"Os mais excitantes contos eróticos"

 

UM QUARTO EM LINHAS PERVERTIDAS


autor: Naná
publicado em: 28/12/15
categoria: hetero
leituras: 3777
ver notas


Malas feitas, tudo pronto, a viagem durou umas 3 horas e marcamos num determinado lugar no hall do aeroporto.

Renan não tinha a aparência de um homem dominador, não assim a certa distância, e fiquei ali observando ele, enquanto ele me procura, até que apareço, não estava atrasada, sorridente, simpática, estava de vestido estampado e salto bem alto, um tanto sóbria, e ele jeans e camiseta, estava um charme, eu não me aproximei, eu não o beijei, não peguei em sua mão, deixei que ele me guiasse aos seus propósitos, e deixei-me conduzir e almoçamos juntos, quer dizer eu não consegui comer, a minha ansiedade era tamanha, que sentia as pernas tremerem assim que saí do avião e o vi...

Saímos do restaurante e ele me pede pra esperá-lo em determinado lugar, eu aguardo, ele pega o seu carro e ao entrar no carro ele me rouba um beijo, que demorou uns segundos mas que eu achei ser um século, sua boca carnuda, sobrepõe a minha, eu queria ficar ali durante uma vida... se ele não me puxasse pelo braço, e me vendasse de uma maneira tão brutal, que tive medo, mesmo assim permiti, andamos no seu carro mais uns 20 minutos, eu no banco de trás deitada, imediatamente me desvenda e pede desculpas, eu aceno que tudo bem com a cabeça, entramos num desses motéis temáticos que atendem a casais sadomasoquistas, e fiquei embasbacada com o arsenal encontrado ali, ele me senta na cama, e olha pra mim, me beijando novamente, só que dessa vez mais demorado, eu quase faleço ali em seus braços, fui interrompida por suas palavras brutais:

_Você sabe o que veio fazer aqui?

_Sim senhor...

_E o que veio fazer ?

_Servir ao senhor...

_Muito bem, vamos conversar, não quero que me ligue, não quero que me olhe a não ser se eu assim o pedir, não quero que goste de mim ou que se apaixone por mim, não quero que me faça perguntas, não quero saber da sua vida, você só fala quando eu permitir, eu só quero que me sirva, ok pra você?

-Eu não quero me apaixonar Senhor...esperei uns segundos e completei.. eu só quero te dar prazer!

-Assim é que eu gosto! Pode se despir!
Imediatamente o atendi, e fiquei ali em sua frente, tímida e boba.

-Pode olhar pra mim...

E levantei meu rosto em sua direção, suas mãos na minha nuca, ele alisava meu corpo, quase delicado, e mais um beijo que diria apaixonado, se assim fosse, o que me apaixonava era a excitação do momento, a experiência, a minha entrega, expor esse lado submisso e permitir que alguém dome essa mulher em forma de escrava, aquilo sim me fazia apaixonar! Suas mãos em meu sexo, não era nada delicado mais arrancava de mim gemidos e uma sensação próxima ao êxtase. Ele gentilmente amarra minhas mãos, que agora estão cruzadas pra trás do corpo.

_Ajoelhe-se!

E me ajoelhei ali, esperando seu próximo comando, ele me olhava, talvez fascinado pela prontidão da minha obediência, olhava pra baixo, como ele disse pra fazer, ele pega meu rosto, e aproxima do seu pau..._Você quer chupar meu pau sua cadela? Fico em silêncio era tão óbvio..._Responde! _Sim Senhor, quero muito! Ele esfrega seu sexo no meu rosto, eu fico imóvel, adorando sentir a textura do seu pau, liso, enorme. _Olha pra mim, chupa ele, quero ver o que sabe fazer! Eu olhava-o e mesmo naquela posição desconfortável, de joelhos e mãos atadas, me vi uma puta encaixando o seu pau na minha boca, salivando bastante nele, deslizando a boquinha toda, engolindo até a gargantinha, sons de engasgo e saliva que escorre pelo chão, ouço seus gemidos, um estímulo pra chupar mais, me deliciar com o seu pau enterrado na minha boca..._Nossa, filha da puta, isso vai, engole todo ele! E não parava de chupar e engolir ele todo, por várias vezes engolia ele por completo na minha boquinha, e sentia seu prazer em forma de gemidos. _Levanta, anda! Levanto-me apressadamente...ele põe suas mãos em mim, no meu sexo novamente, que escorria a essa hora..._Você tá louca pra gozar né putinha ? Apenas acenei que sim...e mais dedos em mim, e cada vez mais forte, intenso, começo a suar de prazer, de medo, eu sei que não posso gozar enquanto não tiver permissão, então a brincadeira era travar meu corpo que estava prestes a gozar, e desacelerar a entrega, e me manter obediente..._Caralho, filha da puta, como você consegue ? –Eu só faço o que o senhor mandar...-Goza então putinha, goza na minha mão, anda! Meu corpo entregue em segundos goza gostosamente em seus dedos, molhando tudo, contorcendo de prazer...gemendo, ofegante, respirando forte e voltando a calma, era dele.

A Dor que me faz resistente

Toda submissa doa seu corpo pra que seu Senhor e Dono se satisfaça, doamos muito mais que o corpo, é cumplicidade, é um pacto, a evolução disso se dá em pequenos gestos já apreendidos por nós escravinhas e submissas, essa teoria me ajudou muito nesse processo da dor no prazer eu não tinha a certeza se queria sentir dor, se queria que me batessem, deixei isso claro, antes mesmo desse encontro, mas todo Dono sabe cuidar de sua submissa, ele sabia que não havia experimentado nada disso, era uma recém iniciada, sendo assim ele me convenceu a ficar amarrada na cama, punhos e tornozelos amarrados e vendada, e sentia o cheiro e o som de fósforo queimando, sinto um aroma delicioso, era a cera de vela quente que em minutos ele pingou em mim, e ao mesmo tempo massageando a pele, e mais gotas quentes, e mais massagens que me faziam contorcer e limitada pelas cordas, apenas gemia e fiquei com a boceta molhadinha como um sinal de prazer, naquela dor me fiz resistente, foi quando brutalmente senti uma chicotada, que fez meu corpo dar um solavanco, mas é óbvio que senti mais prazer que dor, e isso me libertava, então quase supliquei por mais uma chibatada..._Você quer mais ? _Anda me bate...eu imploro...entre gemidos suplicava... e mais uma chibatada, e mais um solavanco do meu corpo...e me beija mais ternamente, eu senti seus batimentos cardíacos e o quanto aquela cena o excitava, foi então que ele desfez as amarras dos pés e me pôs de quatro, e sem dó meteu seu pau todo na minha boceta, eu uivava de prazer, e..._Posso gozar senhor? Em êxtase...ele nada responde, então aguardo, controlo o meu gozo..._Isso faz novamente, controla o teu gozo, sua puta, escravinha do meu caralho! Eu gemia e contorcia meu corpo, já molinho, cansado de tanto controlar meu êxtase, e foi assim que meu Dono me permitiu que gozasse...num tapa bem forte na minha bunda ele fala_Goza minha puta! Antes, me diz quem é seu dono? _É você Renan, meu Dono! E mais um tapa, e gozo que pelos meus cálculos já passavam dos três, naquele pau lindo, que não cessava de ficar duro, ele desfaz as amarras das mãos e sobe por cima de mim..._Olha pra mim, e me bate sutil na face, não foi forte pra machucar, foi um tapa bem dado, ardia, e um olhar de desejo em troca, e me bate novamente, e me contorço de prazer, eu não conhecia esse lado meu submisso e ordinário, eu não sabia que era capaz de afundar anos de terços cristãos em Igrejas e ser tão puta na cama, e me doar de maneira tão plena a alguém. _Vai sua Puta, agora quero que goze, agora, anda! E isso foi fácil porque ele não parou de estocar a piroca enorme em mim, gozei olhando bem pra sua cara..._Isso fala quem é teu Dono...vai cachorra! _ É você Renan meu dono, e me desespero no seu pau feito uma cadela no cio gozando feito louca...despudoradamente, em minutos ele goza pleno em mim, no meu rosto, e me obriga a beber do seu esperma, o que eu faço com graça, com maestria, já era sua.


A Despedida

-Sr Renan, o senhor gostou?

_Vou embora, adeus...tem um táxi que te espera daqui a 30 minutos.

Foi assim, sem resposta, sem um beijo, sem romance, e fiquei ali curtindo a onda que aquele lugar inspira nas pessoas, entro no banho e percebo as marcas desse encontro, sinto arder a pele, e dentro de mim, sorria, porque sabia que tinha feito o meu melhor, mesmo sendo a minha primeira vez nessa experiência, sorria pela libertação de alma e corpo, que não precisam de ninguém pra me encher de mentira, é tão mais sublime me permitir gozar de uma maneira tão plena à sofrer entre paixões e ilusões que só desgastam a gente.

Ao sair do banheiro, algo inusitado, um bilhete que apenas declarava isso:

“Foi uma tarde maravilhosa minha putinha, você é e será minha, mais e mais vezes!
Teu Dono Renan”

Aquelas palavras tinham um significado enorme em mim, eram suficientes...


BEM, ESPERO QUE TENHAM GOSTADO E COMENTEM...
OBRIGADA PELA LEITURA!
NANÁ





ver comentários

Aviso:

Todos os comentários aqui exibidos são de inteira responsabilidade do comentarista. O site Clímax Contos Eróticos deixa claro nas suas normas que manifestações de pedofilia, racismo ou de qualquer outro teor ilícito serão banidas, assim como seus autores. Publicações ou comentários ofensivos aos demais membros poderão ser removidos.

Faça um comentário:



Sua nota para este texto:

Quero receber email sobre novos comentários.