"Os mais excitantes contos eróticos"

 

O RAPTO


autor: luah
publicado em: 21/11/15
categoria: hetero
leituras: 1935
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Ao cair da tarde ela se entrega aos seus pensamentos, aquele jovem a tivera enfeitiçado, sua indiferença era algo que a atordoava e a provocava profundamente, Gabriel a tinha seduzido com seu modo obscuro e curioso de ser.
Depois de escrever pra ele um conto de todos os seus sonhos mais abusados, tentou entregar e Gabriel a rejeitou, não quis saber do manuscrito, o coração dela se desfez, mas sua parte libertinosa ascendeu, aumentará ai o desafio, o jogo estava em movimento e as atitudes deveriam ser bem pensadas, num ápice de idéias, ela enviou uns torpedos assim ele não poderia deixar de ler, ou quem sabe só os apagaria, a dúvida é aliada da curiosidade.
No início de uma noite de sábado, de maneira interrupta, ela enviou uma seqüência de mensagens que pareciam transbordar do seu corpo desejos inconscientes.
- Pensando em mim? Quando você vai me fazer tremer as pernas? Cadê você Gabriel? Você ta aí? Me manda um toque, me deixa molhadinha...

Em poucos instantes ele deu um toque no telefone e ela partiu para o ataque.
- Senti sua boca na minha, seu gostoso encostando, to sentindo você querendo, me joga na cama e deixa eu aprender a sentir o corpo ferver com uma pincelada gostosa e depois um vai e vem gostoso. Aiiii to com água na boca.

Dois torpedos foram enviados com rapidez para que Lee apenas desse um toque e não tivesse tempo de pensar em nada só se envolvesse e sentisse os desejos dela.
- Deu vontade de brincar com a boca, deixa? Eu mordo devagar, molhadinho? Deixa comigo, eu amo, leite condensado? Delícia...
- Beijar seu corpo todo, de baixo pra cima,pés,joelho,virília; epa, que gostoso, posso ficar a vontade? Uiii deixa mais???

Com certeza ele já estava com o seu gostoso latejando, o mais provável era ele querer penetrar e por maldade os torpedos continuaram.
-Devagar, coloca,isso tudo aiii, vai,vai,gostoso, que tesão, continua, faz, me machuca, to te querendo, não para, enfia tudo.
-Me vira de quatro, me faz gemer, me faz tremer, não para, ta bom demais, me bate, isso, soa em cima de mim.

Se estivessem juntos carnalmente o desfecho provável era único, ele iria deixar o seu peso sobre ela, proporcionando um relaxamento sem igual, beijaria sua testa e suavemente verificaria se estava tudo bem, algo em busca de um novo recomeço pela sua virilidade inquestionável.
Além de toda imaginação que ele já tivera tido, ela refaz o convite sutilmente em mais uma mensagem.
- Ai, Gabriel, vou ter que tomar um banho gostoso, vem comigo? Poxa, você está perto, o sabonete caiu,eu pego, aiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii! Delícia.
- Aiii devagar, vem de novo, enfia tudo, a água caindo, você dentro de mim, essa sensação foi sem igual.

A intenção dela era clara mexer com ele e é claro que conseguiu, bastava contar as, mais ou menos, dez vezes que ele deu um toque enquanto ela escrevia e enviava, sem pensar muito ou questionar nada. Eram só as emoções sendo relatadas na velocidade que aconteciam.
Pelo modo discreto e abusado da essência dela, ela envia um torpedo ainda:
- Foi bom, você é um homem muito gostoso, espero que nos encontremos de novo, boa noite! Você gostou? Ao vivo então?

No passar dos dias ela percebe que em meios as suas indiferenças, ele bloqueou o telefone para curiosos não lerem as mensagens do ultimo fim de semana. Um ponto positivo para os investimentos da Lua, agora era só observar as atitudes dele para poder traçar as novas estratégias.
Com o passar dos dias seus olhares cresciam, é como se ela estivesse nua perante aos seus olhos, um caminho aberto para novos investimentos.
Não adianta atacar, é preciso recuar para um novo ataque, as regras do jogo são feitas e desfeitas com o passar do tempo e com a apresentação dos jogadores. O telefone dele foi desligado, foi de propósito, claro que depois dele não querer o cd com o conto, ele deu um toque de leve, para amenizar a situação.
Todos os fatos comprovam o interesse, o mais estranho que não se pode ser revelado em meios a todos, deve ser algo secreto e delicioso que só pertence aos fins de semana.
Em seu recuo a Lua envia ao passar do tempo uma mensagem:
-Era uma brincadeira sua? Tudo bem eu entendi, você não me quer! Desculpe não fiz por mal queria só sentir você, valeu.

Os caminhos que seguimos são regidos por fatos por vezes minuciosos, ele com o telefone ligado não precisava olhar ou sentir sua presença, antes dele ler o torpedo, em um encontro breve entre um olhar doce, um abraço apertado aconteceu, um sorriso breve, ele foi avisado que leria algo quando ligasse o telefone, bela tacada, avisá-lo do recuo.
Recuar é interessante, faz com que o bom fluido nos tome, sonhos se misturam com realidade, a busca aumenta e o jogo toma novos rumos. O que poderia ser sonhado agora em meio ao afastamento? Ouvindo blues, com o corpo cheio de fantasia carnais,um café quente perto dos lábios, que são mordidos em meio as possibilidades de andar entre as nuvens, vamos viajar.

A noite vai chegando, ela traz a majestosa lua, aquela que clareia os passos daqueles que não querem ser vistos, os que buscam pelo gosto de suculentas e audaciosas aventuras.
Ela sai de casa, entra no carro pega a estrada e arrisca uma mensagem, em que ele deve aguardar um contato para encontra-la, alguns minutos depois ela telefona para ele, no rádio do carro toca um hip-hop mal intencionado, ele marca o lugar e ela o encontra.
Surpreso e tímido, ele só a observa com uma roupa provocante, sorri e espera pelo novo acontecimento inesquecível de sua vida.
Ela conduz o carro pega a estrada e ao passar alguns minutos num lugar escuro, para o carro no acostamento e o beija com ardor, ele retribui sem palavras. Entre os bancos do carro ele a puxa para os seus braços, aperta seus seios contra o seu peito enquanto a uma mão percorre as costas de cima pra baixo, com leves arranhões e a outra firma a nuca, pressionando-a e massageando-a, aumentando o desejo que a língua já fazia transbordar a o entrar e sair da boca como se conduzisse uma penetração frenética.
Sem fôlego ela se afasta, perdendo toda as rédeas da situação, sem saber como agir, atordoada, confusa com todas as explosões de sentimentos que a tomava, sai do carro, anda, respira fundo olha a lua e a o revirar lá estava ele, sem nada dizer, com um sorriso nos lábios.
Ele a pega pelos braços fortemente e a encosta no carro, o ar some com aquela mão e m suas costas e a outra na sua coxa, que estava encoberta com uma leve saia, acariciando-a com total segurança a fazia ficar tonta, suas pernas tremiam, pois com aquela boca em seu pescoço, subindo até as orelhas e descendo a caminho dos seus seios, a deixavam louca.
De repente ele vai reduzindo todo aquela atração entre os corpos e pergunta:
- De que cor é a renda?
Ela fica sem saber ao o que dizer, dá um sorriso maravilhado e responde: - Branca.
Já que é branca, as coisas devem acontecer com sutileza, ela sente que a sua mão já esta a prendendo pela cintura enquanto a outra mão, em meios a olhares fixos, passeia por sua virilha, ela toca levemente os lábios, o clitóris e salientasse um pouco, quando ele interrompe:
- Aqui é um lugar perigoso, me leva pra onde você quiser.

Ela obediente entra em um motel próximo, pega a chave da suíte, estaciona o carro, ele fecha a garagem, ela o aguarda, ele pega a sua bolsa e coloca em cima do carro, a encosta no carro, levantando sua blusa, entre beijos loucos, toca seios e roçando suas pernas busca os caminhos para aos poucos tocá-la, a fazendo aumentar sua lubrificação, em meios ao jogo, ela foge.
Subindo as escadas, ele a pega pelas pernas e a senta em um degrau, pergunta:
-Aonde você vai com tanta pressa? Deixa eu te tocar? Você vai se render!

Não há saída, os beijos, os carinhos são demasiadamente envolventes, ali na escada ele a deita no chão começa a beijar os seus joelhos, levanta sua saia e vai subindo até a virilha, segurando-a pela bunda, ele puxa sua calcinha, nesse meio tempo, ela foge, sobe correndo as escadas e ele pacientemente vão contando os degraus até encontra-la com um sorriso moleque no rosto.
Ele senta na beirada da cama, devagar retira os seus tênis, olha com ternura, sorri docemente, quando percebe a presença dela beijando suas costas e acariciando seu peito levemente, ele retira a camisa e a trata com indiferença, ela o deita na cama e o beija docemente, sorrindo e lê retribui alisando suas costas por cima da blusa, que é retirada, relaxa e se entrega.
O começo são os lábios, mordiscando e lambendo-os, vai aumentando a sedução, passeia a língua entre os beijos, pelo pescoço, mordendo a orelha e chupando-a, parte para o peito,arranhando ponderadamente, usa a sua outra mão para acariciar, mexer com o gostoso ereto em baixo da bermuda, se prendendo cheio de vontade de se libertar. Gabriel busca se segurar, esperando o momento em que a boca carnuda chegará a lhe dar a satisfação inicial de qualquer homem mortal.
A saliva já busca pelo ponto principal do passeio, quando ela chega a ele, Gabriel a olha nos olhos fixamente e morde os lábios, liberando a atração. Em meios aos lábios seu gostoso é engolido de cara, deixando-o sem palavras, o vai e vem alternando a boca e as mãos, mordiscando de chupando literalmente. Ele em profundo gosto, envolvido, resolve maltrata-la, a deita na cama e retribui seus carinhos, boca, pescoço, seios, coxas, virilha, lábios, clitóris, lambendo, chupando, levando a lubrificação até o ânus. A lua estava cheia de más intenções, agora mal se segurava o querendo. Já imaginado ele dentro dela.
Não há mais como adiar, de corpos nus, o rádio tocando um pagode sedutor, ele por cima, beija a sua boca e deixa todo o peso de seu corpo por cima dela. A preparação dos corpos foi perfeita e a sintonia é única, aos poucos ela abre as pernas e se preparar para a penetração mais desejada, aos poucos vai entrando, abrindo todas as pregas da sua vagina, contrai seu corpo contra o dele e se entrega, o seu pênis e voluptuoso, chega a um lugar nunca antes explorado, entra e sai, aos poucos, acelerando com o passar dos segundos, é insaciável, as pernas tremem.
Ele dá uma leve parada, vira a lua de lado, e vai e vem, carícias, beijos, tudo bem gostoso, até que o corpo não agüenta e a explosão acontece, uma sensação diferenciada de todas que já tinham acontecido nos cosmos. O abraço acontece em conseqüência um beijo doce e acolhedor, os corpos respiram em partilha de emoções.
Em um instante a conversa acontece:
-Nunca imaginei que você fosse tão gostoso, que fosse ser tão bom.
-Eu te desejo muito e nós só começamos... Gabriel sorri.
Ele bebe uma garrafinha de água e a puxa para perto dele, a beija profundamente, a convida para brincar. Ela sorri, em resposta. Conduzindo para o banho, água vai caindo entre os abraços dos dois corpos e não dá para se segurar, abocanha sem permissão, ele passeia as mãos pelo seu corpo, um chama pelo o outro, começam ali mesmo a se completar.
Na cama, o jogo começa, ele a segura entre os braços, joga entre os lençóis revirados e a faz gemer com uma tortura com a boca seguida por penetrações fortes, que retiram toda estrutura da lua que se entrega as loucuras do Gabriel, comandando tudo, ele vira a lua de quatro e enquanto entra e sai, introduz aos poucos o dedo e em dp, ela geme, grita, arranha de prazer. Quando esta quase chegando ao ápice, ele troca de penetração, o relaxamento é grande, mais é um jogo, ela foge, entre as pernas dele, ela corre pelo quarto, isso o excita mais, ele a pega com força entre seus braços e a joga na cama, penetrando-a sem que permissão o clímax acontece.
Os corpos são completados, eles conversam em silêncio, entre olhares. A cumplicidade acontece, é uma mistura de tesão com amizade. Sentados abraçados é selada a descrição daquele encontro, será um segredo inquestionável.
Quando se despedem, ele a beija na testa, simbolizando todo carinho que sente.

Os sonhos estão ai para se tornarem realidade, precisa-se ousar, investir e querer, querer muito que aconteçam e eles acontecem.





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