"Os mais excitantes contos eróticos"

 

Quanto mais vagabunda, melhor.


autor: publicitario45
publicado em: 13/11/15
categoria: hetero
leituras: 7553
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Era sábado e chovia muito naquela manhã. Resolvi ficar deitado na cama trocando de canais na televisão até descobrir se haveria algo de bom para fazer naquele fim de semana com cara de inverno.

Na televisão, nada de interessante, mas no meu WhatsApp uma mensagem que iria mudar meu fim de semana radicalmente.

A mensagem dizia apenas me fazia uma pergunta: lembra de mim? O pior, eu não fazia ideia de quem era, pois o número não estava cadastrado no meu celular.
Respondi perguntando quem era e pedindo desculpa por nõ saber do que se tratava e a resposta foi rápida: Natália, do stand da construtora. Nos conhecemos ontem na feira.

Conheci Natália na noite anterior, após um evento em 2012. Ela era uma das cinco promotoras que trabalharam para um cliente meu e como toda promotora, não preciso dizer que se tratava de uma bela jovem. Morena, quase mulata, cabelos cacheados, olhos negros e boca carnuda, Natalia chamava atenção pelo vestido ousado que a construtora escolheu para as promotoras que realçava as curvas do seu corpo. Não era muito alta, mais ou menos 1,65 de altura. Lembro-me que na noite anterior ela era uma das meninas mais agitadas, conversava com todo mundo e tem a mania de falar sempre sorrindo, o que é fatal, pois parece que ela está sempre tentando seduzir alguém.

Conversamos bastante sobre feiras e eventos e ela me pediu um cartão para mandar suas fotos para futuras contratações.

Neste dia, pedi desculpas a ela e sai para encontrar alguns amigos. A noite quando cheguei, ela já tinha mandado as fotos em vários eventos e como lá continha seu nome completo, não resisti e fui ver seu Facebook.

A primeira grande descoberta foi que a menina era casada e a segunda é que ela não parecia se preocupar muito com isso, devido as fotos e os comentários dos caras em cada uma delas. Resumindo, se tratava de uma linda mulher casada e vagabunda.

Passamos o resto do sábado trocando mensagens até que eu resolvi dar uma cartada mais alta:

- O que você vai fazer de bom hoje?

- Nada, meu marido esta desanimado, quer ficar em casa e eu tô louca pra sair?

- Se você não morasse tão longe ia te convidar para beber algo comigo.

- Não estou tão longe assim, se me der meia hora chego ai. Onde quer me encontrar?

- Pensei em você me visitar na minha casa, mas isso foi antes de saber que você é casada. Acho que
não ficaria bem pra você né?

- Deixa que eu decido se fica ou não. Enquanto eu tomo um banho, me manda a localização da sua casa por mensagem. Beijos.

Meia hora depois, um carro preto parou debaixo do meu prédio. Pude ver uma morena bonita saindo de dentro dele. Ela usava um vestido branco, curto, colado no corpo. O salto alto fazia com que as pernas ficassem ainda mais bonitas e torneadas. Minutos depois o interfone tocou, era ela.

Natália subiu rapidamente e eu já esperava por ela na porta com duas taças de Moet Chandon nas mãos, uma pra mim e outra pra ela. Ela cheou sorrindo, estava linda e cheirosa. Me agradeceu pela bebida, deu um gole generoso e meu deu dois beijos no rosto e um abraço onde uma das suas pernas roçou levemente entre minhas pernas.

- Obrigado por ter salvado meu sábado. Meu marido é muito desanimado e não gosta de sair de jeito nenhum.

- Marido, por falar nele, tudo bem você aqui em pleno sábado?

- Sim. O carro é meu, a vida é minha e eu não tenho culpa se ele tem espirito de velho.

Natália falava isso com uma tranquilidade assustadora e para quebrar um pouco do clima investigativo que sem querer eu instaurei, servi mais champanhe e fui mostrar a casa pra ela. Olhamos a varanda, a cozinha, os quartos e no corredor ela parou meio que impedindo a minha passagem. Me olhou fixamente nos olhos, sorriu com uma certa malicia e disse que a noite estava muito agradável. Depois se virou e foi caminhando na minha frente e meus olhos não descolavam do seu corpo gingando maliciosamente na minha frente um minuto sequer.

Chegando na sala, Natalia se sentou e cruzou as pernas me proporcionando uma bela visão. Pernas lisas e bem tornadas ficavam ainda mais bonita com aquele salto enorme. Troquei de posição e sentei ao seu lado e começamos a falar da vida, vários assuntos vieram a tona naquela noite, mas o que a gente queria mesmo era sexo, vadiagem puramente dita.

- Eu reparei no stand que você conversava o tempo todo com sorrisos nos lábios. É uma técnica de sedução?

- Não, sempre fui assim, desinibida, eu diria.

- Desinibida com certeza.

- Seu marido deve ser um cara apaixonado.

- Deve não, ele é, mas como todo casamento tem umas coisas que me aborrecem e uma dela é o fato dele não ligar quando eu saio com as minhas amigas.

E nisso nossos corpos se aproximavam e a gente estava cada vez mais perto.

- Seu cheiro é bom. Cheiro de homem que sabe o que quer.

- Eu sempre sei o que quero, o tempo todo.

- Ah é, e o que você quer pra sua vida?

- Você!

Se era uma senha eu não sei, mas o fato é que minha mão oi automaticamente na nuca de Natalia e a forçou em direção da minha boca. Nossos lábios colaram um no outro e parecia que não iam se descolar nunca mais.

Me lembro que uma das taças caiu no chão e não quebrou porque o tapete da sala era do tipo mais felpudo e como não fez barulho não nos atrapalhou em nada. Natalia tinha uma boca ágil e perigosa. É o tipo de mulher que sabe desmontar um cara apenas com um beijo. Boca voraz, mãos atrevidas e rapidamente minha camisa já estava jogada no canto da sala. Minhas mãos também entraram em ação passeando pelas suas pernas, indo pela parte interna das suas coxas lhe causando arrepios.

Para me provocar, Natalia abria as pernas e fechava de propósito me deixando cada vez mais instigado e excitado. Minha boca explorava seu pescoço, mordia sua orelha enquanto minhas mãos tocavam boa parte do seu corpo por cima do tecido elástico do seu vestido. Na sala, ouvia-se apenas os sussurros, pequenos gemidos e o som do home. Levantamos ainda grudados pelos lábios até que Natalia começou a dançar enquanto minhas mãos iam se livrando do seu vestido. Após nos livrarmos das nossas roupas, Natalia ficou se remexendo ao som da música na minha frente usando apenas uma calcinha tipo fio dental e o salto alto. Não resisti, cai de boca nos seus seios e a joguei no sofá para poder lamber cada pedaço do seu corpo. Natalia apenas gemia baixinho e movimentava seus quadris de forma circular. Suas unhas deslizavam pelas minhas costas alterando a suavidade com toques mais agressivos e esta mistura de dor e prazer me deixava louco de tesão.

Desci dos seus seios até a barriga e me acabei lambendo sua virilha. Natalia pediu que eu desse leves mordidas nesta região do seu corpo, pois ela sentia um imenso prazer. Da virilha para seu sexo fo fácil, mas apenas respirei mais forte para poder sentir o perfume que sua boceta exalava. Cheiro de fêmea no cio,

Não resisti por muito tempo naquela brincadeira e coloquei sua calcinha ainda mais pro lado e cai de boca. Sua boceta já estava bem melada e foi rápido a chegada do primeiro gozo que escorreu em grande quantidade melando completamente meu rosto e o tecido do sofá.

Natalia ficou alguns minutos retomando a respiração enquanto eu sentado ao eu lado brincava com os seus clitóris usando apenas os meus dedos. Aos poucos, seu corpo começou a se movimentar e outros espasmos tomaram conta do seu corpo anunciando o segundo gozo, um pouco menos intenso, mas o suficiente para que ela caísse de boca na minha rola engolindo de forma espetacular a minha pica. Sua boca era quente, macia e apertada apesar de grande. Ela fazia pressão com a boca na cabeça do meu pau enquanto suas mãos massageavam meu saco me fazendo chegar rapidamente ao primeiro gozo. Natalia fez questão de beber todo meu gozo e veio com a sua boca melada em direção a minha boca. Voltamos a nos beijar e eu pude sentir na sua boca uma mistura de doce e salgado, fruto do meu leite despejado na sua boca.

- Tá me chamado uma vagabunda né?

- Estou, mas quanto mais vagabunda melhor.

Natalia riu e foi até o barizinho e pegou a garrafa de Moet que estava em cima da bancada. Esfregou o bico da garrafa na sua xana e levou até a minha boca para eu beber. O liquido gelado escorreu no canto da minha boca e escorreu pelo meu peito, indo até o meu saco. Natalia tratou de lamber cada gota e o calor da sua boca em contato com a bebida gelada meu fez despertar de novo.

Puxei seu cabelo trazendo seu rosto em direção ao meu rosto e ela já chegou encaixando sua boceta na cabeça do meu pau que rapidamente foi sugado. Seu corpo cavalgava sobre meu corpo num movimento lento, onde ela saía até a ponta da cabeça e depois descia lentamente de novo engolindo ele por inteiro novamente. Ficamos neste vai e vem por um bom tempo enquanto nossas bocas não se largavam.

Natalia sabia trepar. Sem tirar meu pau de dentro, se virou e ficou de costas pra mim. Seus cabelos iam até a cintura me proporcionando um belo visual. Vira e mexe eu puxava seus cabelos e seu corpo arriava sobre o meu peito, facilitando com que meus dedos massageassem novamente seu grelo duro e sensível ao toque. Não demorou muito, Natalia aumentou o ritmo do seu corpo enquanto minhas mãos tocavam cada centímetro do seu sexo lhe fazendo gozar de novo.

Me levantei e coloquei minha amiguinha de pé, encostada na mesa e a penetrei por trás. Agora seria a minha vez de gozar novamente e com estocadas fortes senti meu corpo esquentar, minhas pernas tremerem e o gozo invadir sua boceta melada. Urrei de prazer sem me preocupar com os vizinhos e em seguida deixamos nossos corpos caírem no sofá.

Nesta noite, Natalia me confessou que tinha uma fantasia, transar com uma mulher enquanto um homem assistia e como eu acho que quanto mais vagabunda, melhor, é claro que eu não deixei de ajudar a minha amiga, mas isso eu conto na semana que vem, prometo.













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