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Mulher tarada é foda


autor: Cinquentão-SP
publicado em: 14/04/15
categoria: aventura
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Era festa de fim de ano no trabalho da minha esposa e já cheguei lá preparado para conhecer a nova colega dela, que, segundo minha mulher, é extremamente tarada, daquelas que dão para ver entrar. Tinha a recomendação para, se ela me interessasse, que fosse muito discreto, pois a tal colega é uma puta, mas é casada e, que por ser muito discreta e nada vulgar, ninguém do trabalho, nem o coitado do marido, desconfiavam.
Chegamos um pouco cedo e tive a oportunidade de rever e conversar com alguns conhecidos, quando um casal de negros chegou, que pela descrição de minha esposa, só poderiam ser eles.
O marido, já um senhor grisalho e muito simpático. Ela uma negra mais jovem que ele, não muito bonita, mas com um bumbum enorme e cinturinha fina, elegantemente trajada com um vestido de um tecido leve, rodado, e decotado, valorizando um par de seio lindo.
Ela era mesmo uma safada. Sabia muito bem quem eu era e estava ciente que eu sabia que ela estava a fim de transar comigo. Só que ela dissimulava isso muito bem, apesar das nossas trocas de olhares e sorrisos.
Lembro de ter comentado sobre o comportamento dela com minha esposa, que me respondeu que ela agia assim mesmo. Sempre muito discreta.
Pouco tempo depois a festa engrenou com o povo começando a se agitar. Dei um toque na esposa e me separei dela, me pondo a procurar minha presa entre os convidados. Vi o marido sozinho, sentadinho na mesa conversando com uma pessoa, mas ela não estava lá. E quando me virei, surpresa! Ali estava ele, a minha princesa, bem atrás de mim.
Percebendo o meu espanto ao me deparar com ela, ela riu as gargalhadas, mas logo se recompôs e, me segurando pela mão, me conduziu para o estacionamento. No caminho, subimos uma escada, o que me fez deparar com a visão total da bunda dela que tinha a calcinha enfiada no rego.
Sem a mínima timidez, comentei com ela o que havia visto. Ela, por sua vez, riu e comentou que pelo meu jeito, eu havia gostado do que vira. Conversávamos enquanto caminhávamos sobre os comentários e elogios feitos por minha esposa, de mim para ela e dela para mim, quando nos deparamos diante de um pequeno viveiro de plantas. Entramos nele, não sem antes nos certificarmos que ninguém nos seguira ou nos observava.
Mal coloquei meus pés lá dentro, ela já abriu minha calça, tirou meu pau pra fora e caiu de boca nele, me chupando, me lambendo, engolindo minhas bolas, enquanto me batia uma punheta, que só interrompia quando engolia meu cacete o forçando a descer garganta a dentro, fazendo força para não gozar.
Doida para levar rola, ela ergue seu vestido tirando fora a calcinha, se sentando em seguida, com as pernas abertas, sobre uma bancada de trabalho, me oferecendo a buceta que chupei e comi enquanto lhe chupava os seios deliciosos. Essa mulher sabia foder. Enquanto eu a penetrava, ela fazia uma pressão com a buceta no meu pau, que nos levou à loucura. O tesão dela era tanto, que gozou num instantinho entre gemidos e gritinhos. Instintivamente, enquanto ela gozava, aumentei o ritmo das pirocadas e quando lhe disse que iria gozar, ela me empurrou de cima dela me fazendo esporar nos seios dela, a lambuzando toda.
Ela ainda me limpou o pau com a boca, me chupando e me lambendo, antes de se erguer para se lavar num tanque que havia num dos cantos da estufa.
Naquela noite, antes de irmos embora, ela me deu de novo. Mas essa parte eu contarei numa próxima oportunidade.
Casal Esposa com Tesão Marido Corno.





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