"Os mais excitantes contos eróticos"

 

UMA ATRAÇÃO DIFERENTE


autor: Karen Júlia
publicado em: 29/11/15
categoria: hetero
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Apesar de estar sempre atualizada através das redes sociais eu nunca fui fã de sites de relacionamentos, tampouco encontros pela Internet... Mesmo sendo fogosa assumida e adorar sexo, tenho meus cuidados a respeito; obviamente toda regra tem a sua exceção.

Eu fiz a minha inscrição neste site através de um amigo que é leitor e escritor assíduo daqui. Li alguns relatos, uns de pouco interesse e outros excitantes; com o decorrer dos dias encontrei coragem e resolvi compartilhar as minhas próprias experiências. A minha descrição física se encontra no primeiro conto, "Iniciação Anal". Dentre os contos que visitei, teve os de um autor que me chamou a atenção desde outros sites de contos eróticos pelo seguinte fato: A entrega que ele demonstra à cada parceira com quem se relaciona, de conteúdo romântico aliado ao gosto que tem por sexo anal.

Consegui o seu e-mail e fiz contato, demonstrando interesse por seus escritos; ele gentilmente me respondeu, agradecendo o meu contato e de forma modesta me deu as suas características: Casado, 41 anos, afirma estar um pouco acima do peso em seus 1,70m, usa óculos de grau, moreno claro de cabelos baixinhos e não ser dotado (entre dezessete, dezoito centímetros de vara), dizendo que talvez não seria de meu agrado; eu respondi dizendo que tamanho se torna um fator secundário, desde que saiba usá-lo e enfim satisfazer a uma mulher. Continuamos trocando e-mails e quando afirmei que sou de Belo Horizonte ele se alegrou, porque ele tem um casal de amigos residentes aqui e que constantemente o convida para visitá-los; no decorrer da conversa ele me revelou ser natural de Vitória e gostar de futebol, flamenguista doente. Eu havia programado uns dias de folga e com idéia de ir ao litoral capixaba, mais especificamente em Guarapari, onde costumo freqüentar na alta temporada apesar de não ser fã de carnaval.

Então eu tomei a iniciativa de marcar um encontro com ele, que vou chamá-lo de "SA"; o mesmo me disse que poderia se encontrar comigo somente no sábado após a folia, devido à sua folga do serviço e a esposa ausente por estar trabalhando. As trocas de e-mails se tornavam freqüentes e agora mais picantes... Para provocá-lo enviei fotos dos meus seios, das pernas abertas arreganhando a minha buceta depilada e uma que o deixou louco: A que eu mostro minhas mãos abrindo a bunda e o meu cuzinho rosado... Confesso que fiquei molhada só de imaginar o "SA" me fazendo oral, quanto mais ele!

Pedi o seu contato do WhatsApp e ele me forneceu, com a condição de que o mesmo faria contato comigo dentro das suas possibilidades por causa da sua situação conjugal; sempre quando estava de plantão no seu trabalho “SA" me enviava mensagens cada vez mais ousadas dizendo entre outras coisas que eu não iria me arrepender do eventual encontro que haveria. Combinamos os últimos detalhes do “esquema” e de posse da passagem do ônibus, embarquei na Rodoviária de Belo Horizonte na quarta-feira de cinzas às 21h, chegando em Guarapari na manhã seguinte, 06h30min; da rodoviária local tomei um táxi até à pousada onde costumo ficar e após um merecido descanso da longa viagem entrei em contato com “SA"... Ele me atendeu com a gentileza peculiar e disse estar saindo de casa para a sua escala noturna; em resposta falei que queria passar a noite com ele e tirá-lo do sério, rsrs... Brincadeiras à parte, eu saberia esperar o momento e a hora de consolidarmos este encontro.

Finalmente o dia chegou. O sábado começou bem ensolarado e já havia um número considerável de pessoas nos bares e quiosques na Praia do Morro. Quando faço menção de sair da pousada o meu celular toca. Era o “SA”.

- Bom dia, Karen. A sua noite foi tranquila?

- Bom dia. Poderia ser melhor se estivesse aqui comigo, não acha?

- Pode acontecer hoje, caso queira. Propositadamente troquei a minha escala e deixei avisado em casa que iria trabalhar hoje à noite; fui à praia ontem durante o dia e com isso não haverá desconfiança por parte da minha mulher em chegar “bronzeado” posteriormente...

- Pelo visto, você deve ter ficado com alguém na sua escapadinha ontem... Quero ver dar conta de mim do jeito que eu estou.

- Pode ter certeza disso. Eu já estou na Praia do Morro, degustando uma gelada no Quiosque do Paulinho, aqui na orla. Estou te esperando; Beijos.

Despedi-me dele por telefone e fui tomar um banho... Em seguida coloquei um conjunto de sutiã e calcinha pequenina rosa, passei um batom da mesma cor e apliquei um perfume de fragrância suave; vesti uma camiseta regata do Atlético-MG realçando os meus seios fartos e amarrei uma canga na minha cintura, fazendo-a de saia curta e enfim uma sandália tipo rasteirinha... Coloquei um óculos de sol e saí da pousada. Era inevitável a atenção despertada pelas pessoas em volta devido à forma como me vesti e de maneira provocativa rebolando.

Caminhando pela orla avistei o quiosque e em uma das mesas tinha um homem sentado sozinho e tomando cerveja. Pela descrição nas fotos só poderia ser ele, trajando uma camisa de gola polo vermelha (adoro homens que se vestem de forma despojada), bermuda de tactel preta e tênis; realmente ele usa óculos de grau, o que para mim dá certo charme e os cabelos curtos e baixos completam a sua descrição. Percebi que “SA” me reconheceu e imediatamente se levantou, puxando uma das cadeiras e aguardando a minha aproximação. O contato e o abraço apertado foram deliciosos.

- Prazer em te conhecer, meu lindo. Pelo que me disse, não te acho tão fora de forma assim...

- A reciproca é verdadeira, Karen; quanto ao meu aspecto físico, você foi generosa comigo. Sente-se, por favor.

- Obrigada, percebi que você é gentil como descreve na maioria dos contos que publica.

- Bondade sua. Você veio com a camisa do Galo para me provocar, né? Ainda mais que seu time eliminou o meu Flamengo da Copa do Brasil no final do ano passado...

- Sabe que não reparei neste detalhe? Estou sendo sincera, não foi em tom de provocação... Mas, se você quiser que eu tire a blusa aqui, posso fazê-lo agora.

Por instinto, na condução da conversa fui esticando as minhas pernas e com o pé descalço subi pela extensão das pernas dele até chegar perto da virilha... Pude sentir um volume crescendo e quente por baixo da bermuda e comecei a friccionar o cacete dele com a sola do pé e ao mesmo tempo lambendo os lábios. Essa brincadeira também estava me excitando e me deixando louca pra fuder; “SA" aproveitou a ocasião e me puxou para o seu lado, tascando-me um beijo quente e molhado... Fui correspondendo aos seus beijos e ele alisando os meus seios por cima da blusa. Percebi que a coisa estava avançando e por ser um local público resolvi chamá-lo para a pousada e continuarmos a brincadeira. Ele imediatamente pagou a consumação e me seguiu. Ao entrarmos no meu quarto, mal tranquei a porta e ele já veio me agarrando por trás encoxando gostoso.

- Você ficou me provocando por e-mail, telefone e no quiosque sua piranha... Por isso vai ter o que merece.

A essa altura eu estava totalmente ensopada de tesão. Fui jogada literalmente na cama e ele veio por cima me beijando e descendo aos poucos explorando cada centímetro de meu corpo... Tirou a minha blusa e desabotoou carinhosamente o meu sutiã, mamando de forma suave e deliciosa os meus seios, cujos bicos se enrijeceram na hora com uma língua quente e safada... A sessão de língua se estendeu pelo meu umbigo até chegar à região pubiana; tirou a minha canga e puxou a minha calcinha de lado, ficando maravilhado com o que viu.

- Que xoxota linda, depilada, suculenta e com grelo pontudo saliente! Vai ser toda minha!

Além de safado ele sabe como satisfazer uma mulher. Caiu de boca lambendo meu grelo e enfiando um dedo na xoxota e eu me contorcendo de tesão... Continuou mamando minha racha e estendendo até o meu cuzinho, onde “estacionou”, brincando com a ponta da língua e tentando penetrar, simulando um pequeno pênis; eu não me contive com a sua sessão de oral e acabei gozando na sua cara, deixando-a toda lambuzada. Fiquei toda mole e o “SA” bebeu o meu gozo todinho, em seguida beijando-me a boca para sentir o meu próprio gosto.

Fiquei de joelhos na cama. Abri o zíper de sua bermuda e enfiei a mão, libertando o “passarinho” que estava aprisionado... Um cacete de tamanho médio, de uns dezessete, dezoito centímetros, mas grosso e a glande parecendo um cogumelo vermelho; comecei a lamber de leve a cabeça até que o abocanhei. Desci aos poucos pela extensão de seu caralho chupando e mordiscando, chegando ao saco sugando as suas bolas, deixando-o maluco. O safado estava procurando resistir ao máximo, mas eu também não queria que ele gozasse. Levantei-me e peguei uma camisinha na cômoda, revestindo o seu caralho com a boca. Ele deitou-se e fui por cima encaixando a minha buceta na cabeça de seu pau e apesar de estar bem molhada desceu apertadinha por causa da grossura da sua ferramenta... Subia e descia lentamente, querendo aproveitar ao máximo o momento e afogando-o com as minhas fartas mamas de auréolas e bicos grandes rosados; “SA" me virou de costas para a cama e começou a me fuder na posição de frango assado, estocando fundo e sentindo os seus ovos baterem na porta do meu cu, a esta hora todo melado e piscando.

“SA” percebeu a minha excitação e tirou o cacete, caindo de língua no meu cu e ao mesmo tempo enfiando um, dois e até três dedos no meu rabo. Fiquei de quatro na cama e ele veio por cima trepando e encaixando seu pau na entrada do meu ânus, entrando devagar e avançando até chegar ao batente; esperou um tempo, tirou e começou a empurrar gostoso. Um pau enterrado no cu é tudo de bom e adoro quando um macho se excita metendo no meu rabo. Ao mesmo tempo rebolando e olhando para trás, vendo a cara de safado do ”SA", que em resposta aumentava o ritmo das estocadas, dando tapas fortes na minha bunda e rindo da minha cara.

- Pensou que não ia dar conta de você né? Sou quarentão mas vou acabar com as suas pregas, vagabunda!

Eta homem experiente e determinado. Martelou bastante o meu cu e em seguida o fiz deitar. Fui por cima dele e de costas para que ele visualizasse a minha bunda descendo e o meu cu engolindo o seu caralho; o mesmo deslizou facilmente para dentro e comecei a lhe dar uma surra de bunda. O momento era tão gostoso que chorei de tanta emoção e excitação, a partir deste momento comecei a gozar pelo cu, alucinada pela sensação que sentia, aos prantos exigi que ele metesse forte, rasgasse-me se necessário.

Eu pedi para ele tirar a camisinha e enfiar de novo, queria sentir ao natural; meu pedido foi atendido e de ladinho meteu de novo. Meu cu dilatou-se por completo e abocanhou de vez aquela pica grossa, movimentos de vai e vem ficaram acelerados, meu esfíncter tentava sem êxito morder aquela vara, sentia-a bater no fundinho de meu cu, na porta de meu intestino, meus pelos arrepiaram, meu corpo começou a tremer, meu cu coçava com os inúmeros espasmos em suas paredes nervosas, cheguei ao clímax de meu orgasmo quando aos berros comecei a sentir enchentes ardentes de seu liquido seminal inundarem meu cu, sentia os esguichos baterem fundo em meu ânus, enfim consegui satisfazer minha vontade, aquela trepada foi sensacional, quando ele saiu de mim senti-me oca por dentro, ele deixou-me dilatada, mas feliz, acabamos nos beijando e indo tomar banho juntos.

Almoçamos juntos e acabamos adormecendo... Ao final da tarde fomos à orla novamente e no mesmo quiosque onde havíamos nos encontrado; tomamos algumas caipirinhas e à noite retornamos para a pousada, onde transamos deliciosamente e ele comeu o meu cu de novo, que delícia! No domingo bem cedinho “SA" foi embora, não sem antes deixar uma mensagem provocativa no WhatsApp com os seguintes dizeres: “Neste sábado o Mengão currou o Galo por duas vezes... Trepada deliciosa, digna de uma mineiraça tesuda! Beijos!”.

Retribuí com uma mensagem agradecendo o carinho e os momentos passados comigo, cobrando dele a sua visita à minha cidade num tempo oportuno. Embarquei no domingo mesmo às 21h40min na rodoviária local, chegando a Belo Horizonte hoje pela manhã exausta, arrombada, mas feliz. Mesmo contrariada fui obrigada a concordar com o “SA". O Flamengo meteu o ferro sem dó no Galo... Neste caso, na galinha.




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