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A namorada do meu melhor amigo


autor: Publicitario45
publicado em: 04/03/16
categoria: hetero
leituras: 7398
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Contei uma experiência que tive com Sônia, a namorada/esposa de Fernando, um dos meus melhores amigos. Ela havia me contado que ele sentia tesão em imaginar sua mulher dando para os amigos e o resultado deste comentário é que nós acabamos indo pra cama depois que eles tinham terminado o relacionamento.

Os meses passaram rápido e Fernando conheceu Adriana, uma menina dez anos mais nova que ele que era uma verdadeira perdição. Novinha, corpo durinho, pernas grossas, seios médios, bunda empinada que lhe rendeu um apelido maldoso de “pata”.

Adriana era chata, metida a mais gostosa do bairro e adorava atrapalhar as nossas programações de fim de semana. O fato é que entre eu e ela o clima era ruim, tinha uma antipatia declarada no ar.

Um certo domingo, Fernando e Adriana brigaram feio no churrasco e ela saiu bêbada de carro pelo bairro e é claro que todo mundo ficou preocupado com a menina e como o clima já tinha ficado pesado, cada um pegou seu carro e saiu atrás dela. Eu fui pra Praia da Costa e a certa altura vi o carro dela parado em frente ao Farol de Sta. Luzia, um local afastado que tem uma vista sensacional.

Parei o carro ao lado do dela, bati no vidro e ela destravou as portas. Entrei e começamos a conversar. Adriana estava aborrecida porque ela queria sair do churrasco e Fernando tinha se recusado a ir. Ela xingou, ele retrucou e discutiram. Ficamos por horas falando sobre as atitudes dela em relação aos amigos dele e aos poucos ela foi se acalmando.


- Você me odeia, né?
- Não, apenas acho que não seremos melhores amigos.
- É que eu tenho ciúmes da amizades de vocês. Tudo que eu quero fazer Fernando quer vocês atrás. Um dia falei com ele que só faltava ele querer que você e seus amigos fossem pra cama com a gente.
- E ele, topou? – perguntei rindo.
- Voce acredita que ele me disse que adoraria me ver dando pra outro homem?
- Acredito. A ex-namorada dele, a Sônia, me disse a mesma coisa. Só que ela me falou isso após eles terminarem.
- E ai você foi lá e comeu a ex do seu amigo?
- Sim, e ele já sabe disso.

Adriana ficou meio chocada com esta informação, acalmou-se e eu a convenci de leva-la pra casa no meu carro, já que ela estava bêbada de mais.

Chegamos na casa dela, Fernando estava a sua espera, impaciente, andando de um lado pro outro. Descemos do carro e antes que eles começassem a brigar na minha frente, me despedi e fui embora. Algumas horas depois, chega uma mensagem da Adriana chamando o Fernando de grosso e mal educado. Trocamos algumas mensagens e apesar de não ser o melhor amigo dela, tentei acalma-la.

Encerramos a conversa nos despedindo e eu desliguei o telefone. Quando achei que estava tudo calmo, o telefone vibra, era uma mensagem dela onde se lia: preciso conversar, vem aqui na minha casa, pode ser?
Mesmo sabendo que não devia ir e não gostando muito da Adriana, eu fui. Foi uma coisa meio automática, apenas me levantei, tomei um banho, joguei um perfume no corpo e fui, fui a pé, pois morávamos bem próximos.

Toquei o interfone e Adriana abriu o portão. Entrei e ela veio me receber na varanda. Estava linda, usava um short branco, curto onde suas pernas grossas ficavam ainda mais grossas. Uma blusa preta frente única e estava descalço.

- Vem, vamos sentar lá no fundo. Meus pais estão dormindo e não quero que eles saibam da briga de hoje.

Adriana foi me puxando pelas mãos e fomos para um quarto no fundo do quintal, uma espécie de espaço para guardar bagunça e coisas que não se usam mais. Lá dentro, tinha um ventilador de teto, uma cadeira, uma geladeira antiga, mas funcionando bem, coisas velhas e uma cama de solteiro.

Sentei na cama e vi quando Adriana abriu a geladeira e pegou duas latas de cerveja. Ela já estava meio chapada e eu já tinha tomado umas. Voltamos a falar do relacionamento conturbado dos dois, das brigas, dos barracos e das fantasias sexuais do meu amigo. Nisso, Adriana já estava sentada na cama, perto de mim, e na medida que o álcool subia ela colocava mais a mãos em mim, tocava minhas pernas, meus braços e foi ficando cada vez mais “gente boa”.

Eu já sob o efeito do álcool, perguntei o que ela achava das fantasia dele, do fato dele se excitar em querer ve-la dando pra outro. No que ela respondeu que sempre gozava com mais intensidade quando pensava nisso, eu a puxei pela nuca e trouxe sua boca até a minha. Sua lata de cerveja soltou da sua mãos e molhou suas pernas.

- Agora limpa.
- Onde arrumo uma toalha?
- Pra que toalha, usa a boca.

Adriana puxou minha cabeça em direção a suas pernas e praticamente esfregou a minha boca na sua coxa. Comecei a lamber e chupar cada gosta de cerveja que havia derramado, inclusive em cima do seu short branco. Ela encostou o corpo na cabeceira da cama e abriu levemente as pernas. Com a língua lambi a lateria da sua xaninha por cima da calcinha e com as mãos desabotoei o short, nos livramos dele e em seguida da sua blusa preta. Seus seios eram divinos, médios, duros, bicos rosados e sua pele estava arrepiada. Não pensei, nem sequer me lembro de ter respirado direito, apenas cai de boca e mamei cada um deles por nem sei quanto tempo. Com uma das mãos fique massageando a sua vulva ainda por cima da minúscula calcinha. Adriana me beijava incessantemente, me puxava em direção a sua boca e remexia seu corpo sem parar. Minha boca passeava pelos seus seios, deliciosos, suculentos e rijos. Logo em seguida, veio o primeiro gozo, dela, ainda de calcinha, apenas com o esfregar dos meus dedos.

Sua lingerie ficou melada, seu corpo dava pequenos espasmos, ondas de choque percorriam seu corpo e eu resolvi matar minha sede de boceta. Coloquei sua ultima peça de roupa de lado e cai de boca. Boceta cheirosa, pequena, delicada, depilada e molhadinha devido ao primeiro orgasmo. Chupei, mordi seu grelo, penetrei com um dedinho e senti o quão era apertada. Adriana apenas rebolava e forçava minha cabeça em direção seo seu sexo.

Me lembrei que Fernando tinha comentado que ela adorava sexo anal, que usavam vibradores na hora do sexo e resolvi meter um dedinho na sua bundinha. Adriana apenas ergueu o corpo e gemeu. Em seguida, outro gozo, este sim, na minha boca, me deixando melado, com gosto de boceta na boca.

Me deitei ao seu lado e nem foi preciso dizer nada. Adriana abriu minha bermuda, tirou minha camisa fora e derramou o resto da cerveja gelada no meu pau. Logo em seguida caiu matando, me chupou inteiro, fez pressão na cabeça, me punhetou, lambeu meu saco e me provocou com os dedos. Ela olhava com ara de puta, sorria e voltava a me sugar com volúpia, com sede e dome de pica.

Entre as suas falas saiu de tudo, “come a namorada do seu amigo”, “me fode”, “agora eu vou virar putinha dele”, “que delicia de pica” entre outras baixarias.

Depois de saciar sua boca no meu pau, Adriana veio ate a minha boca e me beijou, queria dividir o gosto do meu pau comigo. Nossos corpos se mexiam, um procurando o outro, a cabeça da minha pica pincelava sua boceta e num destes movimentos, ela sentou. O pau entrou como ferro quente em algo sensível, simplesmente escorregou devido a sua umidade interna. Adriana levantou o corpo, pegou minhas duas mãos e levou ate os seios. – me aperta- e assim eu fiz.

Seu corpo subia, descia, girava, ia de um lado pro outro. Sua pele lisa, nova, rija estava completamente suada e outro orgasmo veio, de forma mais intensa, parecia orgasmos múltiplos. Durante os orgasmos, Adriana pediu que eu chamasse Fernando de corno, falasse que a namorada dele era a putinha do bairro e claro que eu obedeci.

Depois do seu terceiro orgasmo, pedi que ela ficasse de quatro, queria o cuzinho apertado. Ela apenas sorriu e se virou. Com cara de vagabunda, abaixou o tronco e olhou pra trás.

- Mete, é seu!

Coloquei a cabeça na porta do cuzinho e forcei a entrada. Ela abriu ainda mais as pernas facilitando a entrada da minha vara. O pau foi sendo engolido pelo rabo mais quente e apertado que eu já tinha comido até aquele dia. Uns tapas na sua bunda e ela começou a rebolar, ela ditou o ritmo da trepada, olhava pra trás e ria com cara de vadia e quando eu falava do meu melhor amigo ela gargalhava.

Diante de tanta putaria não me restou outra saída a não ser acelerar as estocadas e gozar, gozar como um canalha que adora comer a mulher do próximo. Gozei, enchei o cuzinho de porra e depois ficamos deitados na cama, olhando pro teto, bebendo cerveja e dando risada do acontecido.

É claro que esta sacanagem não acabou por ai. Eu e Adriana trepamos muito, em vários locais. Infelizmente o namoro dos dois terminou, Fernando descobriu que Adriana estava dando para um Sargento da Marinha, um senhor casado, amigo do pai dele. Triste isso.



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