"Os mais excitantes contos eróticos"

 

Luciana e seu biquíni verde (2)


autor: professor0987
publicado em: 10/10/15
categoria: hetero
leituras: 6227
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Desde o dia da trepada cinematográfica no laboratório [leia o conto anterior!], Luciana e eu passamos a conversar um pouco mais. Na escola, apenas conversas banais. Eu nunca passei meu número de telefone/whatsapp pra ela e, sendo assim, trocávamos mensagens via email, que foi a forma que ela mesma encontrou para chamar minha atenção da primeira vez. Ela ia para a praia quase todo fim de semana, e enquanto postava uma sempre uma foto “amena” no facebook, eu recebia uma dúzia de fotos pervertidas no meu email. Luciana era muito ousada, e adorava se fotografar e ser fotografada, até porque estava satisfeita com os resultados obtidos na academia.

Luciana pedia para irmã fotografar ela de costas, com o mesmo biquíni verde que me fez perder a cabeça. Em outras fotos, ao estilo selfie, ela aparecia puxando o biquíni para o lado, mostrando o peito e por vezes até a boceta, com a praia no fundo. Ela sempre dizia que se eu não compartilhasse com ninguém, continuaria a receber mais fotos. Eu nunca iria compartilhar, mesmo se ela não pedisse. As vezes, ela escrevia pequenos textos no email, alguns em tons de confissão. Ela admitia que adorava dar a bundinha, mas não fazia ideia do quanto até aquele dia no laboratório. E dizia que havia ficado muito feliz em me conhecer melhor, que eu tinha a pegada que os outros caras, mais novos, não tinham. Em um dos últimos emails, confessou que se sentia segura em experimentar coisas novas comigo, e perguntava se eu sentia o mesmo. Isso fazia minha imaginação ir até a lua.

Há algumas semanas procurávamos um jeito de repetir a dose da primeira vez, mas nunca dava certo. O laboratório agora estava em reforma, e mesmo as salas mais afastadas não pareciam seguras para aquilo que queríamos fazer. Ela me provocava sempre que podia, durante as aulas, mas não passava disso. Percebi que não conseguiríamos matar nosso desejo na escola, então propus que passássemos um dia no motel, ao invés de vir pra aula. Ela adorou a ideia e perguntou se não poderia ser uma suíte com piscina. Eu disse que poderia, e que ela merecia, depois de ter me feito tão feliz com quase uma centena de fotos deliciosas.

Marcamos para uma quinta-feira a tarde, no que seria o horário da aula. No dia anterior ela enviou uma foto, sentada na cama, com um vestido preto levantado até a cintura pela mão esquerda, enquanto a mão direita puxava a boceta entreaberta. O texto dizia: será que amanhã ela vai ganhar a sua atenção? Foi só nesse momento que eu me dei conta de que ainda não havia comido sua boceta. Eu entrei na brincadeira e enviei como resposta a icônica foto do biquíni verde engolindo de lacinho adornando sua bunda na praia. Ela respondeu dizendo que ia chegar mais cedo no motel, e que era pra eu entrar sem bater.

Aquela conversa me deixou ainda mais excitado, e eu resolvi comprar um presente e fazer uma surpresa para Luciana. Eu queria testá-la, já que ela havia dito que se sentia segura comigo. Ela estava mexendo demais com minhas fantasias. Eu queria ver até onde ela iria, se era apenas papo pra me manter interessado. Ao mesmo tempo, tinha que ser um presente que desse prazer pra ela, pois eu pensava em retribuir todo o prazer que ela me proporcionava.

Chegou o dia, e eu fiz como ela indicou: entrei no quarto do motel sem bater. A suíte era ampla. Eu tinha vista apenas pelas fotos quando escolhi e fiz a reserva. Estava tudo silencioso e eu não vi Luciana até percorrer toda a extensão do quarto e chegar na entrada do cômodo com a piscina, no fim de um pequeno corredor. Ela estava lá, de óculos escuros, o teto solar retraído, tomando banho de sol em seu biquíni verde, de lacinho, o mesmo da foto bendita e de tantas outras. Ela não disse nada quando notou minha presença, apenas levantou a cabeça pra me olhar e sorriu. Puxou o biquíni levemente para cima e ajeitou os lacinhos.

Eu cheguei bem perto, sem dizer nada, dei um beijo na sua bunda e depois beijei sua boca. Eu já havia comido o cu de Luciana, mas nunca havia beijado a sua boca. Ela gostou do beijo, mordia meus lábios e pediu para eu tirar minha roupa.

- Você está muito gato, professor. Mas está com muita roupa!

Eu tirei tudo e entrei na piscina. Ela estava em uma cadeira tipo essas de praia, mas veio para a borda, mais perto de onde eu estava, e deitou novamente para pegar sol. Ficou me olhando, e eu fiquei admirando aquele monumento enquanto pensava nas posições em que iria come-la. Era uma situação de uma tensão leve e deliciosa, e ela não parecia nem um pouco desconfortável, pelo contrário: fazia cara de quem está numa situação normal, pra disfarçar. Esse silêncio durou alguns minutos. Deu tempo de pensar no presente que havia trazido e um frio percorreu minha espinha. Sabia que era algo arriscado, mas estava disposto e tentar.

- Vem cá - disse Luciana, com a voz manhosa que eu já conhecia, interrompendo minhas divagações. - Quero mais beijo.

Nadei até perto da borda da piscina e voltamos a nos beijar. Ela gostava de morder, mordia minha boca, queixo e orelha. Na trepada do laboratório ela havia se mostrado passiva e de poucas palavras durante a foda. Mas acho que esse não era seu estilo, pois ali, no motel, sem risco de sermos flagrados, ela aproveitava os intervalos entre um beijo e outro para falar no meu ouvido.

- Conta pra mim, diz que você bate punheta pra mim vendo as fotos que eu mando...

Eu negava, e ela dizia que estava mentindo. E estava mesmo.

- Diz que você vai comer minha bocetinha hoje, por favor. Ela está com ciúmes...

Eu dizia que não, que ia comer só o cuzinho.

- Eu ainda não chupei seu pau, professor. Você vai ficar maluco quando eu chupar, vai querer gozar rapidinho.

Fiz um esforço e, ainda na piscina, ergui meu corpo e deixei meu pau na altura da boca dela. Ela rapidamente colocou na boca, nem precisou usar as mãos. Primeiro foi até a metade, depois ficou chupando a cabeça e punhetando. Voltou a colocar na boca. Entrou quase tudo, e Luciana ainda esticava a língua para tentar lamber meu saco. Era impressionante o nível de conhecimento daquela menina, eu mesmo não acreditaria se não estivesse sentindo aquilo tudo na minha própria pele.

Mas a posição não era das mais confortáveis. Saí da piscina, peguei na mão dela e a levei até uma cadeira horizontal longa, parecia essas cadeiras de consultório psiquiátrico, ainda perto da piscina, onde me sentei confortavelmente e ela pode voltar a chupar meu pau. Primeiro ela se ajoelhou no chão. Logo depois, sem tirar meu pau da boca, ficou de quatro na cadeira. Eu relaxei e aproveitei o boquete maravilhoso que ela fazia. Não conseguia engolir tudo, mas se esforçava bastante tentando. Deixava a baba escorrer da sua boca, e utilizava isso para punhetar melhor, alternando o ritmo. Por vezes me olhava, tirava o pau da boca e pedia para ser beijada.

- Por favor, come minha boceta. Quero dar a boceta professor, gozo toda noite pensando no seu pau dentro dela.

Não consegui responder direito, mas acenava que não com a cabeça.

- Seu cu. Eu quero... seu... cu.

- Eu dou, você sabe que eu dou. Mas come minha boceta primeiro!

Entre o boquete e suas frases safadas, perdi a noção do tempo. Quando a recuperei, comecei a reparar que ela fazia movimentos circulares com a bunda enquanto me chupava. Era como se estivesse rebolando em outro pau, um pau imaginário. Puxei o lacinho e o biquíni verde caiu. Fácil assim. Além de lindo, o biquíni era prático.

Coloquei um dedo na sua boca. Pela cara que fez, tenho certeza que percebeu minha intenção. Passou a chupar e lamber meu dedo. Com o dedo lubrificado, comecei a acariciar seu cuzinho, e ela tornou a mexer a bunda, agora para frente e para trás. Dizia que estava gostoso, e eu respondia para ela não tirar a boca do meu pau. Eu já estava fazendo força para segurar o gozo. Achei que era hora de entregar o presente.

- Luciana, tenho um presente pra você.

Ela parou de chupar, mas não de punhetar, e abriu um sorriso.

- Presente? Como assim? O que é?

Levantei e fui buscar. Voltei com uma caixinha fechada e bem embrulhada, do tamanho de uma caneca, com um lacinho na ponta. Ela abriu e não escondeu a feição de surpresa quando percebeu o que era: um plug anal de vidro rosado, com algo que lembra uma joia na base. A parte que deveria entrar no cu não era muito grande, mas também não era pequena. Meu objetivo não era machuca-la, mas a proposta tinha que conter certo desafio.

- É lindo! Eu nunca tinha visto, só na internet. Ela continuava me punhetando com uma das mãos, e eu estava adorando a situação. Fiquei feliz com a reação positiva dela.

- Se isso estiver no meu cu, você não vai ter outra opção a não ser comer minha boceta.

E foi assim que Luciana virou o jogo. De um segundo para o outro. Eu achei que estava no comando, mas ela soube utilizar o presente a seu favor. Méritos dela, reconheço.

- Coloca pra mim? Mas devagarinho, porque é meio grande...

Eu queria inverter o jogo novamente. Queria voltar a dominar. Afinal, essa era uma das intenções de ter comprado o presente. Era eu quem tentava propor o jogo. Então peguei o plug e coloquei na sua boca, ao mesmo tempo que enfiei de uma só vez dois dedos no seu cu. Ela deu um grito que saiu abafado pelas bordas plug. “Estou abrindo caminho”, justifiquei. Ela assentiu com a cabeça concordando, mas o seu olhar continha, pela primeira vez, uma ponta de desespero. Tirei o plug de sua boca e coloquei devagar no cuzinho. Brinquei com ele por tempo, colocando só a pontinha e vendo seu cu abrir e fechar. Aquela cena era de enlouquecer.

Ela tentava me chupar, mas eu fui mudando de posição. Luciana ainda procurava meu pau com a mão, não queria largar, até que eu me posicionei atrás dela. Quando estava de pé, andando pela escola, a bunda de Luciana era inacreditável. De quatro, suada e com o cu piscando, era um monumento.

Segurei firme o plug e puxei sua barriga de encontro ao brinquedo, lembrando a forma com que comi seu cu no laboratório. Luciana, acho que só pra tentar mostrar que era ela quem estava no comando, tirou minha mão da barriga e começou a empurrar seu corpo contra o objeto.

- Você não quer dar a boceta, gostosa? Só vou comer ela quando isso estiver no fundo do teu cu.

Eu deixei o plug parado no ar, mas alto demais, de propósito. Ela empinava a bunda mas seu cu apenas encostava na pontinha do brinquedo. Ela riu.

- Tá muito alto, não consigo!

Baixei bem pouco, segurava pela base, balançando pra provocar.

- Vai, levanta essa bunda, você consegue, eu sei que consegue.

Ela rebolava tentando e pedia pra baixar. Até que decidi deixar na altura ideal, e ela se encarregou de encaixar no cu e fazer força, até que o objeto entrou. Eu fiquei em êxtase, e assim que ela engoliu o plug com o cu, eu enfiei, finalmente, meu pau na sua boceta. Estava encharcada.

- Ou você é muito puta, ou está se esforçando bastante pra me fazer feliz.

Ela não conseguiu responder, estava respirando de maneira ofegante e apenas gemia, alternando expressões de dor e de prazer.

- O que você acha? – ela perguntou, sem virar a cabeça.
- Não sei, eu não te conheço tão bem assim.
- Parece que eu tô fazendo esforço pra ser safada?
- Safada não. Eu conheço meninas safadas. Você é puta.
- Parece que eu tô fazendo esforço pra ser puta?
- Não, parece um dom.

Quando respondi, ela gemeu ainda mais alto e começou a gozar. Ela gozava de forma intensa. Suas pernas e seus braços tremiam. Virou o corpo e meu pau saiu da sua boceta. Ela teve a mesma reação da primeira trepada. Se contorcia, passava a mão no corpo, entrava em outra órbita e esquecia do mundo. Eu me sentia um pouco usado, pois ela simplesmente ignorava minha existência enquanto gozava, e isso já durava uns 30 segundos, talvez mais.

Essa sensação me levou a reagir: virei ela de lado, apoiando sua coxa numa almofada, e voltei a meter na boceta, mesmo com ela ainda se contorcendo e de olhos fechados. Meti forte e rápido, fazendo a cadeira se mover do lugar. Achei que fosse quebrar, mas continuei metendo.

Com voz de cansada, Luciana pediu para que eu tirasse o plug de seu cu. Eu tirei até a metade, parei, e voltei a enfiar tudo. No mesmo segundo, passei a meter meu pau na sua boceta de um jeito firme, mas não muito rápido, olhando nos olhos dela. Enfiava tudo e tirava. Ela voltou a gozar e estremecer. Tirei o pau e gozei como poucas vezes havia gozado. A porra voou longe, atingindo sua coxa, bunda, barriga, seios e pescoço. Retirei o plug. Ela estava sorrindo de olhos fechados. Deitei do seu lado para me recuperar.

Fiquei com o rosto de frente pro dela. Nossa respiração foi voltando ao normal depois de alguns minutos.

- Posso te falar um coisa? – Luciana perguntou e me beijou. - Gostei muito de sentir os dois buracos preenchidos. Acho que vou ficar mal acostumada.
- Deu vontade de dar pra dois caras, é isso?
- Sempre tive. Agora a vontade só cresceu.
- Criei um monstro!
- Não professor – ela disse – lambendo e mordiscando meu peito, descendo bem devagar na direção do meu pau. - Você criou uma puta...

* Conto baseado em história real. Os nomes foram trocados.




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