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A História de Amanda 3


autor: Joana Dark
publicado em: 23/10/15
categoria: incesto
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Capítulo 3 (Amor de Pai)
Amanda subiu para seu quarto, se despiu e depois de se admirar um pouco nua no espelho, resolveu colocar um shortinho minúsculo de nylon preto que enfiava totalmente na bundinha já redonda e empinadinha, ela amou, principalmente na frente porque sua bucetinha inchada ficava bem á mostra rachada, mostrando que estava sem calcinha. Colocou também um top branco com rendinha nas laterais que tinha um tecido tão fininho que mostravam perfeitamente para onde seus mamilos inchadinhos apontavam. Ela se olhou no espelho e gostou do que viu, e logo pensou que teria que esconder aquela roupa da mãe, porque ela jamais permitiria que a filha usasse aqueles trajes, mas do pai não precisava esconder nada, afinal eles se conheciam por inteiro desde quando ela nasceu, e ela queria mostrá-lo o quanto ela tinha crescido e se desenvolvido neste período em que ele andou “sumido”. Penteou seus longos cabelos pretos e fez um belo rabo de cavalo.
Ela ouviu quando o papai chegou e logo correu para abraçá-lo, Dona Quina já estava pronta pra sair e se despediu dos dois ali naquele instante e foi tirar sua folga. Enquanto se despedia de Dona Quina, os olhos de Jorge não conseguiam parar de olhar para aquela menina parada ali na sua frente, com um corpo se formando deliciosamente perfeito e quase nu ali na sua cara. Assim que Quiqui saiu pela porta Amanda pulou no colo do papai e o encheu de beijos. Eles se apertavam com força, e tinham ali naquele momento um sentimento estranho, diferente daquele que sempre sentiram um pelo outro, só que estava mais forte ainda.
_Papai, senti tanto a sua falta! Você não é mais meu companheiro, porque fez isso comigo?
_Minha bebê, eu tive muito trabalho, estava difícil chegar na hora de sempre, me perdoe, nunca mais fico tanto tempo sem sua companhia, seu cuidar de você.
_Por favor, papai, nunca mais faça isso comigo, preciso muito de você. Estes seus dias de folga, não te largarei nem um minuto, faremos tudo que fazíamos antigamente juntos. Inclusive, só vou fazer xixi, se o senhor for me observar e me limpar. Ambos caíram na risada abraçados. Ela estava com as pernas agarradas á cintura dele e os braços apoiados em seus ombros, enquanto ele acariciava suas costas e seu bumbum.
_Nossa!!! Pelo que vejo, muita coisa mudou por aqui.
_Como assim papai?
_Ora bolas, você está totalmente diferente do que era, eu perdi muita coisa, não conheço mais seu corpo. Olha o quanto você cresceu, e estas roupas? Onde arrumou? Sua mãe vai te matar. E descendo do colo dele e dando uma voltinha bem devagar foi dizendo:
_Gostou? Comprei hoje com minha mesada, só pra você, mamãe não precisa ver.
_Ô minha boneca, é um pouco assustador pro seu pai já te ver assim quase mulher, mas eu vou me acostumar, a roupa não é mais bonita que o corpo que está nela. E ambos foram até a cozinha, pois Jorge queria uma bebida, além do calor do ambiente, seu corpo esquentou com aquele abraço da sua filhinha linda! Amanda contou ao pai que tinha preparado a banheira para aquele longo banho que ele prometera, ele pegou uma cerveja, ela uma coca-cola e ambos foram de mãos dadas até o banheiro, quando chegaram na porta Amanda disse:
_Papai, quero que me pegue no colo, me coloque no vaso, tire a minha roupa e faça tudo como fazia quando eu era pequena.O pai olhou assutado e comentou:
_Bom você não precisa mais de tantos cuidados como antes, mas se é o seu desejo, me deixa ver por onde começamos.
_Comece me observando fazer xixi. Ele engoliu á seco.
E assim foi, Jorge pegou Amanda no colo, á colocou de pé em frente ao vaso e tirou seu shortinho de nylon, na primeira visão que teve depois de muitos meses da bucetinha dela, seu pau logo enrijeceu, levantou a tampa do vaso e a colocou sentada lá e se agachou como fazia antes para observar sua xaninha, ela imediatamente arreganhou as pernas o máximo que conseguiu e começou a fazer xixi, mostrando ainda mais seu clitóris enorme inchado, Jorge não conseguia nem piscar, Amanda ria baixinho da cara que o pai fazia, um misto de espanto e tesão absoluto. Como pode uma xaninha tão delicada que ele cuidava a tantos anos, se transformar naquela buceta cheirosa, ele nunca tinha visto uma vagina mais linda que aquela e não queria parar de olhar, até que ela falou:
_Papai, já acabei faz um tempão. E deu uma gargalhada gostosa. Ele como acordando de um sonho, piscou e pegou a duchinha higiênica ligando o jato com uma mão e levando a outra até sua xaninha. Ela sorriu e disse:_ Tá fio! Tá fio papai na minha pepequinha! Naquele momento ele começou a passar os dedos por aquela buceta e com seu pau totalmente duro já mostrando na calça social que vestia, mirou o jato forte da duchinha em cima do grelo gigante dela, a fazendo gemer alto. Há quanto tempo não sentia aqueles dedos grandes na sua xaninha... Amanda estava arrepiada, queria cada vez mais daquele homem que sempre teve o domínio sobre o seu corpo, e ela deseja ir cada vez mais adiante, mesmo sem saber ao certo o que poderia acontecer. Naquela sua cabecinha de criança, aquela era a melhor brincadeira do mundo, a melhor sensação do mundo, e ela queria aquilo toda hora, todo dia, pra sempre com seu papai.
_Papai, me coloca em cima do vaso, acaba de tirar minha roupinha e me coloca na banheira? Ela voltou do transe e falava em tom de bebezinha mimada.
Ele imediatamente desligou a duchinha higiênica, a pegou no colo fechou o vaso e a colocou de pé ali, tirando seu top, fazendo saltar pra fora dois mamilos grandes, inchados, rosinha bem claro apontando pra cima, aquele peitinho tão minúsculo estava tomando forma, e por enquanto eram só mamilos, macios, deliciosos, que ele aproximou o rosto num instinto louco, encostou o nariz num deles e respirou. Era o perfume mais perfeito que já tinha sentido em toda sua vida, esse perfume aguçava para que ele começasse a descer para cheirar aquela bucetinha, que já esteve em suas mãos tantas vezes, que já o fizera bater tantas e tantas punhetas naqueles anos todos, agora estava ali, perfeita pra ele poder se deliciar. Amanda se arrepiou toda com a respiração forte do seu papai.
Jorge á pegou nua nos braços, á colocou na banheira e foi se despindo bem devagar, e ela ali, sentada, observando, louca pra ver o mastro forte de seu pai, e poder tocar e brincar com ele, como sempre fizera. Jorge estava se sentindo envergonhado pela primeira vez, algo dentro dele dizia que desta vez não seria inocente como sempre fora. E ao começar a tirar sua cueca, seu pau pulou para fora como se fosse escapar do seu corpo. Estava duro como pedra, e chegara num tamanho que ele nunca tinha visto, estava latejando, veias irritadas, estava no máximo de prazer que já teria estado, e aquela loucura era ali, bem no banheiro com sua princesa, sua filhinha observando a cabeça do pau dele se tornar uma bola de fogo vermelha. Jorge foi entrando na banheira o mais rápido que pôde, Amanda o segurou no ar antes que pudesse entrar completamente.
_Não entra papai, esqueceu de sentar pra eu brincar com seu pipiu? Neste momento ele olhou nos olhos dela, e viu aquele rosto angelical, com buchechas rosadas e sorriso infantil, totalmente inocente. O rosto dele corou, foi se achegando na beira aos poucos meio atônito, mas olhou para cima respirou e resolveu deixar rolar, afinal, ele sempre tinha o controle da situação com sua filha e desta vez não seria diferente. Arreganhou suas pernas, deixando aquele cacete ereto e suas bolas enormes e cabeludas penduradas. Amanda se aproximou e chegou o rosto bem perto, observando aquele instrumento cada milímetro. Apalpou primeiro as bolas caídas, muchas e peludas, e começou á dar apertinhos leves, tentando pegar nos testículos que fugiam das suas pequenas mãozinhas. _Nunca consigo pegar suas bolinhas de dentro né papai? Falou enquanto se divertia com aquelas bolinhas malucas.
_ Uma das minhas bolinhas filhinha esta na ponta do meu pau, olha aí.
Amanda colocou as mãos na cabeça vermelha e grossa do cacete do pai que já estava escorrendo um líquido. _Papai? Está querendo fazer xixi na banheira, seu danadinho?
_Não filhinha. Este leitinho escorre do pipiu do papai toda vez que ele fica assim... grande. E quanto mais você brinca com ele, mais escorre. Quer sentir o gosto do leitinho? Passe sua linguinha aqui. Apontando para o buraco da uretra. Amanda chegou bem perto da cabeça e passou a língua, olhou para o papai enquanto sentia o gosto do pouquinho que ela pegou com a língua. _E aí? O que achou? Tem gosto ruim? Rapidamente Amanda começou a chupar novamente sugando no buraquinho, enquanto segurava o corpo do pênis com as duas mãozinhas apoiadas no saco dele. _ Não é ruim papai, eu gostei e quero chupar tudinho tá?
Ele começou a tentar ensiná-la a chupá-lo, enquanto tentava controlar aquele tesão louco que sentia com aquela boquinha pequenina encostada na sua cabeça e sua linguinha rápida passando pra lá e pra cá e aquela sucção dela em sua uretra, fazendo-o soltar uivos descontrolados, ele mandava ela subir e descer as mãozinhas enquanto apertava o corpo do seu pau próximo ao saco. Amanda tentava fazer tudo junto, mas não conseguia muito bem, quando mexia com as mãos subindo e descendo seu pau, parava de lamber e chupar a pontinha da cabeça, depois parava com as mãos e voltava a lamber e chupar aquele buraquinho delicioso. Ela tentava colocar a cabeça do pau dentro de sua boquinha, com seus olhinhos fechados mas era impossível, aquela cabeça era enorme e grossa demais para a espessura de sua boquinha de criança gulosa, mas ela estava gostando tanto de fazer aquilo que inventava moda, começou a lamber todo o pau até embaixo, e uivando como um animal Jorge estremeceu e gritou: _Filhinha! Princesa! Vou gozar! Vou gozar! Vou gozar! Amanda parou por uns instantes porque não entendia o que significava aquelas palavras, e de repente começou a espirrar em seu rostinho delicado pequenos jatos de porra que não estava tão grossa, pelo fato de Jorge ter transado á noite inteira com sua secretária. Jorge mandava sua bebê engolir, lamber aquela porra, enquanto dava solavancos com o corpo por causa do prazer que teve nunca tido igual em sua vida. _Toma o leitinho do papai, toma. Você agita e ele manda na sua boquinha, minha filhinha deliciosa. Amanda lambia o restante de porra que restava no mastro, e levantou sua cabecinha, olhou para Jorge e perguntou: _Papai, o que foi isso? Seu pau cuspiu em mim? Isso é xixi? Tem um cheiro de água sanitária, papai. Porque ele cospe? Jorge á levantou da banheira e a abraçou delicadamente sentando á em uma de suas coxas.
_Filhinha! Deixa papai explicar. Este leitinho que você viu ele cuspir é porra. Porra, é um líquido que sai quando sente muito prazer. Você fica tão feliz que goza. E você brincando com ele assim deste jeito deixou ele muito feliz, e ele gozou.
Com uma das mãozinhas ainda tocava o pau do seu papai que continua ereto. _Papai, isso acontece comigo também? Se eu ficar feliz eu gozo? Jorge sorriu. _Sim minha boneca, se você sentir prazer sua xaninha vai escorrer deliciosamente.
_Então me faz gozar papai? Também quero. Jorge começou á beijá-la no rosto, em cada pedacinho, chegando na boca, inseriu bem devagar sua língua na boquinha dela que abria e fechava.
_Filha, faça com a boca o que o papai fizer. Vou te ensinar á beijar de língua, como namorados se beijam você dá chupadinhas em minha língua, e depois que eu tirá-la de sua boca você coloca a sua dentro da minha, e assim a gente vai se beijando. Quer tentar? E novamente encostou seus lábios nos dela. Era até difícil beijar aquela boquinha tão pequenina, mas Amanda aprendia com muita facilidade e logo eles estavam dando beijos longos e molhados, e Jorge aproveitava para lhe acariciar delicadamente os seios, fazendo seu redemoinho com o dedo em todo mamilo inchado e macio dela, enquanto ela o beijava e dava suspirinhos de prazer pela carícia.
Jorge á levantou e se sentou como sempre fazia dentro da banheira e disse:_ Vem pro colinho do papai, pro papai te lavar direitinho vem? Amanda sorrindo e mais que depressa se sentou em suas coxas e antes que ele pudesse pedir já foi arreganhando as pernas, esperando ser lavada na xaninha.
Seguindo o mesmo ritual, Jorge enche as mãos de sabonete líquido e começa a passar em seu corpo começando pelo pescoço, bem de leve delicadamente, vai descendo até chegar em seus peitinhos pequeninos, sentido prazer em tocar aqueles mamilos pontudos, suas mãos eram gigantes em relação aqueles peitinhos, Amanda gemia baixinho e pedia pro papai apertar mais forte. Enquanto mexia seus dedos freneticamente, indicador e polegar nos mamilos dela, puxando pra cima e apertando um pouco mais forte que antes, Jorge se deliciava em seus pensamentos... Nunca tinha visto, ou sentido um seio tão lindo, perfeito, gostoso, e o melhor de tudo era que eles ainda estavam começando á se formar, dando á ele cada dia, cada mês, mais surpresas, aquele corpinho era todo dele, nenhum homem ainda tinha o tocado, e ele cuidaria para que demorasse á acontecer. Como podia um velho barrigudo, já com seus 50 anos estar com uma beldade daquelas? Como ele poderia estar mais feliz em poder usufruir de prazer com o amor da sua vida, sua própria filha, seu bebê? Esta era a melhor sensação de todas, transformar sua bebê em uma máquina de lhe dar prazer. E ele não entendia muito bem o porque dele sentir atração por aquele corpo de criança crescida ainda em formação, sendo que seus gostos por mulheres sempre era muito peculiar. Ele preferia seios grandes, fartos, biquinhos pequenos. Corpo grande, tipo gostosona, de mulher. E naquele momento ali ele estava sentindo tesão incontrolável por um corpinho mirrado, delicado, todo durinho... Ahhh! Era delicioso!
Jorge continuou á masturbar um dos seios da menina e com a outra mão foi descendo por sua barriguinha bem devagar, alisando o umbiguinho dela, o finalzinho da barriga, depois as laterais das coxas, e Amanda dando agora gemidinhos mais altos empurrava com a bundinha a sua xaninha em direção as mãos do papai numa loucura para ele tocá-la logo. Jorge colocou sua mão sobre a perereca de Amanda e esta a cobriu por inteiro. Papai começou a apertá-la toda, levemente, fortemente, levemente, fortemente, a filhinha levantava sua vagina louca sentindo o que nunca sentiu, e mal sabia ela que viria muito mais. O Pai com o polegar começou a empurrar o grelinho inchado e grande dela pra baixo, nos mesmos tipos de movimentos leves e fortes alternados passando depois então com os dedos num formato de pinça subir e descer rapidamente o seu clitóris já irrigado de tanto prazer. Amanda já gritava de tesão, mexia seu corpo loucamente, enquanto seu pai beliscava seu mamilo e masturbava seu grelo ao mesmo tempo. _Papai, papai, não pára. Tá gostoso demais, forte, forte. Jorge percebia que ela gostava que ele á pressionasse fortemente, e ao fazer isso também sentia um prazer indescritível louco, queria apertá-la, esmagá-la, detoná-la, e num instinto animal tirou a mão dos mamilos dela e com o polegar enfiava na vagina dela que estava irrigada. Estava apertada, mas devagarinho ele conseguiu enfiar seu dedo médio inteiro dentro dela, continuando com a outra mão siriricando seu grelo exacerbadamente. E com um grito mais alto ainda e gemendo, tremendo, Amanda gritou: _Estou gozando papai, gozando, gozando...
Jorge, que já não agia mais como um pai cuidadoso e delicado estava no seu instinto mais animal, quando virou seu corpo e entrou no meio das pernas dela encaixando seu mastro de 16 cm, mas com impressão que estava com mais de 20 de tanto tesão, agarrando as perninhas dela para encaixar em sua cintura e com um só golpe enfiou tudo, neste momento ele teve que parar, não podia bombar. A cabeça do seu pau estava ardendo demais depois de ter rasgado aquele buraquinho apertadinho da sua putinha e preocupado: _Filha, me perdoe, devo ter te machucado, fiquei louco, entrei de uma vez só. E se preparando para tirar seu pau de dentro dela parou quando ouviu ela dizer: _Ardeu um pouco papai, parece que feriu, mas eu não quero que o senhor pare, por favor continue, quero gozar, gozar é bom demais, vai papai. E se recuperando rapidamente, começou a bombar levemente naquele buraco quente, muito muito muito, exageradamente apertado. Ela pedia que ele fosse mais rápido, e novamente aquele animal descontrolado louco tomou conta do corpo dele, e ele bombou tão forte que na terceira bombada ele foi gozando, gozando, mas não parava queria entrar mais e mais na buceta dela, queria rasgar ela mais e mais, puxou o corpo dela mais pra perto, ficaram numa posição quase sentados, Jorge espremia os peitinhos dela com as mãos, Amanda sentia um misto de muita dor, e muito prazer, queria parar, mas ao mesmo tempo não queria. Sentia uma ardência profunda, sentia-se sendo rasgada por dentro, mas rasgada pelo papai, ela queria ser pro resto da vida, pensava enquanto misturava as emoções. Papai gozou dentro de sua filha três vezes, seu corpo foi acalmando e ele resolveu dar um descanso para sua filhinha. Pensou ele que seu pau, cairia morto, pois nunca tinha conseguido tirar nem duas na mesma transa, ou até mesma noite, que diria três, quatro em poucos minutos, mas não, seu mastro estava lá, forte, viril, duro, a cabeça extremamente sensível, ralada vermelha, mas lá, ereto. Jorge se levantou ainda meio bambo, segurando nas paredes, se enxugou rapidamente e pegou Amanda nos braços toda molinha, bobinha, sem palavras, notou que tinha sangue na sua bucetinha extremamente inchada, com carinho jogou sabonete líquido e passou os dedos levemente para limpá-la e á levou para seu quarto. Deitou-a em sua cama e começou á enxugá-la delicadamente, Amanda caiu no sono, estava acabada, destruída. Jorge á cobriu com um edredom e foi para a cozinha tomar algo, nem acreditava no que tinha acabado de acontecer. O que seria daqui pra frente?
(Continua...)



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