"Os mais excitantes contos eróticos"

 

Eu nem sabia o nome dela.


autor: Publicitario45
publicado em: 06/01/16
categoria: hetero
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Entre 2007 e 2008 eu gostava muito de entrar no Chat do UOL sempre no final do dia antes de ir embora pra casa. Trocava umas ideias, dava algumas risadas e conhecia algumas pessoas interessantes como já relatei nos contos anteriores.

Ontem, no shopping, fui abordado por uma mulher de mais ou menos 45 anos, morena, 1,70 de altura, cabelos até a metade das costas, olhos castanhos e muito bem vestida. Incialmente foi meio constrangedor por que honestamente eu como péssimo fisionomista não me lembrei dela.

Educadamente, pedi que ela se sentasse, já que eu estava num restaurante japonês, sozinho e começamos a conversar e foi ai que me lembrei dela.

Numa tarde de feriado aqui no Espirito Santo, ela entrou no chat com o nick “Média quer” e rapidamente todos os homens da sala começaram a puxar papo com ela, inclusive eu. Conversamos e eu descobri que ela era solteira, médica num hospital grande aqui de Vitória, morava sozinha na Praia do Canto e estava atrás de sexo, sem compromisso, sem vínculos e sem nomes.

Ficamos conversando por algumas horas até que ela perguntou se eu queria encontra-la em meia hora no máximo. Ao responder que sim, marcamos num posto de gasolina que fica em frente ao Clube dos Oficiais, em Jardim Camburi. Rapidamente tomei um banho, me troquei e fui encontrar a tal médica sedenta. Cheguei antes dela e estacionei o carro no local combinado, minutos depois, um Honda Fit preto parou do meu lado. Ela mandou uma mensagem de texto pedindo que eu fosse pro carro dela e eu fui.

Ao entrar, me deparei com uma morena bonita, vestido curtos, sorriso lindo, pernas grossas, seios médios e voz rouca. Conversamos por cinco minutos e a partir daí foi só pegação. Nos beijamos com volúpia e as mãos dela foram diretamente no meu pau. Ela briu o zíper e jpa caiu de boca enquanto minhas mãos deslizaram pelas suas costas até chegar na sua calcinha encharcada de tesão. Ela parou de me chupar, mandou que eu colocasse o cinto e ligou o carro. – vamos para um motel que tem aqui na beira da praia – disse ela apressadamente.

Em menos de sete minutos já estávamos na portaria. Ela pediu um quarto qualquer e ao parar na garagem começou a me chupar novamente. Sua boca era quente, molhada e suave. Ela me chupava com uma maestria incrível e aos poucos foi deixando minha rola toda babada.

Cheguei o banco do carona pra trás e me livrei da camisa, depois do tênis e ela se encarregou de tirar minha calça. Rapidamente ela tirou seu vestido e ficou apenas de calcinha exibindo um corpo bonito, que apesar de não ser sarado era delicioso. Seus seios estavam rijos, os bicos eram grandes e eu não pensei duas vezes e cai de boca sugando cada um deles com vontade.

A media não se conteve e apenas de calcinha subiu em mim como se fosse cavalgar ali mesmo, dentro do carro. Percebi que o tesão dela era aquilo, ela não queria saber de quarto, cama ou coisas convencionais. Enquanto eu chupava seus seios e metia um dos meus dedos no seu rabinho ela se contorcia e se esfregava no meu pau ainda usando sua minúscula calcinha preta.

Já não me aguentando mais, enfiei um dos dedos entre os espaços da renda da sua calcinha e rasguei deixando seu sexo livre pro meu pau. Ela se movimentou mais um pouco e o meu pau entrou fácil deslizando para dentro daquela buceta ensopada.

Na media que ela se mexia seu mel me molhava cada vez mais e não demorou muito para que ela chegasse ao primeiro orgasmo. Sua buceta me apertava, parecia querer morder meu pau com seus espasmos. Ela ficou por alguns minutos quietinha sem falar nada e depois pediu que eu saísse do carro.

Ela se posicionou na frente do carro com as mãos sobe o capô e ordenou: mete!

Por trás pincelei na sua xaninha e entrei de uma vez só lhe arrancando um gemido um pouco mais intenso. Meti com vontade, estocadas fortes ao sentir que ia gozar ela pediu que eu não gozasse dentro, se ajoelhou na minha frente, caiu de boca mais uma vez na minha rola e bebeu todo meu gozo.

Depois, nos vestimos e saímos no carro dela em direção a portaria do motel. Ela fez questão de pagar o quarto que sequer chegamos a entrar. Já no estacionamento do posto de gasolina onde estava meu carro, ela me chupou mais uma vez me fazendo gozar de novo.

- Te ligo dia desses – disse ela com cara de safada.

O fato é que desde 2007 eu nunca mais vi a minha médica até ontem. Desta vez ela me deu o seu telefone, trocamos algumas mensagens pelo Whatsapp e ela disse que sente vontade de fazer aquelas loucuras de novo.

Solteira, desta vez eu perguntei o seu nome. Ela se chama Paula, Dra. Paula.




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