"Os mais excitantes contos eróticos"

 

Orgasmos múltiplos


autor: publicitario45
publicado em: 01/10/15
categoria: hetero
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Conheci Mariana há seis anos atrás, ela casada com um empresário na capital do Espirito Santo, dois filhos, 38 anos, corpo bonito com um belo par de pernas, seios siliconados, boca grande, olhos e cabelos castanhos claros, pele branca e eu separado aos 39 anos.

Para variar, nos conhecemos numa sala virtual e no mesmo dia passamos a conversa pro MSN, depois Skype. O que parecia ser fácil e rápido demorou quase seis meses, isso mesmo, eu levei seis meses para conhecer Mariana pessoalmente, mas antes disso, já havíamos trocados fotos, aberto a Cam, mandado mensagens de sacanagem até esgotar o plano da telefonia.

Mariana tinha um amante, o médico do filho dela. Segundo seus relatos foi tesão à primeira vista. Ela bateu o olho no médico com seus 50 anos e melou a calcinha. Precisou disfarçar por conta do marido e do filho durante a consulta. Chegando em casa não se aguentou, correu pro banheiro e se masturbou gozando fartamente durante o banho.

No dia seguinte ela foi ainda mais ousada, ligou pro médico, marcou um horário, foi lá, disse pro cara que tinha saído de lá em chamas e deu pra ele ali mesmo, na mesa do consultório. O doutor, surtou ao ver que Mariana tinha facilidade em ter orgasmos múltiplos.

Quando ela me contou isso quem correu pro banheiro para se masturbar foi eu. Quase enlouqueci com os seus relatos, pois aquela mulher chegava a gozar umas doze vezes antes mesmo da primeira ejaculada do parceiro.

O tempo foi passando e nossas conversas iam apimentando. Um dia marcamos de almoçar no shopping da cidade e na hora de nos despedirmos, no estacionamento, eu não resisti e roubei um beijo. Ela retribuiu mas depois mandou uma mensagem dizendo que não passaríamos daquilo. Respondi dizendo que entendia o lado dela, mas que eu não queria mais aquela sedução virtual, daquele dia em diante seríamos apenas bons amigos.

Três meses depois Mariana me manda uma mensagem dizendo que queria me ver. Eu disse não e ela jogou pesado:

Ela: me encontra no motel Status as 14h. vamos fazer um jogo.

Eu: que jogo?

Ela: um vai se masturbar para o outro, sem toques, apenas vamos nos assistir. Se você conseguir ir até o final sem me tocar, serei sua.
Golpe baixo tem limites e definitivamente ela ultrapassou todos eles. Entrei no carro e me mandei pro motel. Entrei na suíte e Mariana estava deitada, de camisolinha de seda preta com rendas e mais nada além de uma taça de champanhe na mão.

Ela começou a ditar as regras. A suíte era Master e por isso tinha duas camas de casal. Ela se masturbaria na minha frente e eu apenas assistiria e depois seria o inverso, ela assistiria a minha punheta.

Tudo acertado o show dela começou. Suas mãos percorriam seu corpo e ela serpenteava na cama. Passava as mãos nos seios na barriga, descia entre as penas mão não penetrava. Ela me pediu que eu h=jogasse óleo no corpo dela mas sem que eu a tocasse. Simplesmente obedeci. O óleo foi fazendo sua pele brilhar e as mãos percorriam espalhando o liquido por inteiro. O primeiro dedo entrou na boceta e ela começou a gemer. Veio o orgasmo e a cada remexida outros vinham em seguida. Era uma verdadeira sessão de orgasmos e de onde eu estava eu via aquela baba escorrendo de dentro da sua racha. Seus gemidos ecoavam na suíte e meu pau doía, latejava de tanto tesão. Perdi as contas de quantas vezes Mariana gozou, mas o fato é que na cama dela a marca do seu gozo era vista a certa distância. Muita seiva escorreu de dentro daquela mulher que parecia possuída pelos orgasmos.

Chegou a minha vez. Me despi lentamente e ela me fitou com os olhos. Para me provocar, pegou uma cadeira e colocou ao lado da cama que eu estava, sentou e abriu bem as pernas me mostrando aquela boceta que ainda brilhava e escorria o resto do seu gozo.

Já completamente despido, comecei a massagear meu pau, passando as pontas do dedo no meu saco e fazendo pressão na cabeça. Isso me dá uma sensação indescritível, parece uma boca chupando apenas a glande.

Mariana retribuiu o favor e derramou óleo em todo o meu corpo. Minhas mãos continuavam a deslizar pelo meu corpo e ela me olhava, mordendo os cantos dos lábios me deixando ainda mais sedento. Aquele jogo era covardia, pois do meu lado tinha uma mulher que conseguia tudo aquilo que um homem quer, os malditos orgasmos múltiplos.

Continuei me masturbando com os olhos fixados naquele mel que ainda escorria de dentro dela quando comecei a sentir meu corpo esquentar. Arrepios tomavam conta de mim, era meu gozo chegando e fui acelerando os ritmos e sem perceber intensificando os gemidos.

Quando gritei que ia gozar, Mariana pulou da cadeira e caiu de boca no meu pau sugando e bebendo toda porra que jorrava. Se eu antes gemia, agora urrava. Ela chupava, mordia, lambia e me punhetava tudo ao mesmo tempo. Assim que ela sugou a última goza, puxei-a pelos cabelos e trouxe a sua boca de encontro a minha.

Começamos a nos amassar buscando tocar todos os locais possíveis um do outro. Minhas mãos percorriam suas costas, entravam na sua bunda, tocava sua grutinha por trás e para minha surpresa os movimentos de Mariana esfregando seu corpo no meu lhe levou a mais um orgasmo.

Girei meu corpo deixando ela por baixo de mim e vim descendo a boca em direção aos seios onde dediquei um tempo mordendo e lambendo cada um deles. Suas mãos me acariciavam as costas e em outros momentos me arranhavam com certa força. Desci ainda mais em direção ao seu sexo e cai de boca naquela xana completamente molhada. Chupei e suguei aquela fenda até o seu terceiro orgasmo. A esta altura já não nos importávamos mais com os números, apenas queríamos um ao outro.

Deitei do lado dela não acreditando naquilo tudo. Mas a nossa troca de olhar acabou quando Mariana subiu no corpo e se colocou a cavalgar na minha pica. O pau entrou rápido e fácil naquele espaço quente, melado e apertado. Seus movimentos eram sincronizados, seu corpo mexia de um lado pro outro como se fosse uma dança sensual. Mais um orgasmo e suas unhas cravaram no meu peito deixando marcas daquela tarde inesquecível.

Virei seu corpo deixando-a de quatro na beira da cama. Lambi seu cuzinho e sem perguntar se podia forcei a entrada. Primeiro a cabeça depois o resto. Mariana se posicionou de forma que seus dedos a massageasse a vulva enquanto eu a comia por trás. Estocadas fortes, tapas, puxões de cabelos, palavrões, orgasmos até que meu gozo veio forte.

Caímos mais uma vez e Mariana se levantou e foi buscar uma lata de cerveja. Nossas bocas estavam secas, nossos corpos tremiam e a gente não falava nada. Era preciso deixar a respiração voltar ao normal, o coração desacelerar e o cérebro entender tudo aquilo.

Beijos a todos.




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