"Os mais excitantes contos eróticos"

 

Apenas um boquete...


autor: Publicitario45
publicado em: 08/01/16
categoria: hetero
leituras: 3852
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Já contei anteriormente aqui que andei transando com uma funcionária minha chamada Marcelly. Saímos algumas vezes depois que ela viu alguns conts no meu notebook que eu havia deixado aberto.

Depois disso, ela que tinha um namorado, terminou e rapidamente engatou um namoro com outra pessoa e nós nunca mais falamos sobre aquelas transas e muito menos deixamos isso atrapalhar o nosso relacionamento profissional, o que é um bom sinal.

Cada dia que passa ela fica ainda mais gostosa. Agora com 27 anos, a loira descendente de alemão está cada vez mais sarada e por causa disso, onde ela passa, chama atenção de homens e mulheres.

Alguns dias atrás, precisei ir visitar um cliente que fica num local afastado, uma espécie de fazenda, onde só vai quem tem carro ou táxi. Na primeira ida de taxi morri em quase R$ 200,00 e ao reclamar na agencia a falta que meu carro estava me fazendo, ela se ofereceu pra ir comigo no carro dela.

No dia marcado, Marcelly passou na minha casa às 9h em ponto e ao entrar no seu carro recebi um bom dia e um elogio.

- Adoro esse seu perfume. Cheiro bom de homem.

- Obrigado, Hugo Boss é sempre bom.

- Vamos?

- Sim, vamos, estamos quase na hora.

Pegamos a estrada e seguimos em direção ao cliente, quando saímos do asfalto, Marcelly parou o carro e pediu para eu levar, já que ela não estava acostumada a dirigir no barro.
Trocamos de lugar e seguimos em frente.

Neste dia ela estava linda como nos demais dias. Cabelos bem tratados com um novo corte, um vestido não muito curto preto e bem discreto, salto e uma maquiagem leve. Quando entramos na sede da empresa era nítido os olhares dos funcionários para ela. Não tem como uma loira dos olhos verdes, sarada e bem vestida passar desapercebido.

Após sair da sala de reunião percebemos que chovia forte e isso era sinal de estrada ainda pior, corremos até o carro e entramos. Assim que saímos percebemos que não seria fácil voltar e em um determinado momento paramos deibaixo de uma grande arvore s e ficamos esperando.

A chuva só fazia aumentar e a gente dentro do carro, ouvindo música e Marcelly se assuntando a cada trovão. Num determinado momento nos abraçamos e um beijo foi inevitável. Aquela boca quente e doce que eu beijei tempos atrás parecia querer me engolir. Um beijo tórrido com alguns pulos devido aos raios e nós nos jogamos para o banco de trás.

Os amassos seguiam intensamente quando minhas mãos invadiram suas pernas por baixo do vestido.

- Hoje eu não posso, não é um dia bom – disse ela com cara de quem queria ir além.

- Tudo bem – respondi com tranquilidade.

- Mas nós podemos brincar de outra forma, você quer?

- Quero!

Marcelly então voltou a mei beijar e abriu o zíper da minha calça deixando meu pau para fora, duro e já latejando de tesão.

- Saudade de você - disse ela, olhando meu pau fixamente.

Sem mais nenhuma palavra, minha loira deliciosa caiu de boca me arrancando um suspiro.

Minhas mãos foram de encontro aos seus cabelos loiros e com movimentos leves e delicados, mas colocando pressão nos lábios ela subia e descia na minha rola.

Chupou toda extensão do meu pau, me punhetou, mordeu, lambeu, esfregou na sua cara, acariciou meu saco e quando eu disse que ia gozar ela aumentou a pressão e chupou ainda com mais vontade.

Meu gozo veio farto e em jatos fortes. Marcelly fez questão de beber até a ultima gota, depois fechou o zíper da minha calça, subiu em cima de mim e com a sua boca ainda melada veio em direção aos meu lábios.

Ficamos cerca de vinte minutos ali, nos beijando e acariciando até que a chuva diminuiu e retornamos para empresa.




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