"Os mais excitantes contos eróticos"

 

Gabriel ousado


autor: luah
publicado em: 21/11/15
categoria: hetero
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Tamanha era o desejo por aquela Professora, todos a admiravam desde alguns professores até os alunos, ela era especial, uma mulher com atitudes de adolescente, uma conhecedora da arte sexual, morena, mulata, medindo 1,74cm, olhos negros, cabelos escuros, bumbum gostoso, seios apetitosos, lábios carnudos, pernas torneadas, e um olhar surpreendente.
Séria e enérgica com todos quando necessário, me atraia muito mais, admitia algumas piadinhas ou indiretas, tudo começou de uma brincadeira, e a busca de uma oportunidade de ganhar pelo menos um beijo daquela Professora começou, trocamos alguns torpedos picantes e eu logo quis falar bem baixinho em seu ouvido e depois ir beijando seu pescoço, isso só de pensar é excitante. Em meus pensamentos, eu digo:

- Sua boca é linda.
Ela abre os olhos meio assustados com o meu atrevimento, defere um leve olhar de lado, e diz:
- Acho que você tomará coragem suficiente para me fazer feliz.
Durante a aula eu a maltrato, ela pedirá para eu a desprezar mais, parece que ela gosta desse jogo. Manda-me torpedos, eu ligo e tudo parece um jogo, que é delicioso quando se pensa no desfecho dele. Sou discreto, más confesso eu a desejo. Eu olho tudo nela, cada detalhe, penso nela com o gosto na boca do néctar do desejo de devora-la.
No olhar uma conversa acontece:
- Gabriel, eu tive reparando que você é bonito e privilegiado e pude concluir que as garotas olham muito para você, vejo que você é muito assediado.

- Nem tanto Professora.
- Vejo que para você é fácil conquista-las.
- Mas meu único interesse é.
- Bom, se você acha que eu sou parecida com essas garotinhas das quais você aluga, pois pode parar por aí, não admitirei de modo algum qualquer tipo de insinuações vindas de você.
Ela faz doce, tipo diz que apagará o meu telefone novamente do celular dela, essa dúvida me deixa com mais curiosidades e com mais vontade de possui-la.
Olhei bem profundo em seus olhos e mandei um leve beijo no meu olhar em sala de aula depois de um sorriso discreto, seu olhos brilharam ela ficou completamente sem reação, senti que ela quisera naquele momento vir até os meus braços e se entregar, mas ela ficou completamente estagnada. E saiu rapidamente da sala foi ao corredor e se concentrou novamente retomando a aula.
Daí para frente sentia que as coisas mudaram entre nós, ela fazia questão de não fazer menção a minha presença, mas quando desfilava um leve olhar para mim via que aqueles lindos olhos brilhavam, semanas se passaram, e no início de Agosto ela me enviou um pedido para mandar torpedos, depois mandou um torpedo dizendo que iria vir me ver, confesso me excitei só de pensar, mas se magoou comigo pelo tel que estava desligado, eu retornei com um toque, mas acho que ela ficou chateada, agora vou ter que esperar, ela não entende que eu preciso ficar longe dela na sala, que preciso maltrata-la sempre para que não percebam o quanto eu a desejo, ela é muito temperamental, eu adoro isso.
Não podia ver a hora de ter aquela mulher em meus braços. Sussurrar bem pertinho de seu ouvido e desfilar um leve beijo em seu pescoço . Ela fechar os olhos, ver o seu corpo amolecer, até parar de apertar o meu braço e suspirar pausadamente. Lambê-la com o olhar profundamente excitante, pois quero fazer-la sentir-se desejada e admirada, centro do desejo feminino, excitando-a. Esse olhar deslizante, acariciante, admirador e acompanhado da verbalização de meu afeto por ela, sinalizando meu interesse por um envolvimento mais profundo. Ela vai me dizer:
- Até que você me surpreendeu.
- E você me encantou com o seu jeito.
Ela irá me ligar de novo e se encontrará comigo, eu sinto isso, ela me encontrará em silêncio, entraremos num lugar envolvente e ela ao chegar me abraçará e eu torço que ela me beije e passe a língua em meu pescoço, morda o meu peito, orelha, e começaremos a nos beijar freneticamente (o meu gostoso começou a latejar) de tanto tesão ao morder o meu peito ela olhará para minha roupa e verá a veracidade de meu gostoso, ela vai colocar a mão levemente dentro da minha calça e massageará as minhas bolas, sei que ela deseja isso.
Aquilo me excitou profundamente, nunca havia visto ela daquele jeito provocante e sensual. Aquilo na verdade era um sonho realizado, poder ter aquela mulher todinha para mim. Ela pediu para que eu ficasse de pé, ela se levantou tirou a minha camisa e começou a me morder ela tinha tara em morder o meu peito, quando ficamos frente a frente, eu deixei que ela comandasse, era tudo que eu queria. Chegando a ouvir leves gemidos de prazer.

Deitei-a na cama, nesta altura eu já estava só de cueca, por cima dela passava a ponta dos dedos para percorrer a região próxima à nuca, depois subia como se estivesse escrevendo um "V" para perto das orelhas, dando algumas mordidinhas no couro cabeludo dela e no pé da nuca e depois assoprava ela se surpreendia e delirava, fechava os olhos e se contorcia.
- Aonde você aprendeu a fazer isso.
- Estou aprendendo com você.
- Ah, seu cachorro, escondendo o jogo.
- Guardei exclusivamente para você.
Daí comecei a lhe dar um banho de língua, passei a língua sobre sua pálpebras com delicadeza, dando uma série de beijinhos, tocando seus cílios com os lábios e a língua. Nas orelhas percorria alternadamente toda a parte interna e externa com a língua ligeiramente umedecida dando leves mordidas no lóbulo, respirando bem perto delas eu a via se arrepiar todinha. Roçava os meus lábios nos dela procurando a ponta da língua, intercalando com beijinhos, prendendo o lábio dela entre os meus dentes, e acabava por invadir a sua boca com vigor explorando a gengiva e o céu da boca interrompendo o beijo suavemente, e começando de novo.
Nossos corpos a essa altura já estavam pegando fogo. Ao chegar em seus seios onde ela gostava mais o beliscava de leve e enrolando com a ponta dos dedos, os segurava como um presente dos deuses, lambia os bicos com a ponta da língua em movimentos circulares, alternando com um vaivém rápido, logo se endureceram,e comecei a sugá-los de leve, depois com um pouco mais de vigor, me delirando com a reação dela, ela erguia os seios pedindo mais.
- Aiiiiiiiiiiiii, pare de me torturar.
Ela tentava empurrar pela minha cabeça até sua vagina, soltando gemidos de prazer. Coloquei-a em pé, e fui tirando sua calcinha, coloquei um dedo em cada lateral, mergulha as mãos por baixo do tecido até a bunda, voltando pela lateral e então eu puxei sua calcinha devagar até que os primeiros pêlos aparecerem, parava, passando os dedos debaixo do tecido e pondo a peça no mesmo lugar, de novo a tirava, dessa vez mais baixo, voltando a subir a calcinha, ela completamente enlouqueceu.
- Ninguém nunca fez isso comigo.
Virei-a de bruços na cama ou sobre o seu colo, como se fosse levar umas palmadas dei uma bem de leve, desfilei minha língua acariciando o cóccix, brincando.
- Hummmmm, que delícia.
Brincava com ela, passava a língua entre as coxas e o bumbum. Desci até seus pés e fiz o contrário massageei seus pés e beijava eles subindo até as pernas, dando várias beijinhos lambidinhas, chegando até suas coxas abri minha boca e apertava junto a mim segurando o seu bumbum e atrás das coxas. Até que ela sussurrou gemendo:
- Agoraaaa, eu vou te ensinarrrrrr algo. Abaixou minha cueca, e tirou para fora meu gostoso, latejando de tanto prazer, ela a amostra de sua língua percorria a extensão do meu cacete, das bolas até a cabeça, chegando a abrir totalmente a boca abocanhando a cabeça do meu pau, punhetando-o ela me confessara:
- Tinha a maior curiosidade em poder tocar em você.
- Eu tinha o maior prazer em poder sentir o sabor de seu corpo.

Ela se levantou e nos beijamos profundamente e nossas mãos percorrendo os nossos corpos. Coloquei um travesseiro debaixo do seu bumbum puxei-a pelo bumbum em direção ao meu corpo.
- Jura que se doer você para.
- Claro que não, porque antes de você poder sentir dor você sentirá prazer.
Sussurrando em seu ouvido ela fechou os olhos levemente e um ar brande de um sorriso, antes de ela poder esboçar qualquer reação untamos pelas mãos e deixei o meu cacete deslizar levemente a entrada de sua vagina fazendo movimentos circulares, ela para comprimir um pouco a dor mordiscava os lábios, e soltava várias frases de prazer.
- Me possua, me devora, você é gostoso demaiiiiiisssssss.
- Vou te fazer gozar, gemer de prazer.
- Aiiiiiiii, ta gostoso.
- Ta gostoso, minha gostosa.
Nós num gostoso vaivém podia sentir a cabeça do meu cacete massagear o seu clitóris, depois ela ficou por cima de mim, antes deu uma bela chupada em meu cacete para facilitar a penetração. Em cima de mim ela pode controlar todos os movimentos e eu aproveitava para chupara os seus seios, e neste momento ela dizia:
- Apeeeerta minha bunda.
Segurava sua bunda com firmeza e a puxava junto do meu cacete, e mordiscava de leve aqueles biquinhos maravilhosos, a cada estocada era um grito, rebolava muito, nunca poderia acreditar que aquela professora fosse esse furacão.
- Aiiiiiiiiiii, goza para mim seu gostoso.

Ela gostava de todas as posições a todo instante ela queria mais e tudo diferente, segurei-a pelo quadris e coloquei levemente e sentia rasgar novamente as preguinhas de sua vagina, isso me enchia muito de tesão.

- Aiiiiiiiiiiii, como é maravilhoso sentir você me comer. Eu tenho vontade de fazer uma coisa.
- O que é?

Perguntei a ela mas imaginava o que era.

- gostaria de sentir como é a sensação de ser penetrada por você.
- Você tem alguma coisa para passar nele.
- Não quero passar nada quero sentir tudo porém trouxe um gel, para facilitar.

Coloquei duas almofadas embaixo do corpo dela, colocando-a de quatro, comecei a chupar novamente, para acostumar, colocava a pontinha da minha língua, ela gritava constantemente eu vou gozar, pegando o gel e fazendo questão de passar bastante em meu cacete.

- Huuuuuummmmmmm, devagarinho.

Foi difícil e penetração a Professora mordia os braços, soltando gritos abafados.

- Aiiiiiiiiiiii, coloca mais um pouquinho, aiiiiiiiiiiiii.

Não poderia negar que eu também gritava muito, nunca havia comido um tão gostoso, de quatro ela fazia movimentos circulares, para ajudar a penetração do meu cacete. Entrando a metade já estava o bastante não tinha mais nada a aprofundar.

- Aii, não força mais por favor.

Ela dava pequenos gemidinhos, rebolando sobre o meu cacete. Até que ela acelerou o movimentos.

- Euu, vouuuuuu gozaaaaaaaar.

Ela teve um orgasmo delicioso , já na minha primeira gozada ela disse:

- Agora meu aluninho eu quero ver você gozar.

Ela me ensinou uma posição loucamente deliciosa, eu fiquei de joelhos, e ela agachada, ficando agachado na ponta dos pés com os dois joelhos apoiados no chão, e ela me entrelaçando com as pernas pela cintura e pude penetra-la abraçando-a pelas costas e beijando-a com sofreguidão.

- Não irei agüentar mais vou gozar.
- Goze meu príncipe, goze que eu também vou gozar.

Aumentamos os nossos movimentos e gozamos juntos. Ficando na mesma posição deixamos nossos corpos relaxar e o meu cacete parar de latejar, continuamos a nos beijar, e ela disse:

- Nunca havia gozado tanto, acho que eu não agüento mais.
- Que nada você, você agüenta mais uma.
- Hoje não, eu estou com horário contado

Tomamos um delicioso banho, e ela não resistiu, ficou de quatro com os braços fora da banheira.

- Só mais uma, eu quero mais.

Olhava para mim com um olhar de safada. Beijando em seu pescoço.

- Agora eu quero que você bata na minha bunda.

Isso fazia meu cacete inchar mais, fomos novamente ao êxtase total. Nos vestimos rapidamente pois já estava próximo das 22:00h, e teríamos que nos apressar.

- Gabriel, irei lhe pedir uma coisa, por favor não conte isso à ninguém.
- Palavra de honra, eu jamais te magoarei.











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