"Os mais excitantes contos eróticos"

 

A loirinha do Shopping


autor: Publicitario45
publicado em: 29/02/16
categoria: hetero
leituras: 4152
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O ano de 2014 foi um dos mais difíceis financeiramente falando. Para diminuir o impacto da perda de alguns clientes na minha empresa, vendi meu carro e passei a andar de ônibus seletivo, aqueles que possuem cadeiras mais confortáveis e ar condicionado.

Todo dia era a mesma coisa, ônibus com música boa, ar gelando e um bando de mulheres bonitas e bem vestidas, na maioria, advogadas, secretárias executivas ou pequenas empresárias.

Minha rotina seguia diariamente até que uma bela manhã, entrou uma loira, de mais ou menos 1,65 de altura, um pouco gordinha, cabelos lisos até altura dos ombros, olhos azuis, uma boca grande e muito bonita, pernas grossas, seios grandes e uma bunda generosa. A moça detentora dos atributos trajava uma blusa de seda preta e uma mini saia branca que fazia com que suas pernas ficassem ainda mais grossas e bonitas, já que não tinha pelo nem os temidos sinais de celulite.

A mulher entrou e passou desfilando pelo corredor do ônibus. Por onde ela passava seu perfume marcava o território. Ela sabia ser sensual sem ser vulgar, caminhou lentamente até o final do ônibus. Se sentou, colocou um fone de ouvido e curtiu a viagem.

Quando chegamos em frente ao Shopping Vitoria, muita gente desceu, pois além do shopping, em frente tem a Assembleia Legislativa e vários prédios comerciais do lado, e é claro que a maioria trabalhava ali do lado.

Os dias foram se sucedendo e a loira sempre presente, cheirosa, com roupas leves sem se importar com os quilos a mais e eu acho que era isso que a fazia ser bem diferente das demais magrelas que iam naquele horário. Ela tinha uma auto estima tão alta que seria capaz de matar muita gente de inveja.

Um dia resolvi almoçar com um cliente no Shopping Vitoria e durante nossa conversa eu avistei a loira do ônibus. Ela estava linda, usava um vestido preto que ia até a metade das suas coxas, salto alto, boca vermelha, um rabo de cavalo e aquele seu andar lento e sedutor. Não resisti e pedi licença ao meu cliente, fui atrás e vi que ela trabalhava numa loja que vende apenas perfumes importados. Agora sim, eu sabia que ela morava no Centro de Vila Velha, trabalhava pela manhã e vendia perfumes importados.

Terminamos o meu almoço e eu fui embora, mas pensando na loira e resolvi no dia seguinte ir ao shopping comprar um vidro de perfume. No dia seguinte, antes de ir pro trabalho, desci no shopping, fui até a loja mas a loira não estava. Ela tinha folga na casa e iria ficar dois dias em casa. Azar o meu, perdi meu tempo, mas não desisti de conhece-la. Eu nunca desisto.

A semana passou na base da correria e eu não peguei mais o seletivo com a loirinha, mas cm a chegada do fim de semana, alguns amigos resolveram fazer um Happy Hour no Shopping, chopp gelado, música boa e muita mulher bonita e eu topei na hora.

No meio da conversa, três mulheres sentaram na mesa ao lado e logo de cara eu vi que uma delas era a loirinha do ônibus. Meus amigos começaram a falar, elas repararam e comentaram sobre a gente também até que um deles resolveu convida-las pra nossa mesa e as três vieram. Após as apresentações só me lembro da Priscila, a loirinha, cabelos lisos, corpo normal mas muito bem tratado, tinha 32 anos, mas aparentava ter um pouco menos. Era gerente da loja de perfumes importados, separada e sem filhos. A conversa fluiu bem e os seis integrantes da mesma riam muito depois de mais de 6 chopps cada um.

Terminamos a conversa e na hora de ir embora pedi um taxi e vi quando Priscila ia passando. Ofereci uma carona no taxi e ela aceitou prontamente, pois além de cansada, estava com algumas sacolas nas mãos e tinha bebido algumas além da conta. Fomos no carro conversando e eu não conseguia parar de olhar para as suas peras grossas cada vez que a sua saia levantava. Mas como tudo que é bom dura pouco, o taxi chegou na casa dela e eu ajudei a descer.

Quando Priscila saiu do carro, pedi ao motorista que esperasse e fui com ela até a portaria do prédio. Ela agradeceu e me deu um beijo no rosto entrando logo em seguida, mas ante, me deu um cartão da loja com o celular.
Cheguei em casa e liguei para saber se ela tinha chegado bem e engatamos uma conversa.

- Oi, sou eu chegou bem?

- Sim, mas ainda to meio tonta. Não estou acostumada a beber tanto chopp,
mas me diverti muito.

- Que bom, podemos repetir.

- Ok, mas vou beber bem menos.

- Gostei de você Priscila.

- Eu também, gostei de você e do seu cheiro.

- De perfume você entende né?

- Sim e de homem safado também. Voce tem uma cara porca (Disse dando gargalhada).

- Que coincidência, sua cara também não me engana desde o diq que você entrou no ônibus seletivo de saia e toda cheirosa.

- Voce já me viu no seletivo?

- Várias vezes.

A conversa fo esquentando e descambou pro sexo, onde ela confidenciou que estava há mais de um ano sem transar, devido a separação traumática.

Continuamos a falar de sexo, trocamos fotos, ela me contou algumas das suas fantasias e no final das contas ela foi direta – Voce não quer vir pra cá agora?

Esta conversa no telefone me deixou mole.

Em cinco minutos troquei de roupa, chamei outro taxi e menos de vonte minutos eu estava tocando a campainha do apartamento dela. Priscila abriu a porta enrolada num robe de seda preto que contrastava demais com a sua pele branca. Mesmo tendo um corpo normal e poucos quilinhos a mais, ela estava linda. Entrei e seus lábios colaram nos meus.

Sua boca era quente, doce, suave, grande e atrevida. Sua língua parecia querer explorar cada pedaço da minha boca. Um beijo quente, com respiração descompassada, mão percorrendo os corpos e um simples puxão no laço seu robe foi ao chão. Priscila usava apenas uma calcinha preta e seus seios estavam rijos, arrepiados e os bicos rosados e grandes fizeram minha boca salivar.

Não pensei e comecei a beijar seus seios levemente. Priscila apenas respirava mais intensamente e acariciava meus cabelos. Desci meu lábios pela sua barriga, passei pela virilha e Priscila sentou-se no sofá da sala com as pernas entre abertas. Beijei as partes internas das suas coxas grossas, fui até os pés delicados e lambi cada um dos dedos.

Subi em direção ao seu sexo e antes de toca-la, respirei fundo para sentir ao máximo o cheiro daquela xana que estava prestes a ser devorada pela minha boca. A própria Priscila colocou a calcinha de lado, me deixando frente a frente com uma boceta lisa, cheirosa, com lábio carnudos e rosados. Entre suas pernas já escorria um mel indicando que o tesão já havia tomado conta de todo seu corpo.

Priscila erguia o corpo levando sua boceta em direção aos meus lábios e eu me afastava deixando-a cada vez mais excitada.

- Me fode, não aguento mais me fode!

- Implora.

- Me come logo, por favor, me come, quero seu pau.

Abri mais as suas pernas e colei a minha boca no seu grelo. Enquanto eu fazia pressão com a boca Priscila gemia, se contorcia e com tanto tesão acumulado ela não demorou a goza. Urrou, gritou, soluçou e rebolou esfregando sua xana na minha cara com vontade. Continuei agarrado chupando aquela boceta carnuda enquanto Priscila seguia com seus orgasmos acumulados.

Depois do terceiro gozo, Priscila saiu do sofá, me puxou em direção ao quarto e começou a me despir. Sua respiração estava normalizando mas seu olhar agora era de uma devoradora de homens. Com força me empurrou na sua cama, desabotoou a minha calça e puxou levanto junto a minha cueca. Com meu pau a sua disposição, Priscila me deu uma lambida que foi do meu saco até a cabeça da minha rola. Delirei, meu pau latejou e ela abocanhou engolindo por inteiro e sugando com uma pressão incrível. Ganhei mordidas nas coxas, lambidas no saco, tapas, arranhões e muito mais. Parecia que ela estava se libertando, queria dar prazer mas sentia mais ainda se comportando como uma puta.

Antes que eu gozasse e enchesse sua boca de porra, puxei Priscila pelo cabelo e trouxe sua boca em direção da minha. Nossos corpos sincronizaram e sua racha ficou exatamente perto da cabeça do meu pau. Ela apenas abriu as pernas, se posicionou e sentou de uma vez só, deixando sua xana engolir minha pica de uma vez só.

Ergueu eu corpo e começou uma cavalgada alucinante enquanto eu apertava seus seios com força. Quanto mais forte eu apertava mais ela rebolava. Soltou palavras obscenas, disse que era puta, queria mais pica e gozou novamente.

Priscila sabia bem o que queria. Se levantou, ficou de pé e com as pernas abertas, bunda arrebitada e mãos na parede se ofereceu toda pra mim – vem.

- Me come em pé.

Me levantei, botei a cabeça do meu pau na porta da sua xana e entrei. Seu gemido denunciou que o pau tinha entrado todo. Segurei-a pela cintura e com a outra mãos espalmei sua pele branca deixando sua bunda totalmente marcada.

- Bate! Soca, me fode.

Com estas ordens acelerei minhas estocadas e comecei a socar com mais força, Priscila apenas gemia e pedia mais e anunciou um novo gozo. Gozamos juntos, depois caímos na sua cama e ficamos abraçados de conchinha.

Acabamos dormindo e só acordamos de madrugada para reiniciar outra trepada, desta vez na cozinha, local onde ela estava nua preparando um lanche pra gente.

Boa semana a todos.





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