"Os mais excitantes contos eróticos"

 

NA ÁGUA


autor: luah
publicado em: 21/11/15
categoria: hetero
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Depois de muito esperar, por algum tempo investir, ela parte para outra, algo novo.
O telefone toca, ela atende e um encontro é marcado, algo já previsto, ele já é conhecido, um ascendente da lua, alguém que tem um algo em comum.
A lua entra no carro, pega estrada e vai ao seu encontro, em uma esquina no meio do nada, se olham e nada falam, ele de moto e ela de carro, vão até uma casa, no meio de um caminho escuro, ela o segue.
Ela espera, depois de guardar a moto, entra no carro e nada falam, além de bobagens superficiais, param perto da praia, um lugar entre estrelas e o mar.
Saindo do carro, lê encosta, cruza os braços, sorri e fica a olhar o movimento que ela faz ao andar de um lado para o outro, nervosa, ansiosa, falando, falando, só há uma solução e ele toma a atitude, a puxa pelos braços e toma seus lábios como um oásis, sente o calor dos seus desejos encostando o corpo no seu.
O beijo é algo terno, acolhedor, cheio de carinho, uma perfeição a todos os instintos, ela retribui ao que seus lábios já haviam procurado ao olhar para ele naquela rua escura, num encontro marcado ao acaso.
A lua é o álibi perfeito, a sintonia dos lábios, das mãos é envolvente, nada de sério é dito, beijos, carinhos, algo gostoso, ali perto do mar, só as ondas vão e vem, convidando para algo a mais.
Parece que o encontro já era parte do destino dos dois, não se pode prender os desejos, os toques crescem, a saia é um convite, os seios, as coxas, ele sabe o que está fazendo, roça as pernas num rala gostoso.
A mão na nuca trava o corpo, a outra percorre de baixo para cima, enquanto a boca percorre o pescoço, a boca, o ombro, fazendo aflorar os delírios das vontades, não há ninguém por perto, a saia é levantada, a mão explora toda a coxa, o carinho acontece e epâ, delícia, um dedo toca e, toca molhando, preparando.
Não há mais a evitar, é hora de relaxar e se entregar, beijos, mãos, é hora de devorar o corpo dele, de cima para baixo, passear pelo peito, descer a barriga, tanquinho, navegar na virilha e saciar-me no gostoso, aí!!! Que gostoso, grande e convidativo, é um parque de diversões.
Agora nada mais pode atrapalhar, ele pincela, ela recua do nada, não é adequado o lugar, a praia é para crianças, o carro para apressados.
Ele entende, entra no carro e dirige, sempre com muito carinho no olhar, nas doces palavras, até chegar no lugar surpresa, pede uma suíte e ela nada fala, só sorri, com os olhos brilhando, sabe que será devorada.
Ao chegar no quarto, ele sorri e diz que agora ela é dele e tudo será inesquecível.
Ele é seguro e experiente, a toma em seus braços, a joga na cama, retira com sutileza sua blusa, beija sua boca e na penumbra vai descendo pelos seus seios, mordiscando os mamilos, passeia com os seus dedos pelas pernas e salienta os lábios maiores e menores.
O passeio de gato pelo corpo é retribuído com satisfação, as preliminares são perfeitas, é uma sabedoria milenar o saber tocar e beijar.
No meio desse processo, pincela, pincela, já de camisinha as pregas vão se abrindo na penetração, o entra e sai acontece num doce e tradicional papai e mamãe.
O momento é mágico, ele intercala entre o doce e o devorador sexo gostoso de corpos que já se desejavam e nunca tinham sido tocados.
A pressa não pode existir, ela é a coisa mais importante, precisa de paciência para chegar ao ápice, as mãos ajudam no doce tocar, na função de nada em seu corpo deixar sem prazer.
Ele a vira, de ladinho, as emoções acontecem para algo mais, de quatro, nada pode atrapalhar.
O ar ligado, só uma luz acesa, dá o clima de penumbra, de mistério, o rádio toca algo romântico que envolve, relaxa e satisfaz a carne, aos anseios das fantasias por tanto tempo guardadas.
Um tapa de leve, um beijo certo e ela chega ao orgasmo, algo que ele acompanha, e juntos relaxam na cama, um olhando nos olhos do outro.
O momento é perpetuado, a experiência de ambos tempera os próximos segundos que as mãos deslizam pelos corpos, os beijos são ternos e doces, são aconchego.
Um banho acontece, ele a ensaboa, percorrendo todo o seu corpo e roçando bem próximo ao beijar seu pescoço e encosta-la na parede, o beijo do pecado é o convite para o recomeço, a água é corrente, o convite a momentos mágicos.
Um ropão, dois, e em meios as toalhas, um namoro doce em um sofá, beijos no colo, afeto, cumplicidade e dedicação.
Um lanche pedido, pizza com refrigerante, degustar algo renova as energias, bem , a sobremesa, sorvete, calda de chocolate, leite condensado extra.
O lanchar vem junto com o pecado, a bola do sorvete adoça o beijo gelado, percorre o rosto, o pescoço e excita o corpo, a calada é derramada.
O peito é o alvo, agora é necessário limpar, olho no olho, ele geme e pede para não parar, enquanto a boca passeia as mãos brincam, a camisinha é colocada, a música fica mais agitada e ela rebola, agora em cima dele, cavalga e geme, suspira, sente tudo dentro, rebola com tudo até o talo, ginga, como ele nunca pudera imaginar.
A brincadeira de cavalgar é inevitável, gritos sussurros, ela o cansa, que mulher era essa tão reservada e loucamente deliciosa, apetitosa com uma vagina tão convidativa e uma ginga com um tesão incomparável.
Agora tudo poderia acontecer, ela liberou as orgias, sei que algo louco poderia ser feito.
Posições, batidas, explorações de joelhos, pés, costas e tudo mais desejado.
Nada afoito, todos os lugares viraram pontos dos passeios, ela correu, seduziu, na cadeira, no sofá, não dava mais, foi ali mesmo nas almofadas, mais um gol emplacado.
Os corpos saciados pelos prazeres, quantidade questionável, mais qualidade incontestável, ele sabia fazer uma mulher delirar, sabia faze-la chegar aos múltiplos, era como um profissional da noite que tem como meta o prazer.
Só não imaginava que aquela doce brincalhona mulher fosse um vulcão em conhecimentos, experiências e em energia.
Não contava que suas pernas iam dar sinal de cansaço e docemente a convidou para a piscina, água morna, um relaxamento conveniente, beijos doces, a água seria o desfecho do encontro se ela não fosse tocando e acordando de leve os instintos...ali sentado na parte rasa, algo louco aconteceu, ela o envolveu tão sutilmente, que mulher devoradora, que viciada em orgias, que nada poderia ser evitado, a brincadeira recomeçou, não era a busca de algo, só a cumplicidade de corpos, o abraço significante do pacto firmado pelo respeito e a amizade da intimidade, beijos suaves e o encaixe perfeito pausado pelos sorrisos e carinhos.
Um banho na piscina, um beijo na testa, horas já passadas, a necessidade da partida.
Nada remarcado, nada afirmado, nem um relacionamento, só amizade e um segredo.








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