"Os mais excitantes contos eróticos"

 

Comi minha cliente casada.


autor: publicitario45
publicado em: 03/12/15
categoria: hetero
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Mara foi minha cliente por um ano e meio. Após um problema sério na família ela entrou em depressão e resolveu vender seu centro de estética localizado num bairro nobre de Vitória seu marido, um funcionário público, foi quem acertou tudo comigo de forma tranquila. Mara é descendente de italiano, alta, corpo esguio, cabelos cortado a la Channel, olhos verdes, pele clara e sorriso fácil. Mas com o problema de saúde nós fomos ficando cada vez mais distantes e depois que encerramos o contrato nunca mais nos encontramos.

Após 10 meses sem nos falar, encontrei Mara fazendo compras num shopping, ela estava numa loja de lingerie comprando peças novas, foi quando me viu passando no corredor, deixou suas peças com a vendedora e foi ao meu encontro no lado de fora da loja.

Conversamos por alguns minutos, era nítido a satisfação do encontro e combinamos de tomar um café no andar de cima do shopping.
Meia hora depois, estávamos lá, num canto da cafeteria que tinha uma iluminação mais baixa, mais aconchegante e intimista. Mara se mostrou chateada com o ocorrido afinal tivemos que encerrar nosso contrato bem antes do tempo e por causa dos problemas, abrimos mão da multa rescisória. Para dar uma aliviada no clima, mudei de assunto e perguntei como ela estava, elogiei o corte e a cor do cabelo e dai em diante começamos a conversar sobre tudo, ou, quase tudo.

Perguntei pelo marido e ela disse que ele estava viajando muito e por conta disso ela estava se sentindo muito sozinha, a sai mãe passava alguns dias na casa dela e quando o marido voltava a mãe viajava de volta. Por causa disso, o casamento já estava caindo numa rotina perigosa, eles quase não transavam, não saiam mais como antes e os elogios eram cada vez mais raros de ambas as partes. Mara confessou-me que já não sentia mais tesão pelo marido.

Após a nossa conversa, pedi a conta, paguei e me ofereci a acompanha-la até o estacionamento para levar suas comprar, as sacolas contendo lingeries. Mara me disse então que não estava dirigindo ainda, e eu resolvi oferecer uma carona até a sua casa, apesar de ser bem longe da minha.

Vitória é uma cidade não muito grande e sem vias de escape, ou seja, qualquer probleminha no transito vira um problemão e o percurso que duraria no máximo vinte minutos se estendeu bem mais, fazendo com que a gente chegasse um pouco mais tarde na casa da Mara. Estacionei na porta, abri o porta malas, retirei as sacolas e a acompanhei até a porta do prédio.

- Aceita um café?

- Não desta vez, ainda tenho um compromisso no outro lado da cidade, mas
vamos marcar um novo café, o que me diz?

- Vou ficar esperando, você ainda tem meu telefone?

- Sim, jamais apagaria.

- Você sempre foi muito gentil comigo, me ajudou e ainda me trouxe m casa com este monte de sacolas. Não sei como agradecer.

- Fiquei bem, se cuide e não esqueça do nosso café.

Me despedi com um abraço e dois beijos no rosto dela e fui embora. Até ai tudo bem, apesar da Mara ser uma italiana muito bonita e gostosa, nunca tinha pensado sequer na possibilidade de algo entre nós, principalmente depois que fiquei conhecendo seu marido gente boa. Mas quando cheguei em casa, olhei o celular e vi que tinha três ligações delas perdidas. Resolvi tomar um banho e só depois retornar.

- Ei Mara, você me ligou?

- Sim, atrapalho?

- Não, de forma alguma, eu estava no banho. O que houve?

- Nem sei como te dizer isso, mas senti uma sensação estranha quando você me abraçou, meu corpo esquentou, tremeu, arrepiou tudo ao mesmo tempo. Me desculpa dizer isso, deve ser carência, sei lá...

- Acalme-se, tá tudo bem. Quer falar sobre isso?

- Sim, quero, mas não por telefone. Vamos tomar aquele café amanhã?

- Sim, te pego ai na sua casa?

- Não, te encontro lá.

Desliguei o telefone meio atônito com o ocorrido. Na mesma hora peguei o iPad e fui ver o perfil da Mara no Facebook, vi suas fotos e pude reparar com muita atenção o quanto ela é bonita. Mulher elegante, charmosa, apreciadora de bons vinhos e boa música, se veste bem e anda sempre perfumada. Apesar de não saber onde isso ia dar, senti meu pau endurecer e o resultado foi uma deliciosa punheta antes de cair no sono.

Na manhã seguinte, uma quarta-feira, me levantei e fui direto pro banho e ao lembrar das fotos e das mensagens que Mara havia me mandado na noite anterior, senti meu pau pulsar mais uma vez, mas resolvi não me masturbar, pois tinha que sair rapidamente. Terminei meu banho, escolhi um terno cinza escuro, uma camisa e uma gravata, ambas na cor preta. Borrifei meu Hugo Boss, tomei café e sai rapidamente em direção ao trabalho. Neste dia o tempo estava nublado, meio frio e no trajeto entre a minha casa e a empresa meu telefone tocou. Era Mara.

- Liguei para te dizer que queria desmarcar o café, mas não sei explicar o motivo, só sei que não vou fazer isso.

- Mara, você e seu marido estão bem?

- Não.

- Quer falar sobre isso hoje?

- Quero, nos encontramos no lugar marcado.

Quando deu 16h eu já estava na cafeteria marcada. Escolhi uma mesa no segundo andar, bem no canto onde poucas pessoas poderiam nos ver, afinal de contas a moça ainda era casada. Ela chegou e estava linda. Vestia uma calça de couro preta, uma bota longa com salto alto e bico mais fino, uma blusa preta e uma jaqueta de couro marro. Usava óculos escuros e em torno do pescoço um echarpe preto, que lhe dava um charme a mais. Me levantei e fui em sua direção, Mara me abraçou forte e seguoru seu corpo junto ao meu por uns minutos. Retirou seus óculos escuros e caminhamos até a nossa mesa.

Assim que fizemos os pedidos e o garçom se afastou, Mara começou a falar, explicando que seu casamento estava passando por uma fase ruim, que o marido estava trabalhando demais e apesar de falar baixinho, ser educada e gentil com as pessoas, ela gostava de transar todos os dias. Mara é o tipo de mulher que na rua é uma dama e dentro do quarto se transforma numa senhora puta. Mas até ai tudo bem, mas porque eu, e isso eu queria saber.

- Voce sempre me tratou tão bem, muito educado, nunca se insinuou e foi super bacana quando tivemos que encerrar nosso contrato. Sempre te achei charmoso, cheiros e isso mexe comigo.

A conversa oi esquentando e quando me dei conta Mara estava com suas mãos segurando as minhas. Olhamos para o relógio e já passava das 17h quando pedimos a conta. Na saída disse que a levaria em casa e ela concordou com a carona. Quando entramos no carro Mara me fez um pedido que me surpreendeu mesmo depois de toda a nossa conversa dentro da cafeteria.

- Me leva pro motel, me leva?

- Você tem certeza disso? Vai ficar tarde.

- Meu marido está na Argentina...

Não fiz mais nenhuma pergunta. Puxei Mara pela nuca e a beijei com vontade.

Sua boca macia estava ávida por aquilo e em seguida liguei o carro e segui em direção ao motel mais famoso do estado. Pedimos uma suíte com hidro e que possuía um tatame na beira da piscina. Entramos na garagem e assim que eu abri a porta para ela sair do carro já nos atracamos de novo. Começamos a nos beijar ainda na garagem, suas mãos foram direto no zíper da minha calça e ela já ajoelhando liberou meu pau e começou a me fazer um boquete alucinante.

Mara chupava meu pau e fazia uma pressão sobre a cabeça que me fez gozar rapidamente. O primeiro jato de porra veio forte, ela deixou um pouco escorrer no lado direito do seu rosto os jatos restantes ela tratou de engolir cada gosta do meu gozo. Depois da ultima chupada, Mara se levantou e veio em direção da minha boca me beijando com a sua boca ainda cheirando a porra. Aquele beijo meu deu ainda mais tesão e lhe dei um sonoro tapa na bunda por cima da calça de couro preta.

Entramos e Mara ligou o som da suíte, começou a dançar pra mim fazendo cara de puta, de vagabunda. Cada peça de roupa que ela se livrava era jogado em minha direção. Em poucos minutos ela estava apenas de calcinha, preta, rendada e cheia de detalhes. Pedi que ela calçasse apenas as botas e assim ela o fez. Sentou numa cadeira com as pernas abertas deixando a mostras o volume que a sua boceta fazia por debaixo da calcinha minúscula. Me olhando ainda com cara de vadia, Mara veio caminhando lentamente em minha direção e sentou-se no meu colo deixando seu par de seios médios, branquinhos com bicos rosados a minha disposição.

Comecei a mamar seus mamilos e arranhar as suas costas. Cada vez que a minha unha tocava a sua pele Mara soltava um gemido seguido de um palavrão. Nos levantamos e por causa da bota, Mara ficou mais alta que eu. Me librei da gravata, do blazer, da camisa enquanto ela desabotoava a minha calça me deixando completamente nu na sua frente.

Na suíte tinha uma cadeira erótica, que permite várias posições. Mara se posicionou de quatro na cadeira e eu me sentei atrás dela. Antes de lamber seu corpo inteiro, cheirei sua boceta, seu cuzinho, suas pernas, suas costas, sua nuca e só depois comecei a passar a língua em cada parte do seu corpo ate chegar na sua bucetinha rosada. Coloquei sua calcinha preta de lado, passei apenas a ponta da língua no grelo e Mara gemeu mais alto como se tivesse soltando um gemido preso há tempos.

Comecei a dar lambidas no seu grelo, na sua bunda e desferi alguns tapas na sua pele branca. Mara rebolava, me chamava de safado, de cachorro, vagabundo e dai pra baixo. Pedia pica e eu introduzi dois dedos na sua xana, comecei a fuder sua bocetinha com os dedos e Mara teve o primeiro orgasmo.

Ela auto se intitulava como vadia, puta, vagabunda gritando dentro da suíte – vem comer a sua puta, vem – e ao mesmo tempo que isso deixava meu pau latejando de tesão eu me perguntava como a pessoa pode mudar tanto dentro de um quarto de motel.

Me levantei e fui para frente do seu rosto. Mande ela sair da cadeira e pedi que ela se ajoelhasse no chão. Passei mau pau na sua cara, pescoço, dei-lhe uns tapas na cara, mandei ela cheira meu saco sem tocar os lábios nele. Puxando seu cabelo eu controlava os movimentos e decidia a direção do rosto dela.

Mandei que Mara abrisse a boca e comecei a fuder sua boca como se fosse sua boceta. Maria gemia, olhava pra minha cara e ria como uma puta descontrolada.

Me sentei na cadeira e mandei que ela cavalgasse. Ela sequer tirou a calcinha, bastou coloca-la de lado ara eu ver um fio branca de barra escorrendo entre suas pernas. Mara se posicionou em cima de mim e de uma vez só deixou seu corpo descer sobre o meus. A rola entro toda, entrou fácil e ela começou a quicar no meu pau.

Minhas mãos voltaram a bater na sua bunda e na sua cara e quanto mais Mara apanhava mais ela gemia e gozava. Parecia que aquela buceta estava anos sem gozar e eu estava adorando aquela puta de classe alta dando pra mim.

Coloquei- a de quatro, abri sua bunda e dei uma lambida na porta do cuzinho. Mara se contorceu, mas não recuou. Posicionei meu pau na sua bunda e forcei a entrada, ela sentiu um pouco de dor e pegou um vidro de gel. Passou no meu pau da cabeça até o talo e se pôs de quatro de novo.

Mais uma vez forcei a penetração e a cabeça passou e logo em seguida Mara gritou – soca essa pica no meu rabo sem dó – e em seguida entrei com o pau inteiro, sem dó, naquele rabo rosado sedento por pica. Comecei a aumentar o ritmo das estocadas e sentia os dedos dela roçando no meu saco enquanto ela mesma massageava seu grelo até que veio outro gozo e eu acelerei ainda mais os movimentos chegando ao meu segundo gozo, enchendo aquele cuzinho de porra. Mara ainda contraiu seu rabo fazendo com que ele mordesse a minha pica me levando ao delírio.

Nesta noite saímos do motel tarde da noite. Levei Mara em casa e nós ainda saímos algumas vezes. Sempre que o marido dela viajava a gente saia e passava a tarde inteira no motel, até que Mara pediu que eu a ajudasse a realizar uma fantasia, transar com um negro dotado.

Esta festa foi inesquecível e eu que este será meu próximo relato.,




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