"Os mais excitantes contos eróticos"

 

Adri vira garota de programa


autor: brascubas72
publicado em: 23/10/15
categoria: hetero
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Este caso veio acontecendo aos poucos mas nunca imaginei que pudesse mesmo chegar ao ponto a que chegou, mesmo em minhas fantasias. A Adri é uma ninfetinha aqui na empresa, 21-22 anos e está conosco desde os 17. Trabalhava no almoxarifado e eu a via apenas quando buscava papel ou tôner para a minha impressora, mas sempre aproveitava para fazer um gracejo sobre sua baixa estatura, seus lindos olhos verdes ou seus longos cabelos loiros. Ela sempre ria. Há cerca de um ano, abriu uma vaga no setor de compras, onde sou diretor. O gerente do almoxarifado soube da vaga e recomendou a Adri, que estava começando faculdade de Comércio Exterior e tinha interesse. Aprovada previamente pelo RH, eu a entrevistei. Ela ficou emocionada e muito agradecida pela oportunidade. "Ah, seu Pedro", ela me disse, "eu daria qualquer coisa para poder trabalhar na sua equipe". Fiz um gracejo em inglês (exigência da vaga) e ela soube responder, com alguma timidez. "Are you willing to give it your all?", perguntei. "Está disposta a dar tudo de si?". "Anything, anything", respondeu, rindo nervosa. "Qualquer coisa, qualquer coisa." Já pensei bobagem (sobre dar tudo) mas ela tinha as qualificações mínimas, o RH incentivava promoções internas e ela teria um aumento. Era bom para todos. Entrevista completa, promoção encaminhada, em poucos dias a Adri veio para nosso setor.

Ela logo enturmou-se com o grupo e cativou a todos com seu bom humor e simpatia. Até por isso fiquei surpreso quando um dia chegou tensa ao meu escritório, pedindo aumento pois não ia conseguir matricular-se na faculdade. Ouvi seu drama, que envolvia dívidas, doenças e parentes, mas nada podia fazer. "Desculpe, Adri, a empresa tem um plano de carreira bem definido, em apenas três meses não posso conceder aumento. Você recém foi promovida. Não posso sequer conceder horas extras, pois o trabalho está em dia – e nada de corpo mole, hem." Ela chorou mais um pouco, mas recompôs-se, disse que continuaria “dando tudo” (sempre penso bobagem quando ouço isso) e agradeceu por meu tempo em ouvi-la.

Não se falou mais nisso por um bom tempo. Continuava sorridente, agora até com roupas mais caras e ousadas. "Preferiu comprar roupa no cartão a pagar a faculdade, eis a origem da dívida", pensei. Todas as manhãs, cumprimentava-me com alegria ao passar por minha sala. "Bom dia, seu Pedro", dizia em calças justas, blusas decotadas, tecidos diáfanos e cabelo agora curtinho, na altura dos ombros.

Certa vez, passei na sala dos compradores, que debatiam animadamente – vejam só – sobre garotas de programa. “O senhor acredita, seu Pedro”, ela me perguntou, incluindo-me na conversa, “que uma guria chega a pedir R$200 para fazer um programa?” Procurei dar uma resposta técnica, que envolvesse nosso trabalho: “Acredito. Qualquer um pede o que quiser pelo que oferece. Não acredito é que haja quem pague. Assim como nós, em Compras, nunca podemos aceitar o primeiro preço.” Dirigindo-me ao grupo, pedi que mantivessem o foco no trabalho e fui para meu escritório. Mas quem disse que eu me concentrava? Como nunca precisei pagar por sexo, não tinha ideia de valores. Contrariando minha própria instrução, perdi o foco e fui para o Google: “garotas de programa”, “acompanhantes” e “putinhas” foram algumas pesquisas que fiz. Logo notei que, onde morava, os tais R$200 estavam altos, em geral o valor de free-lancers sem endereço fixo, e que havia “clínicas” que atendiam por muito menos, dependendo de tempo, local e preferências. Fiquei com algum tesão vendo as muitas fotos dos “produtos” mas procurei esquecer o assunto e voltar a trabalhar.

Naquele mesmo dia, eu fiquei até mais tarde para revisar alguns relatórios. Quando saía, Adri passou por minha sala e provocou: “vai fazer hora extra, seu Pedro?” Fazer o quê, respondi, Diretor não tem horário. Já era hábito: não conseguia sair uma hora mais cedo na sexta-feira como os funcionários nas áreas de apoio. (Fazíamos 9 horas diárias de segunda a quinta e 8 na sexta.) “Ah, pois é”, disse ela, “mas sabe que nem é vantagem sair cedo pois a faculdade começa no mesmo horário e eu passo essa hora sem fazer grandes coisas.” Fiquei contente que tivesse retomado os estudos. Ela explicou que uma tia ajudou a pagar suas dívidas no cartão e que agora só estava devendo para a tia. Que ainda estava pensando como ganhar um dinheirinho extra. Que, afinal, entre trabalho e faculdade o único tempo livre que tinha era aquela horinha. “E hoje me dás a honra de gastar essa horinha comigo,” brinquei, como sempre. Ela não falou nada, ficou ali parada, de pé, na minha frente. Como era “casual Friday”, vestia um jeans desbotado, bem justo, e uma camiseta básica, branca, low-neck, curtinha que dava para ver um fiozinho de uma cintura bem definida, sarada até. Parei não sei por quanto tempo, olhando para aquela barriguinha. Ela cruzou a perna direita sobre a esquerda e apertou, parecia que seus lábios iam rasgar o jeans clarinho, sua rachinha ficou bem nítida. Tive vontade de apalpar. Em vez disso, recompus-me e olhei-lhe no rosto, sério: “Não te esquece de bater o ponto, Adri.” Seu rosto iluminou-se em um sorriso, seus olhos brilharam, ela quase deu risada. “Já bati, seu Pedro”, disse ela mostrando o recibo do relógio.

Larguei minha caneta sobre a mesa e fitei-a, mudo. Aquela menina estava dando mole, mas eu não queria envolvimento com ninguém da minha própria equipe. Tentei lembrar por que nunca a comi no almoxarifado. Antes que lembrasse, ela sentou-se. “Posso sentar?” Já tinha sentado. “Seu Pedro, sobre negociações. Não é apenas questão de regatear o preço mas também tem que buscar outras vantagens e economias, não é mesmo? Tipo, se o produto já pode seguir embalado direto para a linha de produção ou se precisa montar lotes, se chega com menos danos, se o custo de frete é menor etc”

“Sim, tudo tem custo. Precisamos pensar no custo final do produto e não no preço da unidade.” Fiquei um pouco aliviado de falar de trabalho; clareou a mente que já partia para fantasias.

“Então. É nisso que eu estava pensando. Acho que R$200 por um programa não é caro.”

“Oi?” Fiquei mudo. “Que programa?”, perguntei, tentando parecer sério, mas já lembrando o assunto da manhã.

“Ah, programa de garota de programa, como estávamos falando hoje de manhã. Olha, pensa comigo, Pedro.” (Ué, cadê o “seu” Pedro?) “O sujeito não tem custo de deslocamento, não leva para jantar, não compra presente, é só pagar e curtir.” Achei o assunto bem maluco mas que daria para levar por algum tempo, afinal ela logo teria que sair para a faculdade. Logo entrou em ação o negociador. “Como não tem custo de deslocamento? Dependendo, pode haver. E outra, jantar eu janto junto, presente é para namorada de longo prazo e aí não seria apenas para sexo.” Parei, surpreso. Usei mesmo a palavra “sexo” numa conversa com uma funcionária? “É, são coisas que não se comparam,” ela admitiu. “Sexo e namoro.” Agora foi ela quem falou em sexo. Meu pau movimentou-se dentro da cueca spandex quando ela falou “sexo”. Quis ver aquela sua xoxotinha apertada mas agora estava sentada. No entanto, o corte baixo da camiseta oferecia uma visão interessante de seus seios. Percebi que estava sem sutiã. Como não tinha percebido antes?

Olhei o relógio. Cinco minutos tinham passado. Ela ainda tinha 55 minutos antes de sair para a faculdade. Ainda ia rolar muita conversa. O relatório esperaria. Como o assunto já era descaradamente sexo, prossegui. “E mesmo para sexo apenas, R$200 é muito dinheiro.” Contei então de minhas pesquisas. “Tem lugares onde fazem massagem com penetração com R$50.” Ainda tinha todas aquelas pesquisas no histórico do navegador. Não quis virar a tela para ela. Disse: “Vem aqui que eu te mostro.” Ela saltou da cadeira e deu a volta. Tive a impressão de que seus mamilos estavam duros. Não pude ver bem pois logo inclinou-se atrás de mim, cabelo sobre minha orelha, respiração sobre meu rosto. Passamos a examinar algumas páginas.

Examinamos várias páginas, as fotos, os preços, os serviços... Oral com, oral sem, anal, beijo grego, fetiches, finalizações, com local, hotéis e motéis. Entramos em uma página em que os usuários descreviam e davam nota para os “test drives” com as diversas garotas de programa. “Olha só, como cada homem tem uma tara diferente”, eu disse. Ela me fitou em silêncio. “Como que surgiu esse assunto na equipe hoje de manhã, Adri?” Ela baixou a cabeça. “Ah, fui eu. Estava pensando em juntar uma grana extra para pagar a minha tia e pensei que com uns dez programas juntaria logo tudo o que precisava. Mas nessas clínicas por R$50-100 não dá e por R$200 tem muita concorrência.”

Percebi que meu pau se expandia dentro das calças. Será que ela percebeu? Aquela ninfetinha gostosa achava que não ia conseguir cliente. “Não entendo nada de marketing, mas com umas fotos de qualidade para um anúncio e alguma propaganda de bons serviços você tem chance”, disse-lhe. “Ah, mas para ter propaganda de bons serviços eu preciso um cliente antes”, pensou em voz alta.

Levantei-me, roçando o braço nela, e fui até a cortina de minha sala. “Quando você bateu o ponto, ainda tinha gente aqui no andar?”, perguntei, fechando a cortina. “Não, voltei para te sacanear sobre a hora extra e até esbarrei no pessoal saindo ligeiro para o fim de semana”, ela respondeu. Tranquei a porta. “Quem sabe”, sugeri, “eu te escrevo uma recomendação por serviços.” Ela me olhou com um misto de curiosidade e tesão, pupilas dilatadas. “Tira a camiseta, quero ver uma coisa.” Adri ficou boquiaberta. “Temos uns 45 minutos para um test drive”, expliquei. “Sem custo, claro. Só para definirmos as bases da oferta”, disse em termos de negociação. “Pode ser?” Ela sorriu aquele sorriso iluminado e tirou a básica, deixando os seios livres à mostra. Eram redondos, de aparência macia e mamilos entumescidos. Ela estava atrás de minha mesa, a tela do computador projetando uma garota de programa de corpo perfeito, e eu dei a volta, ficando de pé por trás dela, pênis agora ereto quase encostado em sua nuca. Inclinei-me para a frente e tomei-lhe os seios, um em cada mão. Massageei-os, apertei-os um pouco, quatro dedos por baixo e o polegar por cima, num movimento circular que chegava perto dos mamilos e voltava. Fiz isso em silêncio algumas vezes, e observei seu peito inspirar e expirar, a respiração levemente ofegante, um pequeno tremor por todo o corpo, quase imperceptível, os braços já arrepiados, os mamilos ainda mais rijos, a respiração agora mais profunda. Foi quando finalmente os prendi, cada um entre um polegar e um dedo médio, este prendendo e aquele espremendo, girando, torcendo... “Uuuii”, gemeu languidamente, jogando a cabeça para trás. Foi quando nos olhamos nos olhos pela primeira vez desde o início do “test drive”. Ela com os olhos semicerrados, a boca entreaberta, o corpo frouxo na minha cadeira. Sorri. “É bom?”, perguntei. Ela apenas gemeu baixinho. Puxei uma cadeira e beijei-a. Ela gemeu mais e entregou a boca macia. Explorei-a com a língua, a mão direita ainda segurando seu mamilo direito. “Ah, seu Pedro, que delícia”, conseguiu dizer. Puxei-a para meu colo para beijá-la mais. Agora ela agarrava-me pelo pescoço, para não mais soltar o beijo. Dei a volta com a mão esquerda por trás de suas costas, tocando-lhe o seio esquerdo, sentindo e beliscando o mamilo rijo, e a mão direita saiu a explorar. Ela já sabia onde eu ia chegar e retesou-se, chupando minha língua. Demorei na exploração. De um lado a outro da barriga sarada, contornos ao umbigo, apalpando-lhe o lado esculpido em forma de violão, puxando-a para perto a cada vez. Ela ainda me agarrava com as mãos por trás do meu pescoço. Minha mão direita saltou até seus joelhos e veio subindo. Sabendo aonde ela inevitavelmente chegaria, Adri ganiu de prazer e expectativa, quase um gritinho. Acariciei bem lentamente o lado interno das coxas que se afastavam, enquanto chupava sua língua. Finalmente plantei minha mão sobre sua bucetinha ainda vestida. Apoiando o pulso sobre o clitóris, estiquei os dedos até a confluência das coxas e senti a umidade por cima dos jeans. Tinha que estar muito molhada para eu sentir a umidade tão claramente. No que apertei, o cheiro de sexo tomou conta da sala. Ainda bem que era sexta-feira e até segunda-feira o perfume de seu caldinho dissiparia. Masturbei-a sobre a calça. Ela se contorceu e jogou a cabeça para trás. Aproveitei que soltou o beijo e a conduzi de frente para o meu colo. Encaixei meu volume sobre sua xana úmida, os peitos livres pedindo ação, balançando na minha cara. Ela sentiu a pressão do meu pau e gemeu. Eu beijei e chupei um de seus mamilos com carinho e paciência. Senti sua respiração ofegante sobre minha nuca. Estava muito excitada; parecia que nunca tinha sido comida. Chupei os peitos com vigor, um por vez, acariciando o outro com a mão livre. No hemisfério sul, os movimentos estavam ritmados. Ela pôs as mãos sobre meus ombros e empurrou, jogando a cabeça para trás. “Ah, Pedro. Ah. Aah.” Segui os movimentos ritmados e agora ajudei com os dedos, pressionando o clitóris. “Aah. Aaaah.” Ela gania. Ia gozar. A voz tensa, o corpo retesado, as costas arqueando para trás. Abocanhei um dos seios, esfreguei o clitóris com vigor. “Goza, Adri, vai,” instiguei. Ela obedeceu prontamente. “Aaaaaaaaahhh”, gemeu aliviada. “Aaah”, gemeu afrouxando o corpo. “Uuufff”, expirou, dobrando-se sobre mim e espremendo meus dedos. Senti seu peito suado sobre minha camisa, a testa suada sobre meus ombros. Recuperou-se e me olhou nos olhos, suas pálpebras semicerradas: “Ai, que delícia, Pedro.” Aquele cheiro de sexo não ia sair da sala até segunda-feira, pensei. Sorri para ela: “Calma que tem mais. Tu vais ficar toda peladinha no meu colo porque esse jeans já está atrapalhando e eu quero sentir o teu gostinho.”

Ela riu baixinho, uma risadinha de menina-moça. Levantou-se e rapidamente os jeans estavam no chão, a calcinha de lycra preta, lisa, sem rendinhas nem enfeites, nitidamente encharcada. Coloquei a mão por cima e passei os dedos por seu clitóris antes de tocar sua grutinha úmida. “Vai ser uma delícia gozar aqui nessa grutinha”, avisei. “Mas antes tu vai fazer um boquetezinho.” Adri caiu prontamente de joelhos, bundinha empinada por baixo de minha escrivaninha, mãos sobre meus joelhos, afastando-os, e caiu de boca no meu pau. Sem usar as mãos, foi sugando-o centímetro por centímetro, engolindo cada vez mais, a cada vez dando uma chupada forte e chegando mais perto da raiz. Abocanhou-o todo e aí então segurou a base com a mão e veio subindo com os lábios, babando muito, subindo até a cabeça do pau, que soltou com um estalo. Meu pau pulsou e pensei que ia gozar ali, na cara dela. “Calma, seu Pedro, a sua hora vai chegar”, sussurrou, debochada. Passou a lamber a cabeça como se fosse um sorvete, o que foi delicioso mas ajudou a acalmar a fervura. “E vai chegar dentro da tua bucetinha”, acrescentei. “Levanta, senta na mesa”, ordenei.

Ela obedeceu. Senti seu sexo quente com os dedos mais uma vez, pressionando o clitóris com o polegar. Ela gemeu com os movimentos circulares que fiz. Parei para agarrar-lhe a calcinha, puxando-a para baixo. Finalmente vi sua xoxotinha. Clarinha, lisinha, com uma penugem bem ralinha. Estava com o pau em riste, pronto para penetrá-la, mas não resisti e caí de boca naquela gruta entreaberta. Ela deitou-se sobre a mesa, derrubando um calendário e lapiseira, os seios rígidos eram dois belos montes sobre a paisagem de puro tesão, os mamilos duros eram bandeiras que proclamavam a conquista do prazer. Trabalhei naquele clitóris com a língua e senti um espasmo por todo o seu corpo. “Aah, Pedro, me fode logo!” bradou. Ciente de que ela estava no ponto que eu queria, levantei-me, chutei as calças que me prendiam as pernas e puxei-a pelas nádegas e coxas, deixando a bucetinha bem na borda da mesa. Encostei o bruto na portinha molhada e ergui-a pelos braços, deixando-a sentada novamente. Ela entendeu o movimento e enlaçou-me com as pernas, que então elevei pelas coxas e nádegas até que seu corpo deslizasse sobre o meu... Escorregou lentamente, engolindo meu pau em sua buceta pulsante. Respirei fundo para não gozar só de senti-la contrair-se sobre minha vara, apertando e soltando com puro tesão descontrolado. Quando deslizou completamente, apoiei-a novamente sobre a mesa e beijamo-nos profundamente. Ela me abraçou o pescoço e então levantei-a, girei e deixei seu corpo livre no ar, imprensado entre o meu e um armário. Ela usou braços e pernas para prender-me com ainda mais força e comecei a fodê-la contra o armário. Ela soltou o beijo para gemer alto, jogando a cabeça para trás. Seus mamilos pareciam prestes a rachar. Eu agora pensava se me acabaria ali ou se a colocaria no chão. Se gozaria dentro dela ou sobre seus seios ou sobre seu rosto suado, vestido apenas com prazer. Seu corpo fremia e senti que teria outro orgasmo. Esse eu queria ter junto com ela. Abaixando-me, permiti que seu corpo descesse ao chão e desencaixei. Ela gemeu baixinho: “não”. “Calma”, falei, ofegante. “Deita”, mandei. Ela viu que vinha mais pica pela frente. Posicionou-se com as pernas bem abertas, os pés sobre o chão, os joelhos dobrados, e então entrei ali no meio e penetrei-a novamente, firme, forte, longo, fundo, mas fácil. Estávamos ensopados. Dei algumas estocadas e mais uma vez jogou a cabeça para trás e mordeu o lábio inferior. Estoquei com mais força e velocidade. Ela jogou as pernas para os lados, alargando as paredes vaginais. Meti então com mais força ainda e ela avisou que iria gozar. Preparei-me para sentir seu caldo quente e assim que me senti banhado por seu líquido cheiroso, explodi em sete, oito, nove jatos fortes de porra, tantos e tão fortes que pensei que nunca mais pararia de gozar. Ejaculei mais um pouco, senti a porra transbordando, escorrendo sobre meu pau, pingando no chão.

Expirei e deitei-me no chão também, ofegante. Ela veio deitar-se sobre mim, o rosto suado, os seios fartos, a xoxota pulsando, seus líquidos e os meus misturados, escorrendo sobre mim. Que delícia. Beijamo-nos e ficamos ali abraçados sem sentir o tempo passar.

Depois de um tempo seu rosto iluminou-se em um novo sorriso. “Valeu, então?”, perguntou. Quase gargalhei. “Tu gozaste três vezes, guria. Não vai ser assim com tudo que é cliente.” Ela respondeu, olhos baixos: “Eu sei.” Mas riu e disse: “Foi melhor do que eu imaginava. Não sei por que nunca dei pra ti lá no almoxarifado.” Lembrei que eu também não sabia. “Mas foi bom pra ti?” perguntou, incerta. “Foi, sim”, disse eu, levantando-me para pegar uns lenços de papel na gaveta, “pode ter certeza que ainda vai repetir-se. Com discrição, claro. E eu vou escrever aquela recomendação para ti. Tira uma foto legal e inventa um nome de guerra. Mas tem duas condições.”

“Quais são?”, perguntou ansiosa. “Primeiro, tem que ficar à disposição para eu experimentar outras posições contigo.” “Ah, isso eu sempre estive”, respondeu, rindo seu sorriso iluminado de sempre. “E a segunda?”

A segunda condição era que ela me contasse sobre seus programas, de modo que a partir de agora sempre terei histórias para narrar nos Contos Eróticos... Aguardem mais histórias da Adri, uma universitária loirinha aprendendo a dar por dinheiro...




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