"Os mais excitantes contos eróticos"

 

Boceta apertada


autor: Publicitario45
publicado em: 04/03/16
categoria: hetero
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Antes de montar meu próprio negócio, trabalhei no setor administrativo de um hotel aqui em Vila Velha, hotel este que já fechou e foi engolindo pelas grandes construtoras. Mas, confesso que conheci muita gente boa no período que eu trabalhei lá, entre elas, a Adriana, uma morena que era responsável pelo registro das notas fiscais no sistema do hotel.

Adriana namorava Gilson, um dos eletricistas do hotel, morena clara, boca grande, olhos e cabelos castanhos e um corpo sensacional, também pudera, ela tinha apenas 19 anos e o namorado, o eletricista, tinha 33 anos. A mãe dela, uma senhora gente boa era contra o namoro, mas como dizia Adriana, Gilson “sabia das coisas”.

No dia da minha entrevista, Adriana estava na sala, mas o uniforme daquele hotel tinha o poder de esconder a beleza de qualquer pessoa, acha até que era intencional, uma vez que homens e mulheres passavam a noite juntos ali e não era raro ouvir comentários de pessoas que se pegavam durante a noite. O fato é que Adriana nunca havia me chamado atenção e olha que a gente se falava quase todos os dias.

Numa segunda-feira desanimada, o assunto do refeitório era Adriana e Gilson, ela havia terminado com ele devido a um chifre que ele fez o favor de colocar nela, com uma mulher bem mais velha do bairro dele. Adriana não aceitou suas desculpas e eles terminaram. A partir dai, meu relacionamento com Adriana mudou da água pro vinho. A gente passou a conversar mais, brincar mais e ela tinha uma estranha mania de fazer cócegas até que um dia eu pedi que ela parasse. Ela riu e perguntou se eu ficava excitado e eu disse que não, que na verdade, aquele uniforme não permitia saber se ela era gostosa como diziam ou não.

Adriana se aproximou e sussurrou no meu ouvido assim: amanhã você descobre.
Sai do trabalho, fui pra academia e da academia fui para meu curso da noite. No meio do caminho as palavras da Adriana ficavam ecoando na minha memória, afinal de contas, o que ela quis dizer com “amanhã você descobre?”.

No dia seguinte levantei cedo e fui pro hotel. Chegando lá, entrei, bati meu catão como sempre e segui pra minha sala. Só que do lado da minha sala, ficava os banheiros masculinos e femininos onde os funcionários podiam tomar banho e trocar de roupa e para minha surpresa lá estava Adriana, com um short curto, uma cor meio bordô, e uma blusinha branca, fininha, sem nada por baixo, apenas um par de seios apontando pro céu.

Fiquei meio sem reação, confesso que aquele corpo e o fato de estar sem trepar há três meses me deixou meio atônito. Apenas olhei e percebi um sorriso de deboche vindo dos lábios dela como se quisesse comprovar o que ela tinha dito no dia anterior. Resumindo, Adriana era uma delícia.

Passamos a semana trocando indiretas. Era piada na hora do almoço, no café da tarde, durante as reuniões e uma amiga em comum começou a reparar e perguntou se eu não iria fazer nada, afinal de contas, a ninfeta estava se jogando em cima de mim.

Desconversei e mudei de assunto. Durante o almoço, mais piadas e provocações e eu resolvi responder a uma dela.

- Não vai comer a sobremesa? – Perguntou ela com cara de vadia.
- Não tenho costume de comer frutas após o almoço.
- Ah é, você gosta de comer o que?
- Não seria quem? – a galera riu e ela resolveu continuar.
- E quem você quer comer?
- Se eu te disse isso, você vai correndo contar pra ela. Ela tem namorado.
- Ela tinha. Não tem mais.
- Será?
- Passa na casa dela amanha, ela te mostra.

Pronto. Estava resolvido. A cada resposta a galera no refeitório comemorava como se fosse um gol. No dia seguinte, sábado, nosso expediente terminava as 12h e quando eu fui me troca Adriana me parou no corredor, colocou um papel no meu bolso, me deu um beijo no rosto e saiu. Era o endereço da casa dela.

Me arrumei e fui. Chegando lá, para a minha surpresa a mãe dela veio me receber. Achei estranho e ela me disse que Adriana estava no sobrado, um espaço fechado em cima da casa. Caminhei até lá e ao abri a porta vi Adriana em pé, de vestidinho curto, pernas a mostras e encostada perto da janela.

- Entra e tranca a porta.
- Sua mãe esta lá embaixo.
- Não tem problema, eu disse que vamos resolver pendencias do hotel. Ela não vai subir,
-Enquanto falava Adriana caminhava em minha direção como uma gata no cio, andar lento, manhoso, sedutor e a cada passo eu ia reparando em cada pedacinho do seu corpo.

Um beijo, sem nenhuma palavra. Foi assim que começamos a nossa “reunião” de sábado. No quarto, tinha um colchão de casal jogado no chão e foi ali que jogamos nossos corpos. Adriana tinha um corpo perfeito, parecia malhar muito mas era coisa da idade. Pele lisa, cheirosa e com o corpo pegando fogo fui logo tratando de cair de boca naqueles peitinhos lindos. Mordi cada um deles, chupei lambi, massageei com força. Adriana apenas gemia baixinho, abria as pernas como se estivesse pedindo para ser comida logo de cara.

Tirei seu vestido e puder ver como ela era deliciosa, barriga chapada, pernas grossas, bunda redondinha, bocetinha com poucos pelinhos, pés delicados que fiz questão de beijar, chupei seus dedos, lambi suas pernas, a parte interna das coxas e cheguei na xaninha, perfumada, molhadinha, pronta para ser comida.

Cai de boca e Adriana se abria cada vez mais, rebolou na minha boca, esfregou a racha na minha cara e gozou duas vezes seguidas.

- Agora é com você, assuma o controle – falei me deitando ao seu lado.

Adriana veio com sede. Chupou meu pau como uma cadela faminta mordeu me causando dor e prazer ao mesmo tempo e depois me desafiou.

- Hoje você vai comer a boceta mais apertada da sua vida. Você nunca viu nada assim.
- Ah é?
- É. Vou rebolar e você não vai aguentar.

Enquanto falava isso, Adriana veio engatinhando em minha direção. Abriu as pernas, se colocou na posição de cavalgar e me beijou lentamente os lábios.

Nossos corpos se aproximaram e meu pau encostou na porta do seu sexo.

Quente e úmido, Adriana tomou as rédeas e desceu o corpo sobre o meu.

Ela tinha razão. Uma boceta apertada e quente como eu nunca tinha visto. Ela começou a rebolar e fazer pressão no meu pau de uma forma tão intensa que em pouquíssimo tempo, gozei, gozei dentro, sem camisinha, sem saber se ela tomava remédio ou algo parecido.

Ela deitou por cima de mim e riu.

- Te disse. Ninguém aguenta. É magico não é?

Eu estava incrédulo. Como aquilo podia ter acontecido. Foi quase instantâneo. Gozei sem ver, mas confesso que gozei gostoso.

Ficamos deitado e Adriana conseguia manter meu pau, mesmo depois do gozo dentro da sua boceta. Começamos a nos beijar, minhas mãos percorriam seu corpo, ela se remexia e a gente falava todo tipo de baixaria. Meu pau começou a dar sinal de vida e ema sentou novamente, cavalgou, rebolou, subiu e desceu no meu pau melado de porra.

Giramos os corpos e Adriana ficou na posição frango assado, abri bem suas pernas e comecei a estocar om vontade, sua boceta apertada recebia bem a minha rola, mudamos de posição de novo e Adriana ficou de quatro. A visão era perfeita, bundinha arrebitada, cintura fina e ela toda aberta. Meti um dedinho no rabinho e ela retrucou: hoje não, quem sabe na próxima.

Meti na boceta mesmo, u vai e vem louco, pau socando e o som dos nossos corpos ecoando no quartinho até que ela urrou, era seu gozo, a boceta melou ainda mais, estava quente e escorregadia e mesmo assim muito apertada.

Nossa putaria continuava. Adriana parecia estar se vingando do ex namorado e pedia mais força nas estocadas. Anunciei que ia gozar novamente e ela também gozou. Juntos deitamos no colchão e passamos a tarde trepando. Neste dia,

Adriana pediu que eu gozasse na sua boca, ela nunca havia feito, mas pra tudo na vida tem uma primeira vez.





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