"Os mais excitantes contos eróticos"

 

Eu e Dra. Paula


autor: Publicitario45
publicado em: 08/01/16
categoria: hetero
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Depois que reencontrei a Dra. Paula no shopping, passamos o dia seguinte trocando mensagens e lembrando da nossa única transa que havia acontecido em 2008. Tinha sido uma aventura e tanto mas por decisão dela nunca mais nos falamos. Acho que na época o tesão dela era esse, transar com uma pessoa sem se apresentar em um local inusitado e depois sumir. E foi isso que ela fez, desapareceu até me encontrar há dois dias atrás.

Durante as nossas trocas de mensagens nestes dois últimos dias ela me confidenciou que por várias vezes pegou o telefone para me ligar mas recuou. Depois se envolveu com um médico casado do hospital em que ela trabalhava, quase casou com ele mas desistiu antes que ele largasse toda a família para ficar com ela.

Paula tem um instinto matador. Ela gosta de seduzir, possuir e desaparecer ou pelo menos tinha. Pelas mensagens que trocamos recentemente ela ainda demonstra gostar muito de sexo em locais diferentes, mas a parte de sumir parece que não existe mais.

Durante nossas conversas fomos lembrando do nosso encontro, da transa no carro, na garagem do motel que sequer entramos na suíte, do boquete delicioso que ela me fez no estacionamento do posto de gasolina que fica em Jardim Camburi.

Claro que essa conversa incendiou os dois lados. Do lado de cá, meu pau latejando de tesão e do lado de lá uma boceta insana escorrendo pelas pernas de tanta vontade de ser fodida de novo.

A coisa esquentou e ela não se aguentou, pediu uma foto do meu pau e eu mandei um vídeo dele gozando bem gostoso, foi o suficiente para ela pedir que eu fosse até a sua casa, um apartamento num prédio de luxo na P. do Canto.

Como da outra vez, tomei um banho, me arrumei, passei um perfume que gosto muito Bleu Di Channel, peguei um taxi e me mandei para casa da minha médica safada.

Chegando lá o porteiro nem me anunciou me disse o numero do apartamento situado no décio andar e disse que eu poderia subir, pois minha entrada estava liberada. Sai do elevador e vi uma porta semi aberta, era ali que ela se escondera de mim por anos.

Entrei sem bater e vi uma sala espaçosa, iluminada com poucas luzes o que deixava o ambiente bem aconchegante. Em cima da mesa um balde com uma garrafa de vinho branco bem gelado, uma taça e um bilhete: estou te esperando no meu quarto.

Tranquei a porta, enchi a taça de vinho e fui até a suíte máster. Chegando lá, Paula estava nua, usava apenas uma sandália vermelha, salto bem alto, tipo agulha. Ela se levantou lentamente, bebeu um pouco mais do vinho gelado e caminhou em minha direção. Mulher quando quer, sabe fazer as coisas.

Me beijou docemente na boca enquanto suas mãos me ajudavam a tirar as peças de roupa que cobriam meu corpo. No quarto também tinha pouca luz, o sufucuente pra gente se ver.

Paula parecia estar um pouco mais magra e depois ela me confidenciou que além de uma lipo, mudou toda sua alimentação, ganhando musculo e perdendo gordura.

Seus seios ainda estavam lindos, rijos, com bicos enormes. Suas coxas grossas agora exibiam
músculos e sua bunda um pouco mais dura recebeu o primeiro tapa.

- Bate cachorro – disse ela com cara de vadia voltando a me beijar desta vez com mais vontade.

Dei outro tapa e senti suas unhas cravando nas minhas costas. Deixei minha taça em cima de uma pequena mesa e com um empurrão joguei aquele corpo delicioso em cima de uma cama tipo King Size e sem pensar duas vezes cai de boca nos seus delicados pés.

O toque da minha boca gelada de vinho nos pés de Paula lhe arrancou um suspiro seguido de um leve gemido. Beijei, lambi e mordi cada um dos dedos dos dois pés. Sem pressa, fui subindo pelas suas pernas, alternando entre mordidinhas e lambidas na parte interna das suas coxas. Sua pele cheirava a óleo de amêndoas e sua boceta exalava um cheiro bom de sexo, mel e tesão. Não resisti e cai de boca, chupando o seu grelo com vontade le levando a um orgasmo intenso e recheado de gemidos e palavras de baixo calão.

Paula queria mais, mesmo tendo gozando na minha boca, manteve suas pernas bem abertas e com as duas mãos pressionava minha cabeça de encontro ao seu sexo.

- Eu quero te chupar – disse ela com a voz meio rouca.

Me virei e ofereci meu pau para ela se divertir sem desgrudar minha boca do seu sexo e assim iniciamos um delicioso sessenta e nove. Paula me chupou com volúpia lambeu meu pau, mordeu a cabeça, acariciou meu saco e com uma das mãos bateu uma deliciosa punheta me fazendo gozar com vontade na sua boca. Como da vez passada, ela não desperdiçou nada e bebeu todo meu gozo.

Ficamos deitados na sua cama por alguns minutos e ela resolveu me contar as suas loucuras, o que me fez ficar excitado pouco tempo depois. Enquanto ela falava, ou tentava falar, eu a coloquei de bundinha pra cima e comecei a beijar suas costas, as vezes mordia outra hora lambia indo da sua nuca até o reguinho da sua bunda deliciosa.

- Assim eu não consigo falar, você está me deixando molinha de novo – dizia ela enquanto rebolava seu rabo na minha cara. Subi em direção à sua nuca de novo e num movimento rápido ela abriu ainda mais as pernas, empinou a bunda em direção ao meu pau que entrou fácil naquela boceta quente e melada.

Começamos a nos mexer lentamente, sentindo cada pedaço de pica sendo engolido pela xana carnuda da minha médica.

- Me fode!

- Me fode como puta – disse ela.

Levantei e a puxei pelo quadril colocando seu corpo de quatro na beira da cama. Dei mais alguns tapas naquele rabo grande enquanto passava a cabeça do meu pau na sua xana. Paula se mexia como se não quisesse esperar para ser possuída e sempre que ela posicionava a cabeça da minha rola na entrada da sua bocetinha, eu chegava pra trás deixando ela anda com mais fome.

No meio desta brincadeira meti com gosto. O pau entrou rasgando, preenchendo sua grutinha molhada e quente enquanto eu estocava com mais força. O som dos nossos corpos se chocando tomava conta do ambiente junto com seus gemidos e xingamentos. Paula se entregava como uma verdadeira vadia na cama e eu tirava proveito disso comendo sua buceta e penetrando seu rabinho om os dedos.

- Mete mais safado, me come como da primeira vez. Faça o que você quiser.

Me deitei na cama e ordenei que ela cavalgasse em mim. Paula não perdeu tempo, se virou rapidamente e sentou na minha rola engolindo meu mastro por inteiro. Seu corpo se movia rápido, ela se posicionava em busca da melhor posição para gozar de novo e com a chegada dos espasmos e o suor escorrendo pelo seu rosto ela gozou mais uma vez, desta vez com mais intensidade pois ela estava controlando os movimentos do seu corpo sobre o meu.

Ela deixou seu corpo cair sobre o meu, com respiração ofegante, corpo suado querendo um descanso.

- Quero seu cuzinho, agora.

- Me dá dois minutos – suplicou ela com voz ofegante.

- Não, quero agora.

Ela riu, entendeu a ordem e ficou agachada em cima de mim. Com uma das mãos pegou meu pau totalmente babado de mel e posicionou ele na porta do seu rabinho. Aos poucos ela foi descendo o seu corpo em direção ao meu e a cabeça entrou. Ela apenas fechou os olhos e suspirou mais fundo. Agora com parte da rola dentro do rabo, ela apoiou-se em mim com as duas mãos e veio engolindo a rola toda. Sem tocar o corpo em mim ela começou um movimento alucinante de sobe e desce onde me permitia ver toda a cena com exclusividade.

Meu pau entrado e saindo de dentro dela me deixou louco e não resisti por muito tempo e gozei dentro do seu rabo apertado.

Enquanto a porra escorria pelo meu saco ficamos ali nos beijando, minhas mãos deslizando pelas suas costas, por dentro do seu rego até que meu pau amoleceu e a porra escorreu toda nos lambuzando.

Nos levantamos, tomamos um banho, ainda ganhei mais um delicioso boquete antes de me despedir e ir embora pra casa. Combinamos uma nova festinha, mas desta vez será como a primeira, num lugar inusitado, correndo risco e com o tesão e adrenalina a flor da pele.




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