"Os mais excitantes contos eróticos"

 

A amante - 01


autor: Chacalindômito
publicado em: 09/04/15
categoria: hetero
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Bem, eu me casei jovem, com apenas 26 anos, num ímpeto de quem quis sentir a experiência e com a certeza apoiada em alguém que me provocou essa vontade.

Mas como eu me canso das coisas com as quais me acostumo, logo a rotina e a igualdade do dia-a-dia me consumiram e eu comecei a desejar algo diferente que eu não teria com a minha esposa, porque por mais que fizéssemos algo diferente, ainda seria ela.

Nosso sexo é maravilhoso, nosso amor nos ampara... mas isso não se explica, apenas se sente, e dentro de mim o desejo de me envolver com outra pessoa me consumia. O perigo, a adrenalina, o prazer do que é proibido ser gostoso, a história secreta.

Na universidade, uma morena linda mexia com minha imaginação e com minha libido. Ela aparecia e eu a comia com os olhos. E logo notei que ela percebia e gostava disso. Numa certa vez, na área de convivência, ela vinha caminhando e percebeu que eu estava sentado à mesa sozinho, lendo. De propósito, passou em frente bem devagar e me olhou sorrindo com as mãos pra trás, estilo "menina inocente", apenas para provocar. Devolvi o olhar e o sorriso. Não hesitei e a cumprimentei com um "Hei, tudo bem?". Ela sorriu. "Tudo, e você?". Pronto. Era o que me bastava. A convidei pra sentar comigo.

- Tudo ótimo. Está com pressa?
- Não, estou só passando, mesmo.
- Não quer sentar, não? Vamos conversar...

Ela se sentou com aquele jeito gostoso dela. Caralho, eu não vi, mas sei que fiquei rubro. Percebi pelo sorriso dela. Aquele sorriso dizia tudo e convidava a tudo, mesmo.

- Você tá sempre me olhando de um jeito muito diferente, menino...

Fui pego pela palavra direta dela.

- É que você tá sempre aparecendo pra mim de um jeito que me deixa assim. Incontrolável.
- Cuidado, viu? Eu não estou fazendo nadinha. Você é quem está se deixando levar. Cuidado com essa aliança aí.

Olhei pra aliança. Inferno.

- Aliança é um repelente pra você?

Ela quem ficou vermelha.

- Não. Na verdade é uma atração.
- Mesmo?
- Não sei namorar. Mas sei me envolver com homens compromissados, o que deveria ser errado e uma bagunça pra qualquer pessoa, um perigo.

Ela sorriu meio que envergonhar por praticamente se jogar assim, deliberadamente.

- Sabe qual é minha fantasia? - indaguei a ela.
- Qual?
- Uma amante. Uma só. A aventura, o nervosismo. A sacanagem, o proibido, mas só com essa amante.
- Tentador.
- Por isso te olho. É te querendo, te imaginando nua só pra mim. Te imagino de todas as formas...
- É isso o que você pensa e quer? - me questionou já me interrompendo.
- Com certeza.
- Vamos parar de imaginar e realizar? Também tô a fim de você. Você me dá tesão e tô a fim de me envolver com alguém e quero você.
- Só eu?
- Só. Serei tua amante e vou ficar só contigo.

Sorri, levantei e a chamei com o olhar. Ela me acompanhou.

- Pra onde vamos?
- Pra minha casa. Minha mulher não tá lá e temos tempo agora à tarde. Quero você agora e não aceito não como resposta. Moro a três quadras, podemos ir à pé.
- Não, é perigoso!
- Eu sei. Mas é isso o que queremos. Foi isso o que escolhemos. Será sempre assim. Vai dar pra trás na primeira oportunidade?

Ela sorriu, balançou a cabeça negativamente e me acompanhou discretamente. Eu já conseguia sentir sua buceta molhada e só queria sentir o gosto dela.

Chegamos em casa, fechei a porta e já fui puxando ela pelo braço e tacando ela na parede. A beijei com uma ânsia, com uma tara enorme que ela se desmanchou. Retribuiu o beijo e foi me apertando, apertando meus músculos, meus braços, arrancando minha blusa. A levei pro quarto, arranquei seu sutiã... aqueles seios morenos e fartos enchendo minhas mãos, macios. Os acariciava e apertava com uma tara enorme e passei a chupá-los com muita sede e fome, deixando os biquinhos completamente duros e molhados. Ela gemia como uma puta, uma cadela no cio me segurando o cabelo, acariciando a minha barba.

Fui descendo seu corpo com beijos e lambidas, dando chupões em sua barriga, sua cintura. Subi sua saia até a cintura e arranquei a calcinha rosa que vestia e comecei a devorar sua buceta, beijando e chupando com gosto, enfiando meus dedos nela, sentindo-os encharcados com seu mel quente e delicioso. Ela gemia mais, me olhando e me xingando:

- Chupa, filho da puta. Chupa a buceta da tua amante.

E eu caía mais de boca. Chupei com força e com vontade. É como se fosse a última buceta do mundo ou como se fosse a primeira vez. Ela gozou quente e gostoso em minha boca se contorcendo na cama.

- Sua cadela ordinária, que melzinho gostoso. Quentinho, salgado.
- Cachorro gostoso... como gozei gostoso pra você...

Ela ainda se contorcia.

- Quanto tempo nós temos?
- Um tanto. Nem muito e nem pouco. - respondi.
- Pois vem, me fode. Vou te dar tudo, vou te dar o que quiser, vou viver em função do teu prazer, cachorro safado. Mete essa pica em minha buceta.

Minha pica latejava, pulsava com tesão à flor da pele, cabeça inchada e veias saltando. Lambi os dedos e molhei a cabeça. Me enfiei entre as penas dela e passei a fodê-la com força e com gosto, olhando ela nos olhos, acariciando seus peitos, batendo no seu rosto como ela pedia.

- Isso. Bate na cara da sua puta.
- Vagabunda, minha puta ordinária.
- Mete, cachorro. Quero que meta gostoso. Me arromba. Arromba sua amante. Seu brinquedo.

Eu socava cada vez mais rápido, cada vez mais forte, beijando ela, mordendo seu pescoço, apertando seus peitos.

Ela via em minha cara o prazer que me provocava, o tesão que eu sentia.

- Soca, soca forte. Quero que soque com vontade. Soque até gozar, não se preocupe. Quero te fazer gozar.
- Vadia gostosa, assim eu gozo, sua prostituta safada.
- Pois goza. Eu quero sua porra quente pra mim.
- Cachorra... tá pulsando.
- Aqui ó - falo pondo a língua pra fora - joga sua porra aqui. Quero tomar seu leite quentinho. Não demora, goza agora pra sua puta. Mata minha sede.

Não aguentei. Saí de sua buceta, fiquei em pé de frente pra cara dela punhetando minha pica e explodi porra. Lambuzei toda a sua cara, enchi sua boca com aquela gala branca, quentinha. Sua boca encheu escorrendo pelos cantos, seu rosto ficou todo lambuzado. Ela deixou a boca aberta, exibindo pra mim toda cheia de gozo, movimentando a língua lambendo os lábios. Depois engoliu com gosto e me mostrou a boca vazia.

- Olhaí, engoli todo o seu leite. Quentinho e delicioso.
- Caralho, sua puta. Que tesão. Que gozada...
- Vai poder gozar assim sempre que quiser. Sou sua, só sua. Sua pica é deliciosa, você é um gostoso. Quero dar só pra você. Vou ser sua escrava.
- Quer mesmo isso? Porque quero você assim, só pra mim. Não quero te dividir.
- Não vai e não precisa dividir. Quero só sua pica, só sua porra.

Voltamos pra universidade combinados do que queríamos. Aquela morena fabulosa, gostosa, tarada e deliciosa, só minha, à mercê de mim, do Chacal. Antes de sair de casa a beijei demorado e senti em sua boca o gosto da minha porra. Por segurança, resolvemos não ficar mais ali. Era arriscado.

Fomos embora na certeza de que logo, logo retornaríamos e faríamos tudo o que quisesse.



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