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SEQUESTRO SEGUIDO DE SEXO - Pa


autor: pf
publicado em: 02/12/15
categoria: hetero
leituras: 13437
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Levei alguns segundos para entender. Aquele Filho da Puta me sequestra com uma arma de brinquedo, me mantém em cárcere privado, me estupra várias vezes de todas as maneiras, me faz implorar para comer meu cú e ainda deixa um cartão de visitas com telefone. Não tenho nem como fazer uma queixa. Claro que vão achar que eu que o procurei e que quis tudo aquilo. O policial já era o primeiro, com seu sorriso sarcástico e sacana. Pensei um pouco e disse:
- Tudo bem, seu guarda. Deixa pra lá... ninguém vai acreditar em mim mesmo. Eu resolvo isso sozinha.
- Calma senhora. Vamos à delegacia e a senhora explica tudo. Com certeza eles poderão ajudar.
- Não. Tudo bem... Obrigado, mas eu estou bem. Não foi nada mesmo.
- A senhora tem certeza? Um exame de corpo de delito pode esclarecer se houve abuso ou violência.
- Não. Não houve nada. Só eu que sou uma cretina. Obrigado por tudo.
Peguei o cartão, entrei no carro, dei a partida e sai e direção à saída do estacionamento. Por sinal o mesmo onde eu havia sido sequestrada. Quase instintivamente fui dirigindo para meu apartamento muito puta de raiva. Eu queria vingança. Eu queria descobrir quem era aquele filho da puta e dar a ele o mesmo sofrimento e angústia que ele me dera. Mas como diz o ditado. “Vingança é um prato que se come frio”.
Quase instintivamente cheguei em casa, subi para meu apartamento deixei o cartão na mesinha de centro da sala, fui para o quarto tirei minha roupa e entrei de cabeça no chuveiro. Não que estivesse suja, mas sentia-me suja. Queria limpar de min a lembrança de tudo que acontecera.
A água escorria pelo meu corpo. No início eu esfregava fortemente a esponja com sabonete no corpo. Mas com o tempo meus movimentos foram ficando mais lentos e o toque das mãos pelo meu corpo começaram a me dar um grande prazer. E pior, as lembranças do que acontecera começaram a me excitar de uma forma que eu nunca sentira antes. Minhas mãos percorriam meus seios, meu abdómen, desciam até minha buceta e meu tesão só aumentava. Saí do chuveiro e ainda molhada deitei na minha cama e enfiei o dedo em minha buceta e me masturbei longamente como nunca havia feito antes. E atingi um gozo longo e forte com minha mão estimulando minha buceta e as imagens do meu estupro estimulando minha mente.
Cai desfalecida e adormeci. Molhada por fora e por dentro...
Acordei uma hora depois. Já esta meio seca. Voltei ao banheiro. Acabei de me arrumar. Vesti uma camiseta folgada e uma calçola largona. Sim minha buceta e meu cú ardiam levemente, impedindo-me de esquecer quão delicioso tinha sido aquele abuso. Não importa que eu tenha sido obrigada a fazer e a me sujeitar a tudo aquilo. A merda é que tudo aquilo fora delicioso. Sem dúvida a melhor trepada da minha vida.
Sentei no sofá e a minha frente e vi o cartão do Filho da Puta. Meus sentimentos para com ele eram dúbios. Claro eu o odiava pelo que me fizera. De fato, não pelo que me fizera, mas por como me fizera. Sim, porque o que me fizera fora muito bom. Sozinha e na minha intimidade eu podia reconhecer isso. Claro que para o mundo e até para a minha analista eu ia só falar no ódio. Mas para mim, não podia negar que adorara e que gostaria de ter mais.
Mas a audácia dele de deixar o cartão com o telefone me confundia. Ele estava tão certo que eu iria querer mais e por isso deixara o telefone? Ou fora apenas uma forma a mais de mostrar que ele controlava a situação e que ele faria o que queria e quando queria? Será que ele esperaria minha ligação, ou era apenas parte de seu plano para evitar que sua vítima fizesse uma queixa, ou se a fizesse, ele teria um elemento para desacreditá-la?
Fiquei olhando para aquele cartão um longo tempo tentando entender o que se passava comigo e o que eu iria fazer. Sim, eu queria encontra-lo de novo. Mas eu também queria fazer ele passar pelo que eu passara. A angústia, o conflito, o ódio, o desejo... Por outro lado, ligar para ele era dar-lhe a certeza que eu gostara e que eu queria mais. Mas puta que o pariu... eu queria mais...
Fosse lá qual fosse o motivo eu tinha que me encontrar com ele. Seja para me vingar, seja para desfrutar de novo daquele prazer, eu tinha que descobrir quem ele era e porque fazia aquilo daquela forma. Então peguei o cartão e liguei. Depois do terceiro toque, pensei em desligar, mas antes do quarto, ele atendeu:
- Alo!
Reconheci a voz. Era ele.
- É o PF?
- Sim, quem fala?
- Sua mais recente vítima.
- Ah, sim... a número 37.
- Como assim 37? Eu sou a trigésima sétima vítima sua?
- Não... você é trigésima sétima que liga em menos de 24 horas.
- Filho de uma puta! – E desliguei o telefone.
De fato o que eu mais odiava nele era sua superioridade. Ele não só abusa das vítimas mas ainda mantém uma contabilidade das reações delas. Sua segurança e o fato de sempre manter o total controle de tudo me incomodavam muito mais que ele comer meu cú sem meu consentimento.
Mas eu tinha que conhecer esse cara. Tinha que me vingar. Tinha que ver se ele era capaz daquilo tudo sem que a vítima estivesse amarrada e sem encará-la olhos nos olhos. Então liguei de novo. E no quarto toque, de novo ele atendeu:
- Alo!
- Aqui é a 37. Aí é o PF?
- Sim. Caiu a linha?
- Não! Eu desliguei. O que quer dizer PF?
- Tente adivinhar!
- As iniciais de Filho da Puta ao contrário?
- Se você acha!
- Bem, até que você tenha um nome, será Filho da Puta.
- OK. E você? Como que ser chamada?
- Qualquer coisa menos 37, pode ser?
- Pode. Que tal, Gostosa Reprimida?
- Porque Reprimida?
- Você reprime seu sexo há anos. E é muito gostosa.
- Como você sabe? Você me conhece?
- Claro! Eu não escolho minhas parceiras aleatoriamente. Você foi casada, mal casada. Aí se divorciou e nunca mais fez sexo.
- Filho da Puta. De onde você me conhece?
- Não importa. O que importa é que eu acho que te ajudei a te “desreprimir”. Não foi?
- Você é muito pretencioso, sabia? O que te faz pensar que eu era reprimida e que bastou um estupro seu que não seria mais reprimida?
- Está bem... então eu te chamo só de Gostosa, certo?
- Não sei. Vou pensar se quero ser chamada de alguma coisa por um filho da Puta como você.
Eu tinha que alongar a conversa. Não podia simplesmente dizer a ele que eu queria o encontrar de novo. Mesmo que fosse para repetir a trepada. Mas não sabia como continuar a conversa sem mostrar isso.
- Mas então? Por que você me ligou?
- Sou curiosa. Achei um atrevimento de sua parte deixar o revolver de brinquedo e um cartão de visitas no meu carro. Então tive curiosidade de saber quem era e como era esse louco Filho da Puta.
- Bem... por telefone a gente pode se falar. Já pessoalmente você vai ter que me descobrir.
- Não sei se quero te descobrir. Você sabe que o que você fez é crime, não sabe?
- Depende do ponto de vista. Se eu mostrar ao tribunal os vídeos que mostram você não só aproveitando, mas também pedindo mais. Acho que vou deixar uma dúvida na cabeça dos jurados, não acha?
- Seu Filho de uma grande puta... Você tem gravações de tudo isso?
- Claro... Se quiser, amanhã te mando uma cópia.
- Não sei se quero... Se quiser eu peço. Mas você sabe que eu sempre posso fazer uma queixa.
- Poder pode, mas se não fez até agora, provavelmente não irá fazer. Além do que, um exame de corpo de delito vai encontrar, quando muito, alguns resquícios de fluidos, nenhum sinal de ferimentos exceto talvez umas poucas pregas gentilmente arrebentadas. Nada diferente do que se encontraria depois de uma sessão de sexo entre dois adultos.
- É... eu sei disso. Você planejou tudo e não será com a polícia que vamos resolver isso.
- Resolver o que? Você não gostou da nossa transa? Eu achei que tinha gostado.
- Você é muito atrevido mesmo. Você me forçou a trepar com você. Como acha que eu poderia gostar disso?
- Mas você gozou várias vezes. Isto não é sinal que gostou? Teve prazer?
- Você me estimulou mecanicamente, mas isto não é o que eu entendo por sexo bom.
- Bom é o que você tinha com seu marido?
- O que você sabe disso? E isso não vem ao caso. Não posso negar que gozei, mas eu queria entender porque você não fez sexo normal. Se era para ser tão bom, porque tinha que ser amarrada e vendada? Sem falar que fui obrigada.
- Se eu te convidasse para fazer sexo comigo você toparia? Provavelmente não.
- Não sei... não te conheço. De repente, se você fosse um cara bacana simpático, que me interessasse eu poderia topar.
- Desde que se separou, você nunca saiu com homem nenhum. Nunca foi a um barzinho, a um happy hour. Porque seria diferente comigo?
- Você me conhece? Eu te conheço?
- Eu estou mais perto de você que você imagina.
- De onde? Quando?
- Você terá que descobrir.
- E se eu quiser outra trepada?
- Eu providencio, mas quando eu quiser e será da mesma forma. Vendada e de surpresa. É só ligar nesse número.
- Eu quero ver sua cara. Você tem alguma deformidade que não possa se mostrar? Vamos marcar num lugar público.
- Ainda não... tente me descobrir. Beijos
E desligou.
Agora eu estava totalmente confusa. Ele não só me conhecia, como sabia de meus grilos, das minhas angústias. Certamente pedir para ser sequestrada e estuprada de novo era muito humilhante. Então só me restava descobrir quem era o Filho da Puta que se instalara na minha vida.
PARTE 2
A vida tem que continuar. E a minha não ia ser diferente. Graças aos feriados emendados tive 2 dias em casa para pensar e tentar por minhas ideias em ordem e ver como seguir em frente. Ainda tudo era confuso para mim.
De um lado a sensação de ter sido violentada no mais completo sentido da palavra, tendo minhas entranhas sido sistematicamente penetradas por um estranho e sem meu consentimento, ou sequer com a possibilidade de lutar ou resistir me causavam um profundo ódio, uma enorme vergonha e um desesperado desejo de justiça.
Do outro lado, as sensações físicas que eu tivera durante a violação foram inéditas e deliciosas para mim e de uma intensidade que eu nunca havia sentido. O prazer que me fora proporcionado fora de uma intensidade tal que nunca imaginara que fosse possível. Sim eu sabia por literatura e um pouquinho por prática que o sexo podia se bom e prazeroso, mas nunca imaginara que pudesse ter tal intensidade.
Se por um lado o ódio de meu violador me fazia desejar uma terrível vingança, de outro me corpo desejava poder repetir aquele prazer, se é que isso seria possível. Provavelmente estava em meio a um conflito extremo entre paixão e ódio elevado à sua expressão extrema e máxima. Queria mata-lo, queria castrá-lo e enfiar seu pinto no seu cú. Mas também queria que aquele macho me fizesse gozar novamente com toda a intensidade que me fizera naquela alcova de tortura.
A racionalidade, porém tinha que prevalecer. Se tivesse chance de mata-lo queria que fosse com requintes de tortura da mesma forma que me torturara. O problema e que me torturara pelo prazer, pela sensação física, pelos sentidos puramente táteis, afinal pouco falara, muito pouco usara a boca e o paladar, os cheiros foram em sua maioria neutros, exceto levemente estimulados pelo óleo e, finalmente nada vira. Então só restara o tato e ela me torturara inexoravelmente pelo enorme prazer que os estímulos táteis me proporcionaram...
Também meditara longamente sobre quem poderia ser meu algoz, como me descobrira e o que o atraíra. Certamente era alguém de meu círculo de relacionamento, mas quem? Meus relacionamentos eram poucos. Além da família, no trabalho eu pouco me relacionava socialmente, apesar de atuar nessa indústria há bastante tempo. Mas como analista contábil eu pouco interagia com outras áreas. E pela própria natureza do meu trabalho e da minha personalidade raramente participava das atividades sociais que o pessoal organizava.
Apenas uma outra assistente de tesouraria (Célia) que trabalhava próximo da minha baia é que regularmente saia comigo na hora do almoço para comermos qualquer coisa e umas poucas vezes fora em casa depois que me separara. Enquanto casada eu mal falava com as pessoas a não ser por assuntos de trabalho. Ficava no meu canto roendo meu sofrimento interno e ia embora ao final do expediente. Depois da separação ficara muito abalada e só depois de alguns meses de análise é que voltei a me aproximar das pessoas, especialmente de Célia. Mas pouco revelara a ela. Apenas que o casamento não dera certo e que decidimos nos separar e eu vim mora mais próximo da empresa.
Os outros eram curtas conversas de corredor ou de café. Claro que alguns rapazes tentavam se aproximar, mas eu nunca deixava muito espaço. Primeiro porque minha aliança na mão esquerda e meu jeitão quieto eram eficientes repelentes a abordagens fortuitas. E depois da separação, sem dúvida descuidei bastante de minha aparência. Não que eu antes cuidasse muito, mas depois da separação passeia a cuidar ainda menos.
Esta era outra incógnita para mim. O que atraíra este maluco? Tá bem que eu não era uma mulher totalmente repulsiva. Afinal tinha um corpo normal pele bem clara e cabelos ruivos. 1,70 m de altura me possibilitavam usar sapatos baixos e ainda não parecer muito alta. Meu corpo é cheinho, mas não sou gorda. Claro que a falta de atividade física me deixaram um pouco flácida para meus 35 anos, mas minas coxas não tem sinal de celulite e são bem torneadas. Meus peitos são médios e ainda firmes mesmo sem soutien. Claro com um pouco de caidinha natural. Minha bunda não é de passista de escola de samba, mas é bem redondinha e proporcional com o conjunto.
Claro que um banho de loja e de salão eu poderia ficar bem atraente. E mesmo só uns pequenos cuidados com mãos, cabelos, unhas e roupas melhorariam bastante meu visual. Mas meu astral não me incentivava a isso. Ainda carregava o trauma do casamento e não tinha disposição de iniciar qualquer novo relacionamento, em especial que incluísse sexo e estímulos físicos. Claro isto até semana passada. Depois do ocorrido, já não sei mais nada...
Então não foram meus atrativos físicos que atraíram o Filho da Puta. A não ser que ele fosse um maluco que fica atraída pelo tipo anti-sexy. Ou então algum pseudo-psiquiatra que se dispõe a “desreprimir” suas vítimas como ele falou. Psicopata com certeza ele era. Afinal ninguém normal analisa sua vítima, prepara o ambiente e executa uma violação desse tipo se for normal. Se nunca sequer ter tentado se aproximar de mim.
De fato nos últimos tempos não me lembro de ninguém que tenha tentado se aproximar, seja pra conversar ou para algo mais. Alguns rapazes no trabalho sempre procuravam bater papo, mas eu nem sei ao certo seus nomes ou que fazem. O último que tive algum contato foi um jovem engenheiro (deve ter seus 30 anos) com quem trabalhei uns poucos dias para orientá-lo quanto a certos procedimentos, mas nada mais que isso. Mas faço isso com um monte de gente e ele até me pareceu simpático, mas bastante reservado. Não senti nenhuma atração por parte dele e também ele não me provocou nenhum interesse e nossa conversa pouco se desviou do trabalho.
Célia era minha única amiga no trabalho e fora dele não tinha realmente amigos, já que os dos tempos de casados (tínhamos alguns amigos) eu me afastei. Os amigos de infância e juventude ficaram na cidade onde cresci no interior e também me afastara, revendo-os eventualmente quando ia visitar meus pais, o que com o tempo vinha se tornando cada vez mais raro.
Não estava certa se deveria procurar minha analista. Apesar de sua ajuda logo após a separação, me incomodara sua pressão para que eu voltasse rapidamente a desenvolver relacionamentos sociais. Não que isso não fosse bom, mas naquele momento não era o que eu queria. Claro que a solidão a que me propunha tinha o potencial de agravar meu quadro depressivo, mas eu ainda não me considerava uma provável suicida.
Além disso, não estava certa se queria falar sobre o ocorrido com quem quer que fosse. De certa forma me sentia duplamente humilhada: primeiro por ter sido estuprada e segundo por ter tido tanto prazer com o estupro.... Filho da Puta. Além de me fuder a buceta e o cú, ainda estava fudendo minha cabeça.
Na segunda já estava melhor e na volta a o trabalho pude camuflar toda minha angústia. Mas mesmo assim Célia notou que eu estava um pouco diferente e quando saímos para o almoço ela perguntou:
- Como foi seu final de semana? O que fez de bom nos 4 dias?
- Nada de mais. Fiquei em casa arrumando armários, lendo e vendo uns filmes na TV. Nada de especial.
- Tem certeza? Você está meio esquisita. Não aconteceu nada mesmo? Notei que você parece que está analisando todos os homens que cruza. Você não é disso.
Ela percebera. Realmente, eu quase que instintivamente estava tentando ver em cada homem se poderia ser meu sequestrador.
- Impressão sua... Não aconteceu nada mesmo. Só fiquei quieta em casa no meu canto. Esfriar a cabeça.
- Ana, já faz 2 anos que você se separou. Você precisa voltar pro mundo. Não pode ficar eternamente dentro dessa concha.
- Lá vem você querendo me convencer que tenho que arrumar um namorado...
- Quem tá falando em namorado? Estou falando em sair, encontrar gente, desemcapsular. Esta solidão só dificulta superar esse passado.
- Você e minha analista. Acha que é fácil apagar 10 anos de sua existência?
- Mas se você não construir uma nova existência, a única que vai ficar na sua alma é essa. Não é apagar. É fazer uma nova. Quem sabe melhor. Tem que partir pro mundo.
Eu sabia que ela estava certa, mas o temor das relações humanas e dos sofrimentos que elas poderiam me causar de novo, me faziam crer que enquanto eu me mantivesse fechada na minha concha, nada me machucaria de novo. Uma nova vida seria bom, mas o medo de me machucar me bloqueava.
- Estou bem... só um pouco desanimada.
- Mais do que o usual. Vamos dar uma levantada? Sexta-feira vamos sair do trabalho e tomar uns aperitivos e depois fazer alguma coisa.
- Não curto happy hour. Fica aquele monte de gente falando abobrinha.
- Não é happy hour. Só nós duas. Vamos sair, jantar, quem sabe ir a um cinema, sei lá. Combinado?
- Tá legal. Mas só nós duas, certo? Não me venha com “surpresas” de última hora, combinado?
- Combinado. Não vamos à caça. Vamos sair só nós duas.
Eu não estava segura de que a Célia seria uma boa pessoa para eu me abrir. É verdade que no meu processo de separação ela fora a única pessoa com quem eu me abrira um pouco. Mas nunca entrei em muitos detalhes. Ela era legal, mas tinha um “não sei o que” dela que me parecia estranho. Apesar de ser uma mulher bonita, corpo atlético de 1,75, pernas grossas, peitos volumosos, nunca falou de namorado. No máximo de vez em quando falava que tinha saído com um ou outro cara e que depois foram a um motel, mas nunca nada mais ou menos permanente.
Mas enfim, era a única pessoa que eu dispunha para falar. Não estava certa se falaria mas cada vez mais sentia que uma hora teria que desabafar com alguém. Não com um profissional, porque não sentia que precisasse de ajuda, mas de alguém com quem compartilhar esses meus sentimentos conflitantes de ódio e desejo. De raiva ora dele ora de mim mesma. E claro tentar descobrir uma forma de chegar ao Filho da Puta e me vingar... ou melo menos de repetir o imenso prazer que ele me proporcionara.
A semana transcorrera calma. Claro que continuei observando os homens com quem mantinha algum contato para ver se conseguia descobrir algum indício que me levasse a desvendar o mistério. Mas não descobri nada. Até o cara da engenharia surgiu para esclarecer algumas dúvidas, mas não consegui identificar nenhum indício, a não ser que pude notar por sua camisa com o botão aberto que seu peito parecia ser peludo. Mas isto eu também notara em outras homens. Era muito pouco.
Na sexta, ao final do expediente, Célia passou na minha mesa e saímos juntas. Caminhamos umas 3 quadras até um barzinho que não era o habitual que o pessoal da firma frequentava, exatamente para evitarmos ter que ficar com o grupo. Sentamos numa mesa mais ou menos isolada, onde podíamos observar o ambiente e ainda assim conversar. Pedimos dois Chopp e uns petiscos e começamos a falar banalidades.
Mas eu queria me abrir. Queria falar com alguém que me dissesse que eu não era nem uma tarada depravada, nem uma doente mental que se apaixona pelo seu estuprador. Célia poderia não ser a melhor pessoa, mas era a única que eu dispunha nesse momento. E depois de uns 2 Chopp criei coragem:
- Posso te contar uma coisa? Promete que não conta pra ninguém?
- Claro – responde Celia com um certo ar de surpresa pela confidencialidade solicitada.
- Nos feriados aconteceu comigo um negócio muito esquisito e preciso da opinião de alguém. Mas é uma coisa muito delicada e de forma alguma isto pode se espalhar. Tem que me jurar segredo!
- Claro, com certeza. Pode confiar... Serei um túmulo. O que houve.
- Bem... Na quarta-feira antes do feriado eu fui sequestrada.
- Não brinca? Como foi? Te machucaram, te roubaram? Nossa que horrível
- Bem, foi bem mais estranho que um simples sequestro. E desde então minha cabeça está a mil por hora.
Então narrei de forma mais ou menos geral o ocorrido. Não entrei nos detalhes da ação sexual, mas falei que fiquei algemada e fez comigo de tudo, apesar de em nenhum momento me machucar fisicamente.
- Mas que terrível. E você depois deu queixa? O que você fez?
- De fato não... De fato tudo que ele fez comigo eu gozei muito. O cara me deixava num grau de excitação absurdo que cheguei a implorar para ele comer meu fiofó, acredita?
- Tá brincando? Jura? Mas e daí?
- Bem, ele me fez 3 sessões de sexo, sendo a última anal e em todas eu gozei como nunca tinha gozado na vida. Aí ele me trouxe de volta para o estacionamento do supermercado com venda, algema e sedada e me deixou lá. Acordei com um policial batendo no vidro do carro e fiz o maior berreiro que tinha sido sequestrada e tal. O policial ia me levar para a Delegacia fazer queixa e começou a ver se havia algo no carro. E achou um revolver de brinquedo e um cartão de visitas do cara com telefone e tudo. Olha aqui!
- Meu Deus, que coisa de maluco... E você?
- Bem, depois disso, o policial já estava com risinho irônico, eu desisti de dar queixa, claro... Fui pra casa e liguei pro cara.
- E ele?
- Me chamou de 37. Porque fui a trigésima sétima que ligou em menos de 24 horas.
- Que filho da puta... e você?
- Eu queria descobrir quem é o cara. Estava doida. Mas não tenho a menor ideia de quem possa ser. Pelo visto ele me conhece. Sabe que fui casada e que minha vida sexual não era maravilhosa. O estranho é que nunca falei disso pra ninguém a não ser para meus pais e irmãos, pra minha analista e pra você.
- Você não está pensando que eu tenho algo a ver com isso, está?
- Não... De jeito algum. Mas como ele sabia? Com certeza me conhece e deve ter pesquisado bastante.
- E o que você está pensando em fazer?
- Sei lá... No começo eu queria encontra-lo e dar o troco. Mas como vou dar o troco? Fazendo ele gozar? Porque foi isso que ele me fez. Nunca gozei tato na vida.
- Que coisa... e que atrevimento do cara, hein? Sequestra, estupra e ainda deixa o telefone. Mas ele deve ser um maníaco.
- É o que eu penso, mas por outro lado o cara sabia exatamente o que queria, o que faria a cada passo e como eu reagiria. Em nenhum momento me machucou ou foi violento. Claro que não me dar a opção de escolher já é uma violência, mas fisicamente não houve nada. Saí só um pouco ardida no fiofó, porque na hora H eu acelerei e ele seguiu e teve um gozo forte... Mas nada que não causasse boas lembranças...
- E quando você ligou pra ele o que ele disse?
- Foi meio irônico no começo e não reagiu aos meus xingamentos. Acabou conduzindo a conversa e acabei falando que queria repetir a sessão. Pensei que assim teria chance de encontrar com ele.
- E ele?
- Disse que na hora certa ele me pegaria, mas eu nunca saberia antes.
- O cara é maluco mesmo... Mas a gente tem que pensar num jeito de achar esse cara. E denunciá-lo.
- Não sei se funciona. Todas as evidências indicam que consenti com tudo o que ele fez. Claro foi um pouco bizarro com algemas e vendas, mas não teria nenhuma marca de ferimento. E ele disse que tem tudo gravado em vídeo. E aí fica claro que em alguns momentos eu implorei pra ele me comer... Isso mata qualquer argumento de estupro, não mata?
- É não ia ser fácil. A punição não pode ser por aí. Temos que pensar.
O papo seguiu e tomamos mais alguns chopps e já estávamos meio altinhas quando Célia falou para irmos ao apartamento dela que era perto par ver uns filmes que ela tinha comprado.
Pedimos conta, pagamos e saímos no meu carro. Já que Célia vem a pé para o trabalho. Subimos ao seu apartamento, um agradável quarto e sala com uma pequena cozinha. Célia foi logo abrindo uma garrafa de vinho e pegando uns petiscos e ao voltar para sala eu estava sentada no sofá e ela falou.
- Está quente hoje. Você não liga se eu ficar à vontade, liga? E foi tirando o vestido e os sapatos ficando só de calcinha e soutien.
Eu pensei um pouco mas também aderi. Realmente Célia era do tipo mulher grande, ombros largos, seios fartos bunda grande, mas tudo proporcional. Tinha bastante carne. Tipo mulher gostosa, boasuda... eu também não era mignon, mas era menos volumosa.
Ela serviu o vinho e pegou os filmes para eu escolher. Eram todos de sacanagem. Tinha de todo o tipo. Fiquei mei sem jeito e perguntei?
- Você gosta disso?
- Porque não? Tem uns bons, bem produzidos e com gente bonita. E chego a ficar excitadinha. E aí faço uma siririca muito gostosa... É ótimo quando não se tem parceiro fixo. Tenho um consolo que quebra um galho...
- Ah! Eu não consigo... Nunca consegui... minha cabeça sexual sempre foi ruim... Depois ficou pior. Agora então não sei como vai ficar.
Claro que não falei que me masturbara em casa depois do estupro. Mas aquela fora minha primeira vez.
- Relaxa. Desfrute o prazer... Você já descobriu que consegue gozar. Agora é só descobrir a melhor forma.
Estava na cara que a Célia estava criando um clima para uma sacanagenzinha. Eu não tinha certeza se queria, mas afinal, o que eu tinha a perder? Não sabia onde isto ia dar, mas depois de pedir pra ser estuprada mais uma vez, já não sabia mais do que era capaz. Mas pelo menos agora eu estava tendo a coragem de seguir e ver no que ia dar. E deu...
Colocamos um filme de sexo grupal e logo estávamos as duas discretamente manipulando nossos seios e bucetas... minha calcinha já estava molhada, mas eu ainda disfarçava. Nesta altura Célia já estava com a mão dentro da calcinha massageando a buceta e gemendo baixinho. Não demorou muito eu também estava com a mão láe enfiando o dedo na minha buceta molhada...
- Nossa como está quente aqui! Falou Célia com um sorriso maroto e tirou a calcinha e o soutien.
Sua buceta era grande, ou estava grande e tinha bastante pelos no púbis... E seus seios eram realmente fartos mas bem firmes. Seus dedos entravam e saiam da buceta ritmadamente e seus e seus gemidos iam aumentando. Vendo-a se tocar me dava muito mais tesão e já não conseguia disfarçar meu olhar para ela. Ela claro percebeu, mas não teve nenhuma reação. Continuou seus movimentos até ter um gozo silencioso com contrações vaginais suaves...
A esta altura começou uma cena no filme com duas mulheres se pegando. Se beijando se acariciavam pelo corpo todo e acabaram num longo 69. Foi o gancho pra Célia:
- Quer experimentar? Sussurrou Célia no meu ouvido, roçando seus peitos no meu braço be lentamente.
Tremi e exitei...
- Sei lá... nunca fiz isso.
- Deixa que eu começo...
E colocou suavemente suas mãos nos meus peitos e começou a acaricia-los. Era delicioso... Seguiu descendo, tirou minha mão da minha buceta e colocou a sua... suavemente. Abri mais as pernas para facilitar as coisas e ela suavemente enfiou um dedo bem fundo na minha buceta... Gozei quase que imediatamente...
Sem esperar terminar meu gozo, Célia deu-me um delicioso beijo de língua. No início fiquei meio que imóvel, mas o tesão era muito e nossas língua se entrelaçaram por longo tempo. Nõa com força, mas com a suavidade e delicadeza de duas mulheres.
Pausa para tomar fôlego... Meu corpo estava desfrutando ainda a sensação deliciosa, mas minha cabeça estava a mil por hora. 10 anos de sexo ruim. Dois anos absolutamente sem sexo e em uma semana eu sou estuprada e gozo muito e transo com uma mulher e gozo muito... É ou não para entrar em parafuso...
- O que foi isso Célia?
- Tesão gostoso. Não foi?
- Eu sei lá? Como você nunca me disse que era gay?
- Eu não sou gay. Eu gosto de homem, mas de vez em quando, se há uma oportunidade eu encaro uma prexereca também. Algum problema?
- E eu lá sei alguma coisa? Não sei nem se eu sou gay? Mas foi bom... gostoso
- É isso aí... Claro que um cacete gostoso enchendo nossas entranhas satisfaz mais, mas tem horas que um gozo suave também é bom... O toque feminino e mais delicado eu acho!
- Não sei ainda... foi muito rápido. Tenho que processar tudo isso. Mas a primeira sensação foi boa...
A partir daí, não precisávamos mais disfarçar os olhares e podíamos observar uma a outra e realmente o corpo feminino também me era atraente. Pelo menos o de Célia... e o efeito do vinho e da pós gosada quebrou nossas barreiras e a media que o papo seguiu e o filme continuava só mantendo o clima, o tesão começou a voltar. Gradualmente, e voltou lentamente, mas com força.
Célia falou que queria chupar minha prexereca, porque ela nunca tinha chupado uma totalmente depilada. E eu queria chupar a dela, bem cabeluda... Uma de cada vez experimentou. Célia mais experiente começou e pude sentir sua língua percorrendo meus lábios internos, externos e no inferno. Era um tesão maluco... mas não de gozo. Depois de longas chupadas ele tilintava sua língua no meu clitóris e depois o sugava suavemente. Suas mãos percorriam minhas coxas, virilhas e chegavam na buceta e ajudavam no massageamento junto com a língua e os lábios... Endoidei.
Aí eu quis experimentar. E adorei... A maciez da buceta, sua umidade, seu aroma eram uma experiência nova e inédita para mim. E realmente nada a ver com chupar um pinto. Totalmente diferente mas também muito bom... Pelo visto eu estava indo para o caminho de gostar dos dois lados... Não sei se isto é bom ou mau. Mas eu estava gostando.
O sessenta e nove foi bom, mas eu perdia a concentração e gostei mais de uma de cada vez. Também adorei massagear a bunda de Célia. Eu nunca tinha mexido com bunda. E a dela era uma delícia. Até arrisquei correr o dedo pelo rego e brincar com o cúzinho dela. Ela pelo visto também gostou... Mais uma que aprendi.
E depois de uma longa sessão de pegação que começou no sofá e acabou na cama dela, ela me deu o consolo e me fez gozar sozinha com ele enquanto ela massageava meus seios e me beijava na boca. E eu a fiz gozar com meus dedos, numa sensação deliciosa de manipular uma buceta até ela explodir em gozo.
Exaustas, dormimos nos tocando. Só desfrutando o prazer do toque.
Acordei já dia claro. Célia não estava na cama. Levantei fui ao banheiro e ouvi Célia me Chamar.
- Já acordou? Vem tomar café!
- Estava pelada ainda, pois minha roupa ficara na sala. Fui pega-la e Célia falou...
- Pega no meu armário um camisão bem folgado... ta muito quente...
Voltei pro quarto, peguei uma camisa de abotoar que chegava no meio da minha coxa e fui à cozinha. Célia também estava com um camisão. Imediatamente me deu tesão. Incrível.. nunca tinha tido tesão por mulher... Será que eu estava virando gay? Oh meu Deus. Eu vou ficar maluca... Agora vou ter que ir na minha analista...
Célia veio na minha direção e me deu um beijinho de bom-dia no rosto, mas rapidamente roçou no meu lábio... eu retribui aproximando o lábio e roçando também... Se era para arrebentar, que fosse de uma vez.
Sentamos, tomamos um café e inevitavelmente o papo caiu no que ocorrera na noite anterior.
- Me explica o que aconteceu ontem, Célia? O que foi aquilo?
- Sexo querida? Duas mulheres carentes, excitadas e levemente alcoolizadas... Deu vontade e transamos... Não foi legal?
- Fisicamente muito bom, mas minha cabeça está em parafuso... Você tinha tudo planejado, não tinha?
- Não... Eu queria sair, conversar. Aí pintou um clima e a gente deixou rolar... Se fosse com um cara seria a mesma coisa. Não vejo diferença.
- Mas eu nunca imaginei que um dia eu transaria com uma mulher. Bem uma semana atrás eu não imaginava transar com ninguém...
- Como você vê, você estava perdendo uma das delícias da vida. Sabe, hoje em dia sexo não tem que ser restrito a um relacionamento. Claro que quando se está num relacionamento, o sexo é importante nele e muitas vezes só esse sexo basta. Mas quando não se está, e se tem vontade de sexo, o negócio é encontrar alguém gostoso e simplesmente curtir. E você é gostosa sabia?
- Bem... eu não tenho muitas referências, mas você também é muito gostosa...
- Eu também não saio sempre com mulher. A primeira vez foi na faculdade com uma colega. E houveram mais uma meia dúzia de vezes. E sempre assim. Na base do sexo casual. Nunca tive um relacionamento homo.
- E com homens? Você transa sempre?
- Médio... eu já tive alguns relacionamentos mais sérios e aí sossego a prexereca, mas quando não estou num relacionamento aí se o cara me atrai e ele quer, a gente vai firme. Mas não sou de ir com qual quer um não... Tem que ser legal e me dar o tcham!
- Você imagina como está minha cabeça? Dois anos em sexo e em uma semana duas experiências malucas. E agora? Pra onde eu vou?
- Pra onde você quiser. Você viu que existem muitos caminhos. Em uma semana você descobriu 2. Existem milhares. O importante é escolher um e não ficar parada vendo a vida passar.
É... Tenho que escolher um caminho... Mas qual? E será que terei que experimentar cada alternativa? Quantas existem... Não quero mais me machucar, mas se sair por aí experimentando, com certeza me machucarei algumas vezes. Mas se não experimentar, nunca vou saber se machucaria ou se seria delicioso como a trepada com o Filho da Puta ou como a trepada com a Celia. Dilema...
Terminamos o café e eu fui para casa. Tinha que digerir tudo isso. E claro degustar a lembrança do novo prazer que acabara de descobrir. Célia tivera sensibilidade de não insistir para eu ficar lá. Eu acho que ela até estava afim de continuar a sessão. E também até que estava tentada e provavelmente não resistiria se ela sugerisse. Mas ela sabia que, especialmente para mim era importante digerir a experiência, e foi isso que fiz no final de semana.
Claro que em casa, à noite, liguei num canal erótico e assisti um filme e me excitei e pela primeira vez na vida me masturbei. Demorei um pouco, mas consegui gozar. Não era tão bom quanto uma trepada com alguém lhe proporcionando o prazer, mas também não era ruim... E o melhor... Não me senti nem um pouco culpada.
Agora já tinha três novas experiências sexuais... Minha gama de alternativas se ampliava... Mas de fato eu queria encontrar se estuprador. Eu não sabia se era por vingança ou por desejo, mas eu ia continuar minha busca.
Tentei ligar para ele no celular, mas ninguém respondeu... nem caiu caixa postal... estava irremediavelmente e nas mãos dele. Quando ele quisesse e se quisesse eu o teria novamente. Seja para a vingança, seja para o prazer...

Mas a vida continua e a minha não era diferente. Algumas pessoas notaram alguma mudança. Estava mais “empinada”. Olhando para cima. Olhando mais as pessoas nos olhos. Não sei se era verdade, mas de certa forma descobrir que eu era capaz de gozar e ter prazer me fizera bem. Ainda doía lembrar do abuso que sofrera e da impotência de sequer me preparar para o que viria a seguir. Mas, por outro lado, redescobrira minha buceta! Sim ela estava lá firme e operante. E mais... Agora sabia que ela era operante com homem e com mulher...
Depois da transa com a Célia ficamos um tempo um pouco distante. Certamente ela estava me dando tempo para digerir aquilo tudo. Até marquei uma consulta com a analista, mas não fui. Não estava em condições de dividir com ela tudo que sentia. No fundo eu queria repetir a trepada com o Filho da Puta. Mas queria fazer ele sofrer como eu sofrera. Ou seja... fazer ele implorar pra gozar comigo... Acho que estou virando uma puta...
Depois da transa com a Célia não sai mais com ninguém. Não sabia como nem onde encontrar parceiros em potencial. Haviam alguns poucos amigos... mas só amigos e amigas. Alguns até casados. Já estava voltando a minha antiga rotina de solidão, quando o pessoal da empresa marcou um Happy Hour para a sexta depois do expediente. Como sempre eu não pretendia ir, mas a Célia insistiu muito então fomos.
A turma era grande e dividida entre homens e mulheres. Depois de algumas cervejas, todos estavam alegres, mas não bêbados. Alguns pares foram para a pista de dança e eu fiquei junto a uma coluna observando, com o pensamento bem longe. Então ouço alguém sussurar no meu ouvido:
- Vai firme... Você vai Gostar...
Assustada me virei e vi o Engenheiro que de vez em quando vinha falar comigo. Lucas. Mas o que ele falara era exatamente o que meu sequestrador falara antes de comer meu cú. Tentei me recompor mas tinha que confirmar a impressão.
- Oi – respondi – A turma está animada, né?
- E você não se anima?
- Não sou muito de dançar e sozinha não tem graça.
- Podemos ir juntos. Topa?
- Ah! Estou meio desanimada. E cansada. Prefiro dar uma sentada.
- Então vamos. E observamos a animação da mesa.
Voltamos à mesa e sentamos. Eu tinha que dar corda pra ele. Afinal o tom de voz e o jeito com que falara imediatamente me trouxe à lembrança meu sequestrador. Mas não poderia dar bandeira com um colega de trabalho.
- Então Ana, finalmente você veio a um dos nosso Happy Hours, certo? Você sempre foge.
- É eu não gosto muito de agito. Sou meio careta. Só vim hoje porque a Célia insistiu muito.
- Mas você tem namorado, marido?
- Não... Sou divorciada, mas não sou de balada.
- Poxa tão nova já divorciada?
- Nem tanto! Já estou com 35. E você?
- Eu também. 35.
- E tem namorada, noiva, esposa?
- Não... Nenhum compromisso.
- Só na Balada!
- Também não... Sou calmo. Claro que de vez em quando a gente vem com os amigos, né?
- Quando tem que ir à caça!
- Mais ou menos... mas eu tenho meus esquemas.
- Xiiii ! cheio de mistérios. E hoje? Qual é o esquema?
- Nada em especial. Mas aberto às oportunidades que podem aparecer. Por enquanto só de papo com minha colega da Contabilidade. Sem plano
- É... pelo jeito a coisa aqui vai longe. Ainda sobra algum pra você.
- Não sei não... Estava afim de ir a algum lugar mais calmo. Tá afim?
Era tudo que eu queria. Uma chance de conversar com ele e ver se descobria se minha intição tinha ou não fundamento. Concordei em irmos para um barzinho mais calmo. Falei com a Célia que ficou toda feliz por eu ter “ficado” com alguém. Mas me fez jurar que na segunda-feira eu contaria tudo para ela.
No Barzinho sentamos numa mesa de canto, pedimos um vinho e logo a conversa rolou mais fluida. Mas em nenhum momento tive nenhuma indicação dele poder ser meu sequestrador. Ao contrário, ele não apresentava nenhum sinal de ser um psicótico sexual. O tipo físico poderia ser do sequestrador. Lucas tinha 1,80m cabelos lisos castanhos claros, levemente atlético mas não bombado. Tímido, tinha poucos relacionamentos, apesar de ter tido uma noiva por mais de 5 anos e que ele depois a pegou na cama com seu melhor amigo.
Para não dizer que nada indicava que ele poderia ser o Filho da Puta, ele usava uma camisa social desabotoada e que dava para notar que ele tinha bastante pelos no peito. Mas realmente isso era muito pouco.
Claro que tive que retribuir falando de mim e não resisti em falar de meus traumas sexuais decorrentes dele. Parece que esse foi o gancho para ele entrar no assunto sexo, que no fundo eu também queria.
- Mas depois que se separou, você não transou mais com ninguém?
- Por um bom tempo não, mas depois superei e consegui sair com um cara – menti para não demonstrar todo meu trauma.
- Mas isto é ruim, né? A vida continua...
- Você continuou a sua?
- Bem... no começo não é fácil, mas depois a gente tem que sair em busca da pessoa certa.
- Você achou alguma?
- Algumas não foram ruins... outras desapontam, mas o prazer físico pode-se conseguir até sozinho, não acha?
- Não faz meu gênero... Gosto que me proporcionem prazer.
- E você pede?
Gelei... era uma dica... Sim eu pedi... eu implorei prazer. Será que ele sabe? Será que era ele?
- Porque não? – Menti de novo...
Eu tinha que ir adiante. Mas como? Claro que ele estava me cantando. Ou melhor me preparando para dar uma cantada. E eu estava me deixando ser cantada... Mas será que devia aceitar? Eu não vira meu sequestrador em nenhum momento. Mas sua foram de carícia e de fazer sexo eram muito peculiares. Então se fosse o Lucas eu provavelmente perceberia. E aí? O que eu ia fazer? Bater nele? Mata-lo? Chamar a polícia? Olha seu guarda, esse Filho da Pua me estuprou há dois meses eu gozei muito e eu quero que o senhor o prenda. Ridículo.
Mas eu estava curiosa. Nem que fosse só pra dizer a ele e a mim mesmo: eu o descobri.
O vinho foi nos relaxando e daí os toques durante a conversa se intensificam. Na mão, nos braços. Um cisco no rosto tirado com carinho, até que a mão dele ficou por cima da minha e eu não tirei. Até que ele não resistiu.
- Ana, eu tenho u vinho delicioso lá em casa e um queijo especial para acompanhar? Não quer ir lá para a saideira?
- Isto é uma cantada? – Falei com um sorriso malicioso de aprovação.
- Bem... Claro que é... porque não? Afinal o que nos impede?
- Apenas nossas vontades... Mas eu não sei se quero ir até o fim. Não te conheço o suficiente.
- Então fazemos assim. A gente vai tomar o meu vinho e se conhece um pouco mais. E se não for o suficiente, tudo bem... Fica para outra vez.
Ir à casa dele era loucura pura. E se ele fosse o cara e tivesse em sua casa outra masmorra de tortura? Mas agora eu sabia quem ele era. E eu sabia que o meu sequestrador não seria assim tão descuidado de se expor a menos que não tivesse o que temer. Eu poderia sugerir ir para minha casa, mas aí eu não poderia analisa-lo no sei habitat. E o que eu tinha a perder. Se fosse ele eu provavelmente teria uma trepada muito boa e consentida. Se não fosse ele, talvez a trepada não seria tão boa, mas seria uma trepada. E eu estava bem curiosa como seria a trepada com ele.
Fomos a sua casa em dois carros. Subimos ao seu apartamento num prédio da Vila Olímpia. Era um apartamento de 1 quarto uma sala, muito bem arrumado para um homem vivendo sozinho. Tudo parecia muito bem organizado, limpa e planejado. Epa... outra semelhança. Na sala um pequeno sofá diante de uma bela TV e uma pequena mesinha de centro. Tudo arrumado e combinando. Como ele não teria certeza que alguém iria lá, é de se supor que esta era a arrumação normal da casa.
Lucas ligou o aparelho de som numa música ambiente suave e foi à cozinha preparar o vinho e o queijo.
- Quer ajuda ai? – Falei prestativa, mas de fato curiosa.
- Não precisa, mas se quiser vamos conversando.
Claro que fui. A pequena cozinha também era impecavelmente arrumada e limpa. As gavetas organizadas e os armários arrumados eram de impressionar qualquer um.
- Você mora sozinho mesmo?
- Sim, porque?
- Tudo muito bem arrumado para uma homem solteiro, hein!
- É... eu sou meio fanático por organização e arrumação. Também gosto das coisas racionalmente arrumadas e limpas. Mas eu tenho uma faxineira que vem 2 vezes por semana. Ela que arruma tudo.
- Ela veio hoje?
- Não porque? Ela veio ante-ontem.
- Ela arrumou e você não desarrumou, certo?
- Tá me gozando né?
- Não. Tudo tão impecável ou você é realmente fanático por arrumação ou passou dois dias fora de casa.
- Tá bom... eu sou meio maníaco mesmo. Mas não mordo... Tem a ver com meu trabalho. A gente é metódico, planejado e organizado.
- Puxa... você seria o sonho de toda mulher.
- Ou pesadelo, porque vou querer tudo em ordem....
- Verdade... Pode ser um saco.
Voltamos à sala. Lucas serviu o vinho em taças impecáveis. Brindamos e bebemos um gole. Provamos os queijos e continuamos falando. E agora, sentados lado a lado no sofá, os toques eram mais intensos e mais longos. E depois de um momento de silêncio, Lucas suavemente trouxe meu rosto para junto do seu e nos beijamos suavemente. Foi um longo beijo. Sem arroubos de excitação ou fúria apaixonada. Só um longo e suave beijo de lábios coma línguas timidamente se tocando como que dizendo: “Olha, estamos aqui para mais tarde”.
Durante meu estupro, praticamente não houve beijo na boca e muito menos um beijo com esta suavidade, então ainda não era possível ter-se certeza se ele era o cara. Mas a calma e a suavidade eram mais um indício.
Uma nova pausa. Mais um gole de vinho. Silêncio estratégico. Nada havia para se falar ali. Era óbvio o que ambos queriam. Claro que não existia amor, mas existia química, desejo pelo outro e vontade de fazer sexo. Não era a hora de se pensar se isso resultaria numa relação de qualquer tipo, mas sim que um homem e uma mulher se atraiam fisicamente queriam explorar os prazeres que poderiam resultar dessa paixão.
A sequência era evidente. O beijo seguinte foi mais longo, mas ainda totalmente suave. As línguas, sim trabalharam mais, mas sem a sofreguidão dos afoitos. As mãos passaram a explorar os corpos mas sem a pressa de chegar aos núcleos do tesão. Lucas sempre tomava a iniciativa, mas sem o ímpeto dos ansiosos. Ao contrário buscava desfrutar de cada gesto, de cada contato de cada milímetro de prazer.
O despir-se foi um longo e delicioso processo de descoberta mútua das intimidades. Lucas desabotoou minha blusa botão a botão. Soltou meu soutien e com as duas mãos segurando nos bojos retirou-o dos meus seios em respeitosa distância. Admirou-os longamente e, só então aproximou suas mão para acaricia-los. Meus mamilos já estava duros quandoele começou a suga-los suave e alternadamente.
Retribui desabotoando sua camisa e a retirando lentamente, desvendando um peito forte e vastamente coberto de pelos claros que desciam pelo centro de seu abdômen e insinuavam-se pelo púbis. O coloquei de pé e desabotoei sua calça deixando-a cair naturalmente. Sua cueca impecavelmente branca do tipo sunga era justa o suficiente para antever-se um pinto de bom tamanho, mas ainda não totalmente rijo.
Eu queria mira-lo e baixei sua cueca e se desvendo toda sua macheza. Um belo cacete cuidadosamente depilado, com uma cabeça totalmente para fora mesmo ainda não totalmente duro, indicando uma fimose cirurgicamente perfeita desenhada para valorizar a glande que já pulsava o tesão emergente.
Segurei o pinto e o saco com as duas mão carinhosamente e os beijei com suavidade. Da ponta até a base e voltando por baixo e premiando o saco com lambidas tímidas. Sua coxas também peludas eram fortes e sustentavam uma bunda redonda, firme e coberta com fina penugem clara. O prazer de acariciar toda a circunferência do topo de suas coxas incluíam sensações distintas da dureza do seu cacete, da macies de seu saco e a firmeza distribuída de sua bunda em duas metades que enchiam de tesão cada uma das mãos.
Mas Lucas retomava sua ação desabotoando minha saia expondo minhas coxas grossa que ocupara sua observação meticulosa por longos segundos incluindo além da identificação visual o seu mapeamento tátil. Lentamente tirou minha calcinha expondo minha buceta que tinha um pequeno chumaço de pelos pubianos bem claros mas insuficientes para eclipsar os grande lábios de minha buceta que a essa altura já se mostrava úmida de tesão.
Ajoelhando-se diante de minha buceta em respeitosa reverência divina começou a beija-la apenas com os lábios em toda sua extensão. Terminada a reverência, usou sua língua para explorá-la em todas suas mínimas reentrâncias, relevâncias e profundezas. Lábios Externos, lábios internos, clitóris e seu orifício propriamente, todos foram premiados pela língua úmida, quente e firme de Lucas. Mas sempre lentamente. Sem pressa. Sem força. Só o toque suave e preciso par provocar-me o tesão que a esta altura me fazia retorcer-me, gemer e tentar puxar a cabeça de Lucas para minha buceta como que querendo enfia-la dentro dela. Mas ele suavemente tirava minhas mãos e as acariciava para acalma-las.
E foi assim que atingi meu primeiro orgasmo. De língua... E foi muito intenso, mas ao mesmo tempo muito suave, pois não havia penetração. Um orgasmo tipicamente clitoriano. De dentro para fora e não de algo de fora invadindo minhas entranhas. Mais que isso ele foi longo. Parecia que não acabaria nunca. Mas que se estenderia pela eternidade enquanto Lucas continuasse a tocar minha buceta.
Ao ver-me exausta e extenuada, Lucas parou e, pela primeira vez, desde nosso primeiro beijo, falou:
- Quer ir para o quarto para que eu te faça uma massagem?
Gelei... Só faltava ser óleo de amêndoa... Era tudo que eu precisava confirmar. Claro que aceitei. Fomos para o quarto, também impecavelmente arrumado, com uma bela cama de casal com lençóis em tons pasteis macios e cheirosos.
Deitei-me totalmente nua esperando Lucas que fora ao banheiro buscar o óleo. Ao sair pude observar sua bunda redondinha e dura o que me encheu de desejo de morde-la como uma enorme maçã. Não faltaria oportunidade. Ao voltar seu cacete levemente inchado, mas não duro, proporcionavam uma visão maravilhosa de seu suave balanço entre suas coxas peludas e grossas.
Lucas se aproximou e me virou de bruço para começar pelas costas, confirmando sua preferência pela parte traseira. As confirmações de avolumavam. Deitei relaxada com as mãos debaixo do meu rosto, o que lhe deixava todas as costas e as laterais à sua mercê. As pernas eu mantive juntas, mas sem força-las, como que dizendo: “Minhas entranhas não estão à mostra, mas se você quiser, basta pedir”.
Mas ele não pediu (ainda). Começou pelos ombros e logo o aroma de amêndoa invadiu o quarto e a minha adrenalina acelerou meu coração. Que fazer? Desfrutar o momento ou anunciar a revelação? E depois? Se anunciar a revelação, o que faço? Vingo-me ou peço bis?
Deixei rolar. A massagem era relaxante demais para ativar meus instintos vingativos. E o prazer que se avizinhava (e eu sabia que viria), ao contrário me estimulavam a me arreganhar toda para aquele macho que me dominava agora com suas algemas sensoriais.
Suas mãos desciam pela minha coluna, massageando cada vértebra e depois subindo pelas laterais comas pontas de seus dedos roçando as laterais de meus peitos. Perdi a conta das descidas e subidas.
Totalmente relaxada e só não adormecendo porque o tesão me mantinha esperando por mais prazer, até que desceu pela minha bunda. Massageou-a em círculos muitas vezes, subindo com seus polegares próximos ao meu rego. No início só deslizando. Depois forçando levemente a abertura do rego até que no final já sentia meu cú totalmente exposto ao seu dispor.
Mas Lucas com certeza tinha um forte prazer visual. Eu percebia que ele ficava longamente olhando meu cú com extrema admiração, como que explorando cada uma das minhas pregas. Não haviam palavras. Só movimentos e sensações táteis. E admiração visual. E eu estava adorando ser mirada em minhas entranhas. Então comecei a sincronizar um leve movimento de quadril que arreganhava ainda mais meu cú e minha buceta aos olhos de Lucas.
Meu esforço seria recompensado. Senti um leve tremor em suas mãos e, em seguida seus dedos tocando meu cú e minha buceta. Ainda em leves toques, mas cada vez mais explícitos e não demorou para seu polegar se se introduzir na minha buceta, enquanto seu indicador brincava com as pregas de meu cú.
Se Lucas era silencioso eu não. Comecei a gemer e a falar:
- Ai que tesão... Vai gostoso, brinca com minha prexereca.
Ele obedecia, mas não falava... logo o indicador encharcado de óleo e do sumo da minha buceta, foi entrando no meu cú. Era um tesão mas eu tinha que dar uma de difícil.
- Devagar ai Lucas! Aí só a pontinha se não dói muito.
- Relaxa que não dói! – Sussurrou Lucas debruçando-se sobre minhas costas
Tremi de novo. Agora eu não tinha dúvidas. Era ele. Só precisava escolher a hora de revelar. Mas não agora com aquele peito peludo e encharcado de óleo se roçando nas minhas costas e seu pau, agora duro, cutucando minha bunda. Mais precisamente meu rego.
Com um leve movimento ele apontou sua cabeça na minha buceta e foi enfiando lentamente. E nem precisou formar muito porque a buceta estava totalmente molhada de tesão e o pau dele cheio de óleo. Tinha que tomar cuidado para não escapar de tão lubrificados que estávamos. Apertei minha bunda para sentir seu pau dentro de mim e isso aumentou seu tesão. Imobilizada, todo o movimento ficara para ele que fazia um vai-e-vem curto não acelerado, mas regular. Meu tesão já estava no auge e não demorei para gozar intensamente mas sem poder mexer-me muito. De novo só à mercê dele.
Depois que gozei, Lucas tirou o pau de minha buceta e apontou no meu cú. Reagi imediatamente.
- Não! – Gritei retesando a bunda – No meu rabo não!
- Porque? Você vai gostar... Relaxa. Se doer eu paro.
- Conheço esse papo. Só a cabecinha. E aí não tem ombro e entra tudo...
- Relaxa Ana... Se doer eu paro...
- Mas assim? Logo na primeira transa?
- Relaxa...
Claro que relaxei. E ele pincelou longamente o cacete no meu cú, passou mais óleo nele e no pau e foi apontando pro meu cú. Senti a cabeça ir alargando as bordas e uma dor intensa me invadindo. Mas era uma dor de prazer maravilhoso.
Ai! – gritei baixinho – tá doendo, mas tá bom... vai devagar...
Não precisava falar. Lucas sempre ia devagar. E foi indo para que eu sentisse toda sua cabeça chegar na borda do meu cú, alargando-o ao máximo. Parou neste momento e a dor já era só de prazer. E eu queria que ele enfiasse tudo. Então instintivamente empinei minha bunda e seu pinto entrou inteiro no meu cú de uma só vez.
De novo ele me fazia implorar para ser fudida, enrabada, comida elo cú... Mas dessa vez não tive ódio de mim... Continuei mexendo para que seu pau entrasse e saísse com força do meu cú. E aí acho que ele também não resistiu e acelerou seus movimentos. E logo senti seu pau jorrar jatos de porra no meu cú. Foi a deixa para eu gozar também... Sim gozar no cú. Sem nenhum toque na buceta. Eu estava ficando boa nisso.
Lucas caiu de lado exausto depois de um instante largado nas minhas costas. Meu cú piscava de tesão e a cada piscada um pouco de porra escorria e podia senti-la escorrendo para minha buceta. Ao ver isso, Lucas foi até ela e lambeu minha buceta e meu cú cheio de porra e veio me beijar. Estava confirmado...
Relaxamos por uns longos minutos. Acho até que eu cochilei, pois quando me dei conta estamos deitados de lado e Lucas me abraçando por traz de conchinha. Isto me assustou no primeiro momento, afinal a ideia era só uma trepada sem compromissos. Mas pelo menos eu agora tinha certeza que Lucas era meu sequestrador. Muitas foram as coincidências e estava certa disso.
Só precisava saber se deveria falar agora com ele ou se deveria deixar passar aquele momento de prazer e, principalmente, abordar o assunto em um outro local. Afinal estava no território dele e não sabia qual seria sua reação. É verdade que ela não me dera nenhuma indicação que pudesse ser alguém violento. Nem mesmo no sequestro. Mas vai lá saber...
Percebi que Lucas dormia, então cuidadosamente me desvencilhei de seus braços e, pé ante pé fui a banheiro. Fechei a porta com cuidado. O banheiro também era impecavelmente arrumado e limpo. Tinha até um bidê, coisa rara de se ver atualmente, mas que era maravilhos para se lavar as partes íntimas.
Lavei longamente meu cú que ainda tinha muita porra dentro dele. A água morna do esguicho era um alivio para meu cú que ardia. Dessa vez ele comera meu cú com força e, com certeza mais algumas pregas haviam se rompido. Mas, de novo fora delicioso. E a hipótese de eu fazer a revelação e com isso interromper o prazer que mais uma vez estava desfrutando, me faziam titubear quanto a abrir o jogo agora.
Em dúvida voltei silenciosamente para o quarto, mas Lucas estava acordado e e me esperando na cama. Fiz de conta que estava surpresa.
- Oi! Te acordei? Tentei sair em silêncio...
- Não eu estava acordado. Só quieto para que você descansasse. Vem! Deita e descansa mais um pouco.
- Já é tarde, não é?
- Tem algum compromisso? Amanhã é sábado. Nem nos conhecemos direito ainda. E tem toda uma garrafa de vinho para tomarmos.
- É você foi rapidinho. Nem precisou me embebedar.
- Mas assim é melhor. A gente lembra do que fez.
- Você é muito ousado... Não era exatamente isso que eu esperava.
- O que você esperava? Não foi bom?
- Não é isso. Claro que foi bom...é que par uma primeira vez eu esperava algo mais convencional.
- Como assim, convencional? Fizemos sexo normal entre um homem e um mulher.
- Nem tanto, né? Este final não estava no programa.
- Por quê? Você já tinha tido orgasmos de outras formas, então achei que esta variação completava o cardápio.
- É mais eu não estou acostumada a esse tipo de variação...
- Não foi bom? Eu disse que se doesse era para ame falar que eu parava. Você não falou... eu segui em frente. E pelo visto você também teve um orgasmo.
- Você é infernal, sabia? Me fez de gato e sapato.
- Você é que é muito sexy e gostosa. Me de mais uma meia horinha e estou pronto para outra sessão. Está afim?
- Não sei não... Não sei se devo.
- Deve o que? Pra quem? Eu estou gostando e por isso quero mais. Se não estivesse bom eu não ia querer mais.
- Eu não estou acostumada a essas extravagâncias sexuais. Te falei que não tive muitos casos depois do meu divórcio.
- Então deve estar atrazadinha, não? Vamos tirar o atraso.
- Que tal deixar para uma próxima vez?
Eu resistia bravamente ao desejo de cair de boca naquele cacete se exibindo despudoradamente para mim, mas já estava sentada na beirada da cama e Lucas já acariciava minhas coxas com sua habitual suavidade. E claro meu tesão já ia aumentando.
- Para com isso... – falei dengosa tirando sua mão da minha coxa – tá me dando tesão.
- Mas essa é a ideia...
- Você é um Filho da Puta mesmo!
E se que desse tempo para ele falar qualquer coisa cai de boca no pau dele e comecei a mamá-lo com volúpia tal que um bebe esfomeado. Segurava seu pau com as duas mãos eu subia e descia minha boca sentindo-o endurecer rapidamente e a ponto de bater no fundo de minha garganta. Massageava suas bolas e alternadamente colocava uma por vez na minha boca, sentindo a maciez de seu saco cuidadosamente depilado. Chupei seu pau longamente até faze-o gemer de tesão, mas quando percebi que seu gozo se aproximava parei e coloquei-me acima dele invertida, oferecendo-lhe minha buceta num 69.
Ele entendeu a mensagem e começou a passear com sua língua pela minha buceta, subindo até meu cú. Alternadamente enfiava sua língua fundo na minha buceta e no meu cú, enquanto eu voltava a sugar seu cacete, brinca com seu saco e agora, atrevidamente passear meu indicador pela volta de seu cú. Senti um leve tremor de frisson, quando meu dedo tocou seu cú... mas nenhum protesto... Eu tinha que me vingar no seu cú, seu Filho da Puta. Pelo menos isso.
Rapidamente peguei o pote de óleo que estava na cabeceira do lado dele e voltei a chupar o cacete. Lambuzei meu dedo com óleo e ostensivamente voltei a brincar com o cú dele. E como não havia protesto, não resisti e perguntei?
- Você gosta?
- Vindo de você, estou gostando de tudo.
Lambrequei bem o cú dele e então fui enfiando meu dedo lentamente. No começo Lucas deu uma leve retesada, mas logo relaxou. Fui até o fim e comecei a fazer o movimento de vai-e-vem de uma foda. Sai de cima dele e com a outra mão comecei a punhetar o cacete dele. Mas i que eu queria mesmo era ver sua reação. Tinha que saber se esse cara sentia realmente prazer.
E sentia... Logo ele sincronizou uma leve movimento de quadril com o movimento de meu dedo no seu cú e de minha mão batendo-lhe uma punheta. Finalmente consegui extrair alguns gemidos dele. Baixo, é verdade, mas claramente de tesão.
Acelerei os movimentos e Lucas se encaminha para um orgasmo. Então parei de novo e rapidamente sentei no cacete dele, enterrando em minha buceta. Sem dar tempo par ele pensar comecei a cavalgar naquele cacete duro, alternando com movimentos para frente e para traz da minha buceta com o pau todo dentro. Sentia a sua cabeça batendo ritimadamente no colo do meu útero. Doía, mas era muito tesudo. Subia e descia até sentir que o gozo dele se aproximava, aí alternava com vai-e-vem que lhe esfriava um pouco.
Inclinei-me para traz e consegui enfiar meu dedo no cú de Lucas e aí ele foi a loucura. Logo me agarrou trazendo-me para junto de seu peito e começou a acelerar as enterradas de seu cacete na minha buceta. Não foram mais de 4 ou 5 enterradas e gozamos juntos intensa e ruidosamente. Sua porra inundou minha buceta e eu tremia em espasmo de pós-gozo.
Ficamos assim por uns 30 segundos, quando lembrei-me do que ele gostava e queria ver sua cara. Rapidamente saí de seu pau com a mão na minha buceta e sentei na boca de Lucas para que ele pudesse pegar a porra diretamente da minha buceta...
- Deleite-se... não é disso que você gosta?
Lucas fez que sim com a cabeça sem tirar a boca e fazendo sua língua ir fundo na minha buceta. Era delicioso sentir sua língua lambendo e sugando minha buceta. Mas melhor foi sair de cima dele e lhe dar um delicioso e longo beijo de língua. Lucas tinha mantido um tanto de porra em sua boca e a dividiu generosamente comigo. E dessa vez realmente desfrutei a porra como nunca o fizera.
Então lembrei que o pau dele devia também ter alguma porra e voltei a chupa-lo num 60. Claro, Lucas voltou a chupar e lamber minha buceta ainda ardida. Era delicioso sentir ele esfregando seu rosto na minha buceta arreganhada. Mas era ainda mais gostos chupar seu pau com porra e gosto de minha buceta...
Quando estávamos com nossos sexos absolutamente secos voltamos a nos beijar e dividir os sabores de buceta e cacete, temperados com porra e líquido vaginal. Deitamos e ai sim ambos dormimos.
Acordamos já com o dia claro. Depois de tanto tempo, passara a noite com um homem. E sem ser obrigada, amarrada, algemada e vendada. Minha buceta ardia. Meu cú ardia. Minh aboca estava melada de porra. Mas meu corpo estava absolutamente enlevado de pós-tesão, pós-gozo, pós-prazer.
Levantei-me e fui ao banheiro e aí me dei conta que Lucas não estava mais na cama. Lavei-me, arrumei minha cara o melhor que pude e só aí me dei conta que minha roupa estava na sala. E eu não queria ir até lá pelada. Abri umas gavetas e portas do impecavelmente arrumado armário e achei uma pilha de camisetas de algodão bem grandes. Vesti uma que servia de saia para mim. Tudo bem que era uma saia um pouco curta, mas as coxas eu não liga em ficarem para fora.
Fui para sala e então vi que Lucas estava na cozinha. Cheguei até a porta e falei suavemente:
- Bom dia, Filho da Puta!
Lucas a princípio tomou um susto, mas logo recompôs
- Bom dia, Gostosa. Mas porque filho da Puta?
- Porque você me obriga a fazer o que eu não quero.
- Como assim?
- Ontem eu não queria vir para seu apartamento por que eu sabia que você ia acabar querendo me comer. Você me convenceu e acabou me comendo. Depois eu não queria dar meu fiofó, mas você me convenceu e eu acabei te dando o fiofó. Depois eu não queria ir dar a segunda e sim ir embora e você me convenceu a dar mais uminha e acabei dormindo aqui. Basta pra você?
- Mas você gostou de tudo que eu te convenci, não gostou?
- É... não posso reclamar, apesar que meu fiofó está ardendo um pouco...
- O meu também e nem po




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