"Os mais excitantes contos eróticos"

 

Jae-Kwa (Parte 2)


autor: publicitario45
publicado em: 27/10/15
categoria: hetero
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Depois daquele dia, Jae passou a me evitar até mesmo quando eu ligava pro restaurante para pedir comida nos fins de semana e como eu não sou muito chegado a correr atrás acabei deixando de lado essa história com ela, mas antes, fiz questão de ir lá pagar a comida que ela havia esquecido de cobrar no dia em que nos pegamos no sofá da minha casa.

Jae é uma descendente de Korena, linda, na casa dos 20 aninhos, branca, alta, magra, seios médios, bunda não muito grande apesar de durinha. Cabelos negros com fios loiros e uma boca pequena e delicada. Nos conhecemos numa festa da escola onde a irmã mais nova dela estuda com o meu filho e num fim de semana acabamos ficando juntos, mas após gozar deliciosamente na minha boca Jae saiu correndo dizendo que não poderia ir além.

Quando entrei no restaurante do pai dela, ela perdeu a cor. Passei por ela, acenei com a cabeça e fui direto ao pai dela. Expliquei que tinha feito um pedido mas que por problemas na máquina o pagamento não tinha sido concluído. Ele me agradeceu e ficamos conversando por um bom tempo dentro da loja. De longe Jae me observava inquieta e após uma conversa agradável com o pai dela sai da loja passando por ela sem nada dizer. Jae não esperou nem cinco minutos e me mandou uma mensagem perguntando o que eu tanto havia conversado com o pai dela, apenas respondi: coisas de homem.

Quando deu 23h ouvi sons das portas do restaurante fechando e a voz da Jae se despedindo e entrando no seu carro saindo rapidamente. A menina foi mais esperta que todo mundo. Saiu de carro, deu uma volta para que todos saíssem de frente da loja, voltou e estacionou na rua de trás e meia hora depois ela estava batendo na porta do meu apartamento de novo. A princípio ela estava preocupada, pois achou que a conversa que eu tive com o pai dela era sobre o ocorrido dias atrás. Quando expliquei que apenas falamos da “crise” ela se acalmou e sentou.

Então perguntei se ela queria conversar sobre o que havia acontecido entre a gente e ela apenas balançou a cabeça:

Eu: achei que você não ia mais falar comigo.

Ela: eu não deveria mesmo. Depois de tudo que fizemos...

Eu: mas nós não fizemos tanta coisa assim, você saiu correndo, lembra?

Ela: eu fiquei com vergonha, com medo.

Eu: medo de que? De mim ou de você?

Ela: de mim, de você, do meu pai... eu vou fazer 21 anos e se ele descobre, me coloca pra fora de casa e ainda arruma uma confusão com você. O pior não é isso, o pior é que eu gostei, gozei e passo dias pensando naquela noite.

Neste momento fizemos um silencio ensurdecedor. Um silêncio que incomodava e dizia muita coisa. Jae ainda queria ir além, mas estava com medo da educação rígida da família dela. Então, me sentei ao seu lado e peguei na sua mão e disse que poderíamos ser amigos. Neste momento, outra surpresa, Jae me olhou fixamente nos olhos e disse que queria mais que isso e me beijou com mais volúpia que na semana passada. Retribui o beijo sem ao menos saber se ela sairia correndo de novo, mas continuamos a nos beijar com vontade. Levantei Jae e a levei pro eu quarto. Nem bem fechamos a porta e ela começou a desabotoar minha camisa, depois beijando a minha boca e mordendo minha orelha foi abrindo o zíper da minha calça, tirou minha cueca box me deixando nu na sua frente e se ajoelhou caindo de boca na minha rola. Sua boca apertada fazia uma pressão absurda na cabeça do meu pau que latejava e pulsava de tesão. A falta de experiência dela me causava dor e prazer ao mesmo tempo. Era lindo ver aquela koreana de 21 aninhos ajoelhada se acabando de chupar meu pau, mesmo que sem ter muita experiência.

Pedi que ela fosse um pouco mais devagar e ela obedeceu, fazendo com que o boquete se tornasse prazeroso. Sua boca subia e descia enquanto suas mãos massageavam o corpo da minha pica. Sua saliva foi deixando meu pau melado e suas mãos espalhavam desde a cabeça até meu saco.

Anunciei que ia gozar na expectativa dela tirar a boca, e ai veio mais uma surpresa da minha ninfeta oriental. Ela fez mais pressão na cabeça e aumentou os movimentos me fazendo gozar e encher a sua boca de porra. Jae bebeu a porra quente e densa quase toda. Depois se jou do meu lado e tratou de se livrar das roupas por conta própria.

Já estava de calça jeans colada no corpo que acentuava ainda mais seu corpo esguio, uma blusa curta, deixando sua barriga de fora e uma bota de bico bem fino e salto médio. Quando se livrou das peças de roupa, Jae ficou apenas com uma calcinha não muito pequena, que mais parecia uma lingerie para ficar em casa do que para seduzir e mesmo assim a visão era sensacional. Sua pele jovem era lisa, perfeita, perfumada e era visível seu corpo arrepiando.

Deite Jae na minha cama e ela se abriu automaticamente como se me pedisse para fazer tudo de novo. Desta vez, sem pressa, comecei beijando a ponta dos seus pés. Jae se contorcia a cada lambida e chupada que eu dava nos dedos dos seus pés. Subi pelas suas pernas bem lentamente chegando na sua virilha, mordisquei dos dois lados da sua xaninha e Jae já começou a se movimentar levando sua boceta em direção a minha boca. Me afastava e voltava propositalmente deixando ela cada vez mais sedenta até que ela ordenou: rasga a minha calcinha, rasga!
Meti a mão e rasguei o tecido deixando parte dele caído do lado da sua grutinha. Primeiro cheguei perto e respirei fundo para sentir seu aroma, doce, jovem, cheiro de boceta melada.

Depois dei alguns beijinhos enquanto Jae se remexia na minha cama como uma serpente se preparando para dar o bote. Suas mãos acariciavam meus cabelos e não resistindo mais a pressão que ela fazia sob a minha cabeça, cai de boca na sua xaninha levando-a a loucura.

Jae se descontrolou e desta vez gemeu mais alto. Meu pau já latejava novamente, mas eu ainda queria sentir de novo o gosto do seu gozo. Chupei sua boceta, meti um dedo, dois e depois três. Enquanto eu fodia aquela boceta incrivelmente apertada minha boca se deliciava no seu mel que logo aumentou a quantidade por causa de gozo. Jae se virou, ficou de costas pra mim e abriu bem as pernas. Sua xaninha e o cuzinho rosado era um convite a outro banho de língua, porém antes dei uma pincelada com a cabeça do meu pau na sua racha. Jae empinou a bunda achando que já iria ser comida mas voltei a lambe-la e chupa-la por trás. Desferi alguns tapas na sua bunda que apenas de pequena é arredondada e dura. Sua pele jovem foi ficando avermelhada com os tapas. Subi beijando suas costas e a cabeça do meu pau encostou na porta da grutinha. Jae se encarregou de se movimentar em direção a minha pica que entrou apertado.

Jae parecia ser virgem apesar de não ser há alguns anos, mas era apertada, quente e úmida.
Puxei seu corpo e a coloquei de quatro com as pernas bem abertas e comecei a estoca-la com mais vigor. Jae gemia, sussurrava, gritava e xingava palavras desconexas. Com um dos dedos comecei a massagear seu cuzinho e Jae gozou mais uma vez. A cada estocada mais forte mais eu forçava o dedo na sua bundinha. Ela gemia, enfiava a cara no travesseiro para abafar seu gemido do terceiro e mais intenso gozo.

Quando anunciei o meu gozo ela pediu para gozar na boca dela novamente e assim eu o fiz. Desta vez jae não bebeu tudo, mas sugou boa parte do meu leite.

Ao perceber a hora Jae disse que teria que ir embora. Ela tomou um banho e se vestiu, na saída me deu um longo e quente beijo e disse que nunca havia dado a bundinha, mas que naquela noite ela ficou morrendo de vontade apesar do medo. Nos beijamos mais uma vez e combinamos um novo encontro, desta vez sem pressa, pois os pais dela vão viajar e ela ficará 20 dias sozinha.

Beijos a todos, obrigado pelas mensagem e comentários.




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