do seu sexo quente e molhado. Seus movimentos eram intensos, seu corpo tremia e se movia rapidamente em busca de novas sensações. Helia queria apenas matar a sua sede de sexo e para isso estava se entregando totalmente a mim. Outro orgasmo e eu resolvi assumir o comando da festa.

Coloquei-a de quatro, penetrei na sua boceta melada mais uma vez segurando-a pelas ancas. Acelerei as estocadas e lhe dei bons tapas da bunda. Cada tapa um gemido e palavras desconexas. Meu pau entrava e saia fácil e eu pedi seu cuzinho. Ela recuou e disse que não estava acostumada mas eu continuei insistindo. Me ajoelhei por trás dela e cai de boca no seu anelzinho rosado. Ela urrou, me chamou de cachorro pra baixo, afogou o rosto no travesseiro e empinou a bunda, era o sinal que eu precisava.

Passei um óleo em toda extensão do pau já melado, introduzi um dedo, depois outro para ela ir relaxando, até que ela levantou o rosto e ordenou: mete essa pica logo!
Primeiro a cabeça, com calma, carinho e movimentos leves, depois o resto entrou fácil. Seu lado puta se aflorava e ela pedia mais e mais pica, queria apanhar, suplicava por puxões de cabelos e arranhões pelo corpo todo. As estocadas eram cada vez mais fortes e eu anunciei meu gozo com um gemido mais alto.

Jatos de porra explodiram dentro do seu corpo. Eu tremia enquanto gozava dentro daquela mulher espetacular que queria apenas gozar intensamente.




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