"Os mais excitantes contos eróticos"

 

Doeu mas foi gostoso


autor: Sabrina Costa
publicado em: 23/02/15
categoria: virgindade
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Só pra lembrar...sou uma baixinha de 1,60 m, moreninha clara, coxas grossas, olhos e cabelos pretos compridos até no meio das costas, adoro meu cabelo que é liso até bem abaixo dos ombros e depois forma grandes cachos nas pontas, eu uso uma franjinha de lado pra sensualizar, meus peitinhos são pequenos, macios e com mamilos cor de rosa, minha barriguinha não é muito chapadinha não, tem umas dobrinhas delicadas, acho que estou gordinha, mas mesmo assim tenho cintura fina e bunda grande, visto 38, e na rua chamo atenção das pessoas.

Namorei escondido dos meus pais um rapaz dos meus 13 anos até completar 15, era louca por ele, Luiz o seu nome, como eu o amava, desejava, ele nem era bonito, era um magrelo, branquinho de estatura mediana, mas tinha uma pegada!!... que delícia era o beijo dele, como me chupava gosto o pescoço enquanto me masturbava dentro de seu carro, realmente me deixava louca de tesão, isso acontecia durante as fugidinhas que dava da escola.

Conforme o tempo de namoro foi passando, nossas intimidades também foram evoluindo, mas não passavam de masturbações que ele fazia em mim e boquetes que eu fazia nele dentro do seu carro estacionado debaixo das árvores no caminho da rádio que tinha perto da minha escola.

Em uma dessas tardes de muito tesão, Luiz me propôs uma ida ao motel, nessa hora fiquei assustada, tivemos uma discussão acalorada com suas tentativas de me convencer a ir com ele pra um motel, afinal eu tinha 15 anos, temia por entrar no recinto, temia por ser descoberta pelos meus pais, enfim, temia por não estar pronta pra transar pela primeira vez, tinha muito medo de engravidar e tudo mais, embora eu já estivesse louquinha de vontade de senti-lo metendo sua rola grossa dentro de mim.

Ele me disse que a gente só ia ficar no “rala e rola”, que nós só iríamos pro motel pra ficar mais a vontade, tirar as roupas,que morria de vontade de me ver toda nua, que ia me dar o tão prometido banho de língua e que eu até sonhava de tanta vontade de receber, mas que dentro do carro, jamais deixei, com medo de ser pega por alguém que por ventura passasse por ali bem na hora, aí eu num deixava, mas morria de vontade de sentir a língua dele na minha xoxota.

Depois de conversarmos muito a respeito do motel, fui convencida e marcamos pra próxima sexta-feira e durante a semana avisei minha colega Cláudia, uma companheira diária de caminho de escola, disse a ela que não iria na escola na sexta e que se minha mãe a visse sem mim e perguntasse qualquer coisa, que ela respondesse que eu já estava a caminho de casa, que tinha me atrasado por causa do voleibol pois era jogadora no time da escola.

Na sexta-feira fomos para o motel como havíamos combinado, no caminho paramos na primeira farmácia pra comprar camisinhas e gel lubrificante, fiquei meio bolada com a compra do gel, mas ele me disse que ia ser gostoso pra “botar nas coxas”.

Quando chegamos ao motel, saí do carro fui logo subindo as escadas, com uma curiosidade enorme de ver como era a suíte enquanto ele cuidava de fechar o carro e portão da garagem até que a suíte era bem bonitinha, tinha uma cama redonda enorme, e espelhos no teto e nas paredes da frente e da cabeceira da cama, e um banheiro com sauna e hidromassagem.

Ele chegou ligou o som, tirei meu tênis, subi em cima da cama e pulei bastante, foi muito divertido e um jeito de tentar extravasar um nervosismo que insistia em me perturbar.

Até que ele também tirou seu tênis e subiu na cama, acabando com a minha brincadeira e com seu jeito de moleque safado, me segurou pela cintura, me abraçou começamos a nos agarrar e nos beijar ardentemente, fomos arrancando toda a roupa um do outro.

Então ele começou a me chupar pelo pescoço, desceu com a boca até meus seios chupando e alisando com voracidade, ao mesmo tempo, que friccionava suavemente seu pau na minha bocetinha, agora pele na pele, coisa que eu nunca tinha sentido antes, o tesão me invadia e a minha perereca ainda virgem pulsava como nunca.

Ele também estava com muito tesão, seu pau estava duro demais, e eu o punhetava com carinho, daí ele me pediu pra chupar, ele amava meu boquete, e tentava fazer cada vez melhor explorando seu corpo com minhas mãos e boca, além disso, passei muito tempo procurando coisas na net pra virar uma expert na arte da felação!! amava vê-lo desesperado gozando na minha boca, então nos deitamos.

Sentei em cima do meu namorado e comecei a rebolar, minha xerequinha estava tão molhada que seu pau deslizava gostoso entre os grande lábios esfregando gostoso meu grelinho no pau dele, depois fui beijando o corpo magrelo dele até chegar no pau, ele não aguentava mais e me segurou pelos cabelos me conduzindo até sua rola, então dei aquela mamada gostosa até ele começar a gemer alto, estremecer as pernas e jorrar leitinho na minha boca, uma parte eu vi saindo a outra sumiu...ele gozando me tirava do sério.

Depois que ele gozou, disse que estava na hora do meu banho de língua, fiquei excitada, aí ele me deitou na cama de barriga pra cima e começou a beijar e acariciar meu corpo todo, foi descendo pela minha barriguinha até chupar na parte interna das coxas, bem perto da virilha, quando ele fez isso entesei de um tal jeito, minha vontade era de empurrá-lo logo pra me chupar a xereca, sua boca tão macia, gostosa me chupando até chegar na prexequinha.

Aí ele foi lambendo por fora da fenda e empurrando a língua até alcançar o grelinho inundado pelo meu meladinho, depois chupou tudo,chupou muito, chupou gostoso demais, me descontrolei completamente até gozar como louca na boca dele.

Saímos da cama e fomos pra hidro, lá ficamos um tempão só nos curtindo, namorando, beijando muito, foi delicioso, estávamos enlouquecidos de tesão outra vez, meu namorado me colocou sentada nele de costas, com suas mãos livres ele massageou delicadamente meus seios e falava coisas aos meus ouvidos.

Sua pica muito dura estava deslizando minha xota virgem até encaixar na portinha, ficamos meio desorientados nessa hora, nossos primeiros impulsos foram: ele forçar pra entrar, eu empinar a bunda e arreganhar ainda mais as pernas debaixo d’água pra deixar o pau dele me penetrar, foi um momento em que o tesão nos dominou, eu queria ser invadida pelo pau delicioso dele, ele queria ocupar minha frestinha invicta a todo custo, estava morrendo de tesão.

Nossos movimentos se intensificaram, e por sorte num sei, nossos corpos se desequilibraram dentro da água e saímos do encaixe alucinante, foi bom!! Eu ia perder a virgindade num impulso voluptuoso e impensado, ainda tinha tantos medos!! E na hora me deu um lance lá que levantei da hidro rapidamente, ele ficou todo chateado comigo, porque eu desisti de deixá-lo romper meu hímem.

Me sequei, fui pra cama e deitei, ele foi atrás tentando, pedindo, insistindo pra eu deixar, mas não, não deixei, fui firme, mesmo morrendo de vontade, antes de chegarmos lá tínhamos conversado muito sobre oque íamos fazer lá, minha ideia era só ficar nas preliminares e no sexo oral, só isso, e ele já estava querendo me foder, e me tirar a virgindade.

Foi quando lembrei de minha amiga Francine que me disse que tinha feito anal pra não perder a virgindade, ela disse que tinha doído muito, mas que adorou depois, então mesmo com medo fiz a proposta por meu namoradinho lindo que já estava ficando tristinho.

Ele topou na hora, deitei de bruços na cama, ele pegou o gel e começou e enfiar com o dedo o gel pra dentro no meu anelzinho, ficou enfiando o dedo um tempão, eu estava sentindo um tesão diferente, minha xoxotinha além de latejar tinha esquentado,de um jeito muito gostoso, quanto mais ele enfiava o dedo mais vontade eu tinha de receber a dedada dele dentro do cuzinho.

Finalmente ele já enlouquecido de tesão resolveu passar gel na sua rola muito dura e se deitou por cima de mim, ele me beijava o cangote e sussurrava coisas gostosas nos meus ouvidos, seu tesão era intenso, e o meu era coisa de louco.

Então começou a forçar seu pau no meu cuzinho, estava muito escorregadio de tanto gel, ele segurou firme pra forçar a entrada, eu de bruços empinei a bunda, ele gemia, eu também, ele foi forçando aos poucos, eu comecei a esfregar meu grelo com a mão por baixo de mim, sentia dor e prazer, mas reclamava, gemia e pedi pra ele parar um pouco, eu respirava ofegante e ele voltava a empurrar, e foi fazendo assim, quando senti meu cu cedendo e a cabeça do pau dele invadindo meu cu gritei, mas friccionei com mais intensidade meu grelo.

Meu cuzinho ardido e dolorido por algum tempo resistiu ao pau dele e tentou expulsá-lo, além da forte dor senti uma vontadezinha estranha atrás na minha bunda, me deu vontade de parar, mesmo morrendo de tesão, me mexi debaixo dele tentando sair da posição, fiquei com medo, mas ele me segurou firme e abriu minhas pernas com seu joelho, me prendendo e não me deixou escapar, nem desistir do que já tínhamos começado, afinal a cabeça já estava dentro.

Ele parou de novo, eu estava quase gozando e ele também, só por ter a cabeça dentro do meu botãozinho, então ele precisou dar uma paradinha, mas nessa hora meu corpo o absorveu, e aceitou o invasor grosso e duro, como doeu nessa hora, mas seu pau foi entrando bem devagar, e a dor se transformou em um prazer infinito, e eu não estava mais aguentando de prazer sentido o pau dele todinho dentro do meu anelzinho e minhas esfregadinhas no grelo foram tão intensas que gozei gostoso demais, uma loucura.

Assim que gozei deliciosamente com as poucas bombadas que recebi, ele alucinado começou a se contorcer e perder os controles de seu corpo, sua respiração ficou ofegante, gemeu alto e gozou como um louco derramando seu leitinho quente dentro do meu cuzinho. Foi maravilhoso.

Foi uma tarde perfeita com ele no motel, esquecemos até das camisinhas!! gozamos gostoso algumas vezes e o enquanto pudemos, eu amava meu namorado e depois daquele dia nossa cumplicidade aumentou ainda mais.

Tivemos muitas outras tardes deliciosas como aquela, sempre com muito tesão, oral e anal.




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