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Eu, minha prima casada, chuvas


autor: Publicitario45
publicado em: 01/03/16
categoria: hetero
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Eu e Lia passamos o dia debaixo do meu edredom. Como relatei no conto anterior, Lia é minha prima, casada, com 42 anos, mãe de três filhos pré adolescente. Uma mulher bem cuidada, não tem nada de sarada mas um corpo bonito dentro das devidas proporções. Ela tem mais ou menos 1,70, cabelos castanho curtos, olhos verdes e pele branca, pernas bem torneadas e seios médios.

Enquanto chovia, Lia correu pro meu quarto e se jogou debaixo do cobertor com medo dos trovões, resultado, acabamos transando sem falar nada, apenas deixamos a coisa rolar.

Depois, ela se levantou, foi tomar um banho e se trancou no quarto dela. Pelo corredor ouvi que ela falava ao telefone, mas não sei com quem. Acho que ela se arrependeu do acontecido por ser casada, mesmo sendo casada com um cara que não dava a mínima pra ela.

Resolvi não insistir. Sai, comprei uma pizza, voltei um banho e me joguei na cama de novo, mas antes, bati na porta e avise que tinha pizza no forno. Lia agradeceu meio sem graça e fechou a porta.

Depois de assistir todos os programas de futebol que passam na TV no domingo a noite, resolvi desligar a TV e ir dormir, mas o sono mais um vez se fez de difícil e não apareceu. Não demorou muito a chuva voltou e desta vez bem mais forte. A tempestade de raios veio bem mais forte e com ela, os trovões.

Não demorou muito meu celular vibrou, era lia: nossa, de novo. To aqui tremendo. Ao ler aquilo respondi pra ela ir pra minha cama, de novo e ela agradeceu mas achou melhor não ir. Sua recusa terminou assim que um estrondo ensurdecedor rasgou o apartamento no meio, e em questões de segundos ela estava no meu quarto, apenas de camisola preta de renda. Correu, se jogou na cama e grudou em mim como um gato do mato.

A cada estrondo ela tremia. Pedi que ela acalmasse mas quem tem medo de trovões sabe bem do que eu estou falando. A chuva aos poucos diminuiu e eu conseguia ouvir o coração dela disparado, batendo a mil por hora dentro do seu peito.

- Ainda com medo?

- Unhum – murmurou ela deitada no meu peito.

- Vai dormir aqui?

- Pode?

- Deve!

- O que foi aquilo a tarde?

- Não sei. Tenho vinte anos de casada e nunca trai e nunca sequer beijei um primo meu.

- E agora, o que vamos fazer?

- Esquecer. Se meu marido souber disso me mata.

- Posso te fazer uma pergunta?

- Sim. Pode.

- Você gostou?

- Sim – acenou ela apenas com a cabeça.

Depois disso um silencio tomou conta do quarto, mas Lia continuava respirando descompassadamente. Uma das suas mãos acariciava meu peito e de repente outro estrondo e ela colou mais em mim. Nossos lábios se aproximaram e um beijo lento e suave aconteceu.

Deslizei meus dedos pelas costas dela lhe causando um leve arrepio. Suas mãos foram até meu rosto e com um solavanco forte puxei Lia pra cima do meu corpo.

Ela estava apenas de camisola, sem calcinha nem sutiã. Suas pernas entreabriram e ela começou a esfregar seu sexo no tecido do meu short de dormir.

Nossas boca continuaram coladas, uma querendo devorar a outra enquanto seu corpo serpenteava por cima de mim. Com uma das mãos Lia abaixou parte do meu short e eu terminei de tirar todo ele com as minhas próprias mãos.

Continuamos a nos esfregar e eu senti minha pele, perto da virilha completamente molhada, era o mel que escorria de dentro do seu sexo em abundância, me deixando completamente melado.

Meu pau continuou pulsando, subia e descia sozinho e num destes movimentos tocou de leve a porta da grutinha lhe arrancando em leve gemido. Lia continuava sem falar nada, apenas me beijava e mordia a ponta da minha orelha, mas seu corpo se movimentava em direção ao meu pau, até que com uma rebolada ele entrou. Desta vez ela gemeu um pouco mais alto e sem dizer nada continuou a cavalgar em mim, lentamente e com movimentos circulares.

Com as minhas mãos livres, tratei de apertar seus seios com uma certa força, quando eu rodeava os bicos dos seus seios ela jogava o corpo pra traz. Seus movimentos eram mais rápidos e ela gozou, me deixando ainda mais melado.
Lia parecia cansada ou talvez envergonhada. Saiu de cima de mim e sem dizer nada, deitou-se ao meu lado e ficamos de conchinha como na tarde daquele domingo. Meu pau literalmente escorregou pra dentro da sua boceta e eu comecei a estocar com mais força. Seus gemidos eram mais altos e mais firmes, suas pernas estavam mais abertas me permitindo massagear seu clitóris e Lia gozou junto comigo, gozo intenso, com jatos fortes de porra. Nossa segunda trepada foi como a primeira, sem muitas palavras, sem tapas mas com uma química sensacional.

Boa terça a todos vocês.




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