"Os mais excitantes contos eróticos"

 

A cunhada do meu primo


autor: Publicitario45
publicado em: 04/03/16
categoria: hetero
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Mineiro que mora a praia sempre recebe visitas dos parentes e comigo não é diferente. Foi durante uma conversa com um primo meu pelo Skype que marcamos dele passar o feriado da Semana Santa na minha casa. Juntamente com ele, viria a esposa, o filho pequeno e sua cunhada, Laura, que até então eu não conhecia.

Meu primo é PM e o marido de Laura também, entraram juntos pra policia, só que meu primo estava de férias e o marido dela não.

No dia combinado, eles chegaram na minha casa pela manhã após passarem a noite na estrada. Entraram e eu indiquei o quarto de hospedes para eles. A cunhada, infelizmente teria que dormir na sala ou no terceiro quarto que eu faço de escritório. Mal chegaram e já fomos pra praia. Enchemos uma caixa com cerveja e passamos o dia lá.

Laura tem a pele muito branca e se descuidou com o sol forte ficando com a pele bem vermelha. Eu e os demais não, pois nossos corpos estavam cobertos de protetor solar. No dia seguinte, segunda-feira, fui na empresa resolver uns problemas e deixei meus hospedes a vontade. Por volta das 12h00 retornei e encontrei Laura em casa, sozinha.

Laura é uma mulher bonita, pele clara, cabelos e olhos castanhos. Não tem um corpo sarado mas é bem cuidada, tem 33 anos, sem filhos e casada com um policial metido a justiceiro. Cara ciumento e até certo ponto violento.

Ao me ver em casa, Laura se assustou. Estava enrolada numa toalha, tinha acabo de sair do banho. Me pediu desculpas e correu pro quarto para se vestir.

Minutos depois retornou vestindo uma camiseta branca e um short amarelo.
Quando perguntei pelos demais, Laura me disse que eles havia ido pra Guarapari e só retornariam a noite, ela sentindo seu corpo ardendo, resolveu ficar em casa assistindo TV. Realmente ela havia se queimado além da conta e eu lhe entreguei um vidro de óleo que ajuda a aliviar o calor.

Laura retornou ao quarto e passou nos braços e nas pernas, mas suas costas continuavam vermelhas e ardendo.

- Nossa, parece que vou pegar fogo. Minhas costas estão queimando.
- Logo aonde as nossas mãos não alcançam né?
- Pois é. O pior é que não consegui nem dormir.
- Se você quiser, posso passar nas suas costas.
- Não, obrigada.

Laura recusou enfaticamente e eu achei que ela estava pensando que eu queria come-la. Não queria, mas passei a querer. Sua recusa me despertou a curiosidade e eu comecei a repara-la. Com o sol ficando mais fraco, fui caminhar na praia e a convidei para ir comigo, ela foi e fizemos uma caminhada curta, coisa de 30 minutos.

Quando retornamos em casa ela voltou a falar da ardência na pele.

- Acho que vou aceitar a sua sugestão do óleo. Voce passa pra mim?
- Sim, vou tomar um banho, deita na minha cama e me espera.
- Na sua cama?
- Sim, qual o problema?
- Estranho... na sua cama.
- Relaxa. Vou espalhar o óleo nas suas costas e mais nada.
- Ok.

Tomei meu banho com a imaginação fértil gritando. Sai, me enxuguei e fui pro quarto. Laura estava lá, sentada, tipo estática. Pedi que ela tirasse a blusa e deitasse de bunda pra cima. Inicialmente ela se recusou mas acabou cedendo.

Suas costas tinha duas cores, vermelho e branco. Mais um pouco no sol e ela realmente ia se queimar.

Me ajoelhei ao seu lado, abri o vidro de óleo e derramei uma certa quantidade nas suas costas. Laura deu um pulo na cama – gelado – disse ela rindo meio sem graça. Joguei mais uma quantidade e coloquei o vidro em cima do criado.

Com as duas mãos comecei a espalhar o óleo pelas suas costas indo ate a cintura. No inicio, seu corpo estava retesado devido ao fato de um outro homem estar tocando sua pele. Fui esfregando, massageando, ia da cintura até a sua nuca e Laura fechou os olhos foi se soltando, suas pernas foram ficando mais soltas, o corpo rígido deu lugar a um corpo mais relaxado.

- Laura, você já viu como a parte de tras da sua perna esta vermelha?
- Nossa, nem me fala, esta ardendo demais – disse ela com aquele sotaque lindo de mineirinha.
- Mas você não passou óleo aqui?
- Passei, mas só passei até onde eu consegui passar.
- Quer?
- Quer o que?
- Que eu passe óleo nas suas pernas?
- Tá louco? Estou de short.... melhor não.
- Laura, relaxa, tira o short, você esta de calcinha por baixo. Já te vi de biquíni, lembra?
- Ok.

Laura se livrou vagarosamente do short e ficou apenas de calcinha. Era surreal aquela imagem de uma mulher casadinha com um policial matador quase nua na minha cama. Joguei mas óleo no seu corpo e fui passando óleo da cintura, passei pela bunda e ela contraiu o corpo de novo – relaxa – pedi com voz calma.

Fui descendo pelas coxas, passei pela bata das pernas e cheguei aos seus pés. Resolvi massagear um de cada vez e ela soltou o corpo num nítido sinal de relaxamento.

- Booom isso heim?
- Esta gostando?
- Sim, você é bom.

Criei coragem e me ajoelhei em cima das suas pernas, fui subindo as mãos lambuzadas de óleo massageando suas pernas, suas coxas e aos poucos fui tocando suas pernas internamente. Laura tornou a fechar os olhos e relaxou o corpo. Minhas mãos chegavam cada vez mais perto da sua xaninha e ela abriu ainda mais as pernas sinalizando que sim, que eu poderia ir além.

A massagem continuava, meu dedo tocou no seu sexo por cima da calcinha e ela gemeu baixinho, voltei pra coxa e retornei tocando novamente a sua bocetinha com mais intensidade e ela empinou um pouco a bunda. Sua calcinha já dava sinais do melzinho escorrendo e ela apenas dizia que estava bom, que minhas mãos era leves e eu fui ousando cada vez mais.

Quando Laura abriu um pouco mais as pernas, puxei sua calcinha lentamente pro lado, ela não reagiu e eu toquei o seu sexo pela primeira vez. Sua respiração ficava cada vez mais ofegante, meus dedos ensopados de óleo massageavam seu grelo e ela começou a remexer, cada vez mais rápido e eu a penetrei com um dedo, depois outros.

Os movimentos se tornaram mais intensos e senti quando o corpo dela tremeu, era seu primeiro gozo na minha mão. Lambi os dedos e quando ameacei tirar sua calcinha, Laura voltou a si, pediu desculpas e foi pro banheiro tomar um banho frio.





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