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Feminista convicta goza e pede


autor: publicitario45
publicado em: 07/10/15
categoria: hetero
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Conheci Melissa por acaso num bar aqui de Vila Velha. Estava tomando um chopp com um amigo meu numa sexta-feira qualquer quando um casal de amigos chegou acompanhado de uma amiga, a Melissa. Nos cumprimentamos, colocamos parte da conversa em dia e eu os convidei para sentar com este meu amigo que fiz questão de apresentar para os demais. Melissa sentou-se de frente pra mim e começamos a conversar animadamente. Ela contou que é artista plástica, mora me Vitoria sozinha, 35 anos e sem pretensão de casar muito menos de ter filho. Uma mulher bonita, se veste bem, antenada mas com dois probleminhas: tem problema de auto estima, pois se acha a mulher mais feia do mundo porque está 4 kg acima do peso ideal e é uma feminista convicta, que acha que homem não serve pra nada, muito menos para trepar.

Quando ela disse isso, o clima a discursão ficou acalorada, pois claro que os homens foram contra e a amiga dela disse que o marido, no caso meu amigo, sabia fazê-la gozar e muito bem. Daí que eu resolvi botar fogo na conversa com apenas duas frases:

- homem que se preocupa com celulite entra na piscina pela escadinha.

- você anda escolhendo mau que tá te comendo.

Pronto! A mulher ficou uma fera e disse que ia embora, pois os jovens são afoitos e querem apenas meter o pau e gozar sem se preocupar com o prazer feminino e que eu, com 45 anos, era machista e sem educação. Ela se levantou e saiu. Todo mundo ficou mudo na mesa, e depois de alguns minutos ela ligou para a amiga dizendo que estava lá fora.

Fiquei chateado com aquilo tudo e fui lá fora pedir desculpas e perdi mais de 40 minutos do meu happy hour tentando convencer a princesa a entrar. Após muita ladainha, ela topou, entramos e combinamos de não falar mais de sexo.

Dias depois, meu amigo me incluiu num grupo do Facebook que ele fez para os amigos irem se conhecendo, pois estava chegando a festa de aniversário dele e a farra ia durar 2 dias no sitio da família. E advinha quem estava no grupo? Ela mesma, a feminista convicta. Trocamos algumas palavras amenas e ela me adicionou no Facebook dela.

Começamos até bem, até que ela resolveu lembrar daquele dia o bar. Disse que tinha ficado chateada porque eu tinha dito que quem a comia não sabia comer. Pedi desculpa mais uma vez mas disse que era aquilo mesmo e que ao contrário do que ela pensava ao meu respeito eu não sou machista e me esforço bem para ver uma mulher gozando.

Continuamos a nossa conversa e eu cai na besteira de contar algumas aventuras sexuais.

Chegou o dia do aniversário do meu amigo e me mandei pro sitio para os dois dias de festa. A maioria era formada por casais casados ou de namorados. Muita gente bacana, churrasco, cerveja, uísque, piscina, sauna e muita música boa ditava o ritmo da festa.

Quando entrei, Melissa fez o favor de me anunciar com todo sarcasmo do mundo – chegou o único homem da terra que se preocupa com o orgasmo feminino - gritou pra a festa toda ouvir. Dei um sorriso amarelo, segui pro meu quarto para guardar as minhas roupas e simplesmente a ignorei, e feministas odeiam ser ignoradas principalmente quando elas estão bêbadas.

Mas Melissa achou pouco e veio atrás de mim, abriu a porta do quarto sem bater e já entrou me provocando:

- ficou chateado com a minha brincadeira? Fui as forras daquele dia no bar. Agora
você está famoso.

Antes que ela continuasse com a conversinha fiada, puxei-a pelo braço, fechei a porta, imprensei o corpo dela contra a parede e comecei a beijar a sua boca com voracidade. Melissa estava de vestido e minhas mãos foram deslizando pelo seu corpo, fazendo o tecido subir e descer. No início ela recuou mas depois foi cedendo. Sua boca me buscava como se estivesse com fome, totalmente sem pudor. Suas mãos deslizavam nas minhas costas e eu simplesmente parei.

- o que é isso, você ficou louco?

- você gostou Melissa. É por isso que você me provoca. Você tá querendo ser bem comida desde a semana passada. Se quiser continuar a brincadeira, passa aqui a noite, caso contrario, fica ente nós dois o que rolou aqui.

Melissa jogou o resto da cerveja na minha cara e saiu furiosa. Entrei no banheiro, tomei uma ducha rápida, troquei de roupa, borrifei um perfume e fui pro churrasco. Chegando lá Melissa estava conversando com três amigas e pelo olhar de repudio delas pra mim, eu era o assunto principal. Me juntei aos rapazes e fomos falar de assuntos que os homens adoram: carro, mulher e futebol.

Passamos o da bebendo e de longe eu ficava observando Melissa de biquíni na piscina. Ela era ruiva, cabelos curtos, olhos azuis e pele muito branca, seios grandes, pernas grossas e bunda apetitosa. Estava sim acima do peso mas isso passava desapercebido diante da sua beleza. Acho que só ela não tinha noção de quanto era bonita.
No final do dia, estava sentado sozinho numa rede e ela se aproximou desta vez mais calma, mas já bem chapadinha de champagne. Conversamos amigavelmente e uma das amigas veio saber se estava tudo bem e antes que ela respondesse passei a sua frente e disse que sim, que caso eu fosse ataca-la ela gritaria. Melissa riu mas a amiga dela saiu meio furiosa.

A noite chegou e boa parte da casa estava dormindo devido ao churrasco e a bebedeira do dia. Eu resolvi deitar no meu quarto e por lá fiquei. Quando deu 22h, Melissa bateu na porta do meu quarto mas me mantive em silencio. Me levantei e fiquei perto da porta ouvindo ela chamar pelo meu nome. Quando ela abriu a porta repeti a cena da manhã e a puxei com violência de novo para dentro do quarto e mais um beijo roubado. Desta vez ela não reagiu, deixou ser beijada e me chamou de machista tarado. Depois saiu rindo, dizendo que eu jamais conseguiria com ela algo além do beijo, pois ela estava atrás de um “homem que a comesse de verdade” lembrando a minha celebre frase da semana anterior.

Lá pelas 23h começaram a tocar um violão na beira da piscina e eu desci, pois iriamos cantar parabéns pro meu amigo de escola. Desci e tomei um susto ao ver Melissa de vestido preto, salto médio, cabelos curtos e molhados. Ela estava linda, sensual e o melhor de tudo, sem ser vulgar.

Sentei perto de uns amigos e ficamos ali, cantando, rindo, contando casos da juventude e Melissa sempre me provocando. Após os parabéns, me despedi das pessoas pois teria que viajar de volta na manhã seguinte, pois tinha um compromisso aqui em Vila Velha. Subi direto pro meu quarto, troquei de roupa, coloquei o iPhone para tocar uma musica e fui tomar um banho quente para dormir melhor.
Ao sair do banheiro, dei de cara com Melissa sentada na minha cama. Já passava das 3h da manhã e eu disse a ela que estava tarde e que as nossas brigas já haviam perdido a graça. Melissa se levantou, soltou o vestido e ficou completamente nua na minha frente. No seu corpo apenas o salto e um par de brincos. Ela caminhou em minha direção e me beijou lentamente.

Retribui o beijo e começamos a nos acariciar. Suas mãos buscavam cada pedaço do meu corpo enquanto as minhas deslizavam sobre a sua pele lisa e delicada. O toque dos meus dedos causava-lhe arrepios, gemidos e sussurros. Melissa ainda me provocava dizendo que eu não conseguiria faze-la gozar. Coloquei me dedo indicador na sua boca lhe pedindo silencio e cai de boca nos seus mamilos, sugando cada um dos bicos demoradamente. Circulei cada um deles com a ponta da língua enquanto minha mão passeava pelo seu corpo. Deitei seu corpo numa poltrona e abri levemente suas pernas. Beijei seus dedos dos pés um por um. Lambia suas panturrilhas, mordi suas coxas internamente ate cair de boca na sua xana molhada. Melissa se abriu ainda mais e forçou minha cabeça contra o seu sexo começando a rebolar na minha boca em busca da melhor posição para ser chupada.

Grudei minha boca naquela xana como se fosse uma ventosa e onde seu corpo ia minha boca ia junto sugando seu sexo. Melissa gemeu mais alto e gozou com voracidade.

Nossos amigos gritaram lá de fora e ela sequer se incomodou e continuou gemendo e gritando, pedia mais, pedia para eu meter os dedos na sua boceta ensopada e assim eu fiz. Enfiei todos os dedos e fiquei penetrando enquanto eu a chupava. Levantei e coloquei meu pau pra fora e mandei que ela chupasse. Ela, uma feminista convicta, pediu que eu batesse na sua cara com a minha pica. Dei-lhe uma surra de pau no rosto e ia alternando entre meter o pau na boca dela e esfrega-lo no seu rosto.

Olhei no relógio e já eram quase 4h da manhã. Parei tudo, olhei pra ela deiatada de pernas abertas e perguntei:

- Gozou Melissa?

- sim, várias vezes. Agora quero seu pau aqui dentro.

- não. Pode sair. Só queria te mostrar que você tinha razão. O homem que sabe fazer as mulheres gozar realmente tinha chegado a festa.

Melissa não acreditava no que via. Achou que era uma brincadeira mas eu falava serio. Ela se levantou, me chamou de cachorro pra baixo e saiu do quarto enrolada numa toalha com o vestido e as sandálias nas mãos.

Quando deu 6h da manha, todos estavam dormindo. Levantei, tomei um café rapidamente e sai. Quando cheguei no meu carro havia um bilhete que se lia:

Adorei gozar na sua boca. Quero você inteiro, me liga, Melissa.

Uma semana depois liguei pra Melissa para me desculpar pela brincadeira. Ela riu da situação e marcamos um jantar. Mas sobre isso a gente conversa outro dia.






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