"Os mais excitantes contos eróticos"

 

Amiga casada


autor: Publicitario45
publicado em: 13/01/16
categoria: hetero
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Quando comecei a escrever para este site, a ideia era relatar algumas aventuras sexuais que começaram logo após eu me separar. Alguns contos são mais novos outros nem tanto, como este.

Quando me mudei para o Espirito Santo, eu tinha 17 anos e conheci Luciana, uma menina de 14 anos. Ela morava em outro bairro, no Ibes, mas a avó dela era minha vizinha e todos os fins de semana no período de férias ela ia pra praia junto com a nossa turma.

Luciana era uma menina bonita, nada de extraordinário, mas chamava atenção.

Era divertida, muito educada, tinha cabelos lisos, pele branca mas bronzeada, olhos negros, era uma falsa magra, com uma bunda bem desenhada e pelo pouco que conhecia bem fogosa para seus 14 anos.

Um dia na praia todo mundo foi embora e eu e Luciana ficamos nadando, já que o mar estava calmo e a água com uma temperatura ideal e no meio da brincadeira ela se jogou em cima de mim dentro d´agua, enlaçou suas penas na minha cintura e com as mãos em volta do meu pescoço ficou ali, dependurada no meu corpo. Na época, com 17 anos, meu pau endureceu na hora e encostou de leve na sua xaninha. Como a praia estava quase vazia, ficamos por um bom tempo dentro d´agua, brincando, sarrando e trocando alguns beijos.

Na hora de ir embora, Luciana me abraçou e perguntou se eu queria namorar com ela, confesso que me surpreendi com a ousadia daquela menina mas pelo fato dela ter apenas 14 anos, achei melhor propor apenas uma amizade, na hora ela concordou, me deu um beijo nos lábios mas nunca mais voltou para passar férias com a gente.

Em 2010, ou seja, 23 anos depois, me encontrei com Luciana por acaso num evento da área de turismo. E como péssimo fisionomista que sou custei a reconhecer ao ser abordado por ela.

- Eiiiii, quanto tempo heim?

- Me desculpe, mas de onde nos conhecemos?

- De Itapoa, você me deu um fora na praia quando eu tinha 14 anos – disse ela rindo da situação enquanto minha cara queimava de vergonha.

- Lembrei, Luciana, a menina que me pediu em namoro.

- Isso...

- E ai, o que a senhorita anda fazendo da vida?

- Trabalho numa agencia de turismo, vivo viajando pelo mundo e você?

- Sou publicitário e não viajo pelo mundo tanto quanto você.

Ficamos uns trinta minutos conversando e Luciana me convidou para um café após o evento, disse que sim, mas no lugar do café eu iria tomar um chopp, ela riu e concordou.

Lá pelas 23h, Luciana chegou perto de mim e disse que já estava liberada e que poderíamos ir embora, me despedi de alguns amigos e clientes e caminhamos para o estacionamento em direção do meu carro.

Entramos e fomos direto para um bar na Praia do Canto, movimentado, cheio de
gente bonita e começamos a colocar o papo em dia. Foi ai que Luciana disse que tinha ficado chateada com a minha resposta na praia e por causa disso nunca mais voltou em Itapoa, depois a avó vendeu a casa, se mudou pro Rio de Janeiro e ela acabou indo morar lá onde se formou em turismo. Depois que perdeu a avós, trabalhou em alguns países e voltou casada e devido a correria do trabalho, as viagens ela ainda não tinha filhos e pelo andar da carruagem em pouco tempo não teria marido, pois a rotina do trabalho dela estava desgastando demais o casamento.

Luciana estava bem diferente de quando era uma ninfeta de 14 anos. Ainda era uma falsa magra, corpo bonito, bunda saliente, os cabelos negros agora estavam pintados de loiro e os olhos negros pareciam acompanhar todos os meus movimentos.

Falamos de tudo e os chopps foram descendo, ou melhor, subindo e quando nos demos conta já passa das duas da manhã. Pagamos a conta e me prontifiquei e leva-la em casa, já que ela morava ali do lado.

Paramos na porta do seu prédio, conversamos por mais alguns minutos e talvez por causa do chopp Luciana me beijou, exatamente como tinha feito há 23 anos atrás.

Depois do beijo, ela abriu uma bolsa, me deu um cartão com todos os seus contatos. Fiz a mesma coisa e ela saiu do carro em disparada.

Quando cheguei em casa, fui tomar um banho e deixei o telefone em cima da pia, carregando, quando ouvi sinais de mensagens chegando. Eu sabia que eram dela as mensagens mas resolvi me vender mais caro e demorei um pouco mais no banho.

Quando peguei o celular li a seguinte mensagem: estou me sentindo uma garotinha de 14 anos. Quer almoçar comigo amanhã? Depois viajo para os EUA e demoro mais uns 15 dias.

Concordei e ela apenas respondeu dizendo que me buscaria às 12h daquele mesmo dia.

Acordei animado com as possibilidades, tomei banho, me arrumei e fui para o trabalho e às 12h em ponto ela mandou uma mensagem dizendo que estava na porta do prédio me esperando o uncio carro branco que tinha em frente ao prédio.

Ao descer, me espantei em ver que Luciana estava dentro de uma bela Mercedes Bens, fruto de anos e anos trabalhando fora do Brasil. Entrei, deu um beijo no seu rosto, elogiei o seu perfume e recebi alguns elogios de volta.

Luciana estava linda dentro de um Tailler azul escuro, meias calça fumê e salto alto, usava óculos de grau e estava com o cabelo preso no alto da cabeça. Ao perguntar onde ela queria almoçar ela apenas respondeu “está tudo reservado”.

Seguimos em direção a Barra do Jucu, mas no meio do caminho ela seguiu pela Darly Santos, uma rodovia secundaria que não tem nenhum restaurante interessante, apenas um motel e foi pra lá que ela me levou. Chegando lá ela apenas sorriu e disse que terminaríamos o que eu não tive coragem de fazer em 1987, entramos, pegamos uma mansão com decoração oriental e já na garagem ela mostrou toda sua disposição ao me beijar antes de entrarmos na suíte.

Sua boca estava quente, molhada e macia como na adolescência. Minhas mãos começaram a explorar seu corpo, desabotoando e se livrando das peças de roupas que cobriam seu belo corpo. Em poucos minutos Luciana estava apenas de calcinha, meia calça e salto alto na porta da garagem, com as mãos na parede e eu ajoelhado, com a boca colada no meio das suas pernas sugando seu sexo com volúpia. Luciana apenas geia, sussurrava e arfava.

- Vamos entrar.

Me levantei, e fui me livrando das minhas roupas. Chegando dentro da suíte nos demos conta que havia um tatame e foi pra que nós fomos. Luciana me jogou no chão e colocou seus pés um de cada lado do meu corpo. De onde eu estava dava para ver sua calcinha já molhada depois da bela chupada que eu havia dado na garagem do quarto. Mostrando flexibilidade no corpo, ela se abaixou e se livrou da minha cueca box, deixando meu pau pra fora, duro e latejando de tanto tesão. Não demorou muito para sua boca chegar até a cabeça e beija-lo com delicadeza, que em seguida foi substituída por uma deliciosa chupada, com vontade, com pressão, engolindo todo meu au de uma vez.

- bota a sua buceta na minha cara – pedi para ela se posicionar para um delicioso sessenta e nove.

Luciana se virou, colocou a calcinha de lado e deixou sua gruta a centímetros da minha boca. Primeiro toquei com a lingua, depois acariciei seu grelo com os dedos e em seguida comecei a chapa-la da mesma forma que havia feito na garagem minutos antes.

Luciana me chupava e rebola sua xana na minha cara ao mesmo tempo, seus movimentos eram claros, ela queria sentir minha língua percorrendo todo seus sexo. Penetrei um dedo no seu cuzinho e ela me chamou de cachorro e voltou a chupar meu pau com volúpia.

Senti que seus movimentos eram mais rápidos e seu corpo temia como se estivesse recebendo descargas elétricas, era seu orgasmos chegando na minha boca. Senti meu mel escorrer e seus músculos retesarem.

Sem dar tempo para ela se recuperar, sai debaixo do seu corpo e a posicionei de bunda pra cima. Passei a cabeça da minha rola entre suas pernas e deixei o peso do corpo fazer todo resto, meu pau entrou fácil naquela buceta quente e melada e nossos corpos começaram a se movimentar num sincronismo quase que perfeito. Alguns tapas na sua bunda serviram para que se soltasse ainda mais e aumentasse os palavrões que saiam da sua boca a cada estocada mais forte.

Nos levantamos e fomos para a cama, Luciana se posicionou na beirada e pediu que eu a segurasse pela cintura. Com uma das mãos ela guiou meu pau ate sua xana e mais uma vez ele estava todo lá dentro.

- Mete com força, me fode, me faz gozar de novo.

O som das estocadas ecoavam na suíte e os palavrões dela também até que ela se abaixou um pouco mais e gemeu com mais intensidade acusando um novo orgasmo. Diminui o ritmo e fiquei ali atrás, sentido sua buceta morder meu pau.
Luciana deitou na cama e me olhou sorrindo.

- Estou com sede, quer água também?

- Quero agua mas depois quero cavalgar em você.

Peguei uma garrafa de agua com gás e retornei para cama. Luciana bebeu quase a metade no bico da garrafa e me deu o que havia restado. Com a boca gelada, ela caiu de boca no meu pau me fazendo gemer de tesão.

Ela me chupou por mais alguns minutos e veio com a sua boca em direção a minha. Meu pau encostou na sua gruta e ela se encarregou de sentar começando uma cavalgada alucinante, com movimentos circulares lentos e quicadas mais vigorosas.

Com uma das mãos eu segurava seus seios médios com força e a outra eu marcava sua bunda com tapas. Não demorou muito e ela anunciou um novo gozo e eu desta vez eu fiz questão de acompanha-la e gozamos juntos.

Ficamos colados por alguns minutos e ela sugeriu que a gente almoçasse, pois ela tinha que tomar um banho e ir para uma reunião. A vida dela é assim, na base da correria mas nosso almoço foi inesquecível.

Hoje Luciana não mora mais no Espirito Santo, continua casada e nos falamos apenas por Whatsapp, mas quem sabe outra feira nos coloca frente a frete de novo.

Beijos a todos vocês.




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