"Os mais excitantes contos eróticos"

 

Silvana, a mulher do vizinho.


autor: Publicitario45
publicado em: 20/01/16
categoria: hetero
leituras: 5559
ver notas


Quando relatei minha aventura com a Karla, a menina de Minas que sempre vinha passar férias aqui em Vila Velha, mencionei mais duas pessoas, a Cida e Silvana que era a dona da casa onde Karla passava as férias de verão. Eu e Karla abusamos de correr riscos nas férias. Transamos no corredor do prédio, na garagem em pé entre os carros, na praia a noite, na casa da própria Silvana quando ela saia, sentados no parquinho debaixo da castanheira etc.

O verão acabou, Karla foi embora e Cida voltou da casa dos pais dela e nós começamos a nos pegar no corredor do prédio de novo... só que o nosso rlo ficou só nisso, pois ela veio com uma conversa que durante a viagem tinha conhecido uma pessoa e que iria namorar seriamente. Sem traumas para ambas as partes, seguimos com as nossas vidas.

É ai que entra Silvana na minha vida. Na época eu tinha uns 33 anos e ela uns 40 no máximo. Só que Silvana é o tipo de mulher que chama atenção, apesar da beleza simples. Tem um sorriso cativante, um corpo bonito, normal, nunca teve filhos, cabelos negros, 1,75 de altura, e usava uns shorts que eram a sensação do condomínio.

Com o tempo, Cida se mudou para a casa do tal namorado e eu comecei a reparar que Silvana me olhava de forma estranha. Como ela era casada as nossas conversas não passavam de bom dia, boa tarde, boa noite e como vai.

Um dia, estava sentado na praia sozinho, fazia calor, já passava das 18h mas por conta do horário de verão ainda estava de dia, quando fui surpreendido por Silvana sentada do lado, sozinha, numa cadeira lendo um livro. Ela me olhou, acenou com a mão, eu correspondi e ela puxou sua cadeira para perto de mim e começamos a conversar.

- Sozinho na praia garanhão?

- Garanhão?

- Vai dizer que você acha mesmo que eu não sei da Cida e da Karla?

- E sabe?

- Sim, com detalhes... disse ela rindo.

- Assim você vai me deixar sem graça.

- Mas você também me deixa sem graça quando passo por você no corredor do prédio.

- Sem graça, porque?

- Por que eu sei que você fica me reparando, mesmo sabendo que eu sou mais
velha que você e casada.

- Ah sim, então vou parar de te reparar por ser casada, pela idade não. Não sei quantos anos você tem mas aparenta ter bem menos que eu, e eu tenho 33 anos.

- Tenho 40 anos, 5 de casada.

- Por falar em casada, porque eu quase não vejo seu marido?

- Ele é representante, passa mais de vinte dias viajando e fica uns dez ou quinze dias aqui.

- Hum, entendi. Quer dizer que nos 15 dias que ele fica aqui vocês não se desgrudam?

- Mais ou menos, ele é mais novo que eu, é imaturo, e acha que todo mundo não presta, que as pessoas só chegam perto de mim com segundas intenções.
Até da minha roupa ele reclama. Ciumento demais...

- Sobre a roupa, você de short é a sensação do condomínio.

- Como assim?

- ah, vai dizer que nunca reparou que a gente te come com os olhos?

- Comem?

- Sim, todos.

- Inclusive você?

- Principalmente eu.

- Karla disse que você tem uma fogo, ela me contou que vocês transaram no meu sofá.

- Karla tinha prometido que não ia contar isso.

- Ela contou tudo, inclusive que você queria come-la na minha cama.

- Pois é, sua cama é grande, parece confortável.

Ficamos ali conversando e depois seguimos pra casa. Quando entramos no condomínio, o marido da Silvana estava na varanda com cara de impaciente e quando ele nos viu o que já não era bom ficou ainda pior. O cara desceu enfurecido e foi tirar satisfações comigo e com ela. Para acalma-lo, disse que ela estava na praia lendo um livro e uns meninos de rua tinha ameaçado roubar seus pertences. Só assim, o aprendiz de corno sossegou, pediu descuçpas e subiu carregando a cadeira de praia dela.

Passamos umas duas semanas sem nos falar, apenas nos cumprimentávamos com os olhos para evitar outra crise de ciúmes. O tempo passou e o marido de Silvana, viajou novamente, mas pediu que uma irmã dele passasse alguns dias na casa deles, um claro sinal de que ele estava desconfiando de alguma coisa. A menina ficou mas logo foi embora e no mesmo da Silvana bateu na porta da minha casa.

- não vai me dizer que você esta precisando de açúcar? Perguntei rindo.

- Não, mas preciso pedir desculpas. Posso entrar?

- Desculpas de que?

- Da cena ridícula do meu marido no estacionamento.

- Relaxa, tá tudo bem.

- Se ele me comesse com a mesma frequência que dá crises de ciúmes, eu seria mais feliz.

Não sei se foi um indireta, uma cantada, o fato é que na minha cabeça passou o seguinte pensamento. Vou beijar esta mulher agora, se eu estiver enganado ela vai sair correndo mas não terá como contar pro marido que estava dentro do meu apartamento, se eu estiver certo, vai ser agora.

E beijei. Silvana correspondeu enroscando seus dois braços no meu pescoço.

Encostei seu corpo na parede da sala e continuamos ali, nos beijando sem notar a porta aberta. Quando percebi, fui até a porta, tranquei, fechei as cortinas e aos beijos fomos caminhando até o meu quarto.

- sua cama também não é pequena.

Sem nada a dizer fui jogando seu corpo em cima da cama e comecei a beijar seus pés. Silvana estava de blusa e saia jeans e a cada mordida e chupada em cada um dos dedos seu corpo se arrepiava e contorcia. Suas pernas se abriram levemente como se me convidasse para cai de boca no seu sexo, protegido por uma calcinha de renda.

Beijei suas pernas, a parte interna das coxas, nos livramos da saia e da blusa deixando seu corpo a mostras. Silvana acariciava meus cabelos e com as duas mãos levou minha cabeça em direção aos seus seios. Mordisquei, lambi, chupei cada um dos mamilos enquanto com uma das mãos massageava seu grelo por cima da lingeie que já estava bem úmida.

Silvana se contorcia, suas pernas se mantinham abertas e rapidamente cheguei ao seu sexo e cai de boca naquela boceta ensopada. O tesão era tanto que seu mel já havia deixado uma mancha no lençol da minha cama. Chupei aquele grelo, lambi seus grandes lábios, introduzi levemente um dedo e recebi na minha boca o gosto dos seus orgasmos. Cada vez que Silvana gozava, ela gemia um pouco mais alto, sem escândalos e me arranhava as costas. Depois de satisfazer seu corpo com a boca, foi a vez dela retribuir a gentileza.

Girou seu corpo me colocando deitado de costas na cama, desbotou a bermuda, retirou a camisa e a cueca me deixando completamente nu na minha cama.

Pediu que eu me virasse e beijou a minha nuca com a boca quente. Aquilo me arrepiou e ela foi descendo, beijando cada espaço das minhas costas, alisando meu corpo com a mão aberta, mordeu a minha bunda e passou a língua como se quisesse me comer com ela. Gemi, suspirei e deixei as minhas pernas levemente aberta. Com o caminho livre Silvana meteu a boca com vontade, parecia que ela ia entrar em mim usando a língua. Com a outra mão ela passa a ponta das unhas nas minhas coxas deixando meu corpo ainda arrepiado.

- Vira! Ordenou ela.

Me virei e ela caiu de boca no meu pau, sem rodeios, sem frescura chupou com vontade, fez pressão com a boca na cabeça me deixando louco de tesão. As vezes ela parava com a pressão e enfiava meu cacete inteiro na sua boca deixando apenas a língua de fora para tocar no meu saco, depois ela o soltava e me chupava num vai vem sensacional.

Eu, seguia não acreditando que aquela mulher casa de poucas palavras com os vizinhos era aquilo tudo. Sua boca veio em direção a minha e com as pernas abertas ela se posicionou e sentou no meu pau engolindo ele de uma vez só.

Ergueu o corpo e começou a cavalgar enquanto eu apertava forte os seus dois seios, e ela dava sinais que estava sentindo prazer com a força das minhas mãos. Silvana rebolava e quicava na minha pica. Descia, subia, alternava o ritmo até que gozou mais uma vez.

Demonstrando um leve cansaço, Silvana deitou ao meu lado de bunda pra cima e eu fiquei reparando seu corpo bem desenhado. Sua bunda ostentava uma marca de biquíni bem pequena e eu não resisti, cai de bica entre suas pernas lambendo seu cuzinho que estava melado com o seu mel e suor.

- Hoje não, mas quero dar pra você de quatro.

Sem discutir, puxei seu corpo para beirada da cama e entrei de uma vez só na sua gruta. Enrolei seus cabelos na minha mão direita e com a esquerda lhe dei um tapa que fez o som ecoar dentro do quarto.

- Bate mais, bate!

Estocadas, tapas, puxões de cabelo e obscenidades foram ditas enquanto Silvana se abria cada vez mais pata a minha pica, parecia uma cadela no cio, ela rebolavam abaixava o corpo para abafar seus gemidos no travesseiro, envergava o corpo e eu ali, apenas comendo e observando a putinha que ela se transformou dentro da minha casa.

Anunciei meu gozo, segurei com as duas mãos na sua anca, e gozei forte inundando seu sexo de porra.

Depois, caímos na cama com os corpos suados, e ficamos ali por um tempo jogando conversa fora, mais basicamente falando das minhas trepadas com a Karla.

- Vou querer também. Disse ela com voz de manhosa.

Depois deste dia, eu e Silvana ainda transamos muitas vezes até que seu marido foi transferido pro Rio de Janeiro. Anos depois fiquei sabendo que ela tinha se separado e estava morando em Vila Velha de novo, mas nunca mais nos encontramos.

Beijos a todos. Aguardo comentários.




ver comentários

Aviso:

Todos os comentários aqui exibidos são de inteira responsabilidade do comentarista. O site Clímax Contos Eróticos deixa claro nas suas normas que manifestações de pedofilia, racismo ou de qualquer outro teor ilícito serão banidas, assim como seus autores. Publicações ou comentários ofensivos aos demais membros poderão ser removidos.

Faça um comentário:



Sua nota para este texto:

Quero receber email sobre novos comentários.