"Os mais excitantes contos eróticos"

 

Selena


autor: brascubas72
publicado em: 05/11/15
categoria: hetero
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A única semelhança que a Selena tem com a Adri (cuja história já contei aqui) é que também trabalhou comigo. Porém, nunca rolou nada durante todo o nosso tempo de convivência profissional (pouco mais de dois anos), apesar da evidente admiração mútua que nutríamos um pelo outro – admiração essa que ficou evidente quando nos reencontramos.

Acontece que mesmo depois que saí da empresa, mantive a relação com meus colegas de trabalho, em especial as colegas, em especial as mais gatas, como a Marina (a gostosa do RH), a Deise (a tímida-ousada da Exportação), a Ciça (a morena jambo da Contabilidade) e a própria Selena (de Vendas), de longe a mais simpática e sorridente, sempre divertindo-se muito com tudo o que eu dizia. A Selena realmente entendia o meu senso de humor, tínhamos um entendimento a nível mental. Depois de algum tempo, meu trabalho passou a exigir mais horas e liberar menos tempo para almoços e festas de aniversário com as ex-colegas, a empresa delas também passou por reestruturação, e os encontros rarearam.

Depois de algum tempo (pouco mais de um ano), a Selena me chama no WhatsApp, convidando para almoçar em um restaurante conhecido. Confirmo e lá a encontro, linda, loira, cabelos cacheados, ombros nus com uma blusa branca babadinha, o corpo muito curvilíneo, com um jeans lavado bem marcado e uma sandalinha preta de saltinho – e, é claro, sorrindo feliz. “Pedro, quanto tempo!” Beijinhos. “Que bom te ver! Tava com saudades” protestou sincera. “Eu que o diga”, respondi, segurando-a pela cintura apenas uma fração de segundo mais do que seria a etiqueta entre colegas. “Estás linda, como sempre.” Ela agradeceu o elogio e procuramos uma mesa. Colocamos o papo em dia e nisso ela me contou que na última varrida lá na empresa, sobrou para ela, que tinha bastante tempo de casa. Estava desnorteada, disse, já fazia uma semana que passava a tarde em casa meio sem saber o que fazer. “No começo, o tempo livre até que é bom para organizar a cabeça e colocar assuntos em dia, mas depois a ficha cai”, explicou. Fiquei imaginando a Selena em casa, deitada de bustiê branco sobre a cama em um quarto ensolarado, cabelos brilhando e braços abertos, contemplativa. Vontade de deitar ao seu lado e abraçá-la a tarde toda... Despertei de meus devaneios. “Se já tens um currículo pronto, eu ajudo a distribuir entre conhecidos”, consolei-a. Ela agradeceu e combinamos como eu a ajudaria nesta etapa.

Uma semana depois, ela me chama novamente: “Te mandei o currículo por email. Podemos falar naquele café do segundo andar do shopping”, disse, dando o nome de um shopping perto de onde eu trabalhava. Combinamos para as quatro da tarde, ou seja, enforquei metade da tarde de trabalho, mas não ia deixar a Selena na mão. Não a Selena, aquela linda. Cheguei lá um pouco antes dela, escolhi uma mesa e fiquei pensando como era tranquilo sair do escritório no meio da tarde, resolvendo os assuntos por email... Acomodei-me e então ela chegou... Os cabelos estavam ainda molhados do banho e fiquei imaginando seu cheiro doce e corpo quente. Estava usando uns óculos pequenos de leitura que a deixavam com um ar de professora, mas que professora! Uma blusinha bem leve de lã azul clara, parecia que não tinha nada por baixo, calças pretas e botas negras, com um saltinho que a deixava mais altiva. Tudo naquela figura direcionava o olhar para seu busto livre mas teso e seu rosto iluminado. Cumprimentos, beijinhos, segurei-a bem pela cintura e observei bem o brilho em seus olhos azuis. “Tá linda, Selena. Assim eu vou apaixonar”, confessei, descaradamente. “Ah, Pedro, para!” riu ela, pensando que era apenas um elogio. Ou sabendo que era verdade. “Verdade, tu chega assim otimista e positiva para uma entrevista e vão querer te contratar na hora”, insisti. Revisamos o currículo dela, sugeri alguns pontos para ajuste e reforcei que ela precisava garantir muitas entrevistas, pois a partir dali já era quase certo, pela confiança e otimismo que ela transmite. Tomamos um café, falamos da vida, ofereci uma carona que foi recusada pois ela havia ido de carro e despedimo-nos com um beijo mais rápido e votos de sucesso.

Fiquei torcendo por ela e trocamos algumas mensagens nas semanas seguintes, mas depois tudo rareou. Não quis insistir pois sei que é chata essa fase, e entendi o silêncio dela. Depois de dois meses, percebi pelas redes sociais que ela estava “partindo para outro desafio”. Mandei um texto e ela confirmou e intimou-me: “Sim, Pedro, tudo como tu falaste. Me encontra no shopping amanhã às 15h e te conto como foi. Deu tudo certo. Te devo uma.”

Bem, adiantei o trabalho do dia seguinte, avisando minha secretária que remarcasse minhas reuniões da tarde. Dia seguinte, lá estava eu no mesmo shopping e surge uma deusa diante de mim: Selena, de blusa cinza (era inverno) e saia vermelha, justa, saltos combinando, cabelos presos em uma tiara também combinando, e sorrindo de orelha a orelha como sempre. Cheguei perto e abracei-a, segurando pela cintura, como sempre, encaixando em mim, colando seus seios em meu peito. Inclinei-me para beijá-la e fiquei inebriado com seu perfume, que aspirei profundamente. Ela percebeu o movimento e inclinou a cabeça, entregando-me seu pescoço, o qual também beijei.

“Ai, Pedro, arrepiei agora. Olha só”, disse, descobrindo o braço. Perguntei das novidades e ela respondeu que eu já sabia, e que me agradecia muito pelas dicas e pela força. Que agora voltaria ao ritmo forte de trabalho, já no dia seguinte. Sugeri que deveria aproveitar essa tarde, então, curtir tudo o que não curtiu antes pela tensão da procura e tudo que não poderá curtir mais pela ocupação. “Então leste meus pensamentos, Pedro”, exclamou. Sim, tínhamos esta afinidade. Eu sorri. Até onde iria este concurso de pensamentos? Ainda não tínhamos sequer pedido um café. “Sabe o que a gente pode fazer, Selena? São três da tarde. Podemos esquecer este café e eu te levo para um lugar bem tranquilo para a gente curtir juntos esse momento. Que tal?” Ela sorriu, inclinou-se e sussurrou: “Perfeito, Pedro. Nem vim de carro para já sairmos juntos daqui. Leste meus pensamentos de novo.” Levantei, um pouco ansioso para não perder tempo. “Então vamos. Agora.” Dei-lhe a mão e ela se levantou. Inebriei-me novamente em seu perfume e puxei-a pela cintura, encaixando seu quadril no meu. Ela mordeu o lábio inferior e olhou nos meus olhos, cúmplice. “Disfarça”, pediu. Deixei uma gorjeta sobre a mesa e fomos para o estacionamento, subindo um lance de escadas. Assim que chegamos ao carro, já estávamos ofegantes. Inebriado, beijei-lhe o pescoço e colei-a em mim. Ela se entregava, desmanchando-se em suspiros e gemidos. Nenhum dos dois falou nada, mas soltamo-nos e entramos no carro. Dei a partida. Tinha passe livre neste shopping, e logo passamos pela cancela. A pouca distância, um motel bem conceituado. Dirigia para lá e Selena já adivinhava qual era e informava que o tempo era livre nas quartas-feiras. “Nunca tivemos tanto tempo só para nós sem mais ninguém por perto”, eu disse. “Por isso queria ver-te cedo”, concordou. “Por que nunca fizemos isso antes?” pensei, lembrando que ela não tinha liberdade para sair da empresa quando desse na telha.

Chegamos ao local e entramos. Feliz com minha malhação, tirei a camisa de dentro das calças e expus meu abdômen. Ela olhou-me arregalada e suspirou “está melhor que a encomenda, Pedro” enquanto puxava-me pelo cinto e abria a fivela enquanto eu desabotoava a camisa, que logo arranquei. Ela parou para admirar meu peito nu e forte, quando aproveitei para soltar sua saia, que caiu fácil a seus pés, expondo a calcinha branca que lhe cobria o púbis mas era transparente e fina nas laterais. Suas coxas eram perfeitas e seus olhos ardiam em brasa. Tomei-lhe o rosto com as mãos e beijei seus lábios úmidos e macios. Ela respondeu invadindo-me com sua boca sedenta, enquanto suas mãos soltavam de vez meu cinto e calças. Chupávamo-nos com sofreguidão e ainda estávamos meio vestidos, ela de blusa e calcinha, eu de cuecas e sapatos, quando ela desceu vários centímetros, chutando seus saltos para longe. Arranquei meus sapatos e pulei para fora das calças, arrastando-a para a cama enorme e macia, jogando longe as toalhas. Continuávamos grudados. Repentinamente, os beijos não satisfaziam. Levantei sua blusa ao mesmo tempo em que ela a arrancava, expondo um par de seios firmes, de bicos rosados e macios. Segurei-os e beijei um deles, lambendo e sugando o mamilo, que endureceu em minha boca. O outro tomei com a mão, acariciando levemente. Queria ter mais mãos para tocar-lhe a xana. Selena, adivinhando, abriu as pernas e puxou-me pelos quadris para cima dela. Meu mastro rígido expulsou-se de dentro das cuecas, que agora parecia cobrir apenas minhas bolas. Ela arqueou o corpo e aproximei meu pênis ereto de sua calcinha molhada enquanto me curvava sobre ela para continuar mamando seus peitos. Com uma das mãos, tracei o contorno de suas costas arqueadas, alojando-a sobre suas nádegas, por dentro da calcinha. Eu a beliscava com força enquanto mordiscava seus seios e pressionava a pélvis sua xana ainda oculta. “Ah, me fode, Pedro”, ela pediu. “Me fode bem gostoso, quero passar a tarde toda gozando contigo.”

Ergui-me sobre os joelhos e puxei-lhe as calcinhas. Ela ajudou, juntando as coxas e dobrando os joelhos. Seus pés também eram lindos. Vieram-me à memória as muitas vezes em que os vira expostos em sandalinhas, com os tornozelos trançados, ou altivos, empinados em botas bem marcadas, afiveladas, de salto comprido e fino. Beijei cada um daqueles dedinhos. Ela sorriu, feliz com o carinho. Percorri com as unhas o caminho de seus pés aos tornozelos, pernas, dobras do joelho, coxas, e diminuí a velocidade ao aproximar-me de seu sexo. Afastei seus lábios e brinquei com eles usando meus polegares. Coloquei suas pernas sobre meus ombros, e lhe beijava pernas e coxas. Sentia meus dedos úmidos. Selena respirava suavemente com os olhos fechados, os cabelos louros esparramados sobre os lençóis brancos. Linda como eu havia imaginado. Mais até, com os seios nus resplandecendo. Tirei as pernas de cima de meus ombros, colocando-as uma de cada lado, os joelhos dobrados, os pés plantados no colchão macio. Tirei a cueca de vez sob seu olhar atento. Cúmplice, atirei-lhe a peça, que ela colheu no ar e trouxe ao rosto, aspirando profundamente. Identificou ali uma gota que mel, que sorveu. “Eu vou querer todo o teu leitinho, Pedro. Sempre quis.” Preparei-me para penetrá-la e ela fechou os olhos, serena e bela, com as mãos sobre as coxas, afastando-as de leve como que a indicar o caminho a seguir. Encaixei a cabeça em sua portinha e meu mastro iniciou a penetrar-lhe o corpo lentamente, ambos perfeitamente lubrificados. A penetração foi lenta e longa. Inclinei a cabeça para olhá-la no instante em que abriu os olhos e olhou-me. “Que delícia”, balbuciou. “Mete mais.” Comecei movimentos ritmados de vaivém, a princípio lentos, e apoiei-me sobre meus cotovelos enquanto nos beijávamos suavemente, depois profundamente, ofegantemente, fartamente. Gostosamente com as línguas trançadas sentíamos o sabor do outro. Ela usou a mão direita para massagear o clitóris, em ritmo forte e instigando-me a acelerar minhas estocadas. Ainda beijando-lhe o pescoço e ombros, prendia-lhe os mamilos, girando-os com suavidade e massageando seus seios. Selena, que gemia baixinho, repentinamente soltou um gritinho. Tornou a fechar os olhos mas logo em seguida arregalou-os com um outro grito, mais forte. Com a mão livre, cravou as unhas em minhas costas e fitava o infinito, aguardando o orgasmo inevitável. Beijei-a com mais ímpeto, rocei seus seios com mais leveza e acelerei as estocadas ainda mais. “Aaah”, expirou, contorcendo-se. Fechou os olhos com força. Estoquei com mais vigor ainda. “Aaaaaah”, gemeu mais longo, ainda mordendo o lábio inferior. Segui firme. “Aaaaaaaaaaaah”, suspirou exausta, com o olhar perdido, relaxando as pernas e braços. “Goza, Pedro”, pediu. Olhei seu rosto, suas coxas, seus seios e, apoiando-me com os braços bem estendidos, arqueei as costas e obedeci. Parecia pouco sêmen mas depois vieram um terceiro, um quarto e um quinto jatos, este quase dolorido de tão longo. Ela puxou-me em um abraço. “Ah, Pedro, tu é tão maravilhoso, tão querido, tu me come com tanto carinho”, disse ao meu ouvido. Ficamos ali abraçados, meu corpo pesando sobre o dela.

Depois de um tempo, ela me empurra para o lado e diz: “Ai, como foi bom. Mas tu ficou com o pau todo melado. Fica deitado aí que eu vou limpar tudinho pra ti.” Antes que eu pudesse pensar, Selena sugava meu membro com vigor, abocanhando-o todo, com o que ele imediatamente reagiu, colocando-se de prontidão para mais uma rodada. “Ah, tem tanta coisa para fazer”, ela disse. “Eu ia engolir tua porra toda mas agora me deu vontade de ficar de quatro”, explicou. “Porra eu tenho bastante. Vira”, ordenei. Posicionou-se sobre a cama e fiquei de pé. A altura encaixou perfeitamente: ela ajustou-se esparramando os joelhos sobre os lençóis, segurei-a pelas coxas e meti com facilidade. Socava com vigor, sem temor de gozar, e puxava-a pelas coxas. Senti sua buceta alargando-se com cada varada que levava. Ficamos nisso por um tempo e notei que seu cuzinho piscava para mim. Sustentando-a somente com as estocadas e a mão esquerda, lambi meu polegar direito e encostei-o em seu cuzinho. Ela percebeu a intenção e gemeu, jogando a cabeça para trás, os cabelos revoltos sobre as costas. Mexi um pouquinho até secar, e lubrifiquei novamente com saliva viscosa, que escorreu lenta de minha boca e caiu certinho sobre seu orifício anal. Empapei bem seu cuzinho e introduzi a primeira falange. “Ah, Pedro, safado, tu quer meu cu, é?”, perguntou ofegante, olhando para trás. Fiz que sim com a cabeça. Ela tirou meu pau e rastejou pela cama até a cabeceira, e pegou uma camisinha ao lado do abajur, a qual abriu com os dentes enquanto girava para ficar de frente para mim. Quando vi, Selena colocava o côndom sobre a cabeça de meu pau e o desenrolava com a boca, engolindo meu mastro novamente. Aquilo acendeu-me mais ainda. “Tu quer meu cu e eu quero teu pau dentro dele, Pedro”, disse colocando-se novamente de quatro e de costas. Agachou-se sobre a cama de modo que sentou perfeitamente sobre a ponta de meu pau camisolado. Enfiei dois dedos em sua buceta e pincelei seu creme sobre o cu de Selena, que brilhava com tanto lubrificante natural. A camisinha já estava bem babada por ela, então encaixei de vez minha cabeça em seu cuzinho, segurei suas polpas com as mãos e forcei de leve. A cabeça entrou de pronto, e Selena gemeu baixinho. Receoso que seu reto não estivesse tão úmido, empurrei com vagar, mas enganei-me: deslizava delicioso, cada vez mais agasalhado e esquecido em seus recônditos. “Oohhmm”, gemeu Selena, mordendo o lábio inferior e voltando-se para olhar-me. Dei uma estocada para determinar o fundo de sua gruta anal, e passei a retirar metade do mastro e penetrá-la novamente. Selena urrou de prazer. Eu estava curtindo muito, pensando que poderia passar a vida ali vivendo o prazer de senti-la e ouvi-la. Ela pediu mais velocidade, e passei a trabalhar com uma parte menor do talo, friccionando a cabeça mais vezes. Sim, meu gozo chegaria mais rápido agora. Selena gritava e começou a masturbar-se e massagear os seios. Gritava de tesão, bradando por um orgasmo que lentamente vinha chegando. Acelerava o movimento dos dedos e se contorcia. Descontrolada, tremia intensamente até o urro final, enquanto eu a observava. Suada, suplicou-me: “goza na minha bucetinha”. Retirei meu mastro, observando o tamanho do rombo. Enquanto ela se desvirava, puxei a camisinha e joguei-a longe, e montei em Selena, penetrando fácil. Sua bucetinha ainda piscava e massageou-me de tal modo que confessei piegas, olhando em seus olhos: “Eu te amo, Selena” e ejaculei suavemente, cinco jatos de igual intensidade. Então deitei-me ao seu lado e puxei-a sobre mim, o pau ainda dentro dela, até nossos orgasmos escorrerem sobre mim enquanto nos beijávamos, seu suor escorrendo sobre meu peito, seus cachos dourados esparramados sobre suas costas, sobre mim e sobre a cama.

Beijamo-nos e o tempo parou, numa serenidade perfeita do universo. Gostos, cheiros, toques, sons e nossa visão no espelho – os cinco sentidos plenamente atendidos. Finalmente despertos deste estado de sereno êxtase atemporal, Selena convida para um banho. Com duas duchas e temperatura perfeita, curtimos a água que desce pelo corpo todo. Ela lava os cabelos e eu molho o rosto e o peito. Ela leva as mãos ensaboadas ao meu pênis em repouso. Acaricia com as unhas meu saco e o períneo. Beija meu peito. O mesmo pensamento cruza nossas mentes e dou a deixa: “Ainda está com vontade de ficar de quatro?” Ela responde o que eu esperava: “Não, essa já passou. Mas ainda estou com vontade de beber teu leite.” Repito sua frase de antes: “Ah, tem tanta coisa para fazer.” Ela ri, cúmplice, e ajoelha-se à minha frente, enchendo a boca com o meu volume. Eu me encosto contra a parede do box e seguro as barras laterais. (Esse pessoal de motel pensa em tudo, mesmo). Ela afasta minhas pernas, brinca com meu saco e períneo e segura meu pênis com força. Puxa-o, expondo a glande, que então beija com carinho. Aperta e uma gotinha brilhante aparece. “Já está ficando molhadinho ou ainda é da outra vez?” pergunta, brincando. “Tanto faz, é tudo pra ti.” Ela lambe aquela gotinha e fica cheia de tesão, começando um oral bem babado, e eu me segurando para ficar em pé. Ela trabalha em meu mastro com maestria, ao mesmo tempo massageando toda a região com as unhas: coxas, escroto, períneo, chegando perigosamente ao ânus. Agora era eu quem respirava descompassado, aguardando um orgasmo inevitável. Ela me torturava, fazendo intervalos quando minha excitação atingia picos, e reiniciava. Então tomei uma atitude, firmei-me e tomei-a pelos cabelos e passei a fazer movimentos com a pélvis. Agora ela não estava chupando meu pau mas sim eu estava fodendo sua boca. “Tu vais engolir tudinho, vai?” perguntei. Como para confirmar, ela passou a pressionar com a língua meu pênis a cada estocada em sua boca. Ao sentir sua ação, meu tesão aumentou e acelerei. Estava chegando a hora. A água escorria quente, mas não apagava nosso fogo, rostos e peitos ruborizados, o pau prestes a explodir. E explodiu. “Aaagh”. Veio um jato forte, queimando-me por dentro. Veio outro mais longo. Selena estática aguardava o próximo, que veio mais leve, e então engoliu todo o sêmen, pressionando minha glande e respirando por um segundo. Gozei ainda mais duas vezes, lambuzando sua língua, que ficara exposta para não perder nem uma gota, e seus lábios. Ela pegou meu pau e bateu com ele em seu rosto, como se vê em filmes pornô. Olhou para sim e sorriu, maravilhada. Levantou-se e beijou-me na boca. Senti todo o seu corpo pressionando o meu e já fiquei com tesão novamente. Chupamo-nos debaixo dos chuveiros. Por fim, separamo-nos, lavamos de fato nossas partes, desligamos a ducha e fomos deitar, exaustos, abraçados de conchinha.

Curtimos os lençóis macios e ficamos ouvindo a respiração um do outro. Relembramos momentos em que ficamos só na vontade sem dar um passo à frente. E combinamos a próxima. Quando o corninho do marido dela estiver viajando, ela vai fazer uma “visita a um cliente” e claro que vai sobrar bastante tempo para outra tarde maravilhosa como essa.





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