"Os mais excitantes contos eróticos"

 

Lucia e os técnicos de manute


autor: bernard
publicado em: 03/12/15
categoria: hetero
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Lucia tem 31 anos, é uma bela morena com cabelos ondulados até os ombros, 1.70m de altura, 63k bem distribuídos, seios e bumbum médios, que ao seu ver acha os grandes. No último semestre de faculdade, estava empenhada em fazer o trabalho de conclusão, passava noites em claro, na frente do computador, digitando a noite toda. O seu casamento não estava mil maravilhas, principalmente em relação ao sexo, sentia que seu marido tinha perdido o tesão por ela, mas não se preocupou muito no início, pois tinha que terminar seu trabalho, mas com o decorrer dos dias seu tesão foi aumentando, cada dia sem sexo parecia uma tortura, deitava ao lado do marido, fazia carinho nele e ele não fazia nada, ela cansada e decepcionada virava para o lado e dormia, assim foi por três semanas. Certa vez o marido teve que viajar a trabalho, para uma cidade fora do estado e voltaria dentro de duas semanas, deixando-a sozinha. Na hora exclamou. “-Amor e se o micro pifar, como sempre faz, essa porcaria sempre vive dando pau, como vou fazer para arrumar? ”. “Querida, eu não sei o que você pode fazer. Se der problemas liga para algum técnico! ”. “Mas bem, eu costumo digitar a noite, ninguém atende essas horas!!”. “Lembrei-me de uma coisa, disse-lhe o marido, - temos o nosso vizinho, aquele rapaz, ele me falou que trabalha com informática, você poderia pedir a ele para te ajudar caso o micro der pau, fica mais perto e acessível a você! ”. “Eu não conheço muito bem ele, mas tudo bem, se der problema, eu o chamarei, respondeu-lhe Lucia”. Assim seu marido saiu para mais uma viagem, deixando-a sozinha. Durante o dia fez limpeza da casa e à tardinha foi ao mercado, onde viu muitos casais, de mãos dadas, felizes e ela sozinha e carente. Após as compras voltou para casa um pouco desanimada. À noite, retomou ao seu trabalho de faculdade, estava uma noite quente, e seu ar condicionado estava quebrado. Não aguentava mais de calor. Ligara para o técnico, havia marcado horário, mas ele ainda não havia dado qualquer retorno. Lucia achou que ele não viria mais. Para suportar o calor, resolveu tirar toda a roupa e sentar-se perto do ventiladorzinho velho que havia tirado do guarda-roupa. Aquilo quase não fazia vendo e ela estava toda suada. Gostas de suor escorriam de seus peitos, testa, axilas... enfim, todo o corpo estava molhado. Foi até a sala e começou a digitar seu trabalho, após duas horas, estava exausta e com algumas gotas de suor escorrendo pelo meu corpo moreno. Quando se deu conta, um calor tremendo tomou conta do seu corpo, estava com tesão. Com a mão tocou a xana por cima da calcinha e sentiu que estava mesmo muito necessitada de sexo, toda molhada e quente, pois fazia três semanas que não transava. Para amenizar a situação e relaxar um pouco, deixou seu trabalho de lado, minimizando a página e abrindo o navegador se pôs a visitar sites de contos eróticos, sexo, fotos e vídeos de mulheres sendo saciadas por homens lindos e pauzudos. Foi o seu fim, pegou uma caneta, puxou a calcinha para o lado e começou a penetrá-la na sua buceta e assim se masturbou gemendo de tesão deixando-a tonta. Quando entrou num site estranho e ao clicar para abrir um vídeo, aconteceu algo imprevisto: começou a abrir outras janelas e apareceram muitas mensagens de erro e o micro desligou-se sozinho. Na hora, Lucia pensou: -“putz, pifei o computador”. Ligou-o novamente, e ele não deu resposta, havia pifado mesmo. Tentou inúmeras vezes e o micro não ligava, a única solução seria chamar seu vizinho que ficava três andares acima do seu apartamento. E foi o que ela fez, pois, todo o seu trabalho da faculdade estava lá e ela precisa termina-lo. O moço, técnico, estranhou, uma mulher casada, estar na sua porta àquelas horas da noite, desesperada pedindo-lhe ajuda, mas ele aceitou, e assim ela o conduziu até o seu apartamento. -“Seu marido não está em casa mesmo? ”, ele perguntou. “Não, não está, ele viajou, disse-lhe Lucia, - ele me falou sobre você caso eu precisasse, por favor olhe meu micro, eu preciso terminar meu trabalho de faculdade! ”. Assim ele sentou-se na cadeira e começou a mexer no PC, e Lucia puxou uma cadeira e sentou-se ao seu lado para tentar ajuda-lo, mas notou que sua buceta ainda estava molhada, exalando um odor de tesão, notável por qualquer homem e cruzou as pernas para evitar isso. Ele conseguiu ligar o micro, mas quando iniciou, uma tela do navegador abriu sozinha, em um daqueles sites pornô que ela havia acessado antes. Na hora ela ficou vermelha de vergonha, ele a exclamou. -“Aqui está a causa dos problemas, são sites com vírus, principalmente. Você precisa tomar mais cuidado ao abrir sites de sexo! Literalmente seu micro deu “pau”!!!” Lucia o achou muito calmo e disse: -“Eu acessei apenas alguns, não pensei que haveria muito problemas nisso!!”. -“Problemas não tem, mas deve sempre tomar cuidado!!!”- ele falava como se tivesse experiência, com se também se deliciava em sites de sexo. Lucia não se conteve e perguntou: -“Então você também acessa sites pornôs?”. Ele deu uma risadinha e disse: -“Normal, acho que todo mundo acessa esses sites !!” “Eu gosto de ver essas cenas, mas só posso acessar quando estou sozinha! ”. -“Mas porque você vê essas coisas, sendo uma mulher casada?”. -“Agora você me pegou, não sei como te explicar, me dá vontade de acessar! ”. “Vontade! Eu quando acesso essas coisas é porque estou com tesão!”. “Agora eu fiquei sem palavras, eu não tenho como negar, estou com tesão!”. “Mas ainda não entendo, uma mulher casada, e tendo que acessar esses sites para saciar seu tesão?”. “Eu acesso quando meu tesão chega ao limite!!” “Nossa, ao limite, e hoje você está assim?” Lucia já não aguentava mais de vontade, queria saciar seu tesão com aquele rapaz, fez uma cena para se entregar de bandeja para ele, levantando seu vestido, abrindo um pouco as pernas, mostrando para ele as marquinhas dos seus lábios vaginais delineados pelos líquidos que exalava. “-Olha meu estado, estou tento espasmos de tesão! Toca nela, por favor, senão vou pirar!!!” Ele prontamente, levou sua mão, até tocar por cima da calcinha, na xana, de Lucia o que foi como jogar um fósforo em gasolina, pois ela soltou um suspiro, e ele começou a boliná-la, fazendo-a torcer as pernas de tesão. “-Vai moço, atola os dedos nessa buceta!!” Ela puxou a calcinha para o lado e ele enfiou de uma só vez, dois dedos na buceta de Lucia, fazendo-a soltar um urro de tesão e com a outra mão ele foi tateando seus seios, até pegá-los por completo, massageando os mamilos. Com facilidade ele tirou um dos seus seios para fora e abocanhou, mamando e mordendo-o fortemente. Lucia pediu para ele se levantar, ficando na sua frente, e ela continuou sentada. Delicadamente tirou sua cinta, puxou o zíper, e abaixou suas calças, fazendo saltar seu pau grande e grosso, que estava pulsando de tão duro. Abraçou-o com uma das mãos e com a outra passou por baixo nos seus testículos. -“Nossa, vizinho, você está bem servido, eu posso brincar com ele?”. -“Dona, eu não sei nem que falar, estou tremendo de tesão e de medo, pode sim, ele é todo seu!!!” Assim, como ela adorava, abocanhou aquela pica, sentindo o gosto de seu pau, deixando-a tonta. Queria muito sentir aquele pau dentro dela. Levantou-se, pegou-o pelo braço e o levou até o quarto. No caminho já arrancou seu vestido e a calcinha, se jogando na cama, e ele se jogou encima dela que abriu suas pernas ao Máximo, se entregando totalmente a ele que apontou seu pau na xana e atolou sem piedade. Lucia tentou segurar um pouco sua fúria, pois fazia muito tempo que não transava, mas foi em vão, recebeu toda aquela pica nas entranhas, arrombando tudo, chegando a tocar seu útero. Ela deu um urro de tesão e assim começou sua copula frenética, acabando com ela. Ele socava com muita força e fúria, suas pernas estavam coladas ao seu corpo, recebendo todo aquele mastro. Depois, ficou de quatro mostrando todo a extensão do seu bundão, colou a cara no colchão, recebendo aquele pau enorme, e dessa vez entrou tudo, sentindo tocar na entrada do deu útero. Ele agarrando nas ancas da Lucia socou forte, ela se retorcia de tesão, só escutava sua bunda batendo forte contra as coxas dele. Ele se deitou na cama, apontando seu pau para o teto, ela foi por cima dele, sentando em seu pau, deixando entrar todinho, e se colocou na posição de cócoras, e começou a cavalgar. Ele gemia como uma criança. Então ela aproximou-se dele, e cochichou em seu ouvido: -“Quando gozar me avisa, quero tomar todo seu leitinho!”. E continuou, a cavalgada, dessa vez mais forte. Ele gemia e se retorcia, estava quase gozando. Assim, ela saiu de cima e caiu de boca em sua pica, chupou muito forte, e fez ele gozar, sentindo jatos e jatos de porra na boca, muito quente e cremosa e continuou chupando sugando todo o seu leite, só se ouvia ele murmurando, gostando do que estava fazendo. Lucia, engoliu a porra em poucos goles, sentindo descer por sua garganta, e ele, em êxtase, não acreditava no que estava acontecendo. Depois de quase uma hora, e ele disse que já estava na hora de ir. Ela agradeceu a ele pelo serviço e disse: “Se der mais algum problema, posso te chamar de novo? ” Ele deu risadinha e disse: -“Claro, dona, qualquer problema com o computador, é só me chamar aqui está meu cartão. Aliás, amanhã volto para instalar um antivírus na sua máquina e assim a senhora não correrá mais perigo de ter a sua máquina enfestada por vírus”. Já era alta madrugada quando ele foi embora. Lucia dormiu satisfeita, ao lado do seu ventiladorzinho precário e acordou, no dia seguinte, por volta das dez horas da manhã, toda suada com o calor que ainda fazia. Ainda na cama, toda preguiçosa, começou a acariciar a vagina com a ponta dos dedos lembrando da noite anterior. Passou os dedos pelos lábios, procurando um ponto de maior prazer. Depois introduziu dois dedos no orifício e começou a mexê-los lá dentro. A coisa foi ficando gostosa, enquanto apertava fortemente o peito e apressava o movimento, chegava a enfiar os dedos e lambe-los gulosamente. Jogava a bunda para frente enquanto aumentava o movimento da mão e dedos na rachinha. Seus líquidos começaram a escorrer, molhando a mão e o lençol até que, como um grande choque elétrico o gozo veio......veio intenso ...gozou....gozou e continuou a fricção em seu clitóris enquanto apertava o biquinho do peito, o gozo não passava e ela quase desfaleceu estirada na cama. Ficou ali alguns minutos relaxada, seu coração batia a mil, ela nunca havia tido uma sensação como aquela, só de aproximar a mão da na boceta ela já começava a tremer e não resistiu, voltou a enfiar os dedos dentro do vulcão que era sua buceta e se masturbou de novo. Gozzzzzzzoooou... mais uma vez!!! Lucia estava perdida nessas reminiscências quando a campainha tocou. Seria o rapaz que arrumou seu computador? Correu para abrir a porta. Não. Não era. Ao abrir a porta, o homem que estava do outro lado era um homem forte, musculoso de quase um metro e noventa. Trazia na mão uma caixa com ferramentas. Anunciou ser o técnico do ar condicionado. Olhou-a de cima a baixo com a expressão de um lobo ao encarar sua presa e pediu para entrar. Vestia uma camiseta branca surrada, puída em algumas partes, uma calça larga cheia de bolsos e botinas. Lucia deixou-o entrar. Só então percebeu que ainda estava nua. Agora dane-se, pensou. Não adianta mais me vestir. Ele já viu tudo mesmo. O jeito é fingir naturalidade e continuar.
Ele entrou, pediu para ver o ar condicionado. Ela mostrou. Ele abriu-o e começou a examiná-lo. Lucia com peitos grandes e duros, mamilos rosados, barriguinha para dentro, grossas coxas torneadas e firmes. Lábios carnudos, cabelos pretos e pele morena. Era uma mulher que chamava a atenção. O homem a sua frente a virá totalmente nua e resolvera inspecionar o ar condicionado. Será que ela não era aprazível? Estava feia? Não era desejável? Lucia sentiu-a a mulher mais feia do mundo e pensou: -Só pode ser gay. É a única explicação! Mas nem isso a fazia sentir-se melhor. O homem falou que estava quente e pediu permissão para tirar a camiseta. Ela concedeu. Tirou-a e jogou-a no chão, mostrando seu peito musculoso, a barriga de tanquinho, as costas imensas. Tinha uma tatuagem em forma de dragão que começava nas costas e cobria o ombro e parte do enorme braço. Lucia quase não aguentou de tesão ao ver aquele macho seminu em sua sala. O seu marido era um homem forte, mas esse homem deixava-o parecendo um franguinho imberbe. Mais alto, mais forte, mais velho. Tinha uns cinquenta anos, cabelos castanhos, olhos azuis, corpo bronzeado pelo sol. Exalava virilidade. Lucia não podia acreditar que um homem daqueles fosse homossexual. Ela encostou as mãos em seus ombros, esfregou a vagina em suas costas e perguntou: - Qual é o problema, moço? -Nada grave, dona, nada grave. Ela tentou de todas as formas distraí-lo do trabalho. Massageou seus ombros, passou a mão por suas costas, lambeu seu suor... e ele manteve-se impassível. Não reprimiu suas tentativas, mas também não fez nada com ela. Em uma meia hora, anunciou que havia terminado o serviço. Lucia masturbava-se sozinha no sofá ao ver que ele não tinha interesse por ela.
Ele aproximou-se dela e disse: -A senhora estava me deixando louco, dona. Mas minha mãe me ensinou que "primeiro a obrigação, depois o prazer". Minha obrigação acabou, ele sorriu, dentes brancos brilhando em sua boca perfeita. Ele agarrou-a com força beijando-a selvagemente. Suas mãos pareciam estar em todo seu corpo. Enfiou o órgão em sua vagina. Lucia gemeu de excitação. Depois puxou-a para baixo, agarrando-a pelos cabelos e obrigando-a a fazer-lhe um boquete. Penetrou nela mais algumas vezes, até que os dois estavam exaustos demais para continuar. Então ele vestiu-se, despediu-se e deixou-lhe um cartão com o celular. Disse que qualquer problema com o ar, era só chamá-lo. Lucia ficou ali olhando para o teto durante horas, preenchida, plena, feliz, realizada com tanto prazer alcançado. Em menos de vinte e quatro horas gozou com dois homens diferentes sem sair de casa. Agora seu marido era uma sombra em sua vida. Nem sentiu sua falta. Só tinha pensamentos para os dois homens, que a comeram nas últimas horas. No outro dia, começou a digitar novamente seu trabalho e vocês nem imaginam que aconteceu. Primeiro Lucia pegou uma chave, abriu o ar condicionado e arrancou alguns fios dele. Depois ligou para o técnico dizendo que não estava funcionando. Ele ficou de aparecer o quanto antes depois telefonou para o técnico de informática dizendo que precisava passar um antivírus, na sua máquina, pois continuava piscando, piscando, piscando, rssssss... É meus amigos e amigas, acho que este ar condicionado ainda vai quebrar muitas vezes assim como o seu computador. O que vocês acham? Gostou? Se excitou? Dá uma nota então...e não deixe de ler a segunda parte desse conto. Se desejar podemos conversar sobre o assunto. Skype: bernard.zimmer3 ou e-mail. bernard3320@live.com ou WhatsApp: 11944517878




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