"Os mais excitantes contos eróticos"

 

VOLÚPIA


autor: luah
publicado em: 21/11/15
categoria: hetero
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O silêncio toma conta da noite, ouço passos, são lentos e firmes. Uma sombra ao longe faz meu coração acelerar, uma sensação de medo com doses de curiosidade.
Posso perceber que se aproxima, é um homem, alto, belo porte e na penumbra vejo o sorriso saliente junto aos olhos brilhantes.
Não há luz, só sombras e penumbra, e o silêncio vai sendo invadido pelos passos e uma música começa a tocar, é algo lento, dosado com uma batida sexy.
Ele se movimenta pela música, vem devagar e tira aos poucos sua blusa, a dança é envolvente, aproxima-se e pede silêncio com o indicador na boca, encostando lentamente.
Sinto o seu cheiro pela blusa que é arremessada, em uma poltrona de canto; ele dança, desabotoando a calça; e retira um tênis e o outro, envolvido com a música, arranca a calça, delirante: aquela cuequinha vermelha, o pouco de luz, faz realçar sua cor.
A música é um convite, ele chama com a mão, encosta o corpo, levanta minhas mãos, enquanto as dele, percorrem por toda parte, desvendando segredos, pontos e sensações nunca antes afloradas.
Agora o corpo aquece, o desejo é o dono do momento, o som para, só ouço a respiração, que agora tem o mesmo compasso, e o barulho do coração acelerado pelo corpo que quer ser devorado, então ele os braços e imóvel sorri, faz o convite com o olhar que despi todo meu corpo, é o momento de tirar devagar a saia, mostrar a sintonia ao som provocante de um Hip-Hop lento, encostado nele, e o fazendo se contorcer de vontade de tocar.
Beijar seu rosto, sua face é um começo, nada de mãos depois de joga-lo na cama e fazer o inevitável, toca-lo só com os lábios.
O inesperado é sempre mais gostoso, começo pelos pés, massageando, toco a pantorrilha, não dá, joelho, é parada obrigatória, beijar, morder, molhar a rótula é algo sem igual, que emoção, essa coxa, torneada, bela, apetitosa, beijo-a toda.
Percebo a inquetação sua, subo, vou aos olhos, beijo-os, desço lambendo ponderadamente a boca e sacio todo o tempo que busquei por ela, provo do néctar do pecado, satisfaço a curiosidade de sentir sua língua na minha, da sintonia, da química que faz explodir o desbravamento, para o seu corpo todo.
Não sei bem o que fazer, olho para você e paro sem nada dizer, você aceso fica sem entender, me abraça, beija minha testa e deita-me na cama docemente, eu sem ação por que meu corpo pede o seu.
Passando a mão pelas minhas pernas devagar, deliciando-se de cada centímetro, chega a minha bunda, a toca com as palmas das mãos, enquanto eu tento me levantar, pede que eu fique onde estou, eu relaxo!
Sinto a massagem pelas costas, gostosa, coxas, entre-abre as pernas, beija meus ombros e com uma mão na bunda, a outra vai deslizando e lubrificando, introduzindo devagar e massageando,do clitóris a o ânus, algo convidativo, porém não faz nada, dizendo ser paciente.
Totalmente ereto, me vira de lado e me toma em seus braços como uma concha, pincela, pincela e aos poucos penetra, cada instante é pecaminoso, seus beijos não cessam nas costas, uma mão serve de equilíbrio do seu corpo, enquanto a outra, apalpa meus seios, desliza o corpo, a boca morde a nuca.
A hora é perfeita, ele roda seu corpo ao contrário e as pernas ficam alternadas, um encaixe louco que não se rompe... sinto seu pênis girar , é uma sensação única, você tiraria rápido? Ele não, sinto saindo devagar, dá uma vontade de querer mais, sento beijo sua boca, mordo seus lábios, é tesão demais, deito e me entrego.
Papai-mamãe, penetra, enfia, não sei como descrever, é delicioso, suculento, apetitoso, vai-e-vém, acelera e retarda, faz sentir todas as etapas, faz que vai parar para que eu peça mais:

- Não para! Enfia tudo! Vai! Me faz gozar ! As gritos eu suplico.
E quando eu estou entregue totalmente, chegando ao ápice, ele tira, me vira o corpo, me põe de quatro e enfia, convida a mexer, eu rebolo, ele enfia até o talo, eu gingo, ele me maltrata com um tapa na bunda, é um doce sadomasoquismo, é o corpo delirando, bate de novo, me chama de gostosa, pede tudo de mim, acelera, eu grito, ele sussurra, o suor cai do corpo dele sobre o meu.
- Vai, que delícia! Mexe, mexe, isso, ta bom demais, vai, rebola em mim, vai gostosa, mostra o que você sabe fazer, vem goza comigo, DELÍCIA! Ele grita.
O corpo cai sobre o meu, depois de tantos gemidos, gritos, o êxtase chegou, o instante único, em que os corpos se satisfazem, suados o silêncio nos torna por alguns segundos, a respiração está ofegante, as pernas tremem, ele deita ao meu lado beija o meu ombro, minha testa e meus lábios e pergunta:
- Tudo bem? Foi bom?
Eu como gosto de provocar, respondo:
- O quê ? Ainda vai ser !

Ele sorri vendo minha satisfação, aos meus olhos brilharem e me convida para um banho.
No chuveiro ensaboa todo seu corpo, enquanto eu o contemplo, me ensaboa e deixa o sabonete cair de propósito e pincela seu pênis enquanto me abaixo, é um convite.
Se seca na toalha e desliga a água, me seca e pega algo para beber.
Na cama coloca sua cabeça no meu colo, pedindo atenção, carinho e aconchego, diz que não imaginava ser tão bom, que tudo havia superado as expectativas.
Deito ele na cama e não consigo me segurar, meu vício por sexo se acende, começo a beija-lo e é inevitável, quase engulo seu pênis, sexo oral é sempre muito gostoso, mordiscar, lamber, quase machuca-lo, dá uma sensação de domínio, só que ele não fica parado, ao se ascender, me vira ao contrário e com a língua brinca, é simultâneo, o meia nove acontece.
A língua dele entra gostoso enquanto o seu pênis é abocanhado, prazer louco que se desfaz quando ele senta na cama e me beija encaixando o meu corpo no dele, e fatalmente eu cavalgo, entra tudo, sai tudo, mexe, mexe, é muito gostoso, é grande, grosso, perfeito para chegar onde precisa.
As posições mais ousadas do Kama-sutra não são necessárias, ele tem ginga, qualquer entrada na vagina é única e dá aquele gosto de quero mais, levanta o desejo, acelera o coração e me faz ser dele.
Deitada na cama, ele de pé, pergunta olhando nos meus olhos, sabendo que o corpo está pegando fogo:
- Posso tudo que eu quiser? Sou seu dono?! Serás minha escrava?

Eu nada falo, abro as pernas e o convido com um dedo na boca e o outro nos lábios da vagina, com a língua o chamo, me entrego sem preconceitos aquele homem.
Ele me vira, me masturba, me molha e lubrifica com o gel, me coloca de quatro, me pede para chupar seu pênis, espalha, volúpia, vai devagar e coloca a cabecinha, é apertado, me relaxa com um sorriso e um carinho na nuca, coloca mais um pouquinho, me deita na cama, me vira de lado, agora é mais fácil, seu cacete entra todo e sai e entra devagar, a camisinha ajuda, entra e saio, eu peço para parar, ele entende.
Troca a camisinha me põe de quatro e me maltrata, sou sua escrava, agora é para valer, me xinga, me bate ! Pergunta se eu quero que ele pare e eu?! Claro que não, eu gozo gostoso e sinto ele dentro de mim e vejo, feliz aquela porra toda na camisinha.
Agora, o cansaço é notório, ele se limpa, vem e deita, docemente, pergunta se eu estou bem, se foi bom? Me abraça e relaxa, respira fundo, escuta o rádio e diz:
- É muito bom fazer amor com quem gosta de ser amado como eu!
Bem, o tempo passou e a hora de ir embora chegou, foi um momento único.




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