"Os mais excitantes contos eróticos"

 

Uma vizinha de longa data


autor: publicitario45
publicado em: 06/11/15
categoria: hetero
leituras: 3416
ver notas


Conheci Andrea quando tinha 24 anos, ela tinha 26, era separada e tinha uma filha pequena, de mais ou menos uns 7 anos. A filha dela brincava sempre no pátio do condomínio com o meu irmão e através deles acabamos nos aproximando. Andrea era o que chamávamos de “a mamãe mais gostosa” do prédio, pois realmente ela era sensacional.

Morena, baixinha, pernas grossas, bunda arrebitada porém não muito grande, cabelos na altura da cintura, liso, castanhos assim como seus olhos, seios médios que sempre pareciam que iam furar a blusa dela devido a insistente mania de andar sem sutiã.
A gente conversava pouco, mas quando conversávamos, o papo era agradável e eu tinha que fazer um esforço danado para não ficar olhando para os pelinhos loiros das suas pernas. Em 1995,

isso era uma febre entre as mulheres daqui.

Andrea era separada, morava com a mãe e com a filha e quando ficou desempregada começou a vender roupas de trazia de outros estados e foi exatamente por causa das roupas que nos aproximamos ainda mais. Acabei virando seu vizinho e sempre que ela voltava de viagem eu ia na casa dela para comprar mais roupas, até que um dia a conversa esquentou:

Ela: não vai levar nada para sua namorada? Ela é bem bonita.

Eu: não, ela terminou comigo e mudou pro Canadá.

Ela: posso te dizer uma coisa?

Eu: sim. Claro.


Ela: você tem um ar misterioso, fala pouco. Sabia que as meninas do condomínio comentam sobre isso?

Eu: meninas? E você, se inclui na lista?

Ela: sim (rindo).

Eu: não tenho nada de misterioso. Apenas saio cedo, trabalho, a noite estudo e nos fins de semana não fico por aqui. Mas se você quer saber, os meninos também comentam sobre você.

Ela: ah é? E falam o que?

Eu: que você é a mamãe mais gostosa do condomínio.

Ela: assim você me deixa sem graça.

Mudamos de assunto, escolhi minhas roupas e levantei para ir embora. Andrea me acompanhou até a porta e nos despedimos com três beijos mais safados e sedutores de toda a minha vida. Nossos lábios não se tocaram, mas foi por muito pouco.

No final daquele ano, Andrea começou a namorar um tal de Saulo. Sujeito bruto, sem educação, alto, se vestia mal e sequer falava com as pessoas. Na festa de réveillon, resolvemos passar na área de festa do prédio da minha tia que ficava na rua de trás. Naquela noite Andrea estava linda dentro de um vestido amarelo e sandálias brancas. A gente não parava de se olhar e quando fui no apartamento para buscar algo que não me lembro agora ela subiu atrás. Entrei no quarto da minha tia e ouvi a porta fechar. Era ela, linda, cheirosa dizendo que queria me dar um beijo de feliz ano novo. Acabamos nos atracando e o beijo foi inesquecível. Minhas mãos começaram a deslizar pelo tecido do seu vestido até que ouvimos a porta do apartamento abrir. Era a filha dela dizendo que o namorado estava lá embaixo furioso atrás dela. Nos despedimos e eu fiquei lá em cima enquanto ela desceu.

Vinte anos se passaram. Mudei de condomínio e raríssimas vezes encontrei Andrea no nosso bairro. A filha dela se mudou para Itália e ela ficou morando com Saulo por muitos anos.
Recentemente, eu estava num bar com amigos assistindo uma luta do UFC quando avistei Andrea.

Ela estava numa mesa cercada de amigos, mas sem o brucutu do Saulo. Ficamos nos olhando até que ela tomou a iniciativa de ir até a nossa mesa. Me levantei e nos abraçamos por um bom tempo, trocamos dois beijos e começamos a colocar o papo em dia. Apresentei Andrea para meus amigos que ficaram maravilhados com a sua beleza apesar dos seus 46 anos. Ainda morena, sem os pelos nas pernas, cabelos curtos, até os ombros, a mesma boca, olhos, corpo delicioso,
Andrea chamava atenção dentro de um short jeans, uma blusa bem leve (Ainda sem sutiã) e salto. Depois de muita conversa nos despedimos e ela se tornou o principal assunto da mesa. Depois da luta, Andrea e seus amigos foram embora e nós continuamos lá, bebendo todas e claro, falando dela.

Na semana seguinte, numa sexta-feira após um longo dia de serviço, fui pra casa, tomei um banho e resolvi ir pro nosso bar favorito. Desta vez fui sozinho, pois a ideia era beber uma cervejinha pra relaxar e nada mais. Sentei, o garçom me serviu e cinco minutos depois Andrea se jogou na cadeira em frente. Mais uma vez ela estava linda e ficamos ali batendo papo até que relembramos o nosso beijo de 1995 que quase virou tragédia. Rimos, ela confessou que naquela noite teria dado pra mim se o namorado não estivesse lá. Quando perguntei pelo Saulo ela baixou a cabeça e disse que ele havia falecido há três anos.

Fiz um silencio, ela também e logo depois começamos a falar novamente sobre vários assuntos. Andrea confessou que tinha três anos que não saia e não ficava com ninguém, três anos sem beijar, sem sarrar, sem sexo sem um carinho sequer.

Mais um silencio tomou conta da nossa mesa e ela me olhou fixamente e e me perguntou:

Ela: naquela noite de réveillon, você também queria transar comigo? Eu estava louca para dar pra você.

Eu: eu e todos os homens do bairro. Você é linda e naquela noite estava ainda mais.

Ela: posso te fazer uma pergunta? Mas tem que ser sincero. Ok?

Eu: ok.

Ela: você esta casado? Namorando? Saindo com alguém?

Eu: não. Me separei.

Ela: me leva pro motel agora!!

Adoro mulheres que mandam. Pagamos a conta, entramos num taxi e nos mandamos para o motel mais próximo. Andrea estava descontrolada e já dentro do taxi começamos a nos beijar sem notarmos a presença do motorista que nos espiava pelo retrovisor. Escolhemos uma suíte com hidro e mau entramos no quarto e a pegação começou com força total.

Andrea estava de saia e mini blusa. Se livrou das sandálias, da saia, da blusa e ficou lindamente de calcinha na minha frente. Enquanto eu me livrava das minhas roupas ela me beijava a boca e massageava meu pau por cima da bermuda. Sussurrava coisas como “eu sempre quis” e em poucos segundos estávamos abraçados na cama. Beijei sua boca com meu corpo entre suas pernas abertas. Andrea se movia como se quisesse que eu a penetrasse sem a necessidade das preliminares. Desci minha boca sugando seu pescoço e depois os mamilos. Suas unhas arranhavam com força as minhas costas enquanto eu já lambia cada pedacinho da sua barriga.

Suas pernas abriram ainda mais e eu passei beijando sua virilha e a parte interna das suas coxas. Andrea já implorava para ser fodida com vontade.

Lambi cada um dos seus dedos fazendo que a minha vizinha gemesse ainda mais alto. Subi novamente e lambi nas laterais da sua boceta sem tocar no seu grelo. Andreia estava louca, se descontrolou com a possibilidade de gozar três anos depois da morte do marido.

Coloquei-a de quatro na beira da cama e com um movimento rápido rasguei sua calcinha. E ai veio uma grande surpresa. A quantidade de liquido que escorria de dentro da sua gruta era surpreendente. Parecia que Andreia havia acabado de trepar e a porra de algum macho ainda estava escorrendo de dentro dela. Aquilo era tesão acumulado, um fio longo e denso escorria de dentro dela que já implorava para ser possuída.

Não resisti e cai de boca, afinal de contas, quem estava sem dar há três anos, dez minutos a mais ou a menos não faria a menor diferença. Encostei minha boca no seu grelo e Andrea urrou, puxou meus cabelos e me forçou a chupar sua boceta com vontade. Poucas lambidas e mordidas e veio o primeiro gozo, farto, quente, viscoso molhando toda a minha face.

Andrea gemia e sua respiração estava descompassada. Numa virada rápida ela girou seu corpo sob o meu e caiu de boca na minha rola. Lambeu a cabeça, chupou, passou a língua no meu saco, me bateu uma punheta tudo ao mesmo tempo. Sua empolgação era tamanha que ela mordeu a cabeça do meu pau me arrancando um grito de dor e não de prazer. Ela se desculpou e veio em direção a minha boca. Me beijou novamente sentindo gosto do seu gozo enquanto seu corpo se encaixava facilitando a penetração. Andreia se empinou em cima de mim e deixou o peso do seu corpo fazer todo o serviço.

Meu pau foi abocanhado pela sua boceta quente e melada e ela se pôs a cavalgar num ritmo lento e bem sensual. Ao pressentir seu corpo reagindo ela aumentou o ritmo e gozou novamente gemendo alto mais uma vez.

Resolvi tomar a direção da trepada e a coloquei deitada numa cadeira erótica. Suas pernas ficaram abertas e para o alto, subi num degrau, pincelei sua boceta com a cabeça do pau e penetrei de uma vez só.

Comecei com as estocadas mais fortes e Andrea pediu para ficar de quatro após outro orgasmo.
- come meu cu. Disse ela.

Antes, me ajoelhei por tras e dei-lhe mais um banho de língua desta vez no anelzinho. Ela se arrepiou e e eu comecei a forçar a entrada. Andreia ajudava se movimentando lentamente.
Depois que o pau entrou todo Andreia pediu para que eu batesse na sua bunda, com força e sem dó. Desferi alguns tapas na sua anca e para cada tapa um gemido de prazer. Minhas unhas arranhavam suas costas deixando riscos vermelhos na sua pele. Mais estocadas e Andreia gozou junto comigo. Caímos de lado e ficamos em silencio enquanto a porra escorria entre suas pernas.

Mas não é apenas uma trepada que apaga um fogo que queima há três anos e Andrea queria mais.

Após recompor nossas energias, ela foi ao banheiro, tomou um bom banho e voltou nua em direção à cama. Se jogou em cima de mim me oferecendo sua boceta totalmente aberta enquanto me chupava deliciosamente num perfeito sessenta e nove. Sua boca gulosa engolia meu pau quase que por inteiro. Seu corpo se movimentava em círculos esfregando sua xana na minha cara até que ela gozou roçando seu grelo na minha barba. Novos gemidos, mais alguns tapas na bunda mas eu ainda não havia gozado.

Me levantei e pedi que ela se ajoelhasse no chão. Comecei a esfregar minha pica na sua cara de safada. Andreia pediu para que eu batesse com ela na sua cara e assim foi feito. Batia com a minha pica nos dois lados da sua cara, puxava seu cabelo levanto seu rosto para onde eu quisesse. Mandava ela abrir a boca e metia a rola como se estivesse fodendo a sua boca.

- Me fode de novo!!

Andrea pedia e me olhava com cara de puta. Ela se levantou e veio com sua boca em direção a minha e nos colamos novamente. Sua mão massageava minha rola num movimento frenético até que ela se virou e apoiou num espelho grande na parede do quarto, abriu as pernas e se ofereceu a mim.

Pincelei a cabeça do meu pau na sua boceta e facilmente ele entrou. Com uma das mãos na sua nuca apertando forte e a outra na cintura, iniciei minhas estocadas mais forte fazendo Andrea gemer mais alto e descontroladamente. Minha pica deslizava dentro dela e acelerei o ritmo quando ela anunciou que ia gozar. Gozamos juntos e Andreia ficou mordendo meu pau com as contrações internas da sua xana.

Eu me joguei na cama e Andrea no sofá, ainda com as pernas abertas e a porra escorrendo, ela começou a espalhar meu gozo pelo seu grelo como se fosse um óleo de massagem. Suas mãos tocando sua boceta inchada lhe arrancavam espasmos e ela se masturbou logo após ter gozado até que gozasse de novo.

Depois tomamos mais um banho, abrimos uma garrafa de vinho e ficamos relembrando de como nos conhecemos e como um comia o outro com os olhos.

Skype: publicitario1970@hotmail.com



ver comentários

Aviso:

Todos os comentários aqui exibidos são de inteira responsabilidade do comentarista. O site Clímax Contos Eróticos deixa claro nas suas normas que manifestações de pedofilia, racismo ou de qualquer outro teor ilícito serão banidas, assim como seus autores. Publicações ou comentários ofensivos aos demais membros poderão ser removidos.

Faça um comentário:



Sua nota para este texto:

Quero receber email sobre novos comentários.