"Os mais excitantes contos eróticos"

 

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autor: caiopiresbr
publicado em: 05/03/16
categoria: hetero
leituras: 13729
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Trabalho em uma multinacional. Sou gestor de qualidade de processos. Não vou te encher com todas as nuances entediantes do meu trabalho. Vou ser mais agradável que isso. Além do bom salário que recebo por ser o gerente da área, também vivo rodeado por mulheres. Belas mulheres. São 20 vagas no meu setor. Duas são preenchidas por homens e o resto por mulheres que eu sou responsável pessoal de contratar.

Sempre admirei a inteligência. Acho que é o maior afrodisíaco que pode existir. Você junta isso com 1.70 cm de altura, um par de pernas longos e bem cuidados, um pescoço sempre cheiroso e seios naturais volumosos e...bem... essa é a Cindy.

A entrevista que fiz para sua contratação é que mais me trás agradáveis lembranças. Entrei na sala e ela estava sentada me esperando. Se levantou e veio me cumprimentar com um aperto de mãos. Olhos no olhos. Sorriso nos lábios e um "boa tarde" confiante. Ela já estava com um pé dentro da empresa. E que pés. Usava um salto, não tão alto assim, elegante e que mostrava a ponta de seus dedos pintados de vermelho. Quis me abaixar e começar a chupar naquele momento. Ela já estava com uma canela, um joelho e uma das suas coxas dentro da empresa também. Foi impossível não olhar com atenção para todo seu conjunto. Seu corpo era desejável a distâncias.

Mal me consegui me concentrar na entrevista. Apesar de não usar decote, seus seios marcavam sua blusa branca me despertando diferentes pensamentos.

_ Bem Cindy, você sabe que entrar para a empresa não é nada fácil e entrar para minha equipe é ainda mais desafiante.

_ Tenho que ser honesta Renato. Já andei fazendo minhas pesquisa por fora e realmente você tem uma reputação de ser super rígido, o que fez aumentar ainda mais meu interesse na vaga.

Sua boquinha vermelha mexia em câmera lenta enquanto ela falava. Seus lábios eram umedecidos sempre que necessário por sua língua certeira.

A entrevista rolava super bem.

_ Então Cindy. Como você deve ter conhecimento. Eu realmente procuro trabalhar entre os melhores e isso faz toda diferença. Porquê eu deveria contratar você?

_ Renato, eu poderia te falar do meu histórico, mas isso você já deve ter lido no meu currículo. Eu poderia te falar das minhas qualidades e gastar seu tempo com uma conversa que imagino ser entendiante, de tanto que você deve ouvir repetidas vezes de outros candidatos. Vou te falar apenas uma coisa: eu sou uma mulher super determinada e sempre consigo o que eu quero. E no trabalho sou ainda mais. Eu trabalho e me esforço mais que todos os outros e sei bem quais são meus objetivos.

Aquelas frases não me conquistaram. A determinação e sinceridade que ela transpareciam sim. Fiquei de pau duro com aquela situação e precisei disfarçar para ajeitar ele dentro da minha calça.

Encerrei a reunião e ao me despedir, em vez do formal aperto de mãos puxei a Cindy para dois beijos na bochecha. Aquele era o último teste. Queria ver como ela lidava com situações inesperadas e de sobra ainda aproveitar para sentir seu cheiro.

Cindy se aproximou com desenvoltura e permitiu meus beijos, retribuiu um deles e senti seus lábios carnudos e pequenos tocarem minha bochecha. Fechei os olhos rapidamente tentando identificar seu perfume.

_ Olympéa da Paco Rabanne? - sempre tive um olfato bem desenvolvido.

_ Como Renato?

_ Seu perfume. É o Olympéa, da Paco Rabanne?

_ Sim. Nossa, que surpreendente, não lembro de ter colocado isso no meu currículo.

_ Primeira lição que você das muitas que vai aprender comigo Cindy. Os detalhes são tudo.

Ela não respondeu. Apenas sorriu e saiu. Era exatamente isso que esperava. Não gosto de obviedades e perguntas retóricas. Gosto de quem lê fácil nas entrelinhas.

Contratei Cindy e ela se mostrou exatamente o que eu procurava. Uma mulher competente e objetiva que poderia ser facilmente ser minha braço direito. O último teste aconteceu dois meses após sua contratação. Na festa de fim de ano da empresa.

A festa aconteceu no dia 22 de dezembro em uma casa de praia de um dos empregados. A casa era grande e tinha uma área aberta com churrasqueira, piscina e um campo de futebol.

Em minha posição de chefe, nunca fui de ficar muito tempo nesse tipo de festa. Assim meus empregados ficam mais tranquilos para falar de mim e se divertir sem minha inspeção. Cheguei quando a festa já tinha começado, lá pelas 20:00 horas e resolvi que não demoraria.

Entrei e cumprimentei o anfitrião. Ele me mostrou a casa, me deixando super a vontade e sugeri que eu bebesse algo. Fui até o bar da casa pegar um wisk e quando chego lá percebo que a Cindy faziai um drink.

Ela estava concentrada atrás do bar e não percebeu quando me aproximei.

_ Um wisk com gelo por favor? - brinquei com ela

_ Opa, é pra já! - respondeu ela aceitando meu pedido e entrando na brincadeira. - Dia cheio?

_ Sabe como é. Depois de um dia cansativo desses tudo que eu preciso é de um banho e uma massagem. - me atrevi.

_ Aposto que não devem faltar mãos que gostariam de te fazer esse favor - respondeu ela me entregando o wisk.

Começamos a beber juntos e trocar indiretas. Minha concentração foi ficando cada vez mais afetada por Cindy. A forma como seus lábios tocavam o canudo e puxavam o líquido de seu drink, sua língua brincando em volta dele, e tudo isso sem tirar os olhos de mim, na maior naturalidade começaram a me deixar libertinoso. Ela vestia uma saia preta, justa, indo até o fim dos joelhos e uma blusa de alças finas que caiam no seu ombro com graciosidade. O sutiã empinava ainda mais seus seios e fiquei maluco quando uma gota "sem querer" escorreu pelo meio dele.

Vi que Cindy começou a ficar um pouco tonta e precisou se segurar no balção. Perguntei para ela se estava tudo bem. Ela me respondeu que estava um pouco enjoada. Fui para trás do balção e sugeri que ela fosse se refrescar um pouco no banheiro. Ela começou a andar e vacilou se segurando em mim. Passei os ombros dela por cima de minha cabeça e acompanhei ao banheiro que ficava no segundo andar.

Era um banheiro espaçoso, entramos e levei ela a pia. Ela pediu que eu fachasse a porta porque não gostaria que ninguém mais a visse daquele jeito. Assim que tranquei a porta e me virei, fui surpreendido. Cindy estava de frente pra mim e me olhava bem safada. Uma das alcinhas de sua blusa estava caída de lado revelando um sutiã preto. Tinha caído em uma das melhores armadinhas possíveis. Aquela mulher desejava ser comida. Desejava realizar uma fantasia, e comigo.

Ela deu dois passos em minha direção e colocando a mão intencionamento em meus peitos começou a me beijar. Passei minha mão em volta de sua cabeça a segurando e o outro passo passei pelas cinturas já indo em direção a sua bunda.

Aproximei ela do meu corpo e já fomos andando em direção a pia de mármore. Nosso tesão foi aumentando cada vez mais e começamos a nos chupar descontroladamente. Cindy gostava de beijos ferozes. Sua língua invadia minha boca completamente como se quisesse ir até o fundo da minha garganta. Eu fazia o mesmo com ela, que chupava minha língua querendo arrancá-la.

Meu pau já estava duro de tesão e encostado em sua barriga. Cindy se esfregava descontroladamente nele.

Minha boca desceu em direção ao seu pescoço perfumado e pude lamber cada pedaço dele. Minhas duas mãos foram em direção ao seu bumbum e comecei apalpar e sentir sua bunda gostosa. Senti suas duas mãos envolverem minha cabeça dirigindo ela até os seus seios. Ela removeu rapidamente as alças e me mandou abrir a boca. Ficou alternando minha cabeça entre eles, enfiando aqueles peitos pontudos dentro deles e me mandando chupar com força.

Enquanto isso minhas mãos procuraram o zíper de sua saia abrindo até o limite, fazendo que a saia ficasse disponível para ser removida. Cindy puxou minha cabeça em direção a sua boca e voltou a me beijar de forma bem gostosa. Com suas duas mãos removeu as saias rebolando ritmicamente. Ela estava sem calcinha. Pude sentir isso com minhas mãos invadindo sua boceta por trás. Sua boceta estava molhada e o cheiro dela invadiu o ambiente.

Cindy parou nosso beijo para chupar os seus próprios dedos e enfiá-los em sua boceta, deixando ainda mais molhado. Virou de costas e ajeitou meu pau na entrada dela. A cabeça do meu pau estava roxa de tão inchada. Nem pensei em colocar a camisinha. Meu pau entrou deslizando em sua boceta.

Peguei ela forte pela cintura e comecei a puxar sua boceta contra mim num vai e vem lento no início. Ela me olhava pelo espelho, suplicando para que eu a encarasse enquanto a possuísse. Ela tinha uma carinha safada de felicidade. Me contou depois que estava mais de seis meses sem transar. E desde o momento que me viu ficou sonhando com esse momento.

Puxei seu rabo de cavalo deixando sua orelhinha próxima a minha boca e comecei a sussurrar para ela:

_ É isso que você queria né sua putinha ? Não precisa ter inventado história, era só ter pedido. Que o prazer de comer essa boceta gostosa é todo meu.

Estávamos nesse vai e vem gostoso quando toca seu celular, que nesse momento estava em cima da pia. Ela pegou na mão, eu continuava bombando em sua boceta sem parar, e, em vez de desligar a ligação para que ninguém nos ouvisse decidiu atender.

Não parei de fode-la nem um pouco por causa disso. Ela começou a conversar com uma amiga entre uma estocada e outra. Aliviando um pouco para parar. Ela não conseguia se concentrar e respondia de forma bem genérica as perguntas. Aquilo me excitou ainda mais. Saber que sua amiga nem imaginava que eu a fodia por trás enquanto as duas conversavam.

Aposto que ela não precisava ter atendido o telefone naquela hora, e sim que decidiu se divertir com isso comigo.

Enquanto uma de minhas mãos estava na cintura utilizei a outra para tocar seus seios. Mexer em seu grelo e dar uns tapas gostosos em sua bunda. Já não me preocupava se alguém podia ouvir, toda minha atenção estava voltada em fazer a Cindy gozar pra mim.

Enquanto falava com a amiga ela me olhava pelo espelho de forma desafiadora. Ela queria gozar para a amiga ouvir. Escutei risos do outro lado da linha e percebi que talvez sua amiga tivesse desconfiado de algo.

Enquanto sua amiga falava Cindy mordia os lábios, segurando para que um gemido não escapasse. Recebia aquilo como um desafio e bombava ainda mais forte, ainda mais fundo. Resolvi utilizar meu polegar para penetrar seu cu gostoso. Chupei ele, deixando bem molhado e comecei a introduzi, fazendo com que Cindy desse gritinhos que se esforçava muito para abafar.

_ Não amiga, imagina, só estou um pouco cansada. Pode falar.

Resolvi fazê-la gozar naquele momento e comecei a foder Cindy por trás com total insanidade. Batia meu pau forte, saindo um barulho alto. Em nenhum momento ela largou o telefone. Apenas parava de falar e se entregava para o tesão. Fui aumentando meu ritmo mais e mais, mais fundo, mais forte, mais gostoso. Gozamos juntos.

Primeiro ela começou a tremer caindo para frente e deixando o telefone solto na pia. Ouvi sua amiga chamando do outro lado. Em seguida meu pau jorrou litros de porra dentro Cindy. Sem camisinha minha porra preencheu sua boceta.

Assim que parou de tremer Cindy se ajoelhou e fez questão de lamber todo resto da porra de meu pau. Ela me olhou nos olhos e falou limpando com o indicador o canto da boca:

_ Que gosto delicioso de boceta com porra.

_ Isso mesmo Cindy. Os detalhes são tudo.

FIM

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