"Os mais excitantes contos eróticos"

 

Luciana e seu biquíni verde (3)


autor: professor0987
publicado em: 24/10/15
categoria: hetero
leituras: 5434
ver notas


A essa altura, todos já devem saber o quanto Luciana é vaidosa, e orgulhosa de seu corpo malhado na academia (se não souberem do que estou falando, leiam os contos anteriores!). Durante as semanas seguintes, ela nunca deixou de me enviar fotos. Agora não apenas na praia, mas nas mais diversas situações: academia, em casa, na piscina, viajando... Era obcecada pela auto-imagem. Na última vez em que fomos ao motel, ela levou uma camera bacana, com alguns recursos, e disse: pode usar a vontade! E começou a fazer posições bem depravadas enquanto tirava a roupa. Abocanhou meu pau e minha meta consistia em fotografar a baba que escorria da boca dela quando tentava engolir tudo. Consegui, depois de muitas tentativas, ativando o flash da camera.

Depois fotografei enquanto comia ela de quatro. Eu orientava cada detalhe, como uma coreografia. Falava para ela morder o lábio, levantar a perna, abrir a boceta para a camera. Por fim, fotografei ela em pé, contra a parede, com minha porra escorrendo pela sua bunda. Luciana pediu para ver todas as fotos e adorou, era visível que ela ficava ainda mais safada com a camera por perto.

- Acho que eu gosto de ser dirigida. Tipo, ter alguém pra me dizer como ficar, onde por a mão, a boca... Eu gosto disso... – disse Luciana enquanto tomávamos banho.
- É, dá pra ver. Você já tentou ser modelo?
- Já, mas não sou tão alta. Fui recusada.
- Porque vc não tenta ser atriz pornô?

Ela deu uma gargalhada.

- Até queria, mas pagam muito mal, já pesquisei.
- Mas hoje em dia tem aquele esquema das webcams, você já viu?
- Já ouvi falar...
- Funciona basicamente assim: a pessoa se mostra pela webcam e o público paga para que ela faça certas coisas.

Percebi que ela ficou pensativa, mas mudou de assunto. Dias depois ela mandou um e-mail dizendo que estava viciada em assistir webcams. Me mandou vários links de pessoas que ela acompanhava. Ela havia criado um perfil e até comprado uma máscara para se exibir, mas não tinha coragem de dar o próximo passo.

- Quero tentar fazer isso, ver qual é a sensação. Você me ajuda? Fico mais confiante com você por perto, professor.

Respondi que sim, claro. Combinamos que o local da iniciação seria no mesmo motel da última vez, dentro de dois dias. E já mandei uma série de instruções pra ela cumprir até o dia marcado. Pedi pra ela levar algumas roupas íntimas e uns seis tipos de roupas, pois eu iria escolher qual ela deveria usar. Solicitei ainda que levasse alguns brinquedos eróticos, entre eles o plug anal que eu havia lhe dado de presente. O restou eu iria levar. Como última recomendação, que ela fosse sem calcinha, para não marcar a pele. Ela demorou alguns minutos e respondeu com uma foto. Era um close da parte de baixo de sua cintura, completamente nua, porém com as mãos sobre a boceta.

No dia combinado, cheguei antes no motel para preparar as coisas. Montei o notebook com uma webcam de alta resolução. Testei a internet e estava tudo certo. Ela chegou um pouco atrasada e pediu desculpas. Vestia uma blusa amarela e uma calça de moletom branca, bem solta no corpo. Disse que ela estava muito gostosa.

- Com essa roupa? Jura? É a roupa que eu uso quando vou malhar na academia do prédio, o síndico não deixa usar roupa colada. É assim que eu me visto pra não chamar atenção.
- E qual você usa quando quer chamar atenção?
- Você sabe, já viu! – disse Luciana, sorrindo.
- Está sem calcinha, como eu pedi? – perguntei e já fui colocando minha mão dentro da calça e apalpando sua bunda. Confirmei: não havia nada entre sua bunda e a calça. Me deu um beijo e mordeu de leve minha orelha.

Ela foi até a cama olhar a estrutura que eu havia montado e parecia muito feliz com meu apoio para sua empreitada. Mas também demonstrava um pouco de insegurança, pois nunca havia feito algo assim. Eu fiz minha lição de casa: assisti algumas webcams e anotei algumas coisas que as pessoas faziam. Seria um meio de fazer a coisa andar, caso a espontaneidade dela não funcionasse.

- Você acha que vai ter gente me olhando?

Eu tinha certeza de que teria. Afinal, um corpo como o dela era algo raro de encontrar. Ela estava abrindo a mochila para tirar as roupas de dentro, aquelas que eu havia solicitado. Interrompi:

- Não precisa. Só procura uma calcinha, essa roupa que você está vestindo é perfeita. Põe uma calcinha confortável, que combine com a roupa.

Ela respirou fundo, nitidamente gostou do elogio e se encheu de confiança. Achou uma calcinha branca lisa, tirou a calça e vestiu a peça, sem pressa alguma. Eu fiquei observando a cena. Sua depilação na virilha estava perfeita, como sempre. As unhas bem feitas, o cabelo impecável, maquiagem leve. Barriga reta, coluna alinhada, bunda enorme, pernas de enlouquecer. Iria bancar o diretor, mas isso não impedia que eu ficasse de pau duro. Era uma calcinha de tamanho médio, mas o porte das suas coxas e bunda faziam ela parecer pequena. Sentou de frente para a webcam e fez o login em seu perfil no site. Antes de clicar para transmitir ao vivo, ela pegou da mochila uma máscara que cobria a região dos olhos.

Pronto. Estávamos transmitindo o corpo de Luciana – e tudo aquilo que eu já sabia que ele era capaz de proporcionar – para o mundo. Qualquer um podia clicar ali e ver aquela menina com suas pernas e bunda monumentais.

Ficou um tempo me encarando, esperando que eu dirigisse a cena como em um filme. Enquanto eu ainda ajustava algumas coisas na camera, ela ficava levantando e descendo a blusinha até a altura dos seios, e o primeiro visitante apareceu. Ela, ao invés de ficar envergonhada, levantou um pouco mais a blusa e mostrou o biquinho do seio esquerdo. Passava a mão nele e voltava a descer a blusa. Em pouco tempo, tínhamos cerca de 20 pessoas na sala.

- Isso te excita? – perguntei - 20 caras batendo punheta pra você?
- Muito! Você não faz ideia. Já estou molhada e ainda nem me toquei.
- Então mela um dedo na boceta e mostra pra camera.

Ela fechou os olhos e enfiou um dedo. Depois trouxe bem perto da camera. Parecia que alguém tinha gozado na sua mão. Logo eram 100, depois 200 pessoas assistindo Luciana, inclusive algumas meninas. Li alguns nick femininos pra ela, que fez cara feia.

- Não gosto de boceta, só da minha! Mas nem ligo, deixa elas.

Falei pra ela ficar de lado pra camera, deitar na cama a e abrir a bunda com a mão, sem tirar a calça. A calça era meio transparente quando esticada, e a ideia era deixar todos desejando sua bunda. O problema é que aquilo estava começando a me excitar seriamente e comprometer minhas habilidades de diretor.

- Agora já pode tirar a calça e ficar brincando com a boceta por cima da calcinha.
- Já? Mas eu acabei de começar...
- Tira, confia em mim.

E assim ela fez. Havia muita gente entrando na sala, já não conseguia controlar direito os comentários. Era hora de ver se Luciana poderia realmente ganhar algum dinheiro com isso. No topo da página, podíamos escrever alguma coisa. Disse pra ela digitar o seguinte, em inglês: “por x dólares, calcinha no chão”!

Não demorou para o dinheiro começar a aparecer, em pequenas quantidades, num primeiro momento. Luciana estava de frente pra camera, parcialmente deitada sobre as almofadas, as pernas entreabertas. A blusa amarela já tinha virado um top, sua barriga sarada de destacava na cena. Eventualmente ela levantava um pouco mais a blusinha pra mostrar o peito. Seus dedos brincavam por cima da calcinha branca, que marcava os contornos de sua boceta. Acho que nos contos anteriores não falei sobre a boceta de Luciana (sua bunda é e continuará sempre sendo seu principal atributo) mas ela é grande, com os lábios bem marcados. Suas coxas bem malhadas – mas sem exagero - completavam a imagem. Meu pau já estava latejando. Acho até que já tinha liquido escorrendo da cabeça.

Meta atingida, e a calcinha de Luciana sumiu do vídeo. Ela manteve a blusinha, e de maneira autonoma ficava trocando de posição pra mostrar a boceta sob todos os angulos possíveis.

- Agora escreve o seguinte: “o dobro do valor, plug no cu!”. Era o plug rosa, que eu havia dado de presente e ela já tinha usado outras vezes. Ficava lindo cravado na bunda dela.

Luciana me olhou o começou a digitar com o sorriso mais safado do mundo. Avisou no chat que precisava ir ao banheiro e que já voltaria. Saiu do angulo da camera e veio até mim.

- Estou suada, que calor! Pega uma toalha pra mim?

Busquei uma toalha e quando fui entregar, ela ergueu os braços. Entendi que ela queria que eu a secasse. Tirei sua blusa e passei a toalha em todo o corpo de Luciana. Comecei pelo pescoço, atrás de seus cabelos. O cheiro misto de suor e do liquido que escorria de sua boceta fez meu pau pulsar dentro da cueca. Luciana tocava de leve nele, enquanto eu secava seu peito, costas e barriga. Ela passou um dedo na boceta e levou até minha boca. Mal consegui dar uma lambida e ela disse que precisava voltar para a webcam.

Olhei o chat e vi que chegaríamos na meta em breve. Pedi pra ela ficar de quatro e abrir bem a bunda. Ela se divertia cumprindo ordens, e enfiava só a pontinha do dedo no cuzinho. Pegou o plug que estava na cabeceira da cama e começou a lamber bem devagar.

- Está gostando de ver sua putinha se exibir na internet? Não fica com vontade de me comer?

Eu não respondi, apenas apertei meu pau sobre a calça.

Atingimos a meta. Ela empinou a bunda na direção da camera e começou a colocar o plug. Sem pressa, a safada até fechou os olhos. Parecia curtir o momento e imaginar a reação das pessoas que viam seu cu acomodar um plug que estava longe de ser pequeno.

Com o plug todo encaixado no cu, Luciana escreveu no chat que, por mais dinheiro, chuparia um pau de verdade. Todos perguntaram sobre o assunto, e ela disse que havia um cara no quarto, e que ela chuparia ele até que ele gozasse. Eu fiquei na minha, só olhando para Luciana. Isso não estava combinado, mas a essa altura eu estava tão excitado que toparia comer ela na frente da camera. Ela continuou dedilhando a boceta com plug atolado na bunda, e novamente as pessoas começaram a enviar dinheiro. Ela sorriu pra mim quando chegou bem próximo do valor final, e fez um sinal com o dedo, me convidando para chegar perto. Eu fui, ainda vestido, e meu corpo ficou aparecendo na câmera da cintura pra baixo. Ela ainda estava abrindo minha calça quando a meta foi atingida. Eu afastei as mãos dela, baixei minha calça, pedi para ela abrir bem boca e colocar a língua pra fora, sem encostar a mão no meu pau.

Passei a foder a boca de Luciana como se fosse uma boceta. Ela, ajoelhada, se esforçava para não engasgar. Quanto mais eu metia, mais saliva escorria pelos seus peitos e chegava até sua coxa e boceta. Ela não gostava muito disso, mas expliquei que ficava bonito no video.

- Se você quiser ganhar dinheiro com isso, vai ter que fazer alguns sacrifícios.
Ela balançou a cabeça positivamente, e disse, tirando o pau da boca por alguns segundos:
- Eu faço o que você quiser, professor gostoso.

Puxava ela pelos cabelos e tentava enfiar todo meu pau, mas sempre faltava um pouco. Ela se esforçava muito, babava novamente, e por fim dava uns tapinhas na minha coxa quando ficava sem ar. Falei que era hora dela pedir mais dinheiro na webcam. Ela pegou o teclado e escreveu que, se atingisse a próxima meta, daria para mim. Eu acrescentei:

- Lu, fala que você vai levar porra na cara.

Vi que ela ficou perturbada. Luciana era uma puta safada que tinha obsessão em dar o cu, mas nunca havia deixado ninguém gozar na sua cara. Ela continuava me olhando, sem reagir.

- Vai, escreve aí. Se você fosse atriz pornô isso seria algo comum.

Ela relutou um pouco mas escreveu. Pedi então que ela ficasse de quatro que eu iria retirar o plug que ainda estava no seu cu. Ela se posicionou, e eu tirei e coloquei o plug algumas vezes. Depois, peguei um brinquedo que é composto por algumas bolinhas tailandesas. Já tínhamos brincado com ele algumas vezes, e naquela altura eu já conhecia os limites do corpo de Luciana. Esse brinquedo tinha 6 bolinhas, e ela aguentava até a quinta. A sexta era enorme.

Comecei a inserir as bolinhas devagar, uma por uma, e o público no chat ia a loucura cada vez que o cu de Luciana acolhia uma delas. Ouvíamos o som de moedinhas caindo. Passei bastante lubrificante para colocar a quinta bolinha, que entrou com mais facilidade que o normal. Ela virou para mim e disse:

- Tenta colocar a última, bem devagar. Com carinho, por favor!

Passei mais lubrificante e iniciei a tentativa de colocar a sexta bolinha. Entrou metade, e Luciana ficava repetindo baixinho.

- Ai meu cu, ai meu cu, ai meu cu...

Suas mãos apertavam as almofadas. Não entrava de jeito nenhum. Parecia impossível. Em dado momento entrou mais da metade, mas a bolinha teimava em sair. Luciana chorava baixinho, e quando eu ia dizer para pararmos com aquilo, ela falou, com uma voz doce, a voz mais safada que ela já tinha feito:

- Põe tudo de uma vez, por favor. Eu quero essa bolinha dentro do meu cu, professor!

Beijei sua bunda, lambi as bordas do seu cu e encaixei um vibrador pequeno em sua boceta.

Forcei a bolinha de maneira decisiva e entrou tudo, mas seu cu cuspiu a bolinha de volta logo em seguida. Forcei novamente, e dessa vez entrou e ficou. Luciana tentava acomodar aquilo tudo na sua bunda, que contraía o tempo inteiro e por vezes dava pra ver a bolinha alojada lá dentro. A cena fez com que a meta fosse atingida rapidinho. Um alerta apareceu no site informando que nossa transmissão estava liderando o ranking da noite. Luciana estava ganhando, em algumas horas, mais do que eu ganho em um mês de trabalho.

- Tá feliz, sua puta?
- Tô. Mas tá doendo.
- Então tira enquanto chupa meu pau. Mas vai tirar sem usar as mãos.

A safada respirou fundo e começou a expelir uma a uma. Fez cara de dor, mas foi bem mais fácil do que colocar.

Deitei na cama e mandei ela vir por cima e fazer aquilo que ela fazia de melhor. Ela sentou com a boceta no meu pau, e a webcam mostrava Luciana rebolando, com o cu semi-aberto depois de todas as brincadeiras. Era uma cena indescritível, e a sensação de ter aquela menina depravada se divertindo e dando pra mim, enquanto milhares de pessoas admiravam seu corpo, era realmente muito boa.

- Lu, você conseguiu por a última bolinha! Estou orgulhoso de você.
- Consegui, mas doeu muito. Estou sentindo meu cu arrombado, tá foda. Não quero mais nada no meu cu hoje, tá?

Consenti, um pouco triste. Disse pra ela abrir o cu e mostrar o estrago para a camera. Ela fez, e disse que estava doendo até para abrir a bunda. A cena devia ser fantástica, pois as pessoas continuavam enviando dinheiro para o perfil de Luciana. Ainda trepamos em várias posições, chupei sua boceta por algum tempo e ela gozou muito com a minha boca e também com o vibrador. Ficou deitada na cama descansando, com a bunda pra cima, enquanto eu fui buscar um copo d´agua. Lembrei ela que ainda faltava eu gozar na sua cara: haviamos prometido isso para o público, e estavam todos esperando. Luciana se levantou e ficou de joelhos, enquanto tomava água.

- Tá feliz, né? Há quanto tempo você quer isso, seu safado?
- Gozar na sua cara? Desde que te conheci, sua vadia.

Nos beijamos durante algum tempo, e eu disse no ouvido dela que ia foder sua boca de novo, como havia feito anteriormente, antes de gozar. Ela concordou, dizendo:

- Qualquer coisa, desde que não envolva minha bundinha.

Meu pau entrava e saía da boca de Luciana, que usava as mãos para massagear minhas bolas. Insistia em tentar colocar tudo, mas não entrava. Sempre sobrava um pouco. Até que ela mesma resolveu tentar engolir, e, por um breve momento, conseguiu. Olhei sem acreditar no que aquela menina era capaz de fazer. Ela tirou meu pau da boca e me olhou sorrindo, com cumplicidade, como quem se orgulha de um trabalho bem feito.

- Tá todo mundo esperando você gozar. Não me decepciona – ela falou em tom de ordem.

Disse que ela mesma faria. Era só continuar punhetando por mais um tempo. E assim foi: gozei no rosto de Luciana, e era uma quantidade exorbitante de porra. Ela fez cara de riso ao mesmo tempo em que parecia furiosa e constrangida. Nitidamente, não sabia o que fazer com a situação. Tinha porra no rosto todo, mal conseguia falar.

- Busca papel, professor! Tá difícil aqui.
- Ainda não. Vai bem perto da webcam e mostra pra eles. Mostra que você cumpriu a promessa e fala que é a primeira vez que alguém goza na sua cara.

Ela fez tudo que eu pedi, e ainda aproveitou para dizer que estaria on line na próxima semana, e que iria avisar sobre o horário através da página do perfil.
Esse conto, assim como os outros, é baseado em uma história real. Os nomes foram trocados. Se você gostou, escreva para contosdoprofessor@gmail.com.





ver comentários

Aviso:

Todos os comentários aqui exibidos são de inteira responsabilidade do comentarista. O site Clímax Contos Eróticos deixa claro nas suas normas que manifestações de pedofilia, racismo ou de qualquer outro teor ilícito serão banidas, assim como seus autores. Publicações ou comentários ofensivos aos demais membros poderão ser removidos.

Faça um comentário:



Sua nota para este texto:

Quero receber email sobre novos comentários.