"Os mais excitantes contos eróticos"

 

ELEVADOR


autor: luah
publicado em: 21/11/15
categoria: hetero
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O silêncio tomou conta da noite, lá fora tudo estava escuro, de repente o telefone toca e um encontro é marcado na frente de um prédio de nove andares, em que um conhecido mora.
Ela chega na portaria, ele estava esperando, a abraça forte e a beija na testa, algo fraternal, que trans porta confiança, ela sorri mordendo os lábios.
Quando Gabriel a conduz pelo corredor até o elevador, a olha como se não estivesse com nada vestido, é como se percebesse a ausência de peças íntimas por de baixo de uma saia longa e uma blusa com um decote provocante.
Ao entrar no elevador, algo os envolvem, sozinhos, o beijo é inevitável, ardente, precioso, é uma busca do oásis em um deserto escaldante, uma troca de mãos e corpos em abraços que mexem com o desejo.
Sem saber ao certo o que esta acontecendo, um barulho faz parar o elevador, os dois se olham e em meio ao receio do perigo, ele a conforta e aproveitam o momento.
A luz some, ninguém se vê, já é tarde, o elevador esta parado, inevitável, ele percorre seu corpo com as mãos, ela se entrega, pés, panturrilha, joelhos, coxas, virilha, delícia, brinca com os dedos, toca a sinfonia que transforma as emoções.
O que ela faz além de se entregar, é muito quente, beija o peito e desce, enquanto, embaixo da saia a mão dele sobe, ela desce com seus beijos, abre o fechecler, devagar, nenhuma peça de roupa é retirada, ela não consegue se segurar e os beijos, mordidas leves acontecem. Ele adora quando ela o olha para ver o desejo dele crescendo.
O perigo é excitante, ela se compõe e ele também, a luz volta e os dois aguardam o elevador abrir, discretamente saem dele é percebem que estão em um andar errado, ela esta receosa do elevador e ele a leva para as escadas, é noite e são poucas luzes no caminho.
Em um degrau a cima ela está, quando ele não consegue se segurar à cerca e a beija profundamente pedindo para que termine algo que começou, na parede, ele em pé, ela abocanha o seu desejo, até que as pernas de Gabriel tremam de satisfação é algo que envolve o perigo, o proibido, a fantasia e faz o desejo ser maior a cada instante.
Com total envolvimento, ela para sorri e o convida para terminarem de subir os degraus até o andar do amigo dela.
Tocam a campanhia, ninguém atende, já quase na metade da noite e ela sorrindo amostra a chave, entram na sala e é inevitável. Gabriel a abraça, fechando a porta com o pé, uma lâmpada está acesa na cozinha, só a penumbra na sala.
Os beijos são profundos, agora não a como serem parados, ele a joga no sofá, tira a calça e ali sem pensar, a devora, entre gemidos a transpiração aumenta, o coração acelera, o êxtase chega e é abafado a toques que fazem os pêlos do corpo se arrepiarem.
A boca ressecada é à busca de algo mais, o rádio é ligado toca hip hop, Ne-yo, sexy a música os envolve, ela dança o seduzindo com seu olhar, seu toque envolve.
A água na cozinha é bebida devagar, só a blusa a envolve, sua saia ficou na sala, ele a encosta na pia e roça seu corpo suado, ela sabe que recomeçará algo delicioso, coloca as mãos sobre a mesa e rebola pra ele, sente logo sua mão brincar, bulir lubrificando e logo possuindo.
No ápice de tudo, ela corre para o quarto, ele se envolve na brincadeira, a joga na cama, tudo rola, básico ao extremo dos sonhos eróticos, é um covil, uma alcova, algo libertinoso e delicioso, algo maravilhoso.
Passam-se alguns minutos, ela sorri depois da pergunta dele:
- Vamos sair das preliminares, quero ouvir você gritar de tesão! Só começamos.
Com as pernas bambas ela vai ao banheiro, abre o chuveiro e se delicia, relaxando embaixo da água morna quando sente a presença dele, os corpos totalmente nus, agora se encostavam devagar, algo mágico é compartilhado.
Saíram do banho, se envolveram em toalhas, brincaram ao comer morangos em meio as frutas na pia, antes de voltar para o quarto.
A conchinha foi feita, eles adormecem um dentro do outro, abraçados, algumas horas se passaram quando ela acordou, bebeu um copo de água e voltou para cama e olhou aquele homem adormecido e vulnerável, ao seu dispor.
Docemente beijou seus olhos, alisou seu peito, mordiscou seus lábios, sonolento ele sorriu enquanto ela já fazia a festa por seu corpo, dominando a arte que ela sabia muito bem.
Cavalgando, se deliciava até a ultima gota, mexia propiciando o gostoso prazer de possuir.
Gabriel no gemer alto dela não se conteve, a jogou na cama, beijando-a, segurou suas pernas e com força, penetrou, com o tesão todo exposto, algo forte e dominador, o que faltava, uma brincadeira na madrugada.
Cansados, dormiram, o sol nasceu, um beijo discreto selou o acontecimento, desceram pelo elevador, saíram do prédio, ele a beijou na testa, algo fraternal, que transportou confiança, ela sorriu mordendo os lábios discretamente.
Durante a semana se encontraram e nada pronunciaram sobre aquele encontro que tiveram, era um segredo de ambos, os corpos chamaram um pelo outro mais nada a mais fizeram além de sorri educadamente, se cumprimentaram e cada um seguiu o seu caminho...










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